Marketing

Saber trabalhar a imagem do seu negócio é muito importante! Tenha o marketing como um dos seus maiores aliados e esteja pronto para crescer o seu empreendimento.

Fique por dentro das estratégias e ferramentas de marketing que podem ajudar a alavancar as suas vendas.

Aqui você encontrará as maiores ferramentas, estratégias e novidades da área para aplicar em seu negócio!


marketing de guerrilha

Marketing de Guerrilha: Vá direto ao assunto com o seu público!

O sonho de todo empreendedor é ver sua empresa se destacando no mercado, sendo comentada pelos consumidores. Uma alternativa para alcançar esse objetivo é investir em marketing.

O sonho de todo empreendedor é ver sua empresa se destacando no mercado, sendo comentada pelos consumidores. Uma alternativa para alcançar esse objetivo é investir em marketing.

No entanto, nem sempre o empresário tem dinheiro suficiente para criar uma grande campanha, como as vinculadas às grandes empresas, que têm a maior fatia do mercado. Cabe ao empreendedor desistir do seu objetivo, aceitando que não tem como vencer, certo? ERRADO. A resposta está no Marketing de Guerrilha.

O que é Marketing de Guerrilha?

Uma guerrilha é uma força de guerra que não possui o mesmo poderio militar de seu inimigo. Pensando assim, podemos achar que estão destinados à derrota, mas acredite, não estão.

O que torna a guerrilha capaz de vencer muitas batalhas é o conhecimento que possui. Você já deve ter ouvido falar da Guerra do Vietnã, não é mesmo?

Os guerrilheiros vietnamitas conheciam o terreno, os esconderijos, os hábitos locais, e isso foi fundamental para que eles vencessem um gigante militar do porte dos EUA.

Adaptando esse conceito para o mundo dos negócios, podemos definir que o Marketing de Guerrilha é aquele que usa todo conhecimento disponível, sobre o mercado, para traçar a melhor estratégia possível com os recursos disponíveis.

Por que o Marketing de Guerrilha funciona?

Estamos recebendo informação de forma constante, e quase sempre ininterrupta. Isso faz com que a mensagem da sua empresa corra o risco de passar despercebida.

Imagine uma estratégia de marketing para o lançamento de um novo produto, que será divulgado em uma peça publicitária na TV?

É um grande investimento, que pode ser ignorado pelo consumidor, pelo simples fato de concorrer pela atenção dele com outras informações. Arriscado, né?

Essa é a guerra que o Marketing de Guerrilha quer vencer: a luta pela atenção do cliente.

No entanto, para lograr tal vitória, temos que lembrar daquilo que já foi mencionado neste texto: conhecimento.

A equipe responsável pelo Marketing deve saber dos hábitos de consumo do público-alvo. Isso possibilitará uma inserção correta.

Vamos imaginar uma ação de marketing para uma marca de picolé. O objetivo é oferecer um novo doce para o público feminino. Por isso, a empresa fez uma parceria com uma rede de academias, e resolveu distribuir os picolés ao final do treino das alunas.

Afinal, depois de tanto exercício, um picolé para refrescar vai chamar a atenção de todas as frequentadoras do local, causando uma grande repercussão.

Pode ser uma boa ideia, mas na hora da execução, os promotores de venda não conseguiram distribuir muitos picolés. As alunas da academia evitam consumir doces.

A academia escolhida tem uma grande concentração de mulheres – que é o público-alvo da marca – mas elas não consomem picolés. Esse comportamento de consumo prejudicou o lançamento do produto.

Um relatório sobre o hábito de consumo do público-alvo poderia ter evitado o prejuízo.

Dicas para usar Marketing de Guerrilha

Não assuste seu cliente

Sua marca tem uma relação com o cliente, por isso tenha cuidado com atitudes que possam danificar essa relação. Se sua empresa possui um posicionamento mais formal, uma ação de marketing de guerrilha que aposte no humor pode não ser uma boa ideia.

Busque conhecer mais o seu público-alvo, para saber como ele enxerga sua empresa. Assim você evitará uma ação que possa prejudicar sua imagem.

Não imite outras empresas

Se a empresa X teve um grande sucesso parando o trânsito de uma rua, ir pelo mesmo caminho pode incorrer em um erro. Primeiro porque uma ação de marketing de guerrilha tem que ser surpreendente, imitar uma ação de outra empresa não tende a surpreender o cliente.

Segundo porque pode chateá-lo, já que ele pode estar saturado dessa ação. E, finalmente, porque dá a impressão que sua empresa não tem criatividade.

Sabe quando um meme explode nas redes sociais? Então, eles costumam ter vida curta porque os internautas o utilizam à exaustão. Quando uma empresa resolve fazer uso da linguagem, normalmente, ela já perdeu a graça.

Faça parcerias

No nosso exemplo sobre a marca de picolé, a parceria fracassou. Mas isso não significa que esse tipo de estratégia não possa dar certo. Imagine que, ao invés da academia, a marca tenha escolhido trabalhar com motoristas mulheres do Uber?

A cliente poderia ficar feliz se, ao invés de balinhas, ganhasse um picolé, não é mesmo?

Gostou da ideia? Primeiro tenha certeza que seu cliente usa esse tipo de serviço de transporte, ok?

Saiba executar uma ação

Como já mencionado, na teoria tudo pode parecer estar ok, por isso não tenha medo de questionar a estratégia. Planejar uma batalha é importante, mas o que garante o sucesso da guerrilha é seu papel no campo de batalha.

Uma execução ineficiente pode transformar sua estratégia de marketing em um grande prejuízo de imagem.

Não ofenda o cliente

Por ser uma estratégia que deseja surpreender o público, é necessário que o Marketing de Guerrilha não provoque emoções desnecessárias no consumidor, como assustá-lo, por exemplo.

Seu cliente pode perceber sua ação de marketing como uma ofensa. Por isso, evite polêmicas.

Identifique os valores que o consumidor possui para não ofendê-lo.

Acompanhe os resultados

O marketing de Guerrilha oferece uma infinidade de resultados à empresa. Em um dia de notícias fracas, veículos de comunicação podem se interessar pelo resultado que sua ação causou na cidade.

Os usuários das redes sociais também podem demonstrar empolgação com sua estratégia, tornando-a um viral.

Por isso, tenha uma equipe preparada para monitorar os diversos meios de comunicação existentes. Desse modo você conseguirá informações suficientes para saber se sua estratégia de Marketing de Guerrilha deu certo, ou não.

Cases de sucesso

Coca-Cola

A empresa é referência quando o assunto é Marketing. Recentemente a fabricante de bebidas resolveu engajar seu público, e assim aproveitar o dia dos namorados para estreitar os laços do cliente com a marca.

Uma máquina de refrigerantes foi instalada, e a bebida era distribuída de graça quando casais se beijavam.

Burger King e Mcdonald’s

Em 2015 a rede de lanchonetes enviou uma carta ao principal concorrente: Mcdonald’s. A mensagem foi publicada no jornal The New York Times e fez muito sucesso entre os clientes.

As redes de lanchonete comunicaram que uma trégua seria feita, e que, naquele dia, um novo lanche, criado em conjunto seria vendido.

SBT

A rede de Silvio Santos vive engajando seus seguidores nas redes sociais. Uma ação de Marketing de Guerrilha que deu muito certo foi parabenizar uma de suas concorrentes, a Rede Globo, pelo seu aniversário de 50 anos.

Bastou 140 caracteres no Twitter para que o SBT engajasse seu público, em uma data especial para outra emissora.

A Globo não ficou atrás e, recentemente, mencionou o Teleton – campanha beneficente realizada pelo SBT – em seus programas.

Por sua vez, a RecordTV teve que ler mensagens, nas redes sociais, ironizando seu distanciamento das duas concorrentes. Internautas escreveram mensagens do tipo: “A Record deve sentir inveja do amor de vocês”.

Cases que não deram muito certo

Em 2015 a marca de absorventes Always divulgou um vídeo falso, simulando um vazamento da intimidade da apresentadora Sabrina Sato.

O objetivo era conscientizar o público sobre esse tipo de violação de intimidade, ao mesmo tempo em que uma alusão à palavra “vazamento” era feita.

A campanha mobilizou os internautas, no entanto dividiu opiniões.

Marketing de Guerrilha na web

A possibilidade de se comunicar com o público-alvo pelas redes sociais é fantástica, e pode ajudar muito as estratégias de Marketing de Guerrilha.

Além de o custo ser muito mais baixo do que inserções em veículos de comunicação, a interação que as redes trazem servem como um termômetro imediato, para saber se a estratégia funcionou.

Mesmo que o internauta não conheça sua marca, uma campanha bem-feita pode garantir que ele se engaje, afinal, todos gostam de compartilhar links interessantes com seus amigos.

Outro ponto positivo é a possibilidade de falar diretamente com seu público. Se o seu consumidor não gosta do Twitter, mas prefere o Instagram, você já sabe que sua estratégia tem como foco essa rede social.

O Marketing de Guerrilha é oportunidade que sua empresa estava esperando para se destacar. Ela é viável para qualquer tipo de negócio, independentemente do tamanho.

Além de oferecer bons resultados, sua divulgação é muito mais barata que outras estratégias.

Veja por exemplo um dos primeiros virais de 2017: o rapaz que se jogou pela janela, para atestar a qualidade da rede de segurança que acabara de instalar.

Esse vídeo foi assistido por milhões de pessoas. Talvez o rapaz não soubesse, mas tinha acabado de dar a empresa que trabalha uma visibilidade nunca antes imaginada.

No entanto, como vimos neste artigo, essa ação deve ser bem pensada. Imagine a situação da empresa se a rede não fosse tão boa?

Por sorte tudo acabou bem, mas evite impulsos na sua estratégia de Marketing de Guerrilha.

Agora, que tal deitar em uma rede (bem presa) e continuar lendo sobre empreendedorismo?

Os blogs são uma realidade para muitas empresas, afinal são um canal de comunicação direto com o cliente. Mas será possível ganhar dinheiro com esses sites?

A resposta é sim. Descubra como neste artigo!

marketing sinestésico

Marketing sinestésico: Use os 5 sentidos a favor do seu negócio!

Sem dúvida alguma, o marketing é área do empreendedorismo que mais se reinventou nos últimos anos!

Sem dúvida alguma, o marketing é área do empreendedorismo que mais se reinventou nos últimos anos!

Nesse cenário, é possível identificar mudanças significativas em sua atuação a nível de negócio, pois já é fato que ele deixou de ser apenas uma área de suporte à empresa para se tornar uma das principais no que diz respeito à estratégia de aquisição de clientes. Por isso, ele está cada vez mais atuante na jornada do cliente!

Obviamente que isso não ocorreu do dia para noite, foi construído dia após dia pelas empresas e profissionais dessa área. Porém, em todas essa mudanças notamos um crescimento forte do conceito de marketing digital e também do marketing de conteúdo. A novidade é que outra vertente também está chegando para ficar: O marketing sinestésico, conhecido também como marketing sensorial.

