Empreendedorismo

Ser empreendedor é passar por diversos desafios diários, não é mesmo?

Com essa categoria você aprenderá tudo o que você precisa para se tornar um empreendedor cada vez mais preparado para enfrentar o mercado e vai ficar por dentro das melhores práticas deste meio.

Dicas, Ferramentas, Leis trabalhistas, Encargos tributários, Melhores Práticas, Tipos de profissionais e muito mais!


como elaborar um plano estratégico

Como elaborar um plano estratégico? Aprenda a fazer um planejamento de sucesso!

Antes de qualquer coisa, vamos começar pensando no significado dessas duas palavras, separadamente.

Antes de qualquer coisa, vamos começar pensando no significado dessas duas palavras, separadamente.

Planejar significa projetar, programar ou definir um conjunto de ações com antecedência. Estratégia é a combinação de fatores afim de buscar um resultado ou chegar a um fim. Ou seja: as duas coisas estão diretamente ligadas ao ato de empreender.

Porém, por mais que muitos empreendedores entendam a necessidade de ter um Planejamento Estratégico, alguns ainda o deixam como um fator opcional ou secundário para o negócio simplesmente por não saber por onde começar ou por não entender, na prática, a importância de ter um.

Por isso, vamos explicar exatamente porque ter um e como elaborar o Planejamento estratégico da sua empresa ou futuro negócio, para que você consiga prever desafios e direcionar os seus esforços para um alvo comum.

Afinal, esses dois fatores podem interferir no sucesso do seu negócio!

O que é um Planejamento Estratégico?

Basicamente, Planejamento Estratégico é o resultado da análise da sua empresa e de todos os fatores que interferem em seu desenvolvimento, com o objetivo de direcionar as suas ações e tomadas de decisões.

Ao elaborar um Planejamento Estratégico você estará fazendo um mapeamento do seu atual cenário, podendo fazer projeções de crescimento e desenvolvimento do seu negócio a curto, médio e longo prazos.

Peter Drucker, considerado o pai da administração moderna, e autor de vários livros a respeito do assunto, disse que “O Planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas Às implicações futuras das decisões presentes”. E não poderíamos concordar mais com ele.

Com um bom planejamento correrá menos riscos e poderá tomar decisões respaldada em dados e metas, tornando suas ações mais direcionadas e com maiores chances de alcançar os seus objetivos. Com isso fica mais fácil tanto gerir o negócio quanto monitorar os seus resultados.

Como elaborar um plano estratégico para o meu negócio?

Como dissemos, antes de tudo um Planejamento Estratégico é uma análise geral do contexto  e da saúde do seu negócio, Por isso, o primeiro passo é reconhecer esse cenário.

Identificando os pilares da sua empresa

Antes de começar o seu Planejamento Estratégico, você precisa ter em mente exatamente quais são os principais fundamentos que norteiam a sua empresa.

  • Missão: Qual a finalidade do seu negócio? Por que ele existe? Qual problema ele pretende solucionar no mercado ou na vida dos seus futuros clientes?
  • Visão: Onde você deseja chegar? Quando pensou na empresa, qual era o seu objetivo para ela?
  • Valores: Como você pretende chegar? Quais são os princípios primordiais para que você alcance os resultados do seu negócio?

Mesmo que você já tenha uma empresa a mais tempo, caso esses aspectos não sejam claros, é fundamental criá-los e documentá-los. Eles são como um resumo simples e prático do que é o seu negócio. E todos os envolvidos com devem tê-los claros e como um direcionamento básico de todas as suas ações.

Identificando o cenário atual

Esse contexto envolve, basicamente, duas vertentes: interno e externo.

Ambos têm igual importância no desenvolvimento de um Planejamento Estratégico. Afinal, eles interferem no seu modo de ser, em suas entregas, nos seus resultados e em seus objetivos.

Por isso é importante entender o cenário atual antes de tomar decisões, pois esses dois ambientes serão impactados por suas ações de maneira direta ou indireta.

Caso você já possua, um bom norteador desse processo é acessar o Modelo de Negócio ou o Business Model Canvas da sua empresa. Nele você terá os principais dados em relação a análise do seu cenário, tanto interna quanto externamente.

Cenário Interno

Nessa análise, é importante entender o que você tem em mãos, ou seja, quais os recursos que você tem atualmente para alcançar os seus objetivos: insumos, mão de obra, tecnologias, parceiros, recursos, ferramentas… Tudo o que contribui para que o seu produto ou serviço chegue até o consumidor final.

Cenário Externo

Desse lado estão os seus clientes e potenciais clientes: quem são, como se comportam, quais os seus problemas, dúvidas, como a sua empresa pode ajudá-los, quais os melhores canais para alcançá-los… Tudo o que envolva atingir o seu público.

Nesse caso, o ideal é definir uma persona, e não um público-alvo. Isso porque, ao contrário da definição abrangente de público, uma persona delimita características do seu cliente ideal para direcionar as suas ações.

Além disso também é preciso entender o seu mercado: quem são os seus concorrentes, como eles se comportam, qual o seu diferencial em relação a eles, quais os seus pontos fracos e fortes, no que eles erram ou acertam… Entender esse contexto é fundamental para evitar cometer os erros dos outros e também saber como superá-los.

Colocando o Planejamento em prática

A partir desses dados, é hora de entender: Onde eu quero chegar? A ideia é ter um objetivo primário e primordial, que pode se desdobrar em outros secundários.

Aumentar as vendas? Ter alcance internacional? Ampliar o seu mercado? Lançar um novo produto? Melhorar ou estreitar o seu relacionamento com os clientes?

Não importa! É fundamental apenas colocar uma meta e, a partir daí, traçar um Planejamento claro para alcançá-la.

A sua base são os dados recolhidos anteriormente. Por exemplo, vamos supor que a sua empresa queira alcançar uma nova persona. Para isso, o que vocês já tem? Um bom time de Marketing? Canais estabelecidos? Recursos para colocar o planejamento em prática?

E o que vocês não tem? Uma estratégia de Marketing clara e definida? Dados suficientes a respeito desse novo cliente ideal?

As respostas a essas perguntas definem o seu Planejamento Estratégico: o que eu tenho e o que eu preciso para alcançar esse novo objetivo.

Dica fundamental: estabeleça metas!

É muito difícil entender se você está no caminho certo se o seu time não conhece o caminho. Por isso, é importante definir metas claras e alcançáveis a curto, médio e longo prazos, que podem e devem ser revisadas de tempos em tempos para garantir o alinhamento da estratégia.

Além de motivar pessoas e definir claramente o que é preciso para alcançar um novo patamar, as metas também auxiliam na gestão e manutenção do Planejamento Estratégico, coordenando as medidas que devem ser tomadas ao longo da sua execução.

Por fim, envolva todos os participantes da execução do plano o máximo possível, para que eles entendam o que precisa ser feito e como, e assim estejam alinhados e engajados com o processo!
Agora, se você deseja saber como o Planejamento Estratégico, na prática, tem afetado os seus resultados, conheça quais métricas de vendas o seu negócio precisa acompanhar!

direito empresarial

Tudo que você precisa sobre Direito empresarial para evitar problemas futuros

O direito empresarial é uma matéria cuja importância vai além do mundo de advogados, promotores e juízes. Mesmo não sendo dessa área, quem decide abrir o próprio negócio precisa conhecer alguns pontos indispensáveis, de modo a tornar a sua atuação muito mais adequada.

