15 dicas para infantilizar profissionais

15 dicas para infantilizar profissionais

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Este texto faz parte da coluna da Plataforma Brasil feito especialmente para os leitores do Saia do Lugar.

Você deseja infantilizar a sua equipe? Evidentemente que não. Quem desejaria isso em sã consciência? Provavelmente ninguém.

As consequências são desastrosas, principalmente para quem necessita delegar responsabilidades e não tem tempo, nem paciência, para controlar e fiscalizar a própria equipe o tempo todo.

Mas a coisa não é assim tão simples, e pouco a pouco, caso não fique atento, perceberá que está gerenciando uma horda de adultos que se portam como crianças.

Para abordar o assunto, escolhemos uma forma pouco usual. Vamos correr na direção oposta da solução, mostrando justamente quais são as atitudes, métodos e práticas que podem transformar o seu escritório em um jardim da infância, e você em uma babá.

Observe e saiba evitar as seguintes situações:

1)  Ao receber uma crítica, reaja (falsamente) aceitando o comentário diante das pessoas, mas na primeira oportunidade puna o crítico deixando bem claro de quem é a autoridade ali.

2) Peça sugestões para os problemas e questões da empresa, mas ao escutá-las apoie apenas e exclusivamente aquelas ou aquela pessoa que expressou ideias que coincidam com as suas.

3) Fortaleça e promova única e exclusivamente, os colaboradores que lhe dirijam elogios, reconhecimento, aceitação e apoio como chefe.

4) Controle seus colaboradores rigorosamente, não apenas nos resultados ou em pontos de checagem específicos, mas em absolutamente todos os detalhes.

5) Reaja com irritação, sempre que escutar um relato ou análise sobre determinado problema, que não coincida com a sua opinião.

6) Irrite-se sempre que escutar más notícias

7) Controle os horários de trabalho rigorosamente.

8) Intrometa-se na vida pessoal dos seus colaboradores, com aconselhamentos, discriminando aqueles que se opõe a sua participação.

9) Apoie a capacidade de persuasão e as performances cênicas durante as apresentações e exposições, em detrimento daqueles que se baseiam em abordagens objetivas, com clareza de ideias e argumentação lógica.

10) Combata as atitudes e posicionamentos dotados de personalidade e senso crítico, promovendo sempre o “senso comum” e as “frases de efeito”.

11) Não admita em nenhuma hipótese os erros que você mesmo cometeu. Isso pode enfraquecer a sua liderança.

12) Desaprove com vigor aqueles que assumem os seus próprios erros, por mais honestos que sejam, afinal de contas a sua empresa é um lugar para profissionais perfeitos.

13) Jamais assuma a responsabilidade diante de situações críticas ou que ofereçam risco ao seu prestígio.

14) Hipervalorize o sucesso, com total desaprovação sobre o fracasso. Afinal de contas, as pessoas que trabalham com você jamais fracassam. Nem você mesmo, claro.

15) Patrulhe o posicionamento dos seus colaboradores, exigindo que tenham sempre uma atitude politicamente correta.

A lista poderia ser mais longa, mas se conseguir evitar as situações que descrevemos, estará dando um grande passo para a maturidade profissional dos seus colaboradores, e da sua também.

Boa sorte e até o próximo.

Gustavo Chierighini, da Plataforma Brasil

Para ler outros textos da coluna da Plataforma Brasil no Saia do Lugar, clique aqui.

Você deseja infantilizar a sua equipe? Evidentemente que não. Quem desejaria isso em sã consciência? Provavelmente ninguém.

As consequências são desastrosas, principalmente para quem necessita delegar responsabilidades e não tem tempo, nem paciência, para controlar e fiscalizar a própria equipe o tempo todo.

Mas a coisa não é assim tão simples, e pouco a pouco, caso não fique atento, perceberá que está gerenciando uma horda de adultos que se portam como crianças.

Para abordar o assunto, escolhemos uma forma pouco usual. Vamos correr na direção oposta da solução, mostrando justamente quais são as atitudes, métodos e práticas que podem transformar o seu escritório em um jardim da infância, e você em uma babá.

Observe e saiba evitar as seguintes situações:

1)Ao receber uma crítica, reaja (falsamente) aceitando o comentário diante das pessoas, mas na primeira oportunidade puna o crítico deixando bem claro de quem é a autoridade ali.

2) Peça sugestões para os problemas e questões da empresa, mas ao escutá-las apoie apenas e exclusivamente aquelas ou aquela pessoa que expressou ideias que coincidam com as suas.

3) Fortaleça e promova única e exclusivamente, os colaboradores que lhe dirijam elogios, reconhecimento, aceitação e apoio como chefe.

4) Controle seus colaboradores rigorosamente, não apenas nos resultados ou em pontos de checagem específicos, mas em absolutamente todos os detalhes.

5) Reaja com irritação, sempre que escutar um relato ou análise sobre determinado problema, que não coincida com a sua opinião.

6) Irrite-se sempre que escutar más notícias

7) Controle os horários de trabalho rigorosamente.

8) Intrometa-se na vida pessoal dos seus colaboradores, com aconselhamentos, discriminando aqueles que se opõe a sua participação.

9) Apoie a capacidade de persuasão e as performances cênicas durante as apresentações e exposições, em detrimento daqueles que se baseiam em abordagens objetivas, com clareza de ideias e argumentação lógica.

10) Combata as atitudes e posicionamentos dotados de personalidade e senso crítico, promovendo sempre o “senso comum” e as “frases de efeito”.

11) Não admita em nenhuma hipótese os erros que você mesmo cometeu. Isso pode enfraquecer a sua liderança.

12) Desaprove com vigor aqueles que assumem os seus próprios erros, por mais honestos que sejam, afinal de contas a sua empresa é um lugar para profissionais perfeitos.

13) Jamais assuma a responsabilidade diante de situações críticas ou que ofereçam risco ao seu prestígio.

14) Hipervalorize o sucesso, com total desaprovação sobre o fracasso. Afinal de contas, as pessoas que trabalham com você jamais fracassam. Nem você mesmo, claro.

15) Patrulhe o posicionamento dos seus colaboradores, exigindo que tenham sempre uma atitude politicamente correta.

A lista poderia ser mais longa, mas se conseguir evitar as situações que descrevemos, estará dando um grande passo para a maturidade profissional dos seus colaboradores, e da sua também.

Boa sorte e até o próximo.

  • Raul Abreu

    Seguindo estes conselhos, irei tratar meus colaboradores não como o nome literalmente é definido, aqui os “colaboradores” são definidos como ferramentas para fazer o que você não pode fazer sozinho, ou seja, você se comporta de uma forma para controlar melhor a todos, mas no fim nada que você disse ou fez é o que você pensa. Desaprovo totalmente estas dicas…vejam essa palestra: http://www.ted.com/talks/lang/eng/dan_pink_on_motivation.html

    • http://saiadolugar.com.br Millor Machado

      Oi Raul, tudo bem?

      O artigo mostra justamente situações a serem evitadas.

      Abraços!

    • Disqus

      É só ler… mas tem que ter atenção:

      “Para abordar o assunto, escolhemos uma forma pouco usual. Vamos correr na direção oposta da solução, mostrando justamente quais são as atitudes, métodos e práticas que podem transformar o seu escritório em um jardim da infância, e você em uma babá.”

      …Vamos correr na direção oposta…
      …mostrando justamente quais…
       
      …podem transformar o seu escritório em um jardim da infância…
       

  • Paulo André Filipak

    Que artigo esquisito!?!?

  • http://www.facebook.com/lulacamargo Lula Camargo

    Ficou confuso!