Ele pode ser considerado como uma nova onda que está agitando esse meio, a qual tem um foco no aumento do número de consumo de uma loja em um curto espaço de tempo, ou seja, tem atuação no custo-benefício do negócio!

Já ouviu falar desse conceito? Não!? Então, para você não ficar para trás nesse sentido, preparamos esse post que explica como o marketing sinestésico funciona e como ele pode ser aplicado nos negócios. Confira!

O que é o marketing sinestésico?

O marketing sinestésico nada mais é do que ações que exploram os sentidos humanos para vender: tato, olfato, visão, audição e paladar.

O seu conceito está em adotar essa estratégia como uma maneira da empresa diferenciar-se e posicionar-se em relação ao seu consumidor, despertando um forte estímulo mental que comunicará de forma mais clara a mensagem que ela quer passar.

Até porque, em nosso dia a dia, somos constantemente afetados de forma positiva por vários elementos que estão ligados a esses 5 sentidos. Então, explorar todo o potencial de comunicação da marca através deles é um excelente diferencial competitivo.

Seja qual for o segmento da empresa, é possível formular estratégias de marketing que combinam deles para reforçar a sua imagem na mente dos clientes de forma positiva.

Para que serve o marketing sinestésico?

O marketing sinestésico tem como missão atingir o subconsciente dos consumidores de maneira que seja possível influenciar o seu comportamento de compra. Ele faz isso através de ações que vão além das imagens e até mesmo das palavras.

Essa é uma excelente maneira de se adaptar ao fato de que o comportamento do cliente está cada vez mais ligado às interações momentâneas e à sua tendência a ter uma ligação com as marcas e as empresas.

Afinal, o processo de decisão de compra não responde mais às propagandas tradicionais com a mesma eficiência de antigamente, ele está mais associado aos estímulos instantâneos e a convivência. Ou seja, o marketing sinestésico está alinhado com uma tendência atual, que diz muito sobre a valorização de pequenos momentos.

Um fato curioso é que uma estratégia que mexa com grande parte dos sentidos tem um impacto extremamente positivo no humor do cliente e isso poderá impulsionar as vendas do negócio! Portanto, é necessário utilizar da criatividade para chamar a atenção do seu consumidor e fazer a sua marca estar sempre presente em sua mente.

Como trabalhar a estratégia do marketing sinestésico no negócio?

Implementar estratégias de marketing sinestésico, principalmente em negócios que contam com ponto de venda, pode ser algo altamente lucrativo. A realidade é que o consumidor está acostumado a ser estimulado apenas de forma visual, então, isso dá a margem para que ele seja surpreendido positivamente quando receber estímulos referente aos outros sentidos.

Nesse cenário, as possibilidades de aplicar essa estratégia são inúmeras e a boa notícia é que, com um bom toque de criatividade, muitas ações possuem um custo baixo para serem implementadas e mantidas. Sendo que elas podem ser o que você precisava para vender mais.

Muitas vezes uma boa música, um perfume agradável ou até mesmo a mudança do visual dos móveis da loja podem levar com que o consumidor automaticamente alimente de forma positiva a sua percepção em relação ao negócio, além da qualidade do serviço que é oferecido.

Trabalhar continuamente com essa abordagem poderá ser de fato, o que vai diferenciar a empresa em relação a concorrência, colocando-a em um patamar acima de todas as outras.

Obviamente que empresas que trabalham de forma digital acabam sendo penalizados de alguma forma, visto que o contato com o negócio é somente de forma online, porém mesmo assim é possível surpreender com ações que estimulem o sentido da visão e da audição. O segredo é sair da mesmice e trazer coisas novas para serem implementadas.

O caminho é utilizar o produto ou serviço que é vendido para direcionar essas ações, ou seja, se a empresa atue com alimentos, o olfato combinado com um visual bonito poderá ser a chave para o sucesso, ou então se trabalha com vestuário, poderá investir em um som que destaque as características das roupas e assim por diante.

Para facilitar esse entendimento, vamos detalhar melhor as ações possíveis nos 5 sentidos:

Tato

Um dos grandes diferenciais de qualquer compra que pode ser feita offline é a possibilidade do cliente tocar naquilo que deseja. Porém, as empresas investem muito pouco em ações que proporcionem essa experiência.

A grande jogada é ir além da possibilidade dos clientes poderem tocar nos produtos ou experimentá-los. Então, é preciso pensar por exemplo, que tipo de tecido para as almofadas, provadores, sofás poderá trazer uma melhor impressão e também que outros itens podem influenciá-lo para que tenha uma boa percepção positiva do ambiente como um todo.

Essa questão do tato e de sentir o ambiente muitas vezes colocam as lojas físicas a frente das lojas virtuais!

Olfato

A verdade é que o cheiro pode provocar diversas emoções para o ser humano, muito pela questão de que o olfato está ligado com o sistema límbico do cérebro, que é a área que está associada às emoções e também a memória.

Saiba que por muitas vezes o cheiro pode ter um impacto mais positivo no nosso humor do que o som, o que demonstra que ele pode ser uma excelente ferramenta para impulsionar as vendas de um produto.

Nesse sentido, a sugestão é utilizar de perfumes para criar uma experiência que associe-o com a marca ou a imagem do negócio. Portanto, é bom escolher aromas que enfatizem a percepção que a loja quer passar para o consumidor (por exemplo, se é uma abordagem mais jovem, elegante, caseira, dentre outras).

Dessa forma, será possível criar o ambiente ideal para deixar os consumidores com o bom humor necessário para fazer suas compras. Mas lembre-se que um perfume também pode desencadear uma experiência desagradável, que pode ser algo mais pessoal ou geral, portanto, tome cuidado nessa escolha.

Como sugestão, indicamos que você consulte os acessórios e aromas da loja Olyra!

Visão

Geralmente grande parte do orçamento da área de marketing das empresas é destinado para os recursos visuais. Porém, ele não pode se limitar a ações que envolvam somente logotipos e imagens.

O próprio espaço da loja, a sua iluminação e as cores proporcionam um estímulo visual super vantajoso para criar um ambiente agradável, fazendo com que o consumidor se sinta em casa e mais à vontade para realizar a compra.

Saiba que as cores podem ajudar principalmente no que diz respeito ao reconhecimento da loja ou da marca. Por exemplo, o azul é uma cor que induz tranquilidade e o vermelho é o seu oposto, pois está ligado ao fogo, que evoca sentimentos mais agitados, tal como paixão, raiva e o medo.

Por isso, é importante estudar o efeito dessas cores para que as suas ações estimulem os sentimentos que deseja despertar. Sugerimos fortemente a utilização de cores quentes, tal como o laranja e o marrom, pois elas estimulam o cliente a gastar mais!

Paladar

Quando falamos do sentido do paladar, muito se pensa que ele só é aplicável para negócios ligados à gastronomia. Ledo engano!

Pesquisas revelam que, pessoas com fome querem ir embora de um lugar o quanto antes. Aplicando essa realidade a uma loja, os consumidores quando estão famintos não estarão dispostos a ficar e comprar alguma coisa, pois só estão pensando em saciar sua fome.

Portanto, independente do ramo, é sempre bom ter um lanchinho, um chá ou um café para recebê-los. Se for algum alimento que caracterize a cultura da região, melhor ainda!

Exceto nos supermercados, clientes com fome não conseguem se concentrar no produto que quer comprar e não responderão aos outros estímulos, tal como o olfato e a audição de forma efetiva. Já deu pra perceber o quão importante é o sentido do paladar, não é mesmo?

Audição

Por fim, o último sentido para se trabalhar no marketing sinestésico é a audição. Semelhante ao aroma, o som também poderá melhorar o estado de humor do ser humano. Por isso, uma boa música é uma ótima ferramenta para esse objetivo.

A dica é aproveitá-la para evocar estados de espírito que sejam positivos, tal como a felicidade ou o relaxamento. Ela também poderá ajudar a atingir um segmento de consumidores específicos: por exemplo, pessoas que curtem música clássica ou então rock!

Dessa maneira, suas ações de marketing poderão se tornar mais assertivas, pois irão atrair o público certo com um melhor aproveitamento.

O fato é que com o marketing sinestésico será possível melhorar a experiência do cliente em todos os sentidos… literalmente! Afinal, ele está ligado diretamente com as emoções e sendo bem trabalhado poderá causar um impacto maior na percepção do negócio como um todo.

Portanto, é uma excelente estratégia para aumentar as vendas, principalmente a longo prazo!

Agora que você já conhece o marketing sinestésico, que tal ver nossas dicas para evitar o stress empresarial do dia-a-dia.

marketing de permissão

Marketing de permissão: Pedir permissão para entrar em contato com o público gera mais resultados?

Ninguém gosta de receber propaganda sem estar interessado, não é mesmo? Então que tal pedir permissão?

Ninguém gosta de receber propaganda sem estar interessado, não é mesmo? Então que tal pedir permissão?

Já faz um tempo que estamos vivendo uma realidade diferente, tanto que alguns profissionais de marketing dizem que as ligações de telemarketing e os comerciais de televisão estão com os dias contados, pois ações tradicionais como essa que são consideradas publicidade de interrupção não são mais bem aceitas pelo consumidor que está cada dia mais seletivo.

Isso está acontecendo muito pelo fato da internet estar empoderando as pessoas com o acesso à informação e também assumindo um papel importante em toda a sua jornada de compra. Ou seja, nesse canal não há mais espaço para propagandas indesejadas.

Então, para as empresas, fica o questionamento: Por que ao invés de perturbar um cliente em potencial, não incentivá-lo a pedir para receber sua comunicação voluntariamente?

Pois bem, para você que está achando que isso é impossível, vamos apresentar nesse post uma das maneiras mais eficientes de fazer isso: o marketing de permissão!

Para saber mais, continue lendo!

O que é o marketing de permissão

Um dos maiores gurus do marketing digital, Seth Godin, define o marketing de permissão da seguinte maneira:

“É a arte de tornar um estranho um amigo, e o amigo, um cliente.”

Conceitualmente, não tem muito segredo, é o ato de pedir permissão para enviar qualquer ação de marketing para o cliente.

Sendo assim, através dele é possível se comunicar somente com quem realmente tem interesse no seu segmento de negócio, produtos e serviços.

Isso faz com que qualquer empresa crie relacionamento com leads e clientes que sejam duradouros.

Geralmente, esse tipo de prática é adotada em ações de email marketing em que o cliente se inscreve na lista de emails de um negócio, para receber sua comunicação, porém o marketing de permissão é aberto para qualquer ação.

Esse jeito de fazer negócio está dando tão certo que de acordo com a Direct Partners, 35% das empresas usam o email marketing como principal ferramenta de divulgação de seus serviço e que 28% delas consideram esse como método com melhor desempenho e com maior facilidade de mensuração de resultados.

