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Quem é Gabriel “Fallen”: conheça a história do empresário e pró-player de CS:GO

Para Gabriel Toledo de Alcântra Sguario, o “Fallen” é um jovem sonhador que desejava ganhar a vida por meio de um jogo de computador.

Introdução

“Escolha um trabalho que ame e não terá que trabalhar nunca”. A frase é atribuída a Confúcio, renomado filósofo chinês. Mas será que ela realmente pode ser aplicada?

Para Gabriel Toledo de Alcântra Sguario, o “Fallen”, isso se tornou uma realidade. De um jovem sonhador que desejava ganhar a vida por meio de um jogo de computador, tornou-se a maior referência a nível global do game de tiro conhecido como Counter-Strike: Global Offensive. Tudo isso partindo de um cenário extremamente desvantajoso.

Hoje, Gabriel é o segundo melhor jogador do mundo (atrás apenas de seu companheiro de equipe, Marcelo “Coldzera”) e um dos maiores empresários do cenário de e-sports da América Latina.

O que pouca gente sabe é que isso só foi possível graças à sua mente empreendedora. O Verdadeiro, como é conhecido no ramo, é a prova viva de que é possível transformar um hobby em um negócio e realizar um sonho trabalhando com o que ama.

O nick advém de um jogo de cartas: “Fallen Angel” (em português, Anjo Caído), era uma das mais famigeradas criaturas do Magic: The Gathering. Mais tarde, o apelido seria simplificado, mantendo apenas a primeira parte.

Neste artigo, você conhecerá uma história de ascensão meteórica, que prova de uma vez por todas que é possível sonhar e, ao mesmo tempo, aplicar o empreendedorismo para atingir objetivos pessoais.

O cenário de e-sports a nível mundial

Antes que você pense que os jogos de computadores são apenas um meio de entretenimento para os jovens, vamos apresentar alguns dados que podem surpreendê-lo quando o assunto é a rentabilidade do negócio.

Em 2016, o mercado de e-sports (que inclui, além do Counter-Strike, jogos como League of Legends, Overwatch, Hearthstone, Dota 2, entre outros) apresentou um crescimento de 51,7%, quando arrecadou R$ 493 milhões.

A expectativa, segundo um estudo realizado pela Newzoo, é que chegue a R$ 4,2 bilhões em três anos. A audiência também cresce a cada ano e, em 2020, é esperado um público fiel de 286 milhões de pessoas. Para se ter uma ideia, especula-se que o retorno do investimento será apenas três vezes menor que o do basquete em um curto espaço de tempo, por exemplo.

Em 2017, segundo a Global Esports Market Report, serão investidos US$ 517 milhões somente com publicidade, patrocínio e direitos de transmissão de e-sports.

No Brasil, o jogo favorito é o League of Legends. Segundo a plataforma de streaming Twitch, foram 800 milhões de horas jogadas somente em 2016, fato que atraiu grandes players do mercado, como Ronaldo Fenômeno (que investiu na equipe CNB), Netshoes, Dell, Acer, ESPN, SporTv e Esporte Interativo. Há, inclusive, discussões para a inclusão dos e-sports nas Olimpíadas de 2020

Pois é. Não dá pra negar que essa indústria é promissora e pode até substituir alguns esportes tradicionais na preferência do público. Em meio a campeonatos, streams, canais de notícias, desenvolvedores de games e servidores, esse é um mercado que não pode ser ignorado.

O Counter-Strike: Global Offensive

A primeira versão do Counter-Strike foi lançada em 2000. Trata-se de um jogo de tiro, ou fps (first person shooter), que possui diversas modalidades. Entre eles, o tradicional competitivo, onde os jogadores disputam partidas de 5×5.

Posteriormente aperfeiçoado, passou da versão 1.0 até chegar na 1.6, que foi um fenômeno entre os jogadores. Anos mais tarde, foram lançadas algumas continuidades, como o Condition Zero e o Source, que não fizeram muito sucesso.

