Como abrir uma agência de publicidade: entenda se você tem o que é preciso

Criatividade. Inovação. Branding. São palavras fundamentais para abrir uma agência de publicidade: mas não o suficiente. É preciso de uma visão muito mais holística!

Primeiramente, é crucial lembrar que não é fácil empreender no Brasil — de 190 países estudados pelo Banco Mundial, a nação verde-amarela ocupa a 125ª posição de dificuldade de empreendedorismo. Ou seja, é um dos lugares mais difíceis para iniciar um negócio, em especial pela burocracia.

Todavia, cada uma das adversidades podem ser superadas. Só é preciso de uma boa estratégia, atenção aos detalhes, recursos financeiros, muita disposição e energia.

Não há um passo a passo que diga como abrir uma agência de publicidade, afinal, isso varia muito de acordo com cada região, tamanho do negócio e formato jurídico. Existe, no entanto, tarefas comuns que precisam ser observados pelo empreendedor.

Pensando nisso, elaboramos um guia para você. Hoje, você vai descobrir como abrir uma agência de publicidade de sucesso. Continue a leitura e fique por dentro do assunto!

Validação do negócio: principais modelos de análise

Começar uma empresa do zero depende do investimento de tempo, energia e dinheiro. O problema é que esses são recursos limitados, importantíssimos para o empreendedor e, por essa razão, não devem ser simplesmente gastos.

Nesse sentido, o primeiro passo é validar ideia: isto é, averiguar se ela é exequível, se há mercado suficiente e se pode gerar o retorno desejado, especialmente financeiro.

Existem diversas metodologias úteis para a análise de viabilidade, do plano de negócios tradicional até o produto viável mínimo (MVP), passando pelo modelo de negócios no formato de Canvas. Entenda melhor cada uma das metodologias!

Plano de negócios (Business Plan)

O famoso business plan é ensinado pelas escolas de administração e gestão, e uma das ferramentas mais clássicas para quem quer empreender. De todas as metodologias, é a que oferece uma visão mais sistêmica, porém, também é a mais trabalhosa.

Grosso modo: o plano é um guia sobre o negócio e contempla os assuntos mais importantes, como: viabilidade e finanças, plano de marketing, plano operacional, análise da concorrência e assim por diante.

Se o intuito é conseguir investimento externo, como o de um investidor anjo, é quase que uma obrigação montar um bom plano. O mesmo vale para obter financiamentos bancários ou, ainda, captar sócios com maior experiência de mercado.

Produto viável mínimo (MVP)

Do inglês: Minimum Viable Product, a ideia ganhou grande popularidade com o livro “A startup enxuta” de Eric Ries. A ideia é não investir todas as “fixas” de primeira, mas criar um produto mínimo viável que possa ser comercializado e validar a ideia.

Diferente do plano de negócios, o MVP não oferece respostas. A ideia é aprender ao longo do caminho, promover melhorias de acordo com a interação e necessidade dos próprios clientes. Na atualidade, é muito usado pelas startups.

O produto mínimo viável passa por um ciclo de aprendizagem chamado “construir-medir-aprender”. Consiste: (1) em construir uma espécie de produto básico, (2) inseri-lo no mercado e medir os resultados e (3) aprender e promover melhorias contínuas.

Modelo de negócios em Canvas

Finalizando, há o modelo de negócios em Canvas. Essa ferramenta é extremamente visual, útil para ser trabalhada em equipe e em reuniões de brainstorming. Além de validar a ideia, serve para gerar novos serviços, valor e inovação.

Em um quadro chamado “Business Model Canvas”, que é dividido em 9 quadrantes menores, o empreendedor poderá responder questões-chave para a existência do seu negócio, como: proposta de valor, fonte de receitas, segmento de clientes, etc.

Esses são as principais ferramentas para a validação de negócios, porém, existem outras: como o plano de negócios em pirâmide. Avalie qual melhor se adequa à sua agência de publicidade e, ainda mais importante, ao seu perfil de empreendedor.

