Duas mulheres em uma loja para falar sobre as Tendências para o varejo

Descubra quais serão as 8 principais tendências para o varejo em 2018

Ficou interessado em saber quais são as tendências para o varejo para 2018? Quer entender como o seu negócio pode se destacar no próximo ano? Acompanhe a leitura e descubra!

A crise econômica que afeta o Brasil desde o final de 2014 ainda deixa resquícios e traumas em muitas empresas. Por isso, neste momento, é importante ficar por dentro das tendências para o varejo em 2018, que vão envolver todo o processo de vendas e certamente ajudarão os negócios a crescer no próximo ano.

Neste sentido, podemos afirmar que o surgimento de novas tecnologias, as mudanças de hábito do público e a expansão do e-commerce são alguns dos principais fatores que chamam a atenção para o futuro dos varejistas, trazendo oportunidades para quem já está no mercado e também para aqueles que pretendem empreender.

Por essas razões, neste post mostraremos o que o varejo pode esperar para 2018, um ano que já começa com boas perspectivas de crescimento, segundo matéria publicada pelo Estadão.

Ficou interessado no assunto? Quer entender como o seu negócio pode se destacar no próximo ano? Leia estas 8 tendências varejistas que separamos para você!

1. Varejo híbrido

O primeiro item da lista trata-se de um conceito que tem ganhado visibilidade nos últimos anos e aumentado o faturamento de diversas lojas. O varejo híbrido acontece quando o varejista oferece, além dos seus produtos principais, itens variados e que são de interesse do público-alvo.

Um bom exemplo é o de uma loja que vende roupas destinadas a consumidores jovens, que têm entre 18 e 25 anos. Ao perceber que grande parte desse público está na faculdade, o dono do estabelecimento começa a vender também mochilas e materiais escolares.

Desta maneira, o público otimiza tempo, já que pode comprar roupas e itens importantes para a faculdade em um mesmo lugar. E, por outro lado, o varejista tem a oportunidade de ampliar as suas receitas e de fidelizar mais clientes.

2. Negócios mais segmentados

Para as empresas que desejam crescer ou entrar no mercado, uma das melhores estratégias é investir em segmentação. Em um ambiente extremamente competitivo, as lojas de nicho têm despertado a atenção dos consumidores por oferecem produtos e serviços mais personalizados.

Para isso, os clientes precisam fazer parte do processo de criação e desenvolvimento de novos produtos e negócios, conforme afirma Philip Kotler, um dos maiores estudiosos do marketing moderno.

Portanto, investir em segmentação e cocriação é uma das tendências mais promissoras para o varejo!

3. Investimento em segurança

As plataformas digitais proporcionaram uma nova forma de os varejistas abordarem os seus clientes e venderem as suas soluções. Entretanto, ao mesmo tempo, muita gente ainda se sente insegura para comprar pela internet e avalia criteriosamente cada site e loja virtual antes de fechar negócio.

Por isso, é fundamental ficar por dentro das tendências para o varejo no que se refere à segurança digital, como utilizar certificados e selos que garantem a segurança e transmitam mais confiança aos internautas.

Outra grande preocupação do público é na hora de realizar o pagamento. As empresas precisam utilizar gateways que garantam o sigilo e a segurança dos dados. Hoje em dia, existem soluções com sistemas antifraude, criptografia e outros processos de autorização mais seguros.

Tudo isso deve fazer parte do planejamento das empresas para garantir que as vendas online não sejam prejudicadas por conta da falta de segurança e privacidade de dados.

4. Compartilhamento de produtos e serviços

Se antigamente ter as suas próprias coisas era até um argumento de vendas para o varejo, hoje em dia esse cenário está bem diferente, pois as pessoas procuram por produtos que elas possam compartilhar e dividir os custos. É como trocar o famoso “compra-se” pelo “aluga-se e divide-se”.

Neste contexto, podemos citar como exemplo os espaços de trabalho compartilhados (coworking), os serviços de transporte que permitem dividir o valor, sites como o Airbnb, que trabalham com hospedagem compartilhada, e por aí vai.

São negócios que abrem novas oportunidades para quem deseja empreender e crescer no mercado, adequando-se à nova realidade do varejo e aos hábitos dos consumidores.

5. Integração entre loja física e virtual

Há algum tempo, os varejistas chegaram a prever que as lojas físicas estariam com seus dias contados por conta do surgimento e crescimento do e-commerce. Mas, ainda hoje, diversas redes expandem seus pontos de venda e abrem novas lojas, além, é claro, de investirem nas plataformas online.

Desta forma, a grande jogada está na integração entre o físico e o virtual, que pode proporcionar experiências diferentes aos consumidores. Neste cenário, a loja física pode levar o público para o ambiente digital e vice-versa.

Porém, para consolidar essa estratégia e torná-la eficiente do ponto de vista varejista, todos os departamentos precisam estar perfeitamente alinhados. O marketing com o setor de vendas, o setor de vendas com o departamento logístico e assim em diante.

6. Aperfeiçoamento de dados

O Big Data é outro conceito que tem virado tendência para o varejo nos últimos anos e ajuda as empresas a oferecerem soluções mais direcionadas ao público, aumentando as chances de converter leads em clientes fiéis. Trata-se, então, de uma forma de captação de dados para tomar decisões mais eficazes e inteligentes.

Atualmente, as lojas já têm inúmeras informações sobre os seus clientes, como o endereço e a idade. Além disso, pela internet essas pessoas podem preencher mais dados, que serão importantíssimos para compreendermos seus hábitos de consumo.

Assim, ao reunir todas essas informações em um banco de dados, você terá o histórico de compras dos clientes, saberá o ticket médio que eles gastam, entre outras informações que lhe ajudarão a abordar esses consumidores de forma mais certeira.

7. Consumidores mobile

Em 2018, o mobile continuará como uma das principais tendências para o varejo, já que os consumidores utilizam, cada vez mais, os smartphones para realizar as suas atividades diárias, fazer compras, compartilhar informações e interagir com as marcas.

Desta maneira, o público valoriza as marcas e empresas que investem nesse tipo de tecnologia, forçando as organizações a repensarem na forma como elas atuam no ambiente mobile.

Neste contexto, não basta apenas investir na comunicação e na venda por meio de aparelhos móveis. É necessário incluir o mobile desde o início da estratégia, já que cerca de 17% das compras pela internet são feitas pelos aparelhos móveis, conforme publicação do UOL.

8. Emissão de NFC-e

Com o objetivo de dar agilidade aos processos das empresas, foi criada a NFC-e (Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica), uma forma mais eficiente de emitir as notas fiscais. Ela é comunicada imediatamente à Secretaria de Estado da Fazenda e os clientes podem consultá-la logo após as suas compras.

Essa tendência ajuda os varejistas a diminuírem os custos com operações fiscais, além de tornar a interação com os órgãos de fiscalização mais veloz. É extremamente importante se adequar e passar a emitir a NFC-e o quanto antes, caso contrário a empresa ficará sujeita a punições.

Depois de todas essas informações, você já está mais preparado para enfrentar os desafios do próximo ano. Ficar por dentro das tendências varejistas é fundamental para garantir mais vendas e fisgar mais clientes. Entretanto, agora é preciso colocar a mão na massa e se adequar o quanto antes para sair na frente dos concorrentes.

Gostou de conhecer as principais tendências para o varejo em 2018? Então, aproveite para baixar nosso Guia completo sobre a formação de preços no varejo!

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