Retomando suas atividades com a franquia, em 2012, a Valve lançou o Counter-Strike: Global Offensive. No ano passado, tornou-se o jogo de computador mais vendido de todos os tempos, alcançando a marca de 25 milhões de cópias vendidas. O Brasil representa uma parcela considerável, com 5,07% dos compradores em todo o mundo.

Apesar disso, a maior fonte de renda da Valve, empresa desenvolvedora do jogo, é o mercado interno criado no jogo, que consiste na compra, venda e troca de “skins”, uma espécie de “roupa” que altera as cores e o design das armas.

Quem é Gabriel “Fallen” Toledo

Ganhador de dois campeonatos mundiais. Segundo melhor jogador do mundo. Capitão da equipe que por mais tempo liderou o ranking global nos últimos tempos. 1,6 milhão de reais em premiações. Personalidade do ano em 2016 no eSport Industry Award.

Para muitos jovens da atualidade, Fallen “zerou” a vida, tornando-se uma das maiores celebridades do e-sport no mundo. Porém, essa história não é feita somente de glórias. A seguir, conheça a trajetória do player.

A infância

A história de Fallen parece um roteiro de cinema para quem observa de longe. O protagonista visita dezenas de países e é aclamado por multidões por onde passa. Mas a verdade é que essa narrativa se inicia aqui, bem pertinho, em Itararé, cidade do interior de São Paulo.

Os pais possuíam uma loja de informática, onde o jovem Gabriel tomou gosto pela tecnologia e começou a dar os primeiros passos no mundo dos games. E, ao atender os clientes no balcão, também desenvolveu o tato para as vendas.

Foi somente em 2003 que ele teve contato com o fps, gênero famigerado pela visão em primeira pessoa. Tratava-se do Counter-Strike 1.6.

Segundo o próprio jogador, o momento em que ele viu a mensagem “você ajudou a sua equipe a derrotar as forças inimigas” no monitor, foi a primeira vez em que se sentiu útil na vida. E, ali, decidiu que faria disso sua profissão.

Incentivado pelos irmãos, Fallen, então com 12 anos, logo mostrou-se um prodígio. O CS (apelido pelo qual o game ficou conhecido) era muito popular no Brasil, e uma multidão de garotos e jovens enchiam as lan houses do país para disputar partidas competitivas e colocar à prova suas habilidades.

Nessa época, formava-se uma equipe brasileira que faria história no cenário mundial durante anos, a mibr (uma abreviação para “made in Brazil”), que contava com players legendários como Raphael “cogu” Camargo e Lincoln “fnx” Lau. Esse último, mais tarde se tornaria companheiro de equipe de Fallen.

Essa seria a única equipe nacional a ter grande relevância em caráter global entre 2003 e 2015. Apesar disso, ela manteve acesa a chama no coração do jovem Fallen, que sonhava alcançar o topo algum dia.

Tempos difíceis e a busca pelo sonho

Depois de ter sido febre no Brasil e no mundo na metade dos anos 2000, o Counter-Strike 1.6 e suas versões posteriores passaram por um longo período de vacas magras. Em um cenário em que a tecnologia prevalece, acabou ficando defasado e suas atualizações não conseguiram performances semelhantes.

Ninguém acreditava no futuro como profissional de e-sports. O sucesso no mibr era considerado um ponto fora da curva, sendo uma das pouquíssimas equipes que pagavam salários aos jogadores na época.

Para Fallen, na adolescência, apesar dos bons resultados dos times dos quais participava, viver de Counter-Strike ainda era uma utopia.

Em 2009, o jogador fazia cursinho para entrar na faculdade de Engenharia Elétrica. Esse foi o momento em que sua vida teve uma reviravolta, quando foi convidado para entrar na FireGamers. Na época, o time era formado por ex-jogadores do mibr.

Foi uma decisão difícil, mas Fallen decidiu correr atrás daquilo que desejava em seu âmago. Assim, desistiu da faculdade e iniciou uma rotina insana de treinamento.