Recursos financeiros: capital para iniciar do zero

Se a agência de publicidade é viável e pode gerar o lucro desejado, além de satisfazer a paixão como empreendedor, é o momento se seguir adiante: “correr” atrás do dinheiro. Existem diversas fontes de financiamento que podem ser consideradas.

É importante entender como essa barreira de entrada — isto é, a falta de dinheiro — pode ser superada no mundo dos negócios. Dentre as diversas formas de financiar o sonho de empreender, é possível destacar:

  • capital próprio — dinheiro vindo de você mesmo;
  • patrimônio próprio — venda ou penhora de bens ou imóveis de valor;
  • empréstimos — seja de bancos, familiares ou conhecidos;
  • financiamentos — bancos ou entidades de fomento ao empreendedorismo;
  • premiações — concursos de incentivo (como o InovaBra);
  • crowdfunding — modalidade de financiamento coletivo;
  • cartão de crédito — com altas taxas, é o menos indicado;
  • investidores — que podem ser pessoas físicas (como o investidor anjo) ou jurídica (como fundos de venture capital).

O mais indicado é que a empresa inicie com o capital ou patrimônio próprio, só depois recorra a investidores ou financiamentos. Assim poderá obter melhores condições de aporte. De qualquer forma, hoje, há muitas possibilidades de obter o capital inicial.

Desdobramento burocrático: primeiros tarefas necessárias

Essa é a parte que causa temor em muitos empreendedores: a burocracia. E não é para menos, em alguns municípios, a abertura de um estabelecimento pode levar mais de 100 dias — são muitas taxas, documentos e avais necessários.

Contudo, é preciso ter calma: a burocracia varia muito de acordo com o tamanho do negócio e atividade propriamente dita (atividades industriais, por exemplo, demoram mais tempo). Se o registro for de MEI, tudo pode ser feito em poucos dias.

Para uma agência de publicidade, é possível começar como MEI — eliminando uma série de demandas burocráticas, até que cresça e tenha capital para contratar contador e advogado. Assim, poderá atuar com mais foco. Entenda melhor!

Formato jurídico

No quesito burocrático, a primeira etapa é definir o formato jurídico no qual a sua empresa será estabelecida. Uma boa escolha garante que esteja sujeito a um número menor de impostos, bem como não tenha problemas tributários no futuro.

O formato jurídico vai variar de acordo com: a atividade realizada, o faturamento mensal, o número de funcionários, o número de notas emitidas e outras peculiaridades.

Se quer iniciar sem muita complicação, uma ótima possibilidade é o registro de MEI (Microempreendedor Individual). Ele pode ser feito em apenas alguns minutos pela própria internet, no Portal do Empreendedor-MEI. O registro pode ser feito sobre o CNAE:

  • 1813-0/01 — serigrafista publicitário;
  • 5819-1/00 — editor(a) de lista de dados e de outras informações.

Há outros formatos que podem se enquadrar na atividade pretendida, sendo necessário fazer uma busca por Portal do Empreendedor ou procurar uma agência do SEBRAE.

Dentre as vantagens do MEI, é possível destacar: o menor número de tributos, a dispensa de declaração de IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica), a facilidade de emissão de NF e seu limite de faturamento anual (hoje, R$81 mil).

Caso a agência publicitária seja maior, é indicado que busque um contador. Ele irá direcionar o melhor formato jurídico (ME, EIRELI, LTDA, S/A, etc.). Cada formato possui sua peculiaridade, então o mais correto é buscar ajuda especializada.

Registro de propriedade industrial

Outro ponto de suma importância (porém, muitas vezes desconsiderado) é o registro de propriedade industrial. A agência deverá ter um nome válido no mercado, que não esteja legalmente em uso por outra empresa.

Caso o nome escolhido tenha sido registrado, será preciso mudá-lo o quanto antes. Se não, poderá arcar com processos e multas específicas (mitigando a saúde do negócio).