O direito empresarial é uma matéria cuja importância vai além do mundo de advogados, promotores e juízes. Mesmo não sendo dessa área, quem decide abrir o próprio negócio precisa conhecer alguns pontos indispensáveis, de modo a tornar a sua atuação muito mais adequada.

Ao mesmo tempo, a matéria pode ser bastante complexa e nem tudo pode se encaixar na sua realidade. Por isso, focar-se nos pontos mais importantes faz a diferença para que você entenda do assunto da maneira adequada.

Você tem dúvidas sobre direito empresarial e não sabe por que todo empreendedor precisa estar por dentro desse assunto?

O que é direito empresarial?

O direito empresarial também é conhecido como direito comercial e trata de uma área do direito privado, instituindo pontos importantes sobre as atividades empresariais.

A disciplina traz informações sobre como as sociedades devem existir, quais são as regras para relações de mercado, de concorrência, de contratos e assim por diante. É, portanto, a matéria que orienta os empresários em diversos sentidos, de modo a garantir uma atuação completamente regular.

Além de tudo, é responsável por garantir a proteção da propriedade privada e intelectual de quem tem o próprio negócio.

Por que um empreendedor precisa estar por dentro do assunto?

Ao estar por dentro desse assunto, um empreendedor reconhece seus direitos e suas obrigações principais. Isso faz com que a sua atuação seja mais informada, mais assertiva e, principalmente, muito mais segura.

Há menos chances de o empreendedor cometer alguma infração que possa colocar a sua empresa em risco. Além de tudo, ele consegue compreender melhor todo o potencial que possui para explorar em contratos e sociedades, por exemplo.

De quebra, ele conhece exatamente quais são as suas responsabilidades a respeito do negócio e quais são os pontos que mais exigem a sua atenção, de modo que consegue se preparar de maneira adequada para exercer essa função.

Isso faz com que a atuação da empresa seja mais consistente, evitando falhas e mesmo multas. Traz uma visão mais profissional para o negócio, a fim de contribuir, também, para a satisfação dos consumidores e dos parceiros de negócio em geral.

Conhecer essa abordagem é indispensável para qualquer empreendedor que deseja atuar dentro do que determina a legislação em vigor.

Quais são as coisas principais que um empreendedor precisa entender?

O direito empresarial é uma matéria complexa, cheia de vertentes e com muito conteúdo a ser estudado. Para um empreendedor, entretanto, não é necessário conhecer todos esses pontos.

Em vez disso, vale mais a pena focar-se em alguns aspectos principais, de modo a usar esse conhecimento de maneira estratégica.

Dentre as coisas principais que devem ser conhecidas sobre esse tema estão:

Regularização do negócio

Em primeiro lugar, é necessário compreender que sua empresa precisa estar devidamente registrada e totalmente regularizada para que sua atuação seja permitida. Dessa forma, é importante conhecer o que trata o direito empresarial sobre o registro de um novo empreendimento.

É necessário, por exemplo, fazer o registro na Junta Comercial da cidade de atuação, assim como o cadastro na Secretaria de Fazenda e na Previdência Social.

Tudo isso vai garantir que o empresário atue de maneira regular e que a empresa esteja dentro das regras que são especificadas.

Tipos de sociedade

Quanto ao direito societário, é necessário compreender os tipos de sociedade existentes. Para que ela seja firmada, é exigido, em primeiro lugar, o estabelecimento de um contrato social.

Ele vai definir as responsabilidades e direitos de cada sócio, de modo a manter o registro para que não haja quaisquer dúvidas durante a atuação do negócio em si.

Os sócios, por sua vez, são solidários às obrigações da empresa, mas a extensão desse tipo de obrigação depende do tipo de sociedade. Dentre os principais, estão:

Sociedade limitada

Cada sócio tem responsabilidades condizentes com o valor do capital social, de modo a não interferir no patrimônio pessoal de cada um. É mais comum entre novos empreendedores e entre negócios mais simples.

Sociedade ilimitada

É estabelecida quando todos os sócios respondem de maneira ilimitada pelas responsabilidades do negócio, incluindo no caso de dívidas e obrigações que ultrapassem o valor do capital social.

Sociedade mista

Constitui-se a sociedade mista quando parte dos sócios tem responsabilidade limitada e parte, responsabilidade ilimitada.

Esse tipo também é conhecido por sociedades em comandita, que pode ser simples ou por ações. Nesse último caso, os sócios acionistas têm responsabilidade limitada.

Sociedade anônima

É um tipo de sociedade limitada, mas que é dividida em ações. Há ações que podem ser negociadas (de capital aberto) e ações que não podem ser vendidas ou compradas (as de capital fechado).

Os sócios não estão necessariamente ligados por contrato e, geralmente, aparecem em um número maior.

Sociedade em nome coletivo

Trata-se de uma sociedade formada exclusivamente por pessoas físicas, as quais são solidárias e respondem de maneira ilimitada pelo negócio.

A divisão de responsabilidades pode ser definida em contrato, mas nenhuma outra pessoa, que não os sócios, pode administrar o empreendimento.

Pagamento de tributos

O direito tributário é outra vertente e uma das mais importantes que devem ser conhecidas.

Ele traz uma abordagem sobre o que deve ser levado em consideração para que os tributos da empresa sejam devidamente aferidos e pagos.

Entre as principais questões que devem ser conhecidas neste ramo jurídico, os regimes de tributação se destacam. Dentre as possibilidades para a empresa, estão:

Simples Nacional

Regime de tributação simplificado em que oito impostos (IRPJ, CSLL, IPI, PIS, COFINS, ICMS, ISS e CPP) são pagos em uma só guia. Alguns negócios não podem adotar esse tipo de tributação, mas, no geral, é o mais indicado para empresas menores.

Empresas que faturam até R$ 3,6 milhões por ano podem adotar esse regime, desde que dentro das demais regras.

Lucro presumido

No regime de lucro presumido, é utilizado um percentual do faturamento bruto do negócio para que seja feito o cálculo dos impostos. Em geral, esse percentual é de 32%, mas há negócios cuja taxa é menor.

É limitado para empresas que faturem até R$ 78 milhões anualmente e é um dos regimes mais procurados, inclusive por ser bastante simplificado.

Lucro real

Nesse caso, a base de cálculo corresponde a todo o lucro devidamente apurado no período. Por isso, há uma necessidade maior de controle.

É obrigatório para empresas com faturamento anual acima de R$ 78 milhões, mas pode ser adotado por qualquer empresa voluntariamente, sem exceções.

Além dos regimes de tributação, também é relevante conhecer algumas questões como a necessidade de livros de registro e de controle para os lançamentos de movimentações.

É necessário ainda usar as ferramentas adequadas, como realizar a emissão de nota fiscal e utilizar balanços de controle.

Obrigações trabalhistas

O direito trabalhista não pode ser ignorado e, com isso, é um dos pontos que devem ser também explorados pelo empreendedor. É necessário compreender, por exemplo, que é obrigatório realizar o pagamento de um salário compatível com o mercado e com a função desempenhada.