Mas, infelizmente, aquele era o momento errado. Tarde demais. O CS estava fraco no País e no mundo. Vários players brasileiros desistiram da carreira para focar em um mercado mais estável, incluindo nomes renomados.

Nos anos seguintes, Fallen perambulou por alguns times de certa expressão nacional, mas as condições de patrocinadores e investidores ainda era precária. No entanto, quando muitos desistiram, ele persistiu.

Naquela época, porém, em um qualificatório, a FireGamers derrotou o mibr, o que era considerado impossível em um passado próximo para Fallen. Isso mostrou que ele havia conquistado o topo de sua carreira em um nível nacional.

Após uma série de bons resultados, Fallen e sua equipe finalmente despontavam no cenário internacional, sendo contratados pela organização americana Complexity.

Mas essa não é a história de uma caminhada fácil. Em meio à rotina de treinamentos, pressionado pelo mercado de trabalho, Fallen decidiu retomar sua vida normal. Aos 18 anos, entrou para o Exército e, em determinado momento, foi entrevistado por um repórter de uma rede de televisão local, que fez uma pergunta que mudaria sua vida.

Uma ideia que mudaria tudo

“Gabriel, você dá aulas de Counter-Strike?”. Esse questionamento, para o qual a resposta era negativa, plantou uma semente em sua consciência.

Demonstrando todo o seu tino comercial, ele decidiu levar os números para o papel. “Se eu der seis horas de aulas por dia, posso ter 120 clientes em um mês”, pensou Gabriel.

Uma pesquisa de mercado com alguns membros da comunidade logo provou a viabilidade do negócio. Apesar de não conseguir se manter com o game, ele ainda tinha uma boa reputação no cenário.

Assim, fundou a Fallen’s Academy, empresa que tinha como objetivo desenvolver as habilidades dos alunos e, devido à sua autoridade como um dos jogadores mais respeitados no país, a aquisição foi alta.

A adaptação ao mercado

Porém, logo na primeira semana de aulas, ele percebeu que as lições ficavam muito repetitivas. Mudou seu modelo de negócio, estabelecendo aulas coletivas e otimizando o seu trabalho. Pelo mesmo valor, os jogadores tinham 3 horas semanais, e não mais uma como no modelo anterior. Bom para ambos os lados.

Não demorou muito para que ele percebesse o potencial da empresa e fundasse a Games Academy, com investidores e sócios. De 2010 a 2014, essa foi sua rotina: enquanto perseguia seu sonho de ser um profissional de nível internacional, gerava renda e mantinha vivo o cenário de Counter-Strike no Brasil. Treinos, aulas e estudos.

Esse, aliás, é tido como fator determinante em seu sucesso. Muitos profissionais da área atribuem à dedicação e solidariedade de Fallen a posição que o Brasil possui no cenário de e-sports no mundo hoje.

Alguns pequenos contratempos quase o retiraram do caminho. Em 2012, Fallen acabou passando na faculdade. Desistiu com uma semana de curso e voltou seus olhos ao seu grande objetivo: viver de Counter-Strike.

Mais tarde, chegou a mudar de jogo e foi para o Crossfire, muito semelhante ao CS, onde venceu todos os campeonatos que disputou.

O Counter-Strike: Global Offensive

Também em 2012, a Valve lançou o Counter-Strike: Global Offensive. Se por um lado isso trazia certa esperança aos jogadores, por outro gerava desconfiança, já que as versões Source e Condition Zero não conseguiram despontar.

Mas os resultados foram surpreendentes. A desenvolvedora investiu no mercado, buscando reavivar o game. O comércio interno de skins deu o boost necessário para alavancá-lo. Logo, surgiram campeonatos internacionais, incluindo o Major, algo equivalelente ao campeonato mundial de CS:GO.

Vários jogadores internacionais voltaram à ativa e o cenário aqueceu-se novamente. Fallen, mais uma vez, sentia que aquela poderia ser a sua chance.