O registro de marca poderá ser feito pela própria internet, no site do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O pedido de registro de marca custa em torno de R$350,00, com algumas peculiaridades que devem ser consideradas.

Se o dinheiro estiver “curto”, é importante que, ao menos, realize uma consulta na base de dados do INPI, avaliando se existe alguma empresa com o nome pretendido. A consulta é grátis e pode ser feita pela própria internet, com resposta em tempo real.

Assim que a situação financeira do negócio melhorar, o indicado é que o nome seja registrado. Logo, será possível agregar maior solidez ao empreendimento.

Outras exigências legais e tributárias

Existem outras exigências legais que precisam ser consideradas e obedecidas ao abrir uma agência de publicidade. Uma das principais é o enquadramento tributário, caso o formato não seja de Microempreendedor Individual.

Existem três principais regimes tributários no Brasil, são eles: o simples nacional, o lucro presumido e o lucro real. **A melhor opção vai variar muito de acordo com cada empresa, então é importante **aprofundar os estudos sobre planejamento tributário.

Como dito anteriormente, é muito importante que conte com o apoio de um contador ou profissional mais experiente para solucionar as demandas burocráticas. Superada essa fase, é possível voltar ao planejamento e investir no progresso do empreendimento.

Localização e estrutura física: “praça” como fator estratégico

Se estudou marketing, deve lembrar do chamado “composto de marketing” ou “4Ps”. Consiste em quatro pontos que sempre devem ser considerados: o preço, a praça, o produto e a promoção. Desse modo, pode-se agir estrategicamente e crescer.

Nessa etapa do artigo, será discutido sobre a “praça”: isto é, a localização e estrutura física do negócio. Lembre-se que ser visto é crucial para as relações comerciais, especialmente para uma agência de publicidade. Continue a leitura!

Localização

Na agência, será comum receber os clientes para alinhar estratégias e campanhas publicitárias. Então, por mais que se comece no formato home office, **uma hora será preciso crescer e contar um **ambiente profissional mais apropriado.

A escolha do melhor endereço deverá considerar alguns fatores:

  • existência de transporte público pelos arredores;
  • segurança pública;
  • proximidade de centros comerciais ou concorrentes;
  • facilidade para estacionar carros, motos e bicicletas;
  • disponibilidade de internet de alta qualidade.

Se acha que o ideal é encontrar um local longe da concorrência, está enganado. O certo é buscar um local perto de empresas do mesmo segmento ou que realizem atividades complementares, assim será muito mais provável ser visto pelos clientes.

Estrutura física do ambiente

Ainda é preciso considerar as condições físicas e legais do ambiente comercial escolhido, afinal, ele deve estar em perfeito estado para iniciar as operações, atender aos clientes e possibilitar o crescimento do negócio.

É muito importante que verifique se:

  • o imóvel dispõe do HABITE-SE;
  • está com o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) atualizado;
  • atende às exigências do corpo de bombeiros (para obter alvará);
  • possui condições físicas para iniciar as operações.

Se for alugar o imóvel, feche um contrato de três ou quatro anos — além de garantir maior segurança, terá mais poder para negociar o preço do aluguel. Se for comprar ou financiar, busque um corretor de confiança e com experiência no mercado.

Presença digital

Ainda falando da “praça”, é preciso destacar a demanda pela presença digital no mundo dos negócios. Na atualidade, a internet é um dos principais campos de “batalha” para conseguir clientes e fazer o nome do negócio mais conhecido no mercado.

Há diversas estratégias úteis, como: o uso das mídias sociais, veiculação de anúncios com links patrocinados, criação de site institucional e uso do content marketing.

Todas essas estratégias digitais são extremamente úteis para a agência de publicidade e devem ser somadas para potencializar os resultados desejados. Logo, os clientes terão mais facilidade em localizar o negócio e iniciar um contato com a empresa.