Dentro do regime de horas da CLT, o valor do salário mínimo é tomado como base e é necessário pagar horas extras, assim como adicionais noturnos ou de periculosidade.

O registro de horas deve ser feito com a ajuda de um relógio de ponto, que não pode ser alterado.

Além disso, o empregador precisa fazer o pagamento da Previdência Social e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), além de fazer o pagamento de férias e 13° salário.

Quanto à terceirização, ela só é permitida se não for em relação à atividade-fim do negócio e, também, se não houver o que for caracterizado como vínculo empregatício.

Direito do consumidor

Já em relação ao consumidor, ele também tem direitos que precisam ser respeitados pelo empreendedor. Não é permitido, por exemplo, negar-se a vender um produto para um cliente, baseando-se em qualquer critério.

A propaganda enganosa também é vedada, assim como a realização de compras casadas — em que o cliente é obrigado a adquirir um item para levar o outro.

Em caso de compras feitas à distância — como em um e-commerce — o cliente tem o direito de desistir até 7 dias após a compra, mesmo sem que haja defeitos ou erros.

Caso um mesmo produto apresente dois preços diferentes, o cliente tem direito de pagar o mais baixo.

Se houver defeito ou falha, o consumidor tem o direito de realizar a troca, desde que apresente a nota fiscal. Não menos importante, é garantida ao consumidor a liberdade de escolha, assim como a orientação adequada para fazer a melhor compra possível.

Compreender todos esses pontos de antemão evita, inclusive, disputas judiciais e prejuízos para a imagem da marca.

Conclusão

O direito empresarial é um tema bastante amplo e que é indispensável para qualquer empreendedor.

Por meio de seus pontos principais, é possível compreender quais são os pontos que merecem mais atenção por parte de quem é dono do próprio negócio.

Assim, dá para garantir que a empresa esteja em conformidade com a lei em todos os sentidos, aumentando a segurança.

Agora que você já conhece todos esses conceitos de direito empresarial, aproveite para entender mais sobre o funcionamento de uma microempresa.

saúde vs produtividade

Saúde vs produtividade: como essa equação deve estar equilibrada no trabalho?

Ter trabalhadores produtivos é o objetivo da maioria das empresas, porém, não basta apenas contratar funcionários capacitados e achar que tudo estará resolvido.

Ter trabalhadores produtivos é o objetivo da maioria das empresas, porém, não basta apenas contratar funcionários capacitados e achar que tudo estará resolvido.

A produtividade está diretamente relacionada à saúde e bem-estar dos colaboradores e quando esses não possuem boas condições de trabalho ou preocupações, os resultados não são satisfatórios.

Sabendo dessas informações, a qualidade de vida no trabalho tem se tornado uma preocupação frequente na empresas, mas ainda está longe de atingir um patamar ideal.

Em uma palestra, o presidente da FIESC, Glauco José Côrte, apresentou alguns dados que chamam a atenção. Para ele, por ano, se perdem 35 milhões de dias de trabalho devido a problemas de saúde.

Dos 150 mil trabalhadores afastados por problemas de saúde em 2015, somente cerca de 15 mil estariam reabilitados em pouco tempo para voltar a exercer as suas funções.

Quando se consideram os valores, os números chamam a atenção. Entre os anos de 2010 e 2014, foram gastos US$ 23,7 bilhões com problemas de saúde dos trabalhadores.

Esses dados alarmantes, aos poucos estão tentando ser revertidos pelas empresas, tanto que os investimentos em saúde têm aumentado.

Investir em saúde para aumentar a produtividade

Percebendo que para conseguir bons resultados produtivos, as empresas e indústrias notaram que não basta apenas investir em equipamentos modernos, é preciso cuidar de seus funcionários.

Devido a isso, os investimentos vêm aumentando e proporcionando bons resultados, como com a contratação do plano de saúde empresarial.

Um levantamento feito pelo Serviço Social da Indústria (SESI), entre outubro de 2015 e fevereiro de 2017, com 500 empresas de médio e grande porte, permitiu se ter uma boa noção desse cenário.

Entenda alguns dados que foram coletados durante o estudo.

  • 71,6% das empresas entrevistadas afirmam que se preocupam com a saúde dos trabalhadores;
  • Para 76,4%, a atenção à saúde deve aumentar nos próximos 5 anos, sendo que 13,2% acreditam que ela deve aumentar muito;
  • 48% possuem ações que visam promover a saúde no trabalho e assim reduzir as faltas por esse motivo;
  • 43,6% delas notaram que essas ações conseguem proporcionar maior produtividade no chão de fábrica;
  • 34,8% veem essas ações como parte importante na redução de custos;
  • 87,8% das indústrias realizam a gestão do afastamento por doença;
  • 84% das empresas monitoram os aspectos ergonômicos;
  • As grandes empresas são as que mais dão atenção à saúde dos trabalhadores, sendo que 36% delas possuem uma preocupação muito alta. Entre as médias empresas, 20,4% possuem o mesmo grau de preocupação.

Problemas que afetam a produtividade

Não basta apenas entender que o problema existe é preciso saber quais são as causas para que ele seja combatido.

Analisando as principais causas de problemas de saúde no trabalho e como afetam a produtividade, a Willis Towers Watson realizou a pesquisa [email protected] – Health & Productivity com 56 empresas brasileiras.

Também foram analisados outros lugares do mundo para se fazer uma comparação, sendo 1.700 empresas em 34 países.

No Brasil, os principais problemas citados pelos empregadores são:

  • Estresse (62%);
  • Falta de atividade física (44%);
  • Presenteísmo (42%);
  • Excesso de peso/obesidade (40%);
  • Maus hábitos alimentares (36%).

O estresse também aparece em primeiro lugar da lista em lugares como Estados Unidos, oriente Médio, Europa, África e América Latina.

Quando os gestores foram questionados sobre o comprometimento da empresa em relação à saúde dos trabalhadores, em 2018, 80% deles informaram que irão aumentar ou aumentar significativamente esse comprometimento.

Hoje, a visão ainda está um pouco diferente, com 48% delas entendendo que é essencial ter uma estratégia relacionada à saúde. Já 34% delas dizem que a saúde tem uma importância moderada.

Entretanto, com as empresas cada vez mais preocupadas e investindo em seus trabalhadores, a adesão continua baixa. Apenas 57% dos empregados brasileiros participaram de alguma ação ou programa no último ano.

Os motivos para essa baixa adesão foram:

  • 51% preferem gerenciar sozinhos a sua saúde;
  • 40% acham que as iniciativas oferecidas por suas empresas não atendem as suas necessidade;
  • 22% não querem que os empregadores tenham acesso as suas informações de saúde.

O que fazer para aumentar a qualidade no trabalho?

A segurança precisa ser verificada, pois ela pode diminuir consideravelmente os acidentes no trabalho e também contribuir para a preservação da saúde do trabalhador.

A utilização dos equipamentos de proteção individuais são essenciais, e esses devem ser fornecidos pela empresa.

Eles devem estar em boas condições e garantir que os trabalhadores possam executar as suas atividades em segurança, sem que corram grandes riscos.

