Black Hat SEO

Saiba o que é Black Hat SEO e como ele prejudica o site da sua empresa

O Black Hat SEO poderia até funcionar no passado, mas, hoje, os mecanismos de busca têm algoritmos inteligentes o suficiente para impedir que oportunistas manipulem o rastreamento e rankeamento de páginas. Entenda como essa prática pode prejudicar o seu site e conheça as técnicas que você jamais deve usar.
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Quando o assunto é Black Hat SEO, de imediato pensamos nas pesquisas em buscadores como o Google que fazem parte da rotina de quem navega na web. Se uma pessoa sabe utilizar um browser, é quase certo que ela tenha familiaridade com esses sites.

Aparecer entre as primeiras posições da página de resultados (SERP) dessas consultas é uma excelente maneira de trazer uma maior visibilidade para as empresas. Diante dessa oportunidade, o SEO, que é a otimização de páginas para mecanismos de busca, se destaca como uma das medidas fundamentais de uma estratégia de Marketing Digital.

Ao dedicar seus esforços nessa direção, é preciso saber que os motores de busca têm diretrizes para evitar certas práticas oportunistas de influenciar o posicionamento de páginas: o chamado Black Hat SEO. Continue a leitura para saber mais sobre essas técnicas e entender por que é importante evitá-las!

O que é Black Hat SEO?

Black Hat SEO é o lado desonesto das técnicas de otimização de sites, que procuram usar brechas no algoritmo dos mecanismos de busca para forçar posicionamentos mais interessantes. Acontece que essas ações focam apenas em manipular o buscador para conseguir melhores resultados, ignorando a satisfação do usuário.

Nos anos em que o Google ainda ganhava notoriedade, esses métodos poderiam até funcionar. Usá-los hoje em dia, porém, certamente trará consequências negativas para o seu website, como veremos a seguir.

Como o Black Hat SEO pode prejudicar o seu site?

Se usarmos as diretrizes de qualidade do Google como base, fica claro que a violação dessas orientações pode resultar em uma ação manual. A ação manual ocorre quando crescem as suspeitas do Google em relação a um site, determinando que um revisor o analise.

Se realmente houver problemas, suas páginas podem sofrer rebaixamento de posições nos resultados de pesquisa ou até mesmo ser retiradas dos SERPs. Sendo assim, é interessante conhecer essas técnicas, justamente para não causar prejuízos ao tráfego orgânico do seu site.

Quais técnicas você não deve usar?

Listamos 7 técnicas de Black Hat SEO para que você nunca faça uso delas em suas páginas. Confira!

Repetir palavras-chave em excesso

Uma palavra-chave ou frase-chave são fragmentos de texto que indicam ao mecanismo de busca a essência de uma página, o assunto do qual ela trata. A ideia é que o seu site apareça nos resultados quando os usuários fizerem consultas relacionadas a esses termos.

Por isso, é importante usar keywords nos seus conteúdos, desde isso seja feito naturalmente, inclusive com o uso de sinônimos. A repetição excessiva de palavras-chave (keyword stuffing), por outro lado, pode prejudicar a classificação do seu site, além de deixar a leitura do texto entediante.

Ocultar conteúdo

Ocultar partes de uma página nem sempre é uma atitude ruim. Muitos desenvolvedores honestos utilizam esse recurso para deixar o site mais interativo.

O problema é tentar manipular a classificação de pesquisa apresentando um conteúdo, mas quando o usuário abre a página, esconder texto, cabeçalhos, links e outros elementos importantes.

Os Black Hats usam essa técnica deixando a cor da fonte igual à cor de fundo, diminuindo o tamanho da fonte até 0, colocando texto atrás de uma imagem, posicionando o texto fora da área visível, entre tantas outras maneiras.

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Gerar conteúdo automaticamente

Há serviços na internet que retornam textos inteiros a partir da inserção de algumas palavras-chave. Acontece que esses conteúdos gerados automaticamente não trazem informações relevantes, e, por isso, não fornecem nenhum valor ao usuário.

Textos traduzidos em ferramentas como o Google Tradutor e que não passam por uma revisão também entram nessa categoria. Nesses casos, o Google consegue perceber que o conteúdo não é de qualidade e pode penalizar o site por isso.

Copiar conteúdos

Usar materiais copiados de outros sites ou fontes como livros e revistas demonstra falta de originalidade e pode até representar um descumprimento de direitos autorais e plágio. Fazer isso simplesmente para dar uma aparência mais completa à página ou tentar reproduzir os resultados de outro site não vai funcionar.

O correto é construir conteúdos singulares, tomando o cuidado para que sejam pertinentes ao seu público, pensados para ajudá-lo de verdade.

Usar técnicas de cloaking

A camuflagem, ou cloaking, consiste em programar uma página para apresentar um determinado conteúdo para o Google ou outro buscador e um conteúdo distinto para quem visita o site. A intenção é se posicionar para certa palavra-chave e aproveitar o tráfego para mostrar uma mensagem cujo tema dificilmente seria pesquisado pelos usuários.

É evidente que essa prática vai contra as diretrizes, afinal, o que aparece para o usuário não está relacionado àquilo que ele de fato buscou.

Participar de esquemas de links

O Google considera links de sites externos para suas páginas como um indício de que elas têm relevância para as pessoas. Sabendo disso, proprietários de sites de caráter duvidoso combinam entre si de apontar links uns para as páginas dos outros.

Não é fácil descobrir esses esquemas, que podem envolver até dinheiro em troca de links. Acontece que o Google tem métodos de identificar quando há uma ligação forçada entre sites, especialmente quanto tratam de assuntos completamente diferentes.

Publique conteúdos úteis e de qualidade e use estratégias de link building que os links eventualmente virão.

Redirecionamentos não autorizados

Quando queremos enviar o usuário para uma URL diferente a partir do endereço que ele requisitou, temos um redirecionamento. Se ele for feito corretamente, deverá indicar ao navegador o código redirect adequado.

As boas práticas determinam o uso do código Redirect 301 para a URL que foi movida permanentemente e o Redirect 302 para um redirecionamento temporário, por exemplo. Mas, o que viola as diretrizes é usar outros meios de redirecionamento, com a finalidade de levar o usuário para um conteúdo diferente do que aparece no mecanismo de busca.

Assim, podemos concluir que usar técnicas de Black Hat SEO não vale a pena. Dedique-se a entregar conteúdos completos e pensados para a sua audiência. Se o material for relevante e de qualidade, serão grandes as chances de os mecanismos de busca colocarem suas páginas entre as melhores posições.

Agora que você já sabe o que é Black Hat SEO, que tal aprofundar seus conhecimentos sobre as boas práticas de otimização de sites para motores de busca? Então, conheça as táticas e ferramentas que impulsionarão seus resultados nas pesquisas orgânicas. Confira o Curso de SEO da Universidade Rock Content!