Formação e administração de preços: quais valores praticar

Uma das etapas mais difíceis (porém, essencial) é a formação de preços. Não tem como iniciar o negócio sem preços bem estabelecidos: que garantam a atratividade dos clientes, o lucro nas operações diárias e façam o empreendimento deslanchar.

A adequada formação de preços considera três principais fatores: a percepção dos clientes, a concorrência e os custos envolvidos.

Percepção de valor dos clientes

Pense bem: porque algumas agências cobram tão barato, enquanto outras possuem valores tão elevados pelos mesmos serviços? O segredo está na percepção do cliente.

Quando o cliente entende que o serviço possui alta qualidade e pode gerar resultados positivos para o seu negócio, dispõem-se a pagar a mais. Caso contrário, “pechincha” por um preço inferior, muitas vezes abaixo do praticado pelo mercado.

Então comece entendendo qual a percepção dos clientes sobre a sua agência e os serviços oferecidos. Busque melhorar a imagem do negócio no mercado, assim também poderá praticar valores mais volumosos.

Benchmarking da concorrência

A análise da concorrência é outro fator-chave: é preciso entender quanto outras agências praticam, assim é possível aprender e balizar os preços que serão praticados.

Para tanto, realize um benchmarking da concorrência. Selecione três ou quatro concorrentes, depois analise os serviços oferecidos e os valores praticados. O intuito não é copiar, mas aprender e promover mudanças em seu próprio negócio.

As informações relacionados à concorrência podem ser obtidas de diversas maneiras, como com cliente oculto ou pesquisa no site institucional, por exemplo.

Custos envolvidos nos serviços

O preço ideal deverá cobrir todos os custos diretos com a prestação do serviço e, ainda, gerar a margem necessária para pagar despesas indiretas e garantir o lucro desejado. Logo, nenhum custo é pequeno demais para ser deixado de lado.

Para calcular o preço com base nos custos é importante conhecer o Markup, um índice acrescido ao custo do serviço para gerar o preço de venda. Seu cálculo considera: os custos, despesas, impostos e lucro desejado pelo empreendedor.

Ao estabelecer o preço certo, é possível operar com maior segurança, honrar todos os compromissos financeiros, gerar lucro e, o mais importante, manter os clientes entusiasmados na hora de adquirir o serviço de publicidade.

Planejamento do negócio: objetivo, estratégia e indicadores

É muito importante que, desde o início, **a agência de publicidade tenha uma estratégia de atuação muito bem definida, assim como objetivos e **indicadores de desempenho. Desse modo, conseguirá crescer com maior rapidez e consistência.

Há, no entanto, alguns caminhos mais producentes para estabelecer o objetivo: a estratégia e as métricas de desempenho. Nesse sentido, faz-se necessário que o empreendedor aprofunde seus conhecimentos sobre o assunto. Confira!

Objetivo da agência

O objetivo é uma espécie de bússola, aponta a direção em que todos os envolvidos com o empreendimento devem ir. Logo, é importante ter objetivos claros, realistas e desafiadores, capazes de mudar o status quo do negócio e levá-lo ao sucesso.

Primeiramente, é preciso estabelecer um objetivo genérico, como “ser a maior agência da região”. Em seguida, transformá-lo em metas menores e de curto prazo. Essa modalidade é conhecida como OKR (acrônimo de Objectives and Key Results).

O indicado é que se tenha entre 3 e 5 objetivos genéricos, seguidos por metas menores e de curto prazo. Então será possível manter o foco no que realmente importa.

Estratégia empresarial

A estratégia é a resposta para “como os objetivos serão alcançados”. Deve munir o negócio das táticas certas para se diferenciar de outras empresas, chamar a atenção do cliente e obter sucesso no alcance dos objetivos genéricos e metas de curto prazo.

