Os 5 maiores desafios dos novos líderesInsistimento.

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Os 5 maiores desafios dos novos líderes

A dica de hoje foi dada por Alexandre Finelli no portal Results ON.

A dica de hoje foi dada por Alexandre Finelli no portal Results ON.

Aqui vão 5 desafios de liderança que os novos líderes irão enfrentar devido as novas tecnologias que estão surgindo:

  1. Sustentabilidade: pensar de maneira sustentável e criar produtos que fazem o bem  se tornou um dos grandes desafios atualmente. Perguntas como “quem este produto está ajudando” ou “para onde ele vai quando ficar fora de uso” se tornaram essenciais no processo de criação.
  2. Gerenciamento remoto: espaços de coworking e home-offices continuam em ascensão, o que torna a capacidade de gerir remotamente fundamental para os novos líderes.
  3. Adaptação de conteúdo: com o crescimento dos dispositivos móveis e cada vez mais ligados à web, é preciso criar conteúdos que se adequem às diferentes plataformas e nichos.
  4. Curadoria de eventos: para qualquer empresa que lida com a geração de conteúdo, os eventos estão sendo apontados como o grande diferencial na maneira de estabelecer uma conexão verdadeira com o seu público.
  5. Transparência: em tempos onde os trabalhos remotos estão em crescimento, a transparência se faz uma necessidade. Como membros de equipes e líderes, é preciso constantemente reajustar as prioridades e compartilhar as novas informações com a equipe.

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Para se aprofundar no tema, confira nossa sessão o que é liderança.

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  • Fernando

    Cadê os Líderes?

    Essa pergunta foi feita por um dos mais influentes líderes no seguimento automobilístico. Quem não conhece ou conheceu a história de Lee Iacocca?
    Quando Iacocca escreveu seu último livro, com o título “Cadê os líderes,” publicado aqui no Brasil pela Campos Editora, ele já mostrava sua preocupação com o apagão de liderança nos seguimentos corporativos americano, principalmente, claro, no setor automobilístico. Parece que na época, ninguém deu ouvido.
    Iacocca foi um dos líderes mais influentes de sua geração, especialmente quando esteve à frente da Ford. Seu legado continua até nossos dias. Por isso, suas considerações sobre a ausência de líderes, inspiraram-me a escrever mais uma vez sobre o tema.

    Em sua última palestra aqui no Brasil, o Prof.Jeffrey Pfeffer (renomado Professor de Stanford, realizou a primeira palestra do Fórum Mundial de Liderança e Alta Performance da HSM na manhã do dia 2 de junho 2010) comentou que a crise de 2008/2009 não foi uma crise de crédito, mas sim, uma crise de liderança. Sem papas na língua, ele apontou suas baterias para os líderes à frente das instituições financeiras e para o setor automobilístico. Ele afirmou que no epicentro da crise estava a “ausência de liderança.” Ou seja, dois anos após Lee Iacocca escrever sobre sua preocupação com a ausência de liderança nos Estados Unidos, os acontecimentos mostraram que suas previsões estavam corretas.

    O Professor Pfeffer, falando sobre a crise de 2008/2009, mostrou-se indignado com a complacência e apatia dos líderes à frente dessas instituições; bônus bilionários pagos a executivos fracassados foi uma das maiores vergonhas corporativa dos Estados Unidos, disse ele. Afinal, ficou claro que a única preocupação dos líderes era salvar os seus bônus. Quanto às empresas, nos lembramos ainda muito bem o que lhes aconteceu. Você ainda se lembra do Lheman Brothers?
    Liderança é exatamente a antítese de tudo isso. Liderança é comprometimento, primeiro com a instituição e seus funcionários e posteriormente, quando cabível, com outros interesses. Claro que estamos falando aqui em lucro, estabilidade, perenidade etc. Quando os líderes pensam neles e tão somente nos resultados de sua conta bancária, os resultados são catastróficos.

    É verdade que os números podem ser maquiados ou manipulados, mas um dia a casa cai. Quem não se lembra da Enrom.
    Lee Iacocca estava cheio de razão ao se preocupar com a ausência de liderança. Segundo analistas de diversos países, os executivos americanos com sua ganância descomedida e fora de controle, estavam apenas empurrando a sujeira para debaixo do tapete. A pergunta de Iacocca ‘Cade os Líderes’ continua sem resposta. O mundo passa pelo maior apagão de liderança de sua história. Se não vejamos.

    Jack Welch foi considerado o líder do século, com todo merecimento. Mas isso é muito pouco. Estamos assistindo a um festival de mesmice, pelo menos por uns trinta anos.
    Desde Michel Dell, passando por Bil Gates, Steve Jobs e mais recentemente pelos criadores do Facebook, Mark Zuckerberg e Sergey M. Brin
    Lawrence E. Page, criadaores do Google ─ o que há de novo no reino da Dinamarca?
    No Brasil, a única liderança fascinante foi Ricardo Semler e a história da Semco. Fora isso, são sempre os mesmos.

    O Congresso Nacional espelha o que está acontecendo. Um festival de continuísmo e show da mesmice. No mercado corporativo não podíamos esperar por algo diferente. Um país que ainda engatinha quando o assunto é empreender, a renovação se tornou um bem raro e para poucos.
    Então, o que pode ser feito? Criarmos e desenvolvermos novos líderes. Dar oportunidade para que surjam novas cabeças com idéias mais arejadas e menos engessadas. Talvez a fórmula usada por J. Welch na G.E para a formação de novos líderes, não seja assim tão velha. Acredito que precisamos debater muito mais sobre o esse assunto, criando nas empresas, mesmo que de forma lenta, a preocupação com o tema ─ liderança.

    Um grande abraço,

    Fernando Fernandes
    http://www.programacases.com.br

  • Luiz

    Bom artigo! Muitas vezes, é difícil ser um bom líder… Se
    você quiser ler mais sobre esse assunto eu recomendo o seguinte artigo: http://euquerotrabalho.com/desafios-da-lideranca.html

    Boa sorte!