Os colaboradores também devem passar por treinamento antes de executarem as suas tarefas. É preciso que eles não apenas conheçam como realizar as atividades, mas o risco envolvido em cada uma delas.

O cumprimento da legislação é normas técnicas é outro ponto fundamental. Elas existem para preservar a segurança do trabalhador e diminuir os riscos envolvidos.

A ergonomia deve ser acompanhada, os funcionários devem ser orientados sobre a postura correta em cada etapa produtiva.

Os equipamentos devem estar ajustados a cada tipo físico para que não prejudiquem a coluna ou outros membros.

A saúde psicológica é outro fator que pode fazer com que surjam doenças do trabalho e preservar a integridade mental se faz fundamental.

Para isso é preciso proporcionar um ambiente de trabalho adequado, sem que haja pressão psicológica ou ameaças.

O investimento em ginastica laboral ou outras ações que visem beneficiar os trabalhadores física ou psicologicamente, devem ser constante e transmitirem a sensação de proporcionam benefícios.

O investimento na área de saúde, pode ser complementando com a disponibilização de planos de saúde para os funcionários, 10assim pode garantir maiores cuidados.

Esse fato é tão importante que a maior parte dos planos de saúde comercializados no país são coletivos ou empresariais.

Por Jeniffer Elaina, redatora do PlanodeSaude.net.

empreendedorismo tecnológico

Empreendedorismo Tecnológico: 9 macetes para aumentar as suas vendas de tecnologia

Talvez você não se dê conta, mas seu modo de vida hoje é bem diferente do que há dez anos. Provavelmente você ainda usa seu celular para pedir comida, mas não telefona mais, prefere usar o Ifood, por exemplo.

Talvez você não se dê conta, mas seu modo de vida hoje é bem diferente do que há dez anos. Provavelmente você ainda usa seu celular para pedir comida, mas não telefona mais, prefere usar o Ifood, por exemplo.

Sabemos que o empreendedorismo é uma força que impulsiona o mundo rumo à diversas soluções de problemas, mas o vento que dita o rumo desse caminho de inovação é o avanço da tecnologia.

Mas, será que um empreendedor tecnológico é apenas mais um empreendedor?

Sim e não. Existem conceitos do empreendedorismo que são comuns a todas as atividades econômicas, no entanto, vender tecnologia tem as suas particularidades, e é esse o tema do artigo de hoje.

Empreendedorismo tecnológico: o que é?

Podemos definir como empreendedor tecnológico o indivíduo que oferece tecnologia e inovação aos consumidores. Muitos produtos que hoje parecem obsoletos já foram exemplos disso.

As máquinas fotográficas que usavam filmes, os computadores pessoais que trabalhavam com Windows ME, os discos de vinis, enfim, todos esses produtos já foram exemplos de ideias empreendedoras que só existiram porque a tecnologia permitiu. Muitos, inclusive, foram fundamentais para que esses avanços acontecessem.

O empreendedor tecnológico incentiva o avanço da ciência, que por sua vez incentiva sua atividade empreendedora.

Empreendedor tecnológico: como vender tecnologia?

Já reparou como é difícil para uma pessoa falar sobre um tema que ela domina? Não é raro que, nessas ocasiões, o indivíduo seja tomado pela euforia de conversar sobre o que gosta, esquecendo-se que nem todos sabem tanto sobre o tema quanto ele.

Esse é o primeiro ponto que deve ser observado pelo empreendedor tecnológico: as pessoas não são obrigadas a admirarem aspectos técnicos do seu produto.

Um usuário da Apple não se preocupa em saber como a empresa conseguiu mais desempenho. Ele apenas está feliz por ter um smartphone que atende as suas necessidades e/ou expectativas. Pense nisso.

1- Venda emoção

Pode parecer redundante falar isso, mas nós somos seres humanos. O empreendedor tecnológico é uma pessoa que está produzindo para – pasmem – outras pessoas.

Quando nos esquecemos disso corremos o risco de cair no erro citado no início deste tópico e, desse modo, não mostramos ao cliente como a tecnologia pode tornar sua vida mais prática, dando-lhe a chance de ficar mais tempo com quem ama, de se dedicar a uma atividade que gosta, de poder realizar seus sonhos.

Uma viagem de Uber não é apenas uma viagem de carro, mas a chance de se livrar de péssimas viagens de ônibus, que podem estragar seu dia. Essa mesma viagem pode ser a chance de economizar – em relação ao táxi – e gastar essa diferença em um lanche.

Nos dois exemplos o consumidor pode refletir sobre emoções, uma negativa e outra positiva. O empreendedor tecnológico deve levar isso em consideração quando for vender seus produtos, ou serviços.

2- Seja didático

Um dos maiores erros na hora de se vender tecnologia é não conseguir traduzir as informações importantes para o consumidor final.

Imagine uma pessoa que nunca usou um tablet vendendo esse produto em uma loja?

Esse vendedor não conseguirá convencer um consumidor de que aquele produto tem utilidade – além de um possível constrangimento quando ele encontrar um cliente que possui conhecimento avançado sobre o produto.

Investir em treinamento é fundamental. Toda a equipe deve conhecer o produto – não apenas a equipe de vendas – afinal, uma das maiores barreiras na hora de convencer o consumidor a comprar algo é vencer o medo relacionado à compra.

Toda compra é um investimento, você consegue cativar o cliente ao ponto de vencer a insegurança que ele tem?

Vamos usar dois exemplos simples, que eu tenho certeza que te convenceram: Uber e Netflix.

As duas viagens com desconto e os 30 dias grátis da Netflix são fundamentais para que o usuário entenda o serviço, teste e conclua que esse é um bom investimento.

Dar ao cliente uma “amostra grátis” ainda é extremamente didático.

3- Não exagere nas promessas

Tenha cuidado ao descrever seu produto ao cliente e evite o exagero. É extremamente difícil reconquistar um cliente que se decepcionou, do mesmo modo que é complicado fazer negócios com um investidor que se sentiu enganado.

Sua empresa oferece uma solução interessante, mas será que ela é realmente a “primeira do mercado a fazer isso”?

Controle a empolgação e mantenha uma postura confiante, mas realista sobre sua empresa.

Imagine se o Facebook lhe dissesse que “você não tem amigos se você não tiver um Facebook”, isso não soa muito pretensioso?

Pense nisso, não só na hora de criar suas campanhas publicitárias, mas na hora da venda e quando for conversar com futuros investidores e sócios.

4- Venda um cliente 2.0

No final das contas, quando seu cliente comprar seu produto, o que determinará o sucesso ou fracasso da venda será o quanto a compra impactou a vida daquela pessoa. O quanto o cliente melhorou ao realizá-la.

Por exemplo, comprar uma máquina de lavar louças é, na verdade, tornar-se mais ágil e ganhar tempo para ficar com a família.

O empreendedor tecnológico deve se lembrar que, quando as pessoas utilizam seu produto, ou serviço, elas estão recebendo um “up grade” em suas rotinas.

Conte uma história ao cliente, escute suas expectativas e demonstre como ele poderá ganhar uma importante “atualização em sua vida” ao adquirir o produto.

Para isso, é necessário humanizar as pesquisas de mercado. Saber quem é seu público-alvo é muito importante, mas não basta.