Existem três estratégias genéricas para a gestão de negócios:

  • diferenciação — apostar na qualidade e sobreposição à concorrência;
  • liderança de baixo custo — apostar em preços baixos e acessíveis;
  • foco — apostar em nicho de mercado, como propaganda política.

É preciso decidir, com muita atenção, que caminho será tomado pelo negócio. É algo extremamente importante, afinal, vai moldar a forma como o empreendimento é visto pelos clientes, concorrentes e pelos próprios futuros funcionários.

Indicadores de desempenho

Finalmente, é preciso estabelecer os indicadores-chave de desempenho. Eles vão oferecer uma visão mais sistêmica do negócio e dos resultados, garantindo que se siga na direção certa ou apontando necessidades de mudança na estratégia da agência.

Os indicadores podem variar bastante de acordo com o objetivo, então é preciso se aprofundar no assunto e conhecer os indicadores essenciais para o seu negócio.

Há muitos exemplos de indicadores, é possível citar: percentual de lucratividade, nível de satisfação dos clientes, efetividade das vendas e assim por diante. Cada um possui uma fórmula específica, que deve ser conhecida e aplicada pelo empreendedor.

Go-to-market: avançando e conquistando mercado

Após todas as etapas anteriores, a agência está quase apta para entrar no mercado, captar clientes e gerar lucro. No entanto, algumas questões ainda devem ser pensadas: que identidade transmitir, qual filosofia usar e como agregar valor ao serviço?

Assim, é possível atuar com objetividade, chamar a atenção do cliente e ter um nível maior de penetração no mercado. Entretanto, essas questões nem sempre são devidamente discutidas: o que prejudica o desempenho do negócio.

É muito importante que o empreender reúna-se com seus sócios ou parceiros para discutir sobre essas questões, gerar ideias para a identidade da agência e a filosofia de atuação. Logo, melhores resultados poderão ser conquistas. Confira!

Identidade organizacional

A identidade de uma empresa vai muito além do nome e da logo escolhidas — apesar de que esses aspectos são cruciais. A imagem é definida em cada ponto de contato com o cliente, a depender da qualidade e destreza do atendimento e serviço ofertado.

Então é importante que o empreendedor reflita sobre a imagem que deseja transmitir, depois trabalhe duro e crie as estratégias certas para isso.

É nesse ponto que muitos falham: querem transmitir muitas características ao mesmo tempo — inovação, agilidade, preço justo, bom atendimento — e acabam por não “falar” nada. É preciso ter foco no que realmente importa para o cliente.

Filosofia organizacional

A filosofia é a mensagem transmitida no interior da agência**, que ajuda a construir a cultura organizacional e direcionar cada um dos empregados e profissionais freelancers**. Ela geralmente é traduzida no conceito de missão, visão e valores.

  • missão — representa o motivo da existência da agência;
  • visão — indica onde o negócio deve chegar no médio-longo prazo;
  • valores — representa princípios inegociáveis, como paixão pelo trabalho.

Há algo que deve ficar muito claro: não adianta criar uma filosofia que não seja seguida no dia a dia. Cada declaração deve ser verdadeira, perpetuar dentro da agência e influenciar a forma como os clientes finais são atendidos.

Certificações que agregam valor

Finalizando, é preciso considerar que as certificações agregam bastante valor à imagem da empresa. Elas transmitem maior segurança aos clientes e, certamente, contribuem para que um maior número de vendas sejam fechadas.

Além disso, contribui para a própria aprendizagem do empreendedor e sua equipe de trabalho. Ao realizar cursos adequados, podem crescer e oferecer melhores serviços.

Então é importante que o empreendedor aposte em cursos e certificações para a sua agência, para si próprio e os profissionais. É possível destacar cursos de Customer Success, Branding & Buzz, Inbound e Outbound marketing, por exemplo.

Veja, agora você está por dentro do assunto e sabe como abrir uma agência de publicidade! O caminho não é curto e muito menos fácil, no entanto, há diversos benefícios. Os principais: fazer o que se ama e lucrar por isso.

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