Contudo, o Brasil era negligenciado, sendo simplesmente impossível para uma equipe sem investimentos participar de torneios importantes. Enquanto isso, na Europa e nos EUA, grandes organizações montavam equipes poderosas e com estruturas sólidas para os jogadores.

A virada do jogo

Esporadicamente, a equipe de Fallen recebia convites para participar de campeonatos internacionais. Porém, a estrutura brasileira ainda não comportava torneios desse porte e não podiam custear as passagens e estadia dos players. Em uma entrevista recente, Fallen divulgou o salário na época: 800 reais.

Quando possível, recorriam à comunidade da Games Academy, que por meio do financiamento coletivo ajudou a equipe a ir para alguns campeonatos.

Porém, sem o investimento necessário no treinamento e estrutura, eles não conseguiam se destacar nos torneios. Pelo contrário: geralmente perdiam os jogos por placares elásticos.

Em duas dessas oportunidades, no entanto, a equipe venceu o Cloud9, grande potência norteamericana; e o Fnatic, à época a melhor equipe do mundo, já demonstrando todo o potencial da equipe.

Com isso, em 2015, receberam um convite para participar de um qualificatório do Major, o maior torneio a nível mundial. Acontece que os organizadores do torneio desconheciam o cenário brasileiro. Para eles, era impossível que uma organização não tivesse condições de bancar o time em um torneio tão importante.

Mas, nesse caso, os jogadores brasileiros não podiam pagar sequer pelo voo. Seu companheiro de time mais antigo, Fernando “Fer” Alvarenga, chegou a declarar: “se nós não conseguirmos dessa vez, eu me aposento”.

Mais uma vez, Fallen recorreu à comunidade. A equipe arrecadou 35 mil reais em cinco dias, viabilizando o sonho.

Com a responsabilidade do Brasil inteiro nas costas, eles partiram para a Polônia. Muitos desacreditavam que eles pudessem se classificar de fato para o torneio. Não só conseguiram, como passaram da fase de grupos, o que os credenciou como “legends”, equipes que têm a vaga garantida para o mundial seguinte.

Com uma campanha surpreendente, o time que sequer aparecia no ranking global ficou entre os oito melhores do mundo.

A corrida pelo Major

As coisas só começaram a melhorar depois que a equipe mostrou ao mundo seu verdadeiro potencial, garantindao a vaga para o próximo mundial. Com isso, foram contratados pela Luminosity Gaming, uma equipe de nível intermediário no cenário estadunidense.

As condições ainda eram precárias. Os jogadores se hospedaram na casa de um antigo jogador, Ricardo “dead” Siniglalia. A estrutura não era a ideal, já que o espaço para treinamento era pequeno e não haviam quartos e camas suficientes.

No entanto, jogando nos servers americanos e participando de torneios com algumas das principais equipes americanas, eles evoluíram. E evoluíram rapidamente. Surgiram vários convites diante das boas performances e eles começaram a vencer alguns campeonatos.

Em 2016, a Luminosity Gaming sagrou-se campeã mundial ao vencer o MLG Major Championship: Columbus, chocando o cenário de Counter-Strike e levando os 500 mil dólares em premiação.

No mesmo ano, foram contratados pela SK Gaming, organização alemã, uma das maiores do mundo. Ainda em 2016, venceram o segundo mundial: o ESL One: Cologne, período em que figuraram no topo do ranking mundial durante um longo tempo.

Seu sonho estava completo, mas uma nova história começava. Agora, escrevia seu nome nas páginas da história do Counter-Strike mundial. Uma narrativa que está só começando.

O papel de Fallen na equipe

Sendo o capitão (em inglês, in game leader), Fallen já tem uma carga pesada em suas costas: desenvolve estratégias, analisa os adversários e inova no jogo. Porém, ele ainda executa com perfeição o papel de AWP (ou sniper), sendo um dos jogadores mais letais a nível global.

Além de pensar estratégias dentro e fora do game, ele ainda é o responsável por fazer modificações na equipe, relacionar-se com patrocinadores, investidores, imprensa e comunidade, e, claro, administrar seus negócios.

