O dilema do peixe podre

O dilema do peixe podre

Excelente análise sobre como devemos aprender a nos livrar de produtos, hábitos, ideias e até pessoas que não nos agregam valor no dia-a-dia.

A dica de hoje foi dada por Seth Godin em seu blog

No primeiro dia, todos os peixes da peixaria estão frescos.

Alguns são vendidos, outros não

No segundo dia, os peixes vendidos são substituídos por peixes novos, frescos. Os peixes não vendidos continuam, mesmo que não sejam mais tão atrativos.

Lá pelo terceiro dia, é claro, o peixe que não foi vendido claramente não está mais fresco. É fácil evitá-lo.

Nesse momento, parte do estoque está com aparência ruim, baixando a qualidade geral da bancada.

Em pouco tempo, é claro, esse problema nos negócios impedirá que o dono compre peixes frescos e o fim está próximo.

A alternativa? No segundo dia, descarte o peixe que não foi vendido.

Óbvio, porém difícil. Tão difícil que é algo que raramente fazemos. Nós preferimos nivelar por baixo para ver se conseguimos nos livrar daquilo.

Nota do editor: Apesar de bastante filosófico, o texto reflete muito sobre a dificuldade que temos em nos desapegar de produtos, hábitos, ideias e até pessoas que não nos agregam, mas continuamos insistindo pensando “Vai que um dia dá certo”.

Será que não seria mais produtivo se simplesmente ganhássemos o hábito de abandonar o que não funciona e seguir em frente apenas com o que nos traz valor?

Vale a pena a reflexão!

Especificamente na área de produtividade, esse artigo pode ser uma ótima forma de aplicar esse conceito no dia-a-dia Para produzir mais, aprenda a dizer “não”.

P.S.: Créditos da imagem do peixe Shutterstock