Porque as empresas quebram? – Parte 3

Ontem falamos sobre o caso da Gotham Concierge, empresa de consultoria em organização pessoal, que acabou “quebrando” porque sua fundadora percebeu que não amava o que fazia.

Ontem falamos sobre o caso da Gotham Concierge, empresa de consultoria em organização pessoal, que acabou “quebrando” porque sua fundadora percebeu que não amava o que fazia.

Hoje voltaremos a um exemplo de empresa de internet:

Empresa: iParents.com
Rede social feita para pais e familias. Abriu as portas em 2008 e fechou em Janeiro de 2010.

No auge
Don Milley fundou o iParents.com quando o Facebook ainda estava ganhando espaço com pessoas de “meia idade”. “iParents era um lugar onde familiares poderiam interagir online, compartilhar agendas, notícias, fotos e coordenar suas atividades diárias”, disse Milley. Nove meses após sua abertura o site tinha 70.000 usuários e haviam investidores interessados em injetar 3 milhões de dólares na empresa, se ela chegasse aos 100.000 usuários.

O que deu errado?
Muito tempo e dinheiro foi investido em funcionalidades banais da rede, como lembretes via mensagens de celular e a função de transformar suas fotos familiares em ímãs de geladeira. Em 2009 eles contrataram uma empresa de marketing para fazer uma campanha online no estilo “concurso de fotos” para tentar chegar aos 100.000 usuários. Eles chegaram a pagar 18.000 dólares para a empresa, que nunca fez a campanha.

Olhando para trás
Apesar de ter o Facebook como concorrente, o Sr. Milley achava que havia espaço na web para o iParents.com. Ele diz que o principal motivo da quebra foi a falta de foco em construir valor para seus clientes, como concorrência eles acabaram ficando sem capital.

O que você achou desse caso? Será que haveria mesmo modo da iParents sobreviver frente ao Facebook?

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Já leu nosso casos passados? Recomendo outros posts da série: Porque as empresas quebram?

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Cases retirados do The New York Times.