Quase-cliente não é cliente

Existem 2 frases que ouvimos na infância e infelizmente são muito difíceis de incorporar na vida empreendedora:

  • “Não coloque o carro na frente dos bois”
  • “Não conte com o ovo na barriga da galinha”

No mundo empreendedor uma frase equivalente é “Quase-cliente não é cliente”. Quem já comemorou um cliente e na hora H ele deu pra trás sabe do que estou falando.

![Quase-cliente não é cliente](http://files.saiadolugar.com.br/uploads/2010/11/photopodborka_004-3-300x189.jpg "Quase-cliente não é cliente")Tá quase lá!
Na prática, isso não quer dizer de forma alguma que o pessimismo valha a pena (otimismo sempre pessoal!). Mas o ponto é que se você não se prepara para o pior, caso algo inesperado aconteça o impacto será MUITO maior do que quando você tem um plano de contingência (nome bonito para “Plano B”).

Ou seja, planeje-se para o melhor mas prepare-se para o pior.

Para estimular a reflexão, segue um vídeo que vi no Rejeitados que representa algo muito comum nas empresas.


(Link para o vídeo no Youtube)

Vendo o vídeo, provavelmente sua opinião sobre o goleiro é “Nossa, deve ser ruim ser ele!”. Justamente por que ele comemorou antes da hora.

Conclusão: Cuide com carinho do seu fluxo de caixa
Seu planejamento financeiro mais importante é aquele que considera o dinheiro que você já tem e as contas que você PRECISA pagar (aluguel, salários, fornecedores, luz, telefone, etc.). Se as contas fecharem, ótimo! Você tem o chamado capital de giro e o que vier é lucro.

Daí, você tem um quase-cliente que trará uma receita suficiente pra que você compre um ar-condicionado (caso real no nosso escritório!). Enquanto esse dinheiro não entrar, é melhor ser quase-dono de um ar-condicionado do que gastar dinheiro que você ainda não tem.

Pra finalizar, fica a filosofia que temos usado:

“Melhor passar calor do que ser um devedor”

Abraços,
Millor Machado (quase-comemorando o quase-cliente, comemorando quando o dinheiro cai na conta)

Se você está sofrendo com os quase-clientes, calma! As coisas não estão perdidas! Para entender o que fazer, vale a pena conferir o artigo Como transformar o quase-cliente em cliente.

Obs.: Agradecimentos a nosso amigo Rafael Zatti pela sugestão de tema.

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