Mercado prevê aumento da Inflação

[NOTÍCIA] Mercado prevê aumento da Inflação para 3,06% e queda da SELIC

Mercado prevê aumento da Inflação de 3% para 3,06% e uma queda na Selic.

Pela terceira vez consecutiva este ano, mercado promete um aumento da inflação. O valor atual de 3% da previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), passará a ser de 3,06%. Essa estimativa, juntamente com outros dados econômicos, é do Boletim Focus, divulgada nesta segunda feira (23/10) no site oficial do Banco Central.

Entretanto, mesmo com a alta de apenas uma semana para a outra, o valor ainda está abaixo do projetado pelas autoridades monetárias, que, conforme apresentado pelo Banco central é de 4,5%. Especialistas esperam um IPCA mais próximo do objetivo principal para 2018 no valor de 4,02%.

É importante entender que o valor da inflação pode permanecer entre 3% a 6%, devendo qualquer número fora dessa faixa ser rapidamente analisado para implementar medidas econômicas para reverter o cenário, já que impacta seriamente na economia do país.

Uma das principais estratégias feitas pela autoridade monetária para manter um controle constante na inflação é a taxa básica de juros, Selic. O valor da Selic atualmente é de 8,25% ao ano e, segundo estimativa de especialistas, este valor deve fechar em 7% em 2017.

Nesta terça (23/10) e quarta-feira (24/10) os membros do Comitê de Política Monetária (Copom) se reunirá para definir o valor da Selic. Segundo os economistas, uma queda considerável pode acontecer dentre os próximos dias, podendo a Selic passar de 8,25% ao ano para 7,5%.

Para 2018, estima-se que a taxa básica de juros fique estável durante todo o decorrer do ano em um valor de 7% ao ano.

Reflexo no mercado econômico

Quando o Copom reduz o valor da Selic consequentemente os créditos ficam mais baratos, impactando um aumento da produção e do consumo. Entretanto, torna-se mais desafiador controlar o valor da inflação.

Em outras palavras, quando o Comitê de Política Monetária aumenta a taxa básica de juros, o objetivo principal é conter as demandas aquecidas, refletindo diretamente nos preços, uma vez que quanto maior os juros dos créditos, mais a poupança é estimulada.

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