O empreendedor tecnológico deve fazer uso das ferramentas disponíveis para ter uma relação mais próxima do cliente.

As redes sociais podem atender a essa demanda. Por isso, dedique tempo conhecendo o seu cliente e analisando como sua empresa pode dar a ele a melhor versão de si mesmo.

Esse é um desafio para o empreendedor tecnológico, mas tenha certeza que fará diferença na hora da venda.

5- Empreendedor: buscando um investidor

Em muitos casos, para ter viabilidade econômica, o empresário deverá buscar investidores para conseguir tirar sua empresa do papel. Essa necessidade é muito comum entre as startups.

Uma vantagem que está à disposição do empreendedor tecnológico é o fato de que os investidores estão em busca de negócios inovadores – mesmo sabendo dos riscos eventuais envolvidos nesses investimentos.

O primeiro passo é analisar qual a necessidade financeira da empresa, o quanto ela precisará investir para poder desenvolver, ou adquirir, a tecnologia que precisa.

6- Pesquise incubadoras

O Brasil já possui incubadoras espalhadas por suas principais cidades.

Nesses espaços o empreendedor terá acesso à consultoria, equipamentos de informática, sala de reunião, além de um espaço físico para desenvolver seu trabalho.

Normalmente as incubadoras pertencem às universidades, por isso, algumas priorizam empreendimentos de alunos.

Isso pode ser muito vantajoso caso você seja um universitário. Verifique se a escola de negócios de sua instituição possui essa iniciativa.

7- Fique antenado aos concursos

Todos os anos são realizados concursos que buscam financiar ideias de negócios inovadores. O Ministério da Ciência e Tecnologia oferece bolsas de até R$ 200 mil para os participantes do concurso Start Up Brasil.

Essa ajuda também está presente na iniciativa privada.

O Banco Santander realiza, anualmente, ação semelhante. A montadora Renault também incentiva iniciativas empreendedoras, mas apenas aquelas que estão relacionadas com a atividade principal da empresa.

8- Participe de feiras e congressos

Durante todo ano são realizadas, em todo o país, feiras para aproximar investidores e empreendedores.

Esses eventos costumam contar com o apoio de prefeituras e faculdades, mas infelizmente, nem sempre, possuem grande divulgação.

Por isso, participe de grupos nas redes sociais para poder ficar sabendo de suas realizações.

9- Busque financiamento

Além do capital do investidor outras fontes podem ser consideradas quando o assunto é incentivar o empreendedor tecnológico, mas antes é importante conhecer alguns termos, são eles:

Investidor-anjo:

Esse investidor está acostumado com negócios que envolvem tecnologia. Sabe dos riscos, mas também conhece a alta chance de retorno que a tecnologia proporciona.

Os investidores-anjos exigem participação societária. Desse modo, eles utilizam sua experiência para poder ajudar a empresa a conseguir suas metas.

Capital semente:

Recurso investido pelo anjo, suficiente para que que empresa comece a operar de forma profissional.

Venture Capital:

Financiamento que exige participação societária da instituição que fornece o capital.

Uma exigência para conseguir o financiamento é já ter testado a ideia do negócio, de modo que a viabilização econômica já tenha sido comprovada.

Investimento coletivo:

Mais conhecido, o investimento coletivo é aquele em que várias pessoas doam pequenas quantias à empresa, podendo não receber nada em troca por isso. Tem como finalidade incentivar uma ideia.

Editais públicos:

Como já mencionado neste texto, tanto a iniciativa pública, quanto a privada, possuem projetos para ajudar os empreendedores.

O empreendedor tecnológico deve se lembrar que vender um produto é criar relações com o cliente, é ajudar pessoas a serem melhores, a terem vidas melhores.

A tecnologia proporcionou isso para todos nós. Hoje vivemos em mundo melhor informado e com mais opções de consumo graças aos empreendedores do passado, que solucionaram problemas com suas empresas.

Logicamente que como em qualquer outra atividade empreendedora, investir em tecnologia exige conhecimentos em administração, marketing e comunicação. Por isso recomendo a leitura de outro texto, no qual te ensinamos a inspirar sua equipe!

inovações no mercado financeiromercado financeiro vem surgindo em resposta a uma base de consumidores cada vez mais exigentes — e que dependem da tecnologia para simplificar e agilizar suas tarefas diárias.

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Como inovações no mercado financeiro podem impulsionar seu negócio?

Uma nova onda de inovações no mercado financeiro vem surgindo em resposta a uma base de consumidores cada vez mais exigentes — e que dependem da tecnologia para simplificar e agilizar suas tarefas diárias.

Uma nova onda de inovações no mercado financeiro vem surgindo em resposta a uma base de consumidores cada vez mais exigentes — e que dependem da tecnologia para simplificar e agilizar suas tarefas diárias.

O sinal mais visível desse movimento é a hiper-conectividade à rede de computadores, que alimenta a evolução das fintechs.

Essa é uma nova modalidade de empresas do mercado financeiro que se apoderam da tecnologia, desenvolvendo sistemas inspirados em bitcoin, APIs — como uma nova forma de atendimento ao consumidor pela internet —, compartilhamento de recursos, hardwares e aplicativos de código aberto.

Essas startups financeiras são chamadas de fintechs e prestam serviços como empréstimos e financiamentos coletivos com taxas mais baixas, investimentos, pagamentos e muitos outros que podem ajudar a impulsionar as empresas.

Quer saber como essas inovações tecnológicas que vêm movimentando milhões podem impulsionar seu negócio? Confira neste post!

Oferecendo melhores formas de empréstimos para sua empresa

Uma das áreas do mercado financeiro em que houve mais revolução devido à tecnologia foi a financeira. Tradicionalmente, bancos e outras instituições financeiras possuíam o monopólio dos empréstimos.

Eles pegavam depósitos e ampliavam o crédito. No processo, ganham dinheiro cobrando juros sobre os serviços que oferecem aos poupadores.

Porém, recentemente, a cultura de startups encontrou uma maneira de oferecer um negócio mais vantajoso para empresas e pessoas físicas.

Adaptaram um modelo on-line — primeiramente popularizado pela pirataria musical — e criaram o empréstimo coletivo — também chamado de empréstimo de ponta-a-ponta ou peer-to-peer lending (P2P).

No Brasil já existem plataformas como a Biva que fazem empréstimos coletivos para MEIs e PMEs, com taxas muito mais baixas, ajudando a impulsionar os negócios.

Além disso, o serviço dessas startups é mais fácil e mais rápido de usar. Enquanto os bancos podem levar semanas para aprovar um empréstimo empresarial, os credores P2P demoram tão pouco quanto 24 horas. E tudo é feito on-line pelo próprio usuário!

Inovando com novas formas de recebimento e pagamento

As fintechs também vêm mudando o modo das empresas receberem — e do consumidor pagar — por produtos e serviços.

Do lado dos negócios, empresas como a sueca iZettle, a Square, nos Estados Unidos, e a PagCom, no Brasil, vêm facilitando o acesso das pequenas empresas a pagamentos com cartão por meio de terminais mais baratas.

Do lado do consumidor, serviços como o PagSeguro e Mercado Bitcoin estão oferecendo novas opções de pagamento. Ao mesmo tempo, o serviço de algumas fintechs como a Moip tornam possível que as lojas — tanto físicas como virtuais — recebam pagamentos on-line e off-line.

