10 dicas para lidar com sócios difíceis

**Este texto faz parte da coluna da Plataforma Brasil feito especialmente para os leitores do Saia do Lugar.
**Caros leitores, antes de tudo preciso trazer um alento imediato àqueles que se consideram “difíceis” ou que se percebem em uma sociedade composta por relações repletas de arestas. Lá vai: pessoas competentes, com espírito de iniciativa e liderança, aguerridas pelos seus sonhos e repletas de senso crítico, sim , são em geral pessoas difíceis.

Em resumo, estar em uma sociedade de alta ou média qualidade implica na maioria das vezes em ter de navegar na complexidade, nas armadilhas e nos obstáculos naturais que o gênio humano carrega.

O fato é que, em geral, mesmo que a incidência desta realidade seja extremamente corriqueira, poucas vezes nos preparamos pragmaticamente para lidar com ela, transformando o cenário de convívio profissional em uma arena de conflitos, que muitas vezes tendem a se transformar em algo insuportável, resultando em rompimentos desnecessários e contraproducentes.

Para evitar isso, preparamos uma série de dicas, que podem amortecer o stress em relacionamentos complicados de trabalho.

Vamos lá:

1. Não se esqueça, pessoas extremamente competentes e inteligentes, geralmente não são de fácil convívio;

2. Entenda que o seu empenho e esforço em prol de um relacionamento profissional produtivo serão fundamentais para a sustentação de sua sociedade.

Uma vez que a ética e a postura responsável estejam preservadas;

3. Procure manter o máximo de registros sobre as decisões e posicionamentos comuns diante das várias questões do dia-a-dia, com especial para os temas estratégicos ou de grande impacto operacional;

4. Aprenda a tratar discussões acaloradas como algo normal, deixando o lado pessoal de lado. Passada a discussão, atue com o máximo de naturalidade;

5. Não exija comportamentos e posturas perfeitas, retiradas dos manuais e do bobajal corporativo. Isso só trará decepção.

6. Saiba segregar aquilo que para você é fundamental ou inaceitável, daquilo que entenda como recomendável ou ideal.

Esteja preparado e disposto a abrir mão de “pontos” que estejam em conflito. Mas sempre deixe claro que está fazendo isso, contribuindo desta forma construir uma cultura de tolerância ao debate;

7. Reconheça os êxitos e sucesso da outra parte;

8. Divida o êxito em comum;

9. Saiba reconhecer os próprios erros, e esteja disposto a se desculpar sempre que necessário;

10. Nunca, em hipótese alguma, perca a calma, e nem eleve o tom de voz.

Por último, tenha sempre a consciência de que certamente não será o único no seu quadro societário a empenhar esforços. Ou seja, compreenda que para o “outro lado” o difícil talvez seja você mesmo.

Boa sorte!

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