Sendo assim, vamos fornecer algumas dicas rápidas para você se dar bem com o marketing de permissão:

1 – Ofereça incentivos

Para ter uma maior aceitação do público em receber suas propagandas, é preciso ter uma moeda de troca. Então, ofereça algum tipo de recompensa em troca da permissão de obter o endereço de email das pessoas.

2 – Cative o cliente

Antes mesmo de vender o seu produto ou serviço, procure ganhar primeiro a confiança do cliente. Uma das maneiras de fazer isso é focando bastante no marketing de conteúdo com a finalidade de trazer coisas novas e que ajudem-o com seus problemas.

3 – Melhore o relacionamento

Não é só porque o cliente se inscreveu em uma newsletter que signifique que ele confia na empresa. Afinal, é necessário conquistá-lo diariamente!

Dessa maneira será possível ganhar cada vez mais permissões em troca de mais incentivos, fortalecendo esse relacionamento.

Exemplos de marketing de permissão

Antes de falarmos sobre algumas maneiras que um negócio poderá utilizar o marketing de permissão, vamos apresentar 4 princípios que devem ser seguidos, segundo o próprio Seth Godin:

1- Considere que ninguém deseja receber informações a respeito do seu negócio ou qualquer conteúdo que você está querendo divulgar;

2- Toda permissão dada pelo cliente em receber essas informações é intransferível, ou seja, não poderá ser passada para terceiros;

3- Essa permissão é totalmente revogável, isso quer dizer que o cliente pode deixar de receber o seu conteúdo caso não queira mais;

4- A permissão também não é estática, ou seja, ela poderá ser totalmente flexível dependendo do grau de interesse que o cliente tem com o seu negócio.

Pois bem, as ações que envolvem o marketing de permissão são aquelas que podem e devem solicitar a confirmação do usuário, se ele gostaria de receber as propagandas, divulgações e novidades da sua empresa.

Seguem alguns exemplos de como isso pode ser feito:

  • Um campo de inscrição ao final de posts em blogs solicitando o envio de materiais complementares por email caso o usuário tenha interesse;
  • Landing Pages de solicitação de contatos comerciais ou de consultores especializados no segmento da empresa;
  • Disponibilização de local para que o usuário possa se cadastrar e escolher quais informações ou conteúdo gostaria de receber, conforme seu interesse;
  • Formulários de cadastro para enviar informações sobre produtos ou serviços;
  • Cadastro para receber novidades semanais (newsletter);

Lembre-se que nesses formulários e landing pages deverá ser solicitado somente informações básicas e que não sejam sensíveis. Isso fará com que mais pessoas se sintam à vontade em se cadastrar.

Não se esqueça também de que caso o cliente queira se descadastrar, isso deverá ser feito imediatamente e de uma maneira que seja fácil para ele.

Vantagens e Desvantagens do marketing de permissão

Agora que você já entendeu bem sobre todo o conceito do marketing de permissão e as suas boas práticas, vamos destacar algumas de suas vantagens:

  • É uma prática que ajuda a diminuir a quantidade de spam que é disparado pela internet;
  • Demonstra que o negócio possui respeito pelo seu cliente e quer desenvolver um relacionamento pautado somente no seu interesse;
  • Garante que somente o dono do email possa se cadastrar para receber as informações;
  • Oferece a possibilidade da empresa defender-se caso esteja sendo acusada da prática de spam;
  • Permite que o negócio crie relacionamentos e fale somente com quem realmente importa: pessoas interessadas no que eles têm a dizer/vender;
  • Com a comunicação mais focada em somente quem tem interesse, a garantia de retorno é bem maior;
  • Redução do risco da empresa ter uma fama de “chata” ou “desnecessária”

Apesar dessas vantagens, a empresa ainda precisará tomar o cuidado de disparar emails ou qualquer outro tipo de comunicação em uma frequência que seja ideal e não muito intensa. Caso contrário, o usuário poderá entender que estará recebendo um contato abusivo ou spam.

Além disso, obviamente há algumas pequenas desvantagens que se você parar para analisar. Elas nem são tão impactantes e não representam grandes perdas para o seu negócio, veja quais são:

  • A sua lista de contatos vai diminuir;
  • Muitos usuários podem desistir de se cadastrar pois irão achar o processo “burocrático demais” ou então por motivo de falhas, como por exemplo, não localizarem o email de confirmação de cadastro em sua caixa de entrada;

Lembre-se que uma lista menor não é necessariamente pior que uma lista maior, pense que apesar da quantidade ter diminuído, a comunicação será bem mais assertiva, com maiores chances de retorno.

Sem contar que é muito melhor assumir essas desvantagens do que ficar com uma fama de uma empresa que somente quer distribuir spam por aí!

Quer saber mais sobre o marketing de permissão? Então, acesse esse link!

como atrair mais clientes

Como atrair mais clientes com o marketing de conteúdo?

Se você está procurando meios de atrair novos clientes por meio do marketing de conteúdo, você veio ao lugar certo. Ter conteúdo de qualidade faz toda a diferença eu seu negócio, ainda mais em um mercado tão acirrado e competitivo como o online.

Se você está procurando meios de atrair novos clientes por meio do marketing de conteúdo, você veio ao lugar certo. Ter conteúdo de qualidade faz toda a diferença eu seu negócio, ainda mais em um mercado tão acirrado e competitivo como o online.

Uma ação de marketing de conteúdo bem executada pode alavancar sua empresa, pois em um cenário como o online a briga por novos clientes é constante.

O mercado virtual é extremamente dinâmico e movimentado. Com isso, atrair clientes com o marketing digital é fundamental para obter sucesso, pois se você não conseguir conquistar determinado cliente, algum de seus concorrentes irá. Por isso, você deve apresentar ao seu público estratégias consistentes e eficazes a fim de atraí-los para o seu produto ou serviço.

E quando falamos em atrair novos clientes, o marketing de conteúdo é a ferramenta ideal, pois é guiado para atingir um determinado público em específico.

Como atrair mais clientes com essa estratégia?

Acompanhe agora as melhores dicas para você usar o Marketing de conteúdo a seu favor:

1 – Crie ideias virais antes de pensar em como atrair clientes

Antes de tudo, você deve se fazer a seguinte pergunta: O que faz com que certas ideias se tornem virais, enquanto outras passam despercebidos?

A resposta para esta pergunta está no quão impactante seu conteúdo é, ou também, quantas emoções ele evoca em seus leitores. É fato que conteúdos que fazem as pessoas rirem ou se sentirem entretidas são mais compartilhadas entre seu público.

2- Escreva artigos detalhados, com conteúdo de muito valor

É inegável que o Google e alguns outros motores de busca preferem os artigos detalhados. E quando falamos em detalhado, queremos dizer que você tem que dar uma consideração cuidadosa a diversas características de determinado tema.

Ou seja, você deve adquirir um bom conhecimento sobre o que você irá escrever, e após isso, você irá redigir um artigo sobre o mesmo, detalhando bastante o que foi estudado.

Estudos apontam que textos com mais de 2.000 palavras ficam mais bem posicionados nos mecanismos de busca. Detalhar seus textos é uma das melhores formas para atrair clientes com o marketing de conteúdo.

Logo, se você fazer posts com uma boa frequência, e que os seus textos sejam de qualidade e bem detalhados, você não só irá melhorar seu tráfego e subir posições nos mecanismos de busca.

Outra vantagem é o fato de que você terá mais compartilhamentos nas redes sociais, o que fará com que mais gente conheça seu negócio.

3- Crie títulos criativos e atrativos

Muitos especialistas apontam o título como boa parte do caminho até o sucesso de determinado conteúdo.

O título é o primeiro contato que o leitor tem com seu conteúdo, e através dele, o leitor vai decidir se irá dar uma olhada em seu texto ou não. Por isso, é de extrema importância que seus títulos sejam criativos e magnéticos.

Tenha sempre em mente o pensamento de que você tem apenas cerca de 8 segundos para atrair seu cliente, caso contrário, sua concorrência irá o fazer. Isso vale tanto para os conteúdos de seu blog, como para a gestão de redes sociais!

4- Teste botões call to action

Um anúncio de algum produto sem uma call to action pode ser considerada quase que inútil, pois o retorno que ela trará sem a mesma provavelmente será muito pequeno.

Logo, uma call to action é algo essencial para qualquer conteúdo, seja ele em um artigo, um post em redes sociais ou até mesmo em vídeos. Por isso, é extremamente importante você testar diversos botões de call to action, e analisar os resultados deles.

Os que mais converterem devem ser usados em seus conteúdos. Com toda certeza isso irá te ajudar muito e resolver parte do seu problema de como atrair clientes.

5- Aumente a audiência através de diferentes mídias

Quando falamos em multimídia, estamos nos referindo aos mais variados meios de comunicação de marketing para atingir seu público-alvo. Ou seja, não basta você apenas escrever textos, você precisa procurar novos métodos para atingir seu público.

Atualmente, um dos recursos multimídia que mais traz retornos são os vídeos, e são um ótimo meio de conseguir novos clientes com marketing de conteúdo.

Outro ponto a ser ressaltado é o Mobile Marketing, pois hoje em dia, a grande maioria das pessoas está conectada em seus smartphones, e diversas transações são efetuadas diariamente.

6- Disponibilize materiais valiosos na sua página de recursos

Para começar, você deve compreender o que é uma página de recursos.

A página de recursos é uma página especial onde você exibe todas os recursos e materiais que você utiliza para rodar seu negócio online. Em grande parte dos casos, ela faz com que o dono da loja online ganhe dinheiro.

É de extrema importância que você tenha uma página de recursos em seu site, onde nela você liste o que foi citado acima.

A página de ferramentas pode te ajudar muito a atrair novos clientes com o marketing digital. É importante ressaltar que a página de ferramentas pode ter muitos outros nomes, como Ferramentas para blog, ou apenas ferramentas.

Tudo isso vai aumentar consideravelmente a qualidade de seu marketing de conteúdo e trazer mais clientes para sua empresa!

Em alguns casos, isso tudo pode ser feito internamente. Em outros casos, o ideal é contratar uma boa agência de conteúdo, pois isso irá melhorar consideravelmente a qualidade do trabalho!

Artigo produzido pela Leads, uma agência de marketing de conteúdo.

como divulgar um blogInbound Marketing ou de Marketing de Conteúdo sabe que os principais objetivos são educar o mercado, gerar autoridade para a sua marca e conquistar clientes e divulgadores da empresa por um custo de aquisição menor.

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Como divulgar um blog? 9 formas de você divulgar o blog de sua empresa

Quem planeja e executa uma estratégia de Inbound Marketing ou de Marketing de Conteúdo sabe que os principais objetivos são educar o mercado, gerar autoridade para a sua marca e conquistar clientes e divulgadores da empresa por um custo de aquisição menor.

Quem planeja e executa uma estratégia de Inbound Marketing ou de Marketing de Conteúdo sabe que os principais objetivos são educar o mercado, gerar autoridade para a sua marca e conquistar clientes e divulgadores da empresa por um custo de aquisição menor.

