mão invisível

O que Adam Smith quer dizer com a teoria da Mão Invisível?

O termo mão invisível foi criado por Adam Smith, em seu livro A Riqueza das Nações. Adam Smith é considerado por muitos como o pai da economia moderna, além de ser um dos mais importante teórico do liberalismo econômico.

Pode ser que você não saiba o que é o conceito da mão invisível, mas com certeza o conhece por outro nome. O termo mão invisível foi criado por Adam Smith, em seu livro A Riqueza das Nações. Adam Smith é considerado por muitos como o pai da economia moderna, além de ser um dos mais importante teórico do liberalismo econômico.

Para aprofundar um pouco mais no assunto, entenda o que significa esse termo, o contexto em que ele foi criado e como que ele rege nossa economia ainda nos dias de hoje.

A mão invisível: lei da oferta de procura

Nascido em 1723, na Escócia, e com uma brilhante carreira na área da economia, Adam Smith defendeu que o Estado deveria ter o menor nível possível de intervencionismo na economia. Segundo ele, se a economia fosse livre, sem intervenção alguma de órgãos externos ou do governo, ela irá regular de forma automática, como se houvesse uma mão invisível por trás de tudo, fazendo com que os preços dos produtos fossem ditados pelo próprio mercado, conforme sua necessidade.

Essa é a base da Teoria Econômica e ela comprovadamente funciona na prática. Quando o mercado está escasso de um determinado produto e existe uma demanda muito grande querendo comprá-lo, automaticamente os vendedores aumentam o preço desse item, pois ainda assim haverá consumidores interessados.

Já no caso em que foi produzido produtos em excesso e não existem consumidores suficientes, os fabricantes reduzem o preço para que aqueles poucos clientes que ainda se interessam pelo artigo comprem dele e não de seus concorrentes.

Desta forma, o preço dos produtos sempre irá se regularizar conforme a maior ou menor oferta do momento e segundo o aumento ou decréscimo da procura.

Intervenção do estado

Nosso objetivo não é opinar se o Estado deve ou não intervir na economia, mas sim repassar os conceitos criados já na época de Adam Smith. Segundo ele, existiriam apenas três situações onde o estado deveria intervir, sendo elas:

  1. na justiça, com estabelecimento e manutenção;
  2. na defesa nacional,;
  3. e em obras públicas de instituições que não fossem de interesse privado.

Hoje em dia, no Brasil, o que acontece é que o Estado interfere diretamente na economia, ao tarifar os produtos com impostos altos. Dessa forma, muitas vezes o preço final de um item torna-se inviável para o consumidor, impedindo assim que um bem de interesse do público possa ser comercializado por um preço justo.
Para todos que se esforçam ao empreender no Brasil é preciso aceitar a realidade como ela é. Entender que aquela mão invisível descrita por Adam Smith ainda existe, mas que sofre influência do governo. Independente disso, milhares de brasileiros vão à luta todos os dias para obter sucesso em seus negócios.

Para se planejar com cuidado é importante entender como está a economia do Brasil atualmente e qual a previsão e tendências para os próximos anos, com foco em 2018. Pensando nisso, fizemos um conteúdo que você encontrará um mapeamento completo e dicas fundamentais para planejar os próximos passos que você deve dar em seu negócio.

  • BolsonaroPresident

    O Estado só nos ferra.