Estabelecimentos que inovam no modo como recebem por seus produtos e serviços, oferecendo mais de uma forma de pagamento, se tornam mais apreciados pelo consumidor.

Assim, a propaganda boca a boca espalha a novidade de que aquela empresa é tecnológica e inovadora, o que pode dar um “up” nos negócios.

Melhorando a organização das finanças de sua empresa

A organização das finanças de uma empresa é um dos fatores que mais pode contribuir para o sucesso dos negócios. Com o auxílio da tecnologia, muitas startups vêm inovando na criação de aplicativos e softwares de gestão financeira.

Existem muitas ferramentas de relatórios financeiros diferentes disponíveis que podem ajudar as empresas a ver de onde vem e pra onde vai seu dinheiro. Veja alguns exemplos:

ContaAzul

Permite que uma empresa interligue todas as suas transações eletrônicas de uma forma que faça sentido. Essa ferramenta de software publica relatórios mensais que mostram ao empresário em que ele gasta mais dinheiro, o que pode permitir que ele identifique tendências no longo prazo.

ZeroPaper

É outra ótima ferramenta para gerenciar e controlar despesas e receitas, ajudando o empresário a planejar melhor os seus negócios.

Contabilizei

É um sistema de contabilidade baseado em nuvem com várias aplicações como emissão, organização e armazenagem de NF-e, organização de estoque, lista de cliente e outros serviços.

Qualquer empreendedor que deseja levar sua perspicácia financeira em negócios para o próximo nível deve gastar um pouco de tempo pesquisando essas ferramentas.

Oferecendo conselhos de empreendedorismo on-line

Muitas pessoas não percebem que atualmente há um monte de criatividade e inovação no setor de consultoria de finanças.

Em vez de ter que conhecer alguém pessoalmente, um empresário pode acessar a internet e receber conselhos sobre o assunto vindos de startups com a experiência de quem já alcançou um lugar ao sol.

Essas startups podem oferecer uma série de vantagens aos empresários já castigados pelo tempo.

Esses serviços podem ser encontrados gratuitamente pela internet, na forma de conteúdos como posts e e-books, que podem ajudar o empresário na tarefa de impulsionar seus negócios.

Ajudando a investir parte do lucro dos seus negócios

A ascensão de robôs conselheiros faz com que investir seja cada vez mais fácil. Há fintechs que dispõem de aplicativos que vão ajudar você a começar esse tipo de investimento e ter a possibilidade de multiplicar parte do que você lucra com sua empresa.

Se você ainda não começou a investir, pode ser o momento de ponderar sobre isso e procurar no mercado pelas fintechs que ofereçam o melhor serviço nessa modalidade.

O caminho que deu origem às fintechs

Como você já deve imaginar, a internet foi o chute inicial que proporcionou a mudança nos padrões de consumo mundial. Ela tem permitido que um salto inovador ocorra em muitas indústrias.

Os clientes agora têm muito mais facilidade para obter livros de forma mais acessível, séries de TV e filmes, educação, mídia — a exemplo disso, podemos citar Amazon, Netflix, Coursera.org e YouTube, respectivamente — e muitos outros serviços.

Até o início dos anos 2000, ser um consumidor custava muito caro, era demorado e às vezes impossível. O preço da educação era proibitivo, o acesso a muitos livros não era nada fácil e assistir a filmes e séries era um passatempo caro.

Mas a internet mudou o paradigma dos padrões de consumo: comprar livros raros ou estrangeiros se tornou mais fácil. É possível obter acesso ao conteúdo publicado pelas melhores universidades gratuitamente e assistir a séries mundialmente famosas hoje pode custar apenas R$ 19,90 por mês.

Inevitavelmente as coisas mudaram também para os serviços financeiros, pois o setor está no meio da mesma revolução.

Fintechs e grandes inovações no mercado financeiro

Por muitos anos os bancos permaneceram como as principais instituições em que as pessoas — físicas e jurídicas — podiam confiar, investir e fazer outras operações que envolviam dinheiro.

Porém, os moldes em que os bancos trabalham já não satisfazem mais o mundo tecnológico no qual vivemos. Eles continuam sendo instituições financeiras muito burocráticas e engessadas.

Diante disso, a combinação de alguns nerds vestindo camiseta com o capital de risco — que tem perturbado outras indústrias — colocou os serviços financeiros na mira das startups tecnológicas: as chamadas fintechs.

Elas são ágeis e dinâmicas, permitindo que aplicações desenvolvam continuamente novos serviços que impulsionem as expectativas dos consumidores.

Participantes de mercados independentes podem tirar proveito das novas tecnologias, oferecendo serviços-chave que as empresas financeiras tradicionais não conseguiram fornecer aos seus clientes de forma rápida ou conveniente.

Muitos estudiosos financeiros previam que as fintechs impactariam de forma direta os serviços ao consumidor em um primeiro momento.

Em seguida, esse impacto atingiria as instituições bancárias e outras instituições financeiras. Isso já vem acontecendo desde meados de 2005, quando as fintechs começaram a surgir.

O que são essas fintechs

Fintech, ou tecnologia financeira, é definida pela Wharton School of Business, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, como “uma indústria econômica composta por empresas que usam tecnologia para tornar os sistemas financeiros mais eficientes”. A chave para esse termo é que a maioria dessas empresas possui a tecnologia como o centro dos seus produtos ou serviços.

É assim que elas diferem das tradicionais instituições financeiras. O único problema com essa definição é a sua formulação ampla. O resultado é um setor com dezenas de subcategorias que vão desde pagamentos até coleta de dados e empréstimos coletivos.

O sucesso nessa arena vem sob a forma de soluções de baixo custo, como o Splitwise, um aplicativo móvel agonístico que ajuda grupos que dividem despesas a rastrear e reconciliar os custos compartilhados, bem como soluções de substituição da banca de varejo, como Venmo, PayPal e Apple Pay.

De pagamentos à gestão de riqueza, do P2P (empréstimos de ponta-a-ponta) a financiamentos coletivos, essa nova geração de startups vem mirando no coração do mercado financeiro e possui rendimentos que podem chegar a US$4,7 trilhões conforme é estimado pela instituição bancária norte-americana Goldman Sachs.

Assim como outros disruptores do Vale do Silício, nos Estados Unidos, as empresas fintechs estão crescendo rapidamente pelo mundo e também impulsionando os negócios de outras empresas. No Brasil, já existem 130 dessas startups, que somam investimentos multimilionários.

Com a ascensão das fintech e suas inovações no mercado financeiro, os bancos são pressionados a trabalhar constantemente para mudar e melhorar a experiência dos seus clientes.

No entanto, seus métodos de operar no mercado financeiro são muito antigos e difíceis de serem convertidos aos padrões dessas startups.

Conseguiu entender como as inovações no mercado financeiro podem impulsionar seu negócio? Agora, que tal aprender como usar os 4 Ps do marketing a favor do seu negócio?

Artigo produzido pela equipe Biva.

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business intelligence

Business Intelligence não é uma estratégia só de gente grande!