Mas o que isso tem a ver com a divulgação de um blog? É que, para chegar lá na frente – nas vendas –, é preciso, primeiramente, tornar seus canais de relacionamento mais conhecidos. Você deve ter uma boa audiência, envolver seus visitantes e converter seus primeiros Leads.

Por mais que o blog seja considerado o quartel-general das estratégias de produção de conteúdo, ele não se promove por si só. É preciso fazer um esforço a mais para trazer visibilidade e tráfego qualificado a esse canal.

E para simplificar um pouco a sua vida, selecionamos 9 maneiras de promover o blog da sua empresa. Acompanhe!

1. Divulgue em seu site e em suas páginas nas redes sociais

Um erro que muitas empresas ainda cometem é de não anexarem seus blogs aos seus sites. Um deveria ser o complemento do outro e, mais do que isso, um deveria promover o outro.

Outro problema bastante comum é quando os dois até estão ligados, mas não há um link do blog posicionado claramente no site. Para resolver isso, o ideal é destacar um caminho para blog no menu principal, na sidebar ou no rodapé da página. O importante é ter uma posição de referência visual para o público.

Além do site da sua empresa, promova seu blog também nas redes sociais. Você pode fazer isso de duas maneiras:

  1. Colocar um link para o blog nas descrições dos seus perfis.
  2. Compartilhar artigos e outros conteúdos do blog nas timelines.

2. Inclua um link na assinatura de email

Sabe aqueles emails de atendimento em que, ao final do corpo da mensagem, a pessoa que enviou deixa sua assinatura junto com a da empresa?

Então, aquele espaço pode ser aproveitado para inserir um link que leve o destinatário da mensagem ao seu blog. O mesmo pode ser feito com outros tipos de email, como os transacionais, por exemplo.

Essa é uma estratégia de divulgação indireta, afinal, o objetivo primário desses emails não é divulgar o blog, mas pode ajudar a gerar tráfego.

3. Peça para seus colaboradores compartilharem os conteúdos do blog

Antes de contar com a participação voluntária de seus seguidores, que tal engajar o seu público interno? Você pode incentivar seu time a compartilhar, a indicar para pessoas próximas e a interagir de outras formas com as publicações da sua empresa, tanto no blog quanto nas redes sociais.

Trata-se de um ganho de alcance inicial, porém muito valioso. Por meio dos seus colaboradores, sua audiência começa a tomar forma e seu blog terá sempre divulgadores que garantam visibilidade.

4. Adote boas práticas de SEO

O SEO abraça um conjunto de ações de otimização de sites e páginas para obterem um melhor ranqueamento nos mecanismos de busca.

Aplicar essas práticas ajuda a melhorar o seu posicionamento orgânico, além de torná-lo mais relevante para os buscadores e com uma experiência de navegação favorável aos visitantes.

Alguns exemplos de tarefas são:

  • Diminuir o tamanho do arquivo das imagens, reduzir o carregamento de códigos HTML e CSS e tudo que puder contribuir com a diminuição do tempo de abertura do site;
  • Pesquisar as palavras-chave mais buscadas pelo público e menos concorridas entre os sites;
  • Inserir essas palavras-chave no título, em intertítulos e no corpo de seus textos;
  • Não copiar conteúdos de outros sites;
  • Descrever as imagens, em poucas palavras, em sua tag alt;
  • Ter o seu site adaptado aos dispositivos móveis.

5. Invista em campanhas de links patrocinados

Ao mesmo tempo em que você tenta se promover organicamente, é bom construir uma reserva de recursos para investir em anúncios. Anunciar no Instagram, no Google AdWords ou no Facebook pode gerar ótimos resultados para seu blog e negócio.

Por meio dessas mídias, você pode pagar para anunciar conteúdos específicos ou até mesmo materiais ricos para gerar Leads para sua empresa. O importante é segmentar seus anúncios de acordo com as características da sua persona e controlar seu orçamento.

Sem precisar gastar rios de dinheiro, você tem acesso a sistemas com um alto poder de direcionamento. Você pode segmentar seus links e posts patrocinados por meio de palavras-chave, interesses e informações pessoais, comportamentos de navegação etc.

6. Publique frequentemente e varie os temas

Um blog que publica pouco ou demora muito para atualizar seus posts tende a cair no esquecimento. Se sua empresa não aparece, dificilmente será lembrada.

Entretanto, isso não quer dizer que você tenha que postar algo novo todos os dias e a todo momento. O que interessa mesmo é priorizar a qualidade dos conteúdos e manter uma certa frequência.O importante é ser constante.

Variedade no tema também é importante, pois o que não agrada a um grupo de visitantes uma vez, pode agradar a outro grupo em uma próxima oportunidade.

7. Participe de fóruns e grupos de discussão

Essas comunidades, tanto as independentes quanto as de redes sociais, são bons canais de divulgação porque são muito segmentados. Só faz parte desses grupos quem se interessa por aquele assunto, seja com interesse comercial ou educacional.

No entanto, é bom ficar de olho nas regras desses fóruns e comunidades, pois muitos deles podem não aceitar posts de divulgação.

Além disso, evite fazer spam e só participe se for para contribuir de forma relevante com a discussão do tópico. Assim, você conquistará o respeito e a credibilidade dos membros.

Se você preferir, pode criar o seu próprio grupo. Ele pode ser voltado tanto para os clientes, e tratar dos assuntos do seu produto ou serviço, quanto para o público em geral, e falar de assuntos mais abertos de sua área de atuação.

8. Forme parcerias com outros blogs e sites

Você já deve ter visto que algumas empresas publicam em outros blogs, certo?

Essa prática, chamada de guest post, é bem interessante para sua empresa alcançar uma audiência nova.

Para explicar na prática, nada melhor do que usar este próprio post. Este artigo que você está lendo é um guest post da Resultados Digitais para o Saia do Lugar. Fizemos isso porque somos parceiros e publicamos alguns conteúdos que interessam à audiência do SDL.

O contrário também acontece. E, falando nisso, convidamos você a ler os guest posts do Saia do Lugar no blog da Resultados Digitais.

Outras variações de parcerias de marketing são a produção conjunta de eBooks, participação em podcasts de outros sites e entrevistas etc.

9. Promova o blog em canais offline

Por último, mas não menos importante, está a divulgação nos meios tradicionais. Não é porque o blog é um canal digital que os canais offline devem ser esquecidos.

Para integrá-los, você pode promover seu blog por meio de cartões de visita, folders, flyers, crachás, camisetas, catálogos etc.

Se quiser facilitar mais a vida do público, pode transformar a URL do seu site em QR Code. Assim, as pessoas com smartphones podem acessar diretamente o seu site pela câmera do aparelho.

Coloque em prática

O mais legal de sair divulgando o blog é a variedade de formas para fazer isso. É uma atividade extremamente dinâmica, que envolve desde simples compartilhamentos nas redes sociais até o fechamento de parcerias estratégicas com outras empresas para a criação de conteúdos como convidado.

De todo modo, ao colocar essas dicas em prática constantemente, seu blog terá a visibilidade necessária para gerar Leads e futuros clientes.

Contudo, o mais importante é sempre criar um conteúdo de qualidade e que faça sentido para sua estratégia de Marketing de Conteúdo.

Como dica final, sugerimos a leitura do eBook 31 tipos de conteúdo que você pode produzir para seu blog, um material cheio de sugestões para você diversificar sua estratégia.

Artigo produzido pela equipe do blog Resultados Digitais. 

métricas para empresas SaaSempresas que trabalham no modelo SaaS — Software as a Service — que em português significa software como serviço.

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As 5 principais métricas para empresas SaaS que você precisa conhecer

Uma das principais mudanças que a internet e a tecnologia trouxeram consigo foi o surgimento e a ascensão de empresas que trabalham no modelo SaaS — Software as a Service — que em português significa software como serviço.

Uma das principais mudanças que a internet e a tecnologia trouxeram consigo foi o surgimento e a ascensão de empresas que trabalham no modelo SaaS — Software as a Service — que em português significa software como serviço.

Esse modelo é conhecido também como o setor de softwares por assinatura. Ele já está bem difundido nos EUA e também possui uma boa presença no Brasil.

O principal exemplo de serviço que trabalha dessa maneira é o Netflix, o qual todo assinante paga uma mensalidade para ter acesso ao seu catálogo de filmes e séries para assistir quando quiser.

Pois bem, essa maneira de fazer negócio e oferecer serviços parece ser inovadora, não é mesmo?

Porém, o que muita gente ainda não sabe que por trás de todos eles há indicadores e métricas que mostram o seu desempenho, se estão indo para o caminho do sucesso ou não.

Por isso, nesse post vamos falar um pouco mais sobre a importância das métricas para empresas SaaS, além de explicar quais são as principais delas. Acompanhe!

Importância das métricas para empresas SaaS

A grande verdade é que negócios SaaS são totalmente diferentes dos modelos tradicionais.

Isso faz com que as métricas tradicionais de negócios não atendam esse formato de empresa no que diz respeito a capturar os pontos chave que garantem o seu sucesso.

Portanto, existem algumas variáveis que são consideradas fundamentais para serem levadas em conta no momento de medir os resultados desse modelo. São elas:

  • Adquirir clientes;
  • Monetizar clientes.

Explicando um pouco melhor essas variáveis, as empresas SaaS realizam um esforço grande para adquirir novos clientes.

Sendo assim, elas precisaram desenvolver ações para retê-los pelo tempo que for preciso para todo o investimento feito em sua aquisição possa se pagar o quanto antes.

Por isso, manter o cliente é tão importante quanto adquirir clientes, para que ele possa pelo menos “pagar” o quanto foi gasto em sua aquisição.

Na prática, há essa necessidade pois as empresas precisam fazer um investimento adiantado para conseguir novos clientes, e ao longo do tempo é preciso recuperar os lucros desse investimento.

Ter noção de como essa máquina funciona é essencial para entender o seu fluxo de caixa, pois quanto mais rápido o negócio cresce, mais dinheiro será gasto nessas ações focadas em trazer novos clientes.

Ou seja, ter domínio sobre as métricas que apontam o desempenho dessas variáveis irão ajudá-lo a entender se o negócio é viável financeiramente.

Afinal, quanto mais aumenta o número de clientes adquiridos, maior será o “buraco” no fluxo de caixa, porém pouco a pouco os clientes vão “se pagando” e tampando o tamanho desse buraco.

O final (feliz) da história é que se tudo der certo, no futuro, o fluxo de caixa ficará positivo e crescerá muito!

Deu pra entender a importância de conseguir medir essas variáveis?

Pois bem, vamos dar mais alguns motivos para que isso seja feito…

A das empresas que operam nesse modelo precisam de investimento para conseguir manter sua operação funcionando. Por isso, é necessário mostrar que tudo está sob controle para tranquilizar os investidores do negócio.

Além disso, é de total importância saber utilizar as métricas para projetar resultados futuros em situações de prospecção de novos investimentos e também para aumentar o seu valor de mercado, o que é chamado de valuation.