Lembra-se da Fallen’s Academy? Vamos falar sobre o que aquela pequena ideia se tornou hoje em dia.

O incentivo ao cenário

Fallen é famoso ao redor do mundo por ser a pessoa que manteve vivo o cenário de Counter-Strike no Brasil. Ele continua dando aulas na Games Academy e em seu canal no YouTube, o FallenInsider.

Em 2015, foi eleito a personalidade mais influente dos e-sports no Brasil. Sempre que abre sua stream (exibições ao vivo), milhares de fãs acompanham suas dicas e interagem com o jogador. Seu perfil responsável o fez ser considerado o melhor capitão do CS:GO por vários analistas e jogadores.

A Golden Chance

Em 2016, Fallen e a Games Academy criaram a Golden Chance, que levaria uma equipe por 6 meses para os Estados Unidos com tudo pago. A ideia era revelar outros talentos brasileiros para o cenário global.

A equipe vencedora logo foi contratada pela Tempo Storm, uma grande organização. Mais tarde, a line seria adquirida pela Immortals, que ficou em 2º lugar no PGL Major Kraków 2017, a apenas um passo de se tornar a segunda equipe a ganhar um mundial.

Hoje em dia, toda a equipe é respeitada em todo o mundo e alguns jogadores foram, inclusive, contratados para a SK.

Outras equipes

A história de Fallen abriu espaço para que outras equipes brasileiras tentassem a sorte no cenário internacional. Várias organizações voltaram os olhos para os talentos brasileiros.

Além de SK e Immortals, a própria Luminosity contratou uma nova equipe brasileira, assim como a Tempo Storm.

O Brasil também revelou-se uma grande fábrica de treinadores, com Wilton “Zews” e Luis “peacemaker” no comando de grandes equipes internacionais atualmente.

Fallen e os negócios: A Games Academy

A Games Academy possui um número de aproximadamente 3 mil alunos na atualidade, sendo a maior escola do tipo na América do Sul. Além do Counter-Strike, também ensina League of Legends, e já revelou alguns jogadores que se tornaram profissionais no exterior e no Brasil.

O modelo de negócio consiste na assinatura: os players pagam 30 reais por mês para ter acesso às aulas, gravadas pelo próprio Fallen e outros especialistas. A ideia no momento é expandir para outros países, e já há aulas legendadas e gravadas em inglês.

A Gamers Club

Em 2016, a Games Academy se fundiu à Gamers Club. Enquanto a GA cria conteúdo para os jogadores, a GC oferece servidores, desenvolve tecnologias, organiza campeonatos e controla a comunidade contra o uso de cheats. Enfim, seu objetivo é alimentar o cenário e estimular a criação de equipes.

A GA Store

A Games Academy também possui sua própria loja virtual, que vende periféricos, acessórios e vestimentas da própria marca, além de outros produtos licenciados.

A G.Fallen

Recentemente, Fallen lançou a G.Fallen, sua própria marca de equipamentos para gamers. A ideia consiste em trazer para o Brasil produtos de qualidade por um preço acessível, já que os acessórios estrangeiros possuem preços elevados quando comprados no país. A lista de produtos inclui mouses, mousepads, mousebungees e teclados.

O marketing pessoal

Sem dúvidas, o maior marketing dos negócios nos quais o Verdadeiro está envolvido é o próprio Fallen. Dotado de um carisma único, é um dos jogadores com maior influência no mundo dos games, e também o que mais se esforça para se envolver com a comunidade.

Além dos canais exclusivos dos empreendimentos, possui seus canais pessoais:

Não há dúvidas de que Fallen mudou o cenário dos e-sports no Brasil. Sua força de vontade aliada à sua visão solidária em busca de um cenário cada vez mais desenvolvido o tornaram um dos grandes influencers da atual geração.

A história de Fallen comprova que utilizar a criatividade e o empreendedorismo para correr atrás dos próprios sonhos é possível.

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