Business intelligence tem a ver, basicamente, com a forma com que os empreendedores lidam com dados. Pequenos empresários, em sua maioria, ainda estão vinculados ao cotidiano operacional da empresa. Seus dias são muito atarefados e não há tempo para pensar na estratégia dos negócios.

Business intelligence tem a ver, basicamente, com a forma com que os empreendedores lidam com dados. Pequenos empresários, em sua maioria, ainda estão vinculados ao cotidiano operacional da empresa. Seus dias são muito atarefados e não há tempo para pensar na estratégia dos negócios.

Há também quem vá para o extremo oposto, tornando-se obsessivo com a coleta e análise de números e ficando perdido entre tantas informações. Isso atrapalha a dinâmica das decisões e não é raro que também deixe o empreendedor sobrecarregado.

Para que você não incorra em um erro e nem no outro, criamos este artigo. Continue a leitura e saiba o que é business intelligence, o “caminho do meio” para situações como essa!

O que é business intelligence

Quando uma pequena ou média empresa se torna sólida — isto é, consolida o seu lugar no mercado, desenvolvendo produtos que atendem a demandas específicas, fazendo isso com consciência e confiança — seu próximo passo é em relação ao desconhecido.

Ou seja, para dar mais um salto adiante, ela precisa mudar algumas práticas, o que gera insegurança e instabilidade.

Por exemplo, ela deve fazer sólidas análises de mercado para os próximos anos, investir nas maiores tendências desse mercado e abolir o hábito de tomar decisões baseadas apenas na intuição do proprietário.

Coleta e, principalmente, análise de dados

Se identificou com esse cenário? Pois é, ele acaba acontecendo para quem conquista o sucesso no seu segmento.

Mas como fazer análises, projeções e identificar tendências sem usar a intuição? Simples: por meio de dados. E é na coleta e, principalmente, na análise dessas informações que entra o Business Intelligence ou BI.

As famosas dashboards são telas de computador que exibem gráficos, dados e planilhas, cruzam informações as mais variadas e orientam a análise e o poder de decisão do gestor.

A tecnologia da informação atual, pra falar a verdade, permite levantar muito mais dados em um dia do que qualquer um de nós é capaz de analisar ou utilizar pela vida inteira. Por isso, outra etapa importante é saber “minerar” esses dados.

Minerar é exatamente o que a palavra indica: descartar aqueles dados que não servem para nada e concentrar-se nos principais, que vão ser as pedras preciosas do seu dia a dia estratégico.

A mudança de toda uma cultura organizacional

Mas é bom deixar claro desde já: business intelligence não consiste apenas em adquirir um software. Também não é instalar esse software e esperar que ele vá resolver todos os problemas da sua empresa de uma vez por todas. É preciso mais do que isso.

Toda a cultura e organização da sua empresa começam a mudar quando você lança mão dessa ferramenta. Afinal, gerando números e analisando, você não precisa ficar preso apenas a decisões futuras.

Toda a parte operacional da sua empresa pode mudar agora mesmo, não é verdade?

Quais as vantagens dessa estratégia

Certo. Pode ser que você tenha se assustado um pouco com o avançado nível técnico do assunto. Mas não há motivo para isso, afinal, o business intelligence tem inúmeras vantagens para o seu negócio. Veja as duas principais:

Ele te diz se o seu negócio está evoluindo

Todo mundo tem aqueles dias mais amargos, em que parece que a vida requer muito esforço da gente e não dá nada em troca. Nesses dias, o seu melhor motivador será o seu dashboard, com seus números e gráficos.

Você não vai mais precisar se perguntar se tem sido pessimista, otimista ou realista ao fazer projeções sobre o seu trabalho.

Para quem empreende e é apaixonado pelo seu negócio, é muito fácil fazer interpretações emocionais de cada uma das etapas de um projeto, sejam elas otimistas ou pessimistas.

Permite tomar decisões em tempo real ou engendrar estratégias

A maior parte dos empreendedores conta demais com a sorte em seus processos de decisão. Eles costumam ser intuitivos, proativos, impulsivos e enérgicos.

Mas há também um outro tipo bem diferente de gestor, aquele que é metódico e organizado. Esse tipo acredita no poder do planejamento, controla o seu orçamento com mão de ferro, gosta que tudo seja feito dentro das regras estabelecidas e fica muito chateado com improvisos.

Se você pertence a qualquer uma dessas categorias, pode se valer das vantagens do business intelligence. Ele serve para interpretar dados complexos rapidamente e tomar decisões imediatas, mas também participa ativamente de um planejamento estratégico para daqui a 5 ou 10 anos!

Quais as desvantagens

A atitude de medir tudo que acontece na sua empresa, separar os dados mais importantes e usá-los para as suas decisões quase não tem desvantagens. O que pode acontecer, no máximo, é você aderir a essa ferramenta sem estar pronto para ela.

A natureza do negócio deve compensar o investimento em BI

Como dissemos, a característica mais marcante desse tipo de ferramenta é que ela mede tudo com precisão e te ajuda muito a tomar decisões com esses números.

Mas, se a sua empresa produz uma quantidade de dados modesta, você simplesmente não precisa de business intelligence.

Lembre-se de que a quantidade de números que você produz não está necessariamente ligada ao tamanho do seu negócio. Muitas vezes, é a natureza do empreendimento que conta.

Quer um exemplo? Um pequeno produtor de peças eletrônicas para celulares pode produzir milhões de unidades por mês e precisar de uma análise de dados muito apurada.

Mas, se essa peça que ele produz tiver um valor de venda muito baixo, o faturamento da empresa dele também será baixo e ele vai se enquadrar no segmento das microempresas ou PMEs.

Claro, se a tecnologia desse empreendedor for muito sutil, ainda assim ele pode usar o BI para controlar a sua produção. Mas o exemplo serve para você entender que a necessidade dessa ferramenta é relativa e que vale a pena analisar mais a fundo suas vantagens para o seu empreendimento.

Talvez o software seja complexo demais

Além disso, a utilização do business intelligence pode ser complexa demais para o seu dia a dia.

Se você sente falta de levantar dados básicos apenas sobre uma ou outra área específica do seu empreendimento, pode ser uma boa apostar em outro tipo de tecnologia.

O BI é a solução ideal para “minerar” dados em larga escala. Se esse não é o seu caso, talvez você deva conversar com um desenvolvedor e criar um software menos robusto, mas que vá se adaptar melhor às suas necessidades.

Tentar uma solução de enormes proporções para um problema pequeno pode te fazer perder tempo em vez de ganhar, não é mesmo?

Business intelligence para pequenos empreendedores

Pelo que leu até aqui, você já deve imaginar que o BI foi algo criado para as grandes corporações. Se chegou a essa conclusão, acertou.

Porém, assim como acontece com tudo, ultimamente, a evolução tecnológica vem tornando essa ferramenta bem mais barata e as PMEs também começam a se beneficiar dela.

Comece pelo presente, para chegar no passado e no futuro

Podemos até dizer que o business intelligence tem algumas características que o tornam muito bem- vindo no dia a dia das pequenas e médias empresas.

Muita gente costuma dizer por aí que o empresário “vive o presente, aprende com o passado e planeja o futuro”. Isso não deixa de ser verdade, mas o fato é que, quanto menor a sua capacidade de investimento, mais preso no presente você estará.