Por fim, antes de apresentarmos quais são as métricas para compreender uma empresa SaaS, deixamos a mensagem de que saber medir é uma condição básica para ter total controle sobre as ações do negócio, aplicar correções em busca de adequar constantemente o serviço às novas exigências do mercado.

As principais métricas de uma empresa do modelo SaaS

Agora que você tem argumentos o suficiente para considerar que é importante entender e acompanhar algumas métricas para o modelo SaaS, vamos apresentar as que são mais importantes:

1 – CAC

O CAC é a sigla para Custo de aquisição de aquisição de cliente, em português — sua nomenclatura em inglês é Customer Acquisition Cost.

É uma das métricas mais importantes para qualquer empresa SaaS. Afinal, ela indica o quanto a empresa gasta com ações de marketing e vendas para conseguir transformar um lead em um cliente.

Para calcular o CAC, basta aplicar a seguinte fórmula:

CAC = Investimentos realizados para adquirir clientes / Número de clientes

Sendo que os investimentos para adquirir clientes podem ser gastos com publicidade, compra de mídia paga, ações de propaganda, mensalidade de plataformas de apoio, salários e comissões para as equipes de marketing e vendas, etc

Por exemplo, se a empresa gastou R$1.000 durante esse mês para adquirir 2 clientes, o seu CAC será R$1.000 / 2 = R$500. Ou seja, para cada R$500 que foi investido, a empresa conseguiu adquirir um cliente no mês.

Com o CAC é possível entender o quanto cada cliente custou para a empresa. Nesse sentido, é bom se atentar para essa métrica desde o dia 1 da empresa, pois se ela estiver muito alta é possível que possam vir sérios problemas no futuro.

Um CAC alto pode atrapalhar o crescimento da empresa, assim como a precificação do seu produto.

Sugere-se que o CAC seja no mínimo 3 vezes menor que o LTV, que será a próxima métrica que iremos apresentar.

2 – LTV

O LTV ou Lifetime Value representa o valor do tempo de vida do cliente.

Essa métrica diz respeito a quanto cada cliente pode trazer de receita para a empresa, ou seja, o quanto ele tem potencial de investir no negócio em todo o seu tempo de relacionamento.

A fórmula para calculá-lo é:

LTV = Ticket médio X número de transações.

Para facilitar o seu entendimento, vamos fornecer um exemplo: Se o valor da mensalidade da empresa é R$100 e é previsto que o cliente fique pelo menos 10 meses utilizando o seu serviço, o seu LTV será R$100X10 = R$1.000

O tempo previsto para que o cliente fique na sua base é possível obter através do cálculo do tempo médio que os seus atuais clientes permanecem na base.

Você já deve imaginar que essa métrica está muito ligada ao nível de satisfação do cliente com a empresa e está totalmente amarrada com o CAC.

Afinal, se o cliente está satisfeito, provavelmente ele não só irá manter o serviço para cumprir o tempo previsto para equilibrar o seu LTV com o CAC, como poderá permanecer por muito mais tempo e até comprar pacotes adicionais de serviço.

3 – MRR e ARR

Essas duas siglas representam a maneira de medir a receita recorrente que entra no caixa da empresa.

O MRR — monthly recurring revenue em inglês —  representa a receita recorrente mensal, já o ARR — em inglês, annual recurring revenue — diz respeito a receita recorrente anual.

Ambos representam a previsão da entrada de receita das assinaturas mensalmente e anualmente.

Note que o MRR, por exemplo, representa uma das grandes vantagens do modelo SaaS para o cliente. Ao invés dele comprar uma licença de um software de uma vez, ele poderá obter o serviço pagando um valor bem abaixo todo mês.

Mas e para o negócio?

Para a empresa, o interessante é que ela consiga manter o MRR ou ARR maior do que o churn —  métrica que representa o cancelamento de clientes e será explicada logo em seguida — para que haja um cenário favorável para aumentar o seu faturamento e contribuir para o seu crescimento.

Vamos exemplificar da seguinte maneira: Se o negócio tem 2 clientes que pagam uma mensalidade de R$100 e 3 clientes que pagam uma mensalidade de R$200, o MRR da empresa será (2 X R$100) + (3 X R$200) = R$200 + R$600 = R$800

Da mesma forma, o ARR será de R$800 X 12 = R$9.600

Note que quando um cliente faz um upgrade de plano, por exemplo, o seu MRR ou ARR aumenta, bem como se ele faz um downgrade, eles diminuem.

4 – Churn

Geralmente, manter um cliente é muito mais barato para uma empresa do que captar um novo. Por isso, monitorar com atenção o Churn é importante.

O Churn nada mais é do que o índice de cancelamento de clientes. Ou seja, é o quanto a empresa perdeu clientes em % durante um certo período de tempo.

Exemplificando como é o seu cálculo, temos uma base de 100 clientes em que 5 cancelaram durante esse mês, então o churn desse mês será de 5 / 100 = 0,05 = 5%.

Quando calculamos essa métrica levando em consideração o número total de clientes, chamamos ela de Logo Churn.

Porém, você pode também calculá-la com base no MRR.

Por exemplo, se todos os clientes da empresa juntos pagavam R$100.000 durante o mês e você perdeu 2 clientes que pagavam R$1.000 cada um, o churn será de 2 X R$1.000 / R$100.000 = R$2.000 / R$100.000 = 0,02 = 2%

Chamamos esse cálculo de MRR Churn ( É possível calcular o ARR Churn também).

Lembre-se que no início desse post, falamos que uma das variáveis importantes para um negócio SaaS é o quanto ela consegue manter os seus clientes. Pois bem, o churn representa isso: A capacidade da empresa em reter os seus clientes.

Essa é uma das métricas que mais brilham os olhos dos investidores, pois o negócio que tem o churn sob controle, tem mais condições de garantir um crescimento sustentável, previsível e escalável!

5 – Ticket Médio

Por fim e não menos importante, apresentamos o Ticket Médio!

O Ticket Médio indica o quanto, em média, cada cliente gera de receita para o negócio.

Para calculá-lo basta dividir o faturamento com as assinaturas pela quantidade de clientes que estão ativos em sua base.

Por exemplo, se eu possuo um faturamento de R$1.000 e 10 clientes ativos na base, o meu ticket médio será de R$1.000 / 10 = R$100

Ou seja, em média cada cliente gasta R$100 por mês com o meu negócio.

Obviamente que existem outras métricas para empresas SaaS que você pode estudar, porém essas são as principais e que fazem toda a máquina girar!

Agora que você já sabe como funciona um negócio SaaS, conheça os 5 erros comuns de marketing digital que sua startup pode evitar.

como desenvolver sua marca

Como desenvolver sua marca de maneira adequada usando nossas 5 dicas!

Muitos empreendedores acreditam que desenvolver uma marca para o seu negócio é um ato que envolve muito e que seja uma prática que compete somente para grandes corporações.

Muitos empreendedores acreditam que desenvolver uma marca para o seu negócio é um ato que envolve muito e que seja uma prática que compete somente para grandes corporações.

Ledo engano, pois a marca é muito mais do que apenas um nome ou um símbolo de uma empresa. Ela representa a percepção que os seus clientes e a sociedade tem sobre ela e o seu produto ou serviço.

Portanto, ela pode ser construída através de pequenas ações e não necessariamente é preciso de um orçamento alto para isso.

Então, nesse post, vamos falar um pouco mais sobre como desenvolver sua marca, um dos maiores ativos de qualquer negócio! Confira:

Como desenvolver sua marca de maneira adequada

O primeiro passo, para que a sua marca seja construída da melhor maneira possível, é definir todos os elementos que ela deve ter.

Por isso, sugerimos a utilização de uma ferramenta chamada Briefing. Mais do que definir os elementos da marca, ele irá traçar um caminho para que ela seja autêntica e atinja seus objetivos.

Somente dessa maneira será possível evitar a visão de que a marca da empresa será apenas um conjunto de letras e símbolos, mas sim a sua própria imagem e como ela se posiciona perante a sociedade.

Sendo assim, um bom briefing deverá conter as seguintes definições:

Missão, visão e valores

O primeiro direcionamento para a criação da marca da empresa deverá ser a sua missão, visão e seus valores.

A missão representa o motivo pela qual ela existe, a visão é o cenário futuro que ela quer atingir e os valores são um conjunto de características que representam o comportamento da empresa e seus colaboradores.

Público-alvo

A melhor maneira de representar os clientes que a empresa almeja ter, é definindo o seu público-alvo.

Portanto, é importante definir desde as características mais básicas – sexo, faixa etária, classe social, preferências – até as mais específicas – hábitos de compra, rotina e desafios que enfrentam no dia a dia – desse público.

Cores

Outro item que deve ser especificado no briefing são as cores que a empresa quer adotar. Portanto, deverá ser definido quais delas representarão o negócio.

Esse item é extremamente relevante pois mostrará a personalidade que o negócio gostaria de agarrar para si, além de dar identidade para a marca.

Referências

Toda grande criação precisa de referências. No processo de confecção de uma marca isso não é diferente!

Então, o ideal é que seja escolhido bons exemplos de marca para assumir essa função, tente limitar a no máximo 3.

Lembre-se que elas deverão servir apenas como inspiração e não devem ser copiadas.

Conceito

Definir o conceito da empresa é um item importante, pois ele ditará não somente a criação da marca, mas também como ela pretende seguir seu caminho estando no mercado.

Por isso, criar uma marca seguindo esse conceito mostrará que ela estará alinhada com ele desde o dia 1 de sua existência.

Obviamente que o briefing pode ter outros itens, isso vai depender também do que você julga importante estar nesse direcionamento. Mas o importante é não economizar na descrição de cada ponto. Afinal, ele será o principal guia para o desenvolvimento da sua marca.

Dicas para desenvolver uma marca de relevância

Agora que você já sabe da importância de criar um bom briefing para a sua marca, iremos fornecer 5 dicas para auxiliar nesse processo de construção de uma marca que tenha relevância. Veja:

1 – Defina seus diferenciais

É preciso entender quais são os motivos que vão fazer da empresa melhor que os seus concorrentes, ou seja, quais são seus diferenciais.

Caso você tenha dificuldades em elaborar isso, que tal envolver as pessoas que são próximas? Pergunte aos seus clientes, fornecedores, colaboradores e qualquer outra parte envolvida como elas enxergam isso no negócio.

Aproveite e peça a opinião do que pode ser melhorado também!

2 –  Escolha bem o nome

Apesar da confecção uma marca ir muito além da criação do nome da empresa, é preciso se preocupar com essa questão, pois ela não deixa de ser um elemento importante.

O segredo é colocar o cliente em primeiro lugar, ou seja, facilite para que ele entenda o que a sua empresa faz através de seu nome. Portanto, seja objetivo e defina um nome que consiga passar a mensagem que o negócio deseja transmitir.

Dê preferência para a escolha de nomes em que a sua pronúncia seja fácil e que também seja passível de uma futura globalização.

A ferramenta Guru PME pode te ajudar nisso!

3 – Padronize tudo

É preciso que clientes, fornecedores e quaisquer outras pessoas que se relacionem com a sua empresa associam ela a uma mesma imagem. Por isso, busque padronizar tudo para que ela não saia da memória dessas pessoas.

Essa padronização pode acontecer em ações mais visuais, tais como suas propagandas e apresentações ou até em relação à maneira como os próprios colaboradores apresentam a empresa para outras pessoas.

4 – Utilize a criatividade

Dificilmente será possível criar uma grande marca sem um pingo de criatividade. Então, tente utilizá-la como principal ferramenta nesse processo.

O mais legal é que não há regra ou receita para esse item, ou seja, ela pode ser utilizada de diversas maneiras e em qualquer parte do processo.

Portanto, estimule a inclusão da criatividade nos momentos de construção do briefing, seja através de um brainstorming ou outra técnica mais avançada.

No fim, ela será o grande diferencial que determinará o sucesso da marca.

5 – Crie uma experiência para o seu cliente

A melhor maneira de criar uma ligação entre a empresa com seus clientes é fomentando uma experiência que seja marcante para ele.

Por isso, é preciso associar a marca não somente a um produto ou serviço e sim a experiência em si que ele proporciona. Isso é chamado de brand experience, que faz com que o cliente interaja com a marca e que isso gere sentimentos e boas memórias.

Lembre-se que os clientes são a principal razão do negócio existir e por isso precisam ter uma experiência inesquecível.

Agora que você entendeu os primeiros passos de como desenvolver sua marca de maneira adequada, confira 5 coisas para observar antes de contratar uma Plataforma de Marketing de Conteúdo.

marketing de afiliados

Marketing de afiliados e a possibilidade de fazer a divulgação através da sua rede de contatos

Na hora de divulgar produtos e ofertas e ganhar com isso é necessário selecionar corretamente as melhores estratégias de marketing.

Na hora de divulgar produtos e ofertas e ganhar com isso é necessário selecionar corretamente as melhores estratégias de marketing.

Nos últimos anos, por exemplo, o marketing digital vem se destacando e opções como produzir conteúdo e usar as redes sociais ganharam força.

Porém, também cresceu a necessidade de criar e utilizar ferramentas que sejam escaláveis. Nesse cenário, o marketing de afiliados surgiu como uma das principais possibilidades e, hoje, pode garantir mais exposição e levar a um aumento de reconhecimento perante o público.

Para entender melhor como isso pode te deixar muito mais conhecido online, continue lendo o post:

Marketing de afiliados: do que se trata?

O marketing de afiliados é uma estratégia que utiliza a criação de uma rede de contatos para favorecer a divulgação de um determinado produto.

Ele se baseia no seguinte esquema: um produto é lançado e, então, os afiliados fazem a divulgação dos produtos para suas próprias redes de contatos.

A partir de um determinado resultado obtido, cada agente recebe uma comissão, de modo a garantir as vendas sem prejudicar a rentabilidade ou a lucratividade do produto.

O mais comum é que a comissão seja oferecida mediante uma ação, pré-determinada pelo dono do produto. Dependendo do caso, a remuneração também pode acontecer mediante a validação da oportunidade.

Dependendo do objetivo, outras formas de remuneração incluem custo por mil impressões, custo por formulário e custo pela venda em si.

Quais são os exemplos de utilização?

Para ficar mais claro, é importante compreender como esse tipo de marketing é utilizado. Estando na era digital, a distribuição de ofertas e mesmo de produtos se tornou mais fácil, então há as seguintes possibilidades quanto à aplicação dessa estratégia:

Divulgação de infoproduto

Um infoproduto é todo aquele item produzido de maneira totalmente digital. Pode se tratar de um ebook, um webinar pago ou, como é mais comum, um curso completo. Nesse caso, os compradores têm acesso a opções como vídeoaulas, ebooks informativos, mapas mentais e outros recursos totalmente digitais.

Como esse tipo de produto não tem custos para ser reproduzido — uma vez que esteja pronto, pode ser multiplicado sem maiores preocupações —, o marketing de afiliados pode ser utilizado para divulgá-lo.

A partir dessa definição de estratégia os afiliados oferecem o infoproduto, redirecionando os contatos para adquirir o produto. A partir do rastreamento de ações, como pelos links, cada afiliado recebe um valor de acordo com as suas vendas.

Exibição de banners

Mesmo produtos físicos, que possuem custos para ser produzidos, podem utilizar essa estratégia. Por meio da exibição de banners, por exemplo, é possível garantir que mais pessoas vejam determinada oferta e potencialmente a aproveitem.

Grandes players do mercado, como a Amazon, possuem programas do tipo. Nesse caso, cada associado coloca banners em seus sites ou meios que permitam a inclusão do código dos banners.

A partir da impressão para cada mil usuários e/ou a partir da cada venda, o associado recebe uma determinada porcentagem.

Por que fazer esse tipo de marketing?

Utilizar o marketing de afiliados é extremamente vantajoso dentro de determinados sentidos desde que ele seja utilizado da maneira correta. Para quem é detentor do produto da ação de divulgação as vantagens são:

Maior alcance

Ao utilizar esse marketing como estratégia é possível ter um alcance muito maior para os produtos oferecidos.

Como cada afiliado vai ganhar comissões de acordo com as regras estabelecidas, é bastante provável que eles procurem aumentar cada vez mais a rede de contatos.

Isso garante máxima exposição ao produto, o que não seria possível se tudo fosse feito de maneira individual. Para construir a mesma rede de suporte ao produto seria necessário gastar muito tempo e esforço, o que poderia inviabilizar a execução.

Além disso, é exatamente essa característica que garante que você ou seu produto fiquem mais conhecidos no mundo online.

Diminui o custo de aquisição de cliente

Adquirir clientes nem sempre é tarefa fácil ou barata. Dependendo do ciclo de vendas de um produto pode ser necessário realizar esforços que custam tempo e dinheiro.

Com esse tipo de marketing, por outro lado, é quase como se essa tarefa estivesse delegada aos associados. Com isso, é possível diminuir os custos de aquisição de clientes já que, em geral, os custos com as remunerações são menores do que aqueles que seriam necessários para captar o cliente.

Custo menor para implantar

Em geral, fazer o lançamento de um produto ou mesmo a sua divulgação requer muito planejamento e também uma quantidade considerável de recursos.

Dependendo do caso, quem deseja resultados maiores precisa investir mais. Isso nem sempre é possível ou mesmo vantajoso, o que pode limitar a conquista de vendas e de popularidade do produto.

Porém, com o marketing de afiliados o custo para a implantação é bem menor. Ao utilizar uma boa rede, o produto praticamente se vende sozinho, exigindo, também, baixo custo de manutenção.

Aumento das vendas

Naturalmente, se o produto alcança mais pessoas e é adequado o suficiente ele vai ser adquirido. Por isso, mais gente alcançada significa mais gente disposta a comprar. Com o trabalho correto das oportunidades, é possível conquistar o aumento de vendas.

Isso garante um aumento no faturamento. Associando esse fator à diminuição do custo de aquisição de cliente e de implantação da estratégia, o resultado é que há mais lucratividade da ação em geral.

Já para os associados, as vantagens também são destacáveis e justificam o ingresso nessa possibilidade. Dentre os benefícios, estão:

Possibilidade de gerar renda escalável

Como o afiliado não precisa produzir, ele pode gerar renda de maneira escalável. A função principal consiste em atingir as pessoas certas e convencê-las da compra.

Nenhuma dessas ações exige, necessariamente dedicação exclusiva ou crescente.

Com recursos de automação de email marketing e redirecionamento para a página de compra, o afiliado não precisa gastar mais tempo com uma rede maior de contatos.

Sendo assim, é possível gerar uma renda escalável, de forma que os lucros aumentam sem que seja necessário aumentar os esforços na mesma medida.

Chance de fazer divulgação barata

De maneira geral, não há requisitos muito específicos ou inacessíveis para se tornar um afiliado.

O que você precisa é ter uma boa rede de contatos para oferecer o produto certo da maneira e no momento adequados.

Para tanto, nem sempre é necessário gastar dinheiro. Redes sociais podem ser usadas gratuitamente, assim como criar um site ou blog nem sempre é tão caro.

Com isso, é possível conquistar novos contatos — e mesmo novas vendas — de maneira mais barata. Isso maximiza a lucratividade e garante que a atuação seja realmente benéfica.

Garante flexibilidade

Geralmente quem se dedica a ser um afiliado tem uma flexibilidade considerável.

Embora seja importante ter uma rotina, é possível trabalhar de qualquer lugar e no ritmo desejado. Isso permite, inclusive, que essa estratégia seja usada como forma de complementar a renda.

Além disso, em muitos casos o afiliado tem poder de escolha quanto a quais produtos serão promovidos. Assim, dá para selecionar aqueles que sejam mais rentáveis ou mais vantajosos, de modo a maximizar e otimizar os esforços.

Quais as desvantagens dessa estratégia?

Não existe campanha ou estratégia de marketing perfeita. Por mais vantajosa que uma opção seja, ela sempre traz algumas desvantagens que precisam ser conhecidas para que a decisão seja informada.

Não há total controle sobre a rede

Quando o dono de um infoproduto decide utilizar o marketing de afiliados nem sempre ele vai ter controle sobre quem faz parte da rede.

Embora nem sempre isso seja um problema, ao mesmo tempo é um fator que significa que dificilmente é possível selecionar os melhores afiliados ou que tenham mais sintonia com o produto.

Entrar numa rede incorreta, por outro lado, pode fazer com que o produto perca em percepção e interesse, exigindo mais esforços para ser vendido.

É preciso ter uma rede suficientemente grande

Também é importante ter uma rede suficientemente grande — e isso vale para os dois lados. Mesmo alcançando as pessoas certas, a taxa de conversão faz com que apenas uma parcela das pessoas realize a compra.

Com isso, se o objetivo é gerar vendas e lucros muito grandes é necessário ter uma rede muito grande. Embora não seja um problema para quem já lida com a estratégia, é mais difícil para quem está começando agora.

Pode ser difícil manter a consistência

Com o tempo, é comum que os resultados das vendas diminuam, fazendo com que os resultados do dono do produto e também do afiliado diminuam. Essa é uma questão natural, já que normalmente há uma explosão de vendas em determinado período.

Para produtos sazonais essa é uma ótima escolha, mas se o objetivo é manter consistência quanto aos resultados, a situação fica mais difícil.

O marketing de afiliados é uma possibilidade estratégica para aumentar o alcance e a divulgação de uma marca ou produto, de modo a torná-los mais conhecidos no mundo online.

Para quem é afiliado, também há vantagens ligadas à escalabilidade e flexibilidade. Porém, é sempre importante considerar os pontos negativos antes de selecionar essa opção como sendo a mais indicada.