Pare um minuto e tente se lembrar: quantas vezes você tomou uma decisão pela segunda vez — mesmo sabendo que ela já tinha dado errado antes — pelo simples fato de que, dada a sua capacidade financeira e o seu tempo disponível, era a única coisa que podia fazer?

Da mesma forma, muitas vezes é difícil fazer um planejamento de longo prazo quando você está ocupado pensando nas decisões que vai tomar ainda este mês, concorda?

São situações como essa que fazem do BI uma ferramenta tão necessária ao pequeno e médio empreendedor quanto às grandes empresas e megacorporações.

Com ele, você pode conseguir uma forma de analisar dados em tempo real e ser mais ágil nas decisões diárias. Isso te desobriga de muita coisa, nem que seja fazendo com que as atitudes que tem que tomar causem menos angústia, não te desgastem e nem tomem tanto tempo.

A partir daí, aquelas horas preciosas vão começar a sobrar, e é nesse momento que o seu planejamento estratégico vai começar a ser realizado.

E tudo isso profissionalizando e melhorando a sua gestão, diminuindo o desperdício de itens do estoque e materiais em geral e fazendo um controle impecável da sua situação financeira.

E ainda: acabando com a necessidade de gente para fiscalizar certas atividades (e direcionando esse pessoal para a parte mais importante, que é o atendimento ao cliente), tomando decisões mais acertadas e personalizando o atendimento.

Já imaginou o salto que todas essas vantagens podem significar para a sua empresa?

Conclusão

De uma coisa você pode ter certeza. O BI é uma ferramenta muito poderosa para dar o passo em direção ao desconhecido de que falamos no início deste artigo.

Se o momento de incorporar essa ferramenta no dia a dia da sua empresa for agora, prepare-se para um salto de qualidade, quantidade, melhorias na rotina operacional e economia de tempo e dinheiro.

Se ainda não for a hora, guarde as informações que demos neste texto com carinho. Mais cedo ou mais tarde, esse dia pode chegar e você vai precisar delas.

E já que falamos um pouco sobre business intelligence e softwares no texto de hoje, que tal ficar por dentro das 5 principais métricas para empresas SaaS que você precisa conhecer? A tecnologia está se desenvolvendo rápido, e é bom ficar por dentro!

filmes sobre negócios

6 filmes sobre negócios que você não pode deixar de assistir

Assistir um bom filme é uma ótima ideia para quem quer relaxar um pouco. A experiência se torna ainda melhor quando é possível aprender coisas boas com a trama.

Assistir um bom filme é uma ótima ideia para quem quer relaxar um pouco. A experiência se torna ainda melhor quando é possível aprender coisas boas com a trama.

Hoje em dia, muitos filmes são voltados para o mundo dos negócios. São histórias de sucesso, ideias transformadoras, formas de vencer uma crise, entre outras tantas inspirações que encontramos por aí.

Que tal aprender boas lições sobre negócios do sofá da sua casa? Separamos aqui 6 filmes sobre o tema que você não pode deixar de assistir. Prepare sua pipoca e divirta-se!

1. Joy: O nome do sucesso

Jennifer Lawrence interpreta Joy Mangano, uma mãe solteira de três filhos que criou um produto revolucionário.

Após sofrer com as dificuldades dos utensílios de limpeza tradicionais, Joy criou o “Miracle Mop”, o Esfregão Mágico em português, que culmina em uma explosão de vendas.

Joy é a representação da mulher empreendedora e bem-sucedida que se divide entre a vida pessoal e a profissional.

JoyO filme foi sucesso de bilheteria. Afinal, trata-se de um sonho americano. Quem não quer alcançar sucesso em seu empreendimento? É o que Joy conseguiu fazer. Potencializar uma brilhante ideia que nasceu de uma necessidade real.

Além de Jennifer Lawrence, também fazem parte do elenco grandes nomes como Robert De Niro e Bradley Cooper. O trio não é novidade. Eles também atuaram juntos nos filmes “O lado bom da vida” e “Trapaça”.

O filme promete um case de sucesso aliado a dificuldades reais que uma mulher de negócios pode viver. Além de ressaltar verdades que não te contam sobre o empreendedorismo.

Vale a pena assistir!

2. O Lobo de wall street

Baseado no livro de memórias de Jordan Belfort, “O Lobo de Wall Street” foi um tremendo sucesso.

O filme tem como protagonista o astro Leonardo Di Caprio que interpreta Belfort, um corretor da Bolsa de Valores de Nova York, localizada em Wall Street.

O Lobo de wall streetApós a Black Monday, a corretora que Belfort trabalhava vai à falência. Desempregado, ele encontra uma empresa que o inspira a criar seu negócio, a Stratton Oakmont.

A Stratton se torna uma potência, seus funcionários enriquecem rapidamente e vivem uma vida dedicada ao prazer. Ou seja, tudo regado a muita droga, mulheres e festas.

O filme traz um panorama da Bolsa de Valores que já ficou para trás. Hoje, saber como comprar ações e investir de fato é bem mais fácil. Mesmo assim, vale conhecer a história de Belfort e da sua vida de prazer e ostentação.

3. Coco Antes de Chanel

O filme conta a história de Gabrielle Chanel (Audrey Tautou), uma grande estilista que foi da extrema pobreza à alta sociedade, após criar um império no mundo da moda.

Deixada em um orfanato quando criança, Gabrielle cresceu e se tornou costureira durante o dia e cantora em um cabaré durante a noite.

Coco Antes de ChanelViveu assim até quebrar todos os paradigmas da sua época, abandonando as saias e os espartilhos para criar e usar roupas que eram consideradas masculinas no tempo em que ela viveu. A partir de então, Chanel cria o novo conceito da mulher moderna.

“Coco Antes de Chanel” apresenta uma incrível história de superação que você não pode deixar de assistir. Mesmo em meio a um cenário pouco favorável, a estilista conseguiu virar o jogo e deixar seu nome marcado na história da moda.

4. Margin Call – O Dia Antes do Fim

Peter (Zachary Quinto), Seth (Penn Badgley) e Will (Paul Bettany) trabalham no setor de riscos de uma corretora, que é a instituição que faz a ponte para que as pessoas possam investir na Bolsa de Valores.

A história começa em meio a um cenário turbulento, em que 80% do setor em que o trio trabalha foi demitido, inclusive o chefe deles, Eric Dale (Stanley Tucci).

Antes de sair definitivamente, Eric entrega a Peter um pen drive que contém uma informação bombástica: a empresa está prestes a falir.

Margin Call - O Dia Antes do FimJá pensou o que você faria no lugar de Peter?

Saber lidar com um cenário de crise é uma habilidade indispensável a todo empreendedor. É preciso saber reagir quando tudo parece dar errado.

Por isso, Margin Call, é uma ótima opção para quem quer aproveitar o tempo para assistir a um filme enquanto descobre o plano de ação de quem está frente a um cenário de alto risco.

5. Steve Jobs

Controverso e alvo de muitas críticas, o filme retrata a trajetória do cofundador da Apple, uma potência do mercado atual.
A história gira em torno do lançamento de três produtos icônicos que marcaram a vida do empresário: Macintosh em 1984, NeXT em 1988