O marketing de afiliados é apenas uma das várias maneiras de ganhar dinheiro online. Por isso, aproveite também para conhecer algumas outras formas de gerar renda na internet.

ações de marketing

Aprenda a tornar a sua marca visível no mercado usando algumas Ações de Marketing

O primeiro erro — e o mais comum — de quem não está familiarizado com o marketing é pensar nele como algo que tem como única função aumentar as vendas. Ações de marketing passam por isso, evidentemente, mas estão longe de se resumirem a propaganda.

O primeiro erro — e o mais comum — de quem não está familiarizado com o marketing é pensar nele como algo que tem como única função aumentar as vendas. Ações de marketing passam por isso, evidentemente, mas estão longe de se resumirem a propaganda.

A função dele é algo muito mais profundo do que aumentar a sua receita. Muitos especialistas chegam mesmo a dizer que ele deve acontecer em todos os setores de uma empresa, seja ela pequena, média ou grande.

Por isso, o artigo de hoje vai te ajudar a compreender o incrível universo das ações de marketing. Vamos, também, citar alguns exemplos de empresas que se destacaram de uma forma diferente.

Afinal, quem consegue criar boas campanhas, o faz porque compreende a psicologia dos seus clientes e os números por trás da forma como eles agem. Acompanhe:

Para que servem as ações de marketing

Depois de ler essa introdução, você deve estar se perguntando o que o marketing faz que é tão diferente assim de apenas aumentar as vendas.

A grande novidade para quem acaba de começar a se informar a respeito é que as ações de marketing não são unilaterais. Isto é, elas são criadas não apenas para te ajudar, mas também para ajudar os seus clientes na decisão de compra, envolvimento e engajamento com a sua marca.

Explicando melhor: que existe uma marca e um produto ideal para cada tipo de cliente, você já sabia. O que nunca parou para pensar é que também existe um cliente ideal para cada empresa.

Ele é que vai ficar satisfeito com o que você oferece e pagar o preço que você e ele julgam justo pelo seu produto ou serviço.

Além do mais, ele vai manter uma boa relação com a sua marca por muitos anos e ainda indicá-lo para todos os amigos dele que têm um problema semelhante ao dele e que você solucionou.

Vender para esse tipo de consumidor é mais fácil e barato, já que ele sabe o que quer e consegue perceber imediatamente que aquilo que você oferece é bom para ele.

Pois bem: as ações de marketing servem para juntar as empresas certas e os clientes certos, criando, desde o início, uma relação duradoura entre os dois.

Quem usa essas ações

Se formos crer num verbete de dicionário, o marketing é uma “estratégia empresarial de otimização de lucros por meio da adequação da produção e oferta de mercadorias ou serviços às necessidades e preferências dos consumidores, recorrendo a pesquisas de mercado, design, campanhas publicitárias, atendimentos pós-venda etc.”

Para o pequeno empreendedor, essa definição pode parecer complexa de se colocar em prática, mas, com o advento do marketing digital, tudo ficou muito mais fácil de fazer.

A principal métrica para medir o sucesso de uma ação de marketing é o ROI, do inglês Return On Investment ou retorno sobre investimento.

O ROI do marketing digital é muito, mas muito mais alto que o do marketing tradicional. Ou seja, investindo muito pouco, é possível ter um retorno muito grande, principalmente se você se dispuser a estudar as melhores formas de fazer isso, medir suas campanhas e fazer ajustes.

Isso faz da era digital uma espécie de era do marketing, em que tudo pode ser pesquisado, colocado em prática, medido e ajustado sem gastar grandes quantias. Ou seja: empresas de qualquer tipo e tamanho podem usar ações de marketing.

O conhecimento está à disposição de todos no ambiente online, que também oferece a oportunidade de colocar em prática ações de marketing virtual e os softwares para medi-las. Vamos entender melhor como elaborar uma dessas campanhas:

Como elaborar uma estratégia de ações de marketing

Que tal começarmos voltando ao conceito de marketing que citamos acima?

Ele menciona 3 etapas de uma estratégia de ações de marketing: uma pesquisa de mercado (isto é, uma investigação para saber se há uma demanda para o produto ou serviço que você pretende comercializar), a adequação desse produto ao gosto do consumidor e as campanhas pós-venda.

Repare que uma ação de marketing, portanto, começa muito antes de o seu produto existir e termina muito depois da venda.

Vamos, agora, examinar essas três etapas mais de perto, para que você também possa criar ações que sejam adequadas à sua empresa e ao seu produto:

1. Pense o seu público ideal

Lembra do que dissemos sobre o cliente ideal para cada tipo de negócio? Pois bem, chegou a hora de você encontrar o seu. Há duas abordagens possíveis para isso: o de público-alvo e o de buyer persona.

O público-alvo é algo mais fácil de definir: podem ser pessoas que moram num mesmo bairro — se o seu negócio tem características mais regionais —, têm uma certa faixa etária e um determinado poder aquisitivo.

A buyer persona, por outro lado, é algo mais difícil de determinar, mas ela te coloca muito mais perto do seu público ideal.

Afinal, ela deve ser feita por meio de pesquisas com seus melhores clientes e levanta dados muito mais específicos: nível de escolaridade, trabalho, características profissionais e familiares, objetivos e problemas.

Quanto aos dois últimos itens, lembre-se: oferecendo produtos e serviços que ajudam nos objetivos e solucionam problemas da buyer persona é  você as transforma em clientes.

2. Divulgue e venda para esse público

Essa é a etapa de uma estratégia de marketing com a qual você está mais familiarizado. A diferença é que, como você pensou no público ideal antes de oferecer o produto ou serviço, tudo ficou mais fácil, rápido e barato aqui.

As suas ações de marketing, agora, são muito mais objetivas.

São promoções, publicidade, propaganda e ofertas criadas para atingirem gente de uma determinada idade, com um problema a ser solucionado e que, ao se deparar com um anúncio virtual ou físico da sua empresa, vão pensar: “isso é exatamente o que eu procuro!”

3. Crie estratégias de pós-venda e meça os resultados

Um dos motivos de esse ser o seu público ideal é que eles vão continuar seus clientes por um bom tempo e ainda indicá-los para familiares e amigos que têm os mesmos problemas e perfil.

Então, fica aqui aquela que talvez seja a maior lição de uma ação de marketing para você: o seu relacionamento com um cliente não se encerra após a venda. Muitas vezes, é ali que ele começa, de fato. Fortaleça esses laços!

E, principalmente: meça os resultados da sua ação. Não importa o quão bem ela possa ter funcionado. Numa próxima vez, você sempre vai poder investir menos e atingir mais pessoas. Ou seja, melhorar o seu ROI!

Exemplos

Pode ser que tudo isso ainda esteja soando um pouco abstrato para você, por isso, vale a pena dar uma olhada em dois exemplos práticos.

São histórias de empresas que não só usaram uma estratégia de ações de marketing para se destacarem, mas que também trataram de ser inovadoras ao se posicionarem no mercado:

TOMS: vender calçados e fazer o bem

Quando visitou a Argentina, em 2006, Blake Mycoskie chegou a uma triste constatação: ainda há muitas pessoas no mundo que não têm dinheiro para comprar calçados.

Impressionado pela visão das crianças argentinas que eram obrigadas a ir para a escola descalças, ele teve uma grande ideia de modelo de negócios, que viria a se transformar na TOMS.

Blake sabia que havia pessoas de bom coração que concordariam em comprar seus produtos se soubessem que, fazendo isso, ajudariam essas crianças. Ou seja, ele planejou o seu público ideal.

Para cada par de sapatos que a TOMS vende, ela doa outro par igual para crianças carentes. Eis aí um excelente exemplo de uma empresa que elaborou uma ação de marketing que a fez se destacar no mercado e ainda tornar o mundo um lugar melhor.

E qual cliente não vai querer continuar comprando dessa empresa e ajudando mais e mais gente a ter o seu primeiro calçado?

Fabriko: ecobags e sustentabilidade

Em 2008, não se falava em aliar publicidade e atitudes sustentáveis para com o meio ambiente. Num cenário como esse, as ações de marketing da Fabriko soaram bem inovadoras.

E olha que ela fabrica um produto que é o primeiro a ser associado aos danos ao meio ambiente: sacolas. Partir disso e transformar a imagem de uma empresa para que ela se torne uma referência de sustentabilidade é uma tarefa para profissional de marketing nenhum botar defeito.

Pois a Fabriko conseguiu isso, criando o conceito do que hoje chamamos de ecobag. Ela aumentou suas vendas, expandiu o catálogo e, hoje, produz roupas, bolsas e diversos outros itens ambientalmente corretos.

Conclusão

As ações de marketing estão muito mais relacionadas com o que a sua empresa é do que com o que ela vende e por quanto.

Se você compreender isso e começar a usar todo o conhecimento e as ferramentas de marketing disponíveis no mundo virtual, nada impede que o seu negócio seja o próximo TOMS ou Fabriko. Afinal, há muitos problemas de persona para resolver e muita boa causa no mundo para seguir!

E já que estamos falando de marketing, que tal dar uma olhada nas 11 tendências de marketing para 2017 que sua empresa precisa conhecer? Assim, você começa desde já a criar suas próprias ações de marketing!

glossário de e-commerce

Glossário de e-commerce: O mundo do comércio virtual de A – Z!

Empreender é uma atividade fascinante, mas exige estudo. Não basta pegar capital e sair comprando mercadoria, ou contratando funcionários, é necessário planejamento.

Empreender é uma atividade fascinante, mas exige estudo. Não basta pegar capital e sair comprando mercadoria, ou contratando funcionários, é necessário planejamento.

A internet auxilia muito esse processo de aprendizagem, mas nem sempre as informações estão organizadas de forma prática, não é mesmo?

Pensando nisso o post de hoje vai resgatar a organização do dicionário e apresentar a você um glossário de e-commerce!

Os principais termos que você precisa saber, organizados em ordem alfabética para que facilitar a sua consulta. Vamos lá?

Glossário de E-commerce:

A

AdWords:

É um anúncio, realizado em serviços de busca na internet, como o Google AdWords, por exemplo. Esses serviços oferecem as propagandas de acordo com o comportamento do internauta.

Se ele pesquisar o termo “apartamento” o Google pode apresentar o site de uma imobiliária que tenha contratado esse tipo de publicidade.

AdView:

Visualização de anúncio. Revela quantas vezes o anúncio foi visualizado. Importante para avaliar a eficiência de estratégias de marketing e publicidade.

Aplicativo ou App:

Programa desenvolvido para rodar em dispositivos móveis, como celulares ou tablets.

Muitas lojas criam seu próprio app para poder aproximar-se do cliente, essa é uma estratégia que deve ser bem estudada, pois não é recomendada para todos os segmentos de e-commerce.

Audiência:

Público-alvo com quem o empreendedor deseja falar. É importante conhecer sua audiência para adaptar seu e-commerce a ela.

B

B2B (Business-to-Business):

Podemos definir como um e-commerce empresarial, ou seja, uma empresa que vende para outras empresas.

B2C (Business-to-Consumer):

A transação comercial entre uma empresa e-commerce e o consumidor final daquele produto – ou serviço –.

Banner:

Tipo de publicidade mais comum na internet. Normalmente apresentada no topo, ou lateral , das páginas web.

Seu conteúdo é independente do restante do site e o internauta o identifica como uma ação de propaganda.

Black Friday:

Sexta-feira após o dia de Ação de Graças americano. Nessa data as lojas costumam realizar grandes descontos e essa prática foi incluída por comércios brasileiros há alguns anos.

Behavorial Target:

Estudo que analisa o comportamento do consumidor na página web. Todas as interações, cliques, pesquisas e compras são analisadas. Esse estudo costuma direcionar ações de planejamento online.

Blog:

Página web com caráter informativo, no entanto, com linguagem mais leve e pessoal. Os blogs surgiram como diários virtuais, hoje são usados por empresas para uma comunicação mais direta com o público-alvo.

Um e-commerce de roupas pode ter um blog de moda, por exemplo.

Bounce Rate:

Mostra quantos internautas visitaram o site, mas não continuaram a navegação. Também conhecida como taxa de rejeição.

Cada vez que um internauta demonstra esse comportamento no site é contabilizada uma rejeição.

Boxing Day:

Liquidação dos produtos que não foram vendidos no Natal. Algumas lojas começam a fazer essas ofertas no dia 26 de dezembro.

Busca orgânica:

Quando o internauta chega ao seu site por meio de uma pesquisa. A busca orgânica é importante para o e-commerce pois é gratuita.

C

Call-to-Action (CTA):

São pequenos textos que chamam o internauta para uma ação, como compartilhar a página em suas redes sociais, se cadastrar no site e etc.

Categoria de produtos:

Forma de organizar seus produtos no e-commerce, melhorando a experiência do cliente.

Exemplo de categoria de produtos: “roupas masculinas”

Cauda longa (Long Tail):

Estratégia que facilita que o internauta encontre a página do seu e-commerce com uma pesquisa mais extensa, contendo palavras-chaves maiores, com no mínimo três termos.

Chargeback:

Cancelamento de uma compra feita com cartão de crédito, ou débito. Ocorre quando o titular do cartão não reconhece a compra, ou quando a transação não obedece às regras determinadas em contratos.

Click Rate ou CTR:

Razão entre a quantidade de vezes que um anúncio é exibido e o número de cliques que ele recebe.

Click Stream:

Também conhecido como rastro de cliques, essa prática analisa o comportamento do internauta no site, verificando a sequência das páginas que ele visita.

Código de Defesa do Consumidor:

Conjunto de regras criadas para proteger o consumidor em suas compras. Uma das regras relacionadas ao e-commerce é o “direito ao arrependimento”, na qual o cliente tem sete dias para devolver um produto que comprou pela internet.

Cross-border:

Comércio eletrônico internacional. Uma alternativa para quem investe em e-commerce é vender para clientes que moram em outros países.

Cross Docking:

Redistribuição de mercadorias, com a finalidade de reduzir a estocagem de produtos, gerando economia com impostos e melhorando a logística de distribuição.

D

Dhtml:

Junção da linguagem HTML com a linguagem Java Script.

Download:

Ato de baixar uma cópia de um arquivo.

Duração da visita:

Tempo em que o internauta ficou no site.

E

E-Bit:

É uma validação da qualidade da sua loja online, oferecida por uma empresa particular de mesmo nome. Essa certificação costuma ser levada em consideração pelos clientes no ato da compra.

ERP:

Sistema de informática que reúne grande parte das informações e ações de uma empresa, tornando-se responsável por administrar tais ações.

A sigla é uma abreviação do termo em inglês Enterprise Resource Planning, que em português significa Planejamento dos Recursos da Empresa.

EDI:

Troca de documentos entre parceiros comerciais, feita exclusivamente pelo ambiente digital. Exige padronização de documentos, no entanto, pode melhorar os processos empresariais envolvidos.

E-Sedex:

Serviço oferecido pelos Correios para a entrega de mercadorias adquiridas exclusivamente pela internet.

F

FAQs (Frequently Asked Questions):

São perguntas feitas com frequência. No caso de um e-commerce essas perguntas podem estar relacionadas ao tempo de entrega da mercadoria, ou a política de devolução.

É recomendável ter uma página com as respostas dessas perguntas para evitar congestionamento na central de atendimento.

Front Office:

Também conhecida como Linha de Frente, são as atividades de uma empresa que mais têm contato com o cliente.

Também pode significar a interface com a qual o internauta interage em seu e-commerce.

Funil de Vendas:

Também conhecido como funil de conversão. Está amplamente ligado ao Marketing de Conteúdo. Neste artigo explicamos bem o conceito.

Com relação ao e-commerce o Funil de Vendas pode revelar informações sobre a fuga do internauta, como em que página os visitantes costumam desistir da compra. Uma maneira de medir essa informação é usando ferramentas como o Google Analytics.

G

Gateway de Pagamento:

É uma aplicação para e-commerce, mantida por uma empresa financeira, que autoriza transações entre os clientes o a loja online.

Gestão de risco de fraudes:

Série de estratégias tomadas para evitar que a loja online seja vítima de fraudes financeiras.

H

Hashtag:

Ferramenta que otimiza as buscas por determinados termos. Muito popular em redes sociais como o Twitter.

Heavy-user:

Potenciais consumidores de determinada marca ou produto. Esse termo também se refere a usuários avançados de internet, que de tanto utilizarem um serviço online conquistam grande conhecimento sobre o tema.

Homepage:

Página principal de um site.

Hospedagem:

Serviço oferecido por uma empresa particular, responsável pelo armazenamento do site e sua visualização na internet por meio de seu endereço.

HTML:

Linguagem de códigos usada para criar sites. A linguagem HTML é a mais popular, mas não é a única forma de se programar um site.

I

Inbound Marketing:

Também chamado de Marketing de atração. Normalmente essa estratégia atrai clientes por meio de conteúdos feitos para internet, como blogs, podcast, vídeo aulas e etc.

Um exemplo no e-commerce: uma loja de materiais de construção que dá dicas de decoração em um blog.

Indexar:

No caso das empresas digitais, esse termo está associado à indexação de suas páginas por ferramentas de busca, como o Google.

As páginas que aparecem no topo das pesquisas desses sites foram indexadas. Esse resultado foi possível graças às estratégias de marketing e SEO.

Índice de Qualidade Adwords:

Ferramenta do Google que calcula qual o melhor anúncio realizado, ou seja, com maior probabilidade de atrair a atenção do usuário convertendo-se em clique.

Índice FIPE Buscapé:

Índice disponibilizado pela empresa Buscapé e pela FIPE, na qual revela-se a variação dos preços dos produtos comercializados pela internet brasileira.

Interatividade:

Ação do usuário do seu e-commerce a algum estímulo disponibilizado na loja. Por exemplo: comentar sobre um produto.

Intermediador de pagamento:

Ferramenta que faz uma ponte entre o e-commerce e a instituição financeira responsável pelo pagamento da compra.

Trabalhar com intermediador de pagamentos pode reduzir a incidência de fraudes com cartões de crédito.

J

JPEG:

Um dos formatos de imagem existentes. É importante que o empreendedor de e-commerce padronize o formato dos arquivos de imagens para facilitar a edição.

K

Keyword:

O mesmo que palavra-chave.  Termo que será trabalhado no e-commerce para atrair o usuário.

KPI (Key Performance Indicator):

Pode ser traduzido como: indicador-chave de desempenho. São métricas que o empreendedor escolhe para avaliar o sucesso das estratégias adotadas. 

L

Lead:

São os dados de um potencial cliente. O visitante cadastra-se em seu e-commerce para receber ofertas por e-mail.

Desse modo o lojista tem como entrar em contato. Não é um simples cadastro. Essa estratégia tem como meta saber quem são os internautas que podem convertem-se em fregueses.

Link Patrocinado:

Quando o empresário paga para divulgar seu link em um site.

M

M-commerce:

Comércio eletrônico realizado a partir de dispositivos móveis, como celulares.

Mobile Marketing:

Ações de Marketing estratégicas para dispositivos móveis.

N

Newsletter ou E-letter:

E-mail enviado contendo notícias e/ou informações. O blog de seu e-commerce pode enviar e-mails para os usuários (gerando leads) destacando os melhores posts da semana.

NPS:

Metodologia que mede o grau de fidelidade e satisfação do cliente com relação à sua loja e/ou produtos.

O

One-to-one:

Ação de Marketing focada no caráter individual de cada cliente. Possível apenas se houver uma relação estreita entre a empresa e o consumidor.

Overdelivering:

É uma forma de agregar mais valor percebido por um consumidor no memento que ele está recebendo uma oferta ou realizando uma compra.

Basicamente, é entregar mais do que o consumidor espera.

P

Pesquisa de Mercado:

Estudo realizado com o objetivo de obter uma visão atual do mercado no qual a empresa está inserida.

Pop-up:

Janela que se abre no navegador, mas que é independente da Homepage.

R

Review:

Conteúdo, normalmente feito por usuários ou imprensa especializada, testando um produto.

Rich Media Banner:

Publicidade digital avançada, que incentiva a interação com o usuário.

ROI (Return on Investment ou Retorno de Investimento):

Cálculo que mostra o quanto de retorno um investimento trouxe.

S

SEO (Search Engine Optimization):

Estratégias adotadas para melhorar o posicionamento de uma página nos sites de buscas.

Site responsivo:

Site que se adapta automaticamente aos diferentes navegadores e dispositivos.

SKU:

Stock Keeping Unit (SKU), ou em português Unidade de manutenção do estoque. Classifica os produtos, facilitando seu armazenamento e reposição.

T

Taxa de conversão de vendas:

Cálculo que ajuda o empreendedor a mensurar como os investimentos que realizou transformaram-se – ou não – em vendas.

Tempo Médio de Navegação:

Média numérica do tempo gasto polos usuários navegando em seu site.

U

URL (Uniform Resource Locator):

Conjunto de palavras ou códigos que são digitados no navegador para levar o internauta a um site.

Usuário:

O internauta que utiliza/navega em seu e-commerce.

V

View/Visita:

O acesso de um internauta ao seu site. Pode ser medida como visita única, mesmo que o internauta passe horas na sua loja será contada como uma só visita.

W

Web Service:

Serviços utilizados pela Web

X

XML:

Linguagem de programação.

Agora que você tem acesso a esse glossário de e-commerce poderá realizar suas pesquisas sobre o tema de forma organizada.

Muitos termos têm nomes complexos, mas não se assuste, na prática é fácil dominá-los. Basta um pouco de estudo.

O e-commerce jé uma realidade importante no contexto de negócios atuais, e sua empresa não pode fica de fora, não é mesmo?

E falando em estudo que tal continuar aprendendo?  A dica é este artigo sobre otimização de tempo. Você sabe gerenciar o tempo que dedica à sua empresa?

O tempo é um recurso escasso, difícil de mensurar, no entanto, é muito valioso e, literalmente, vale dinheiro. Por isso, não deixe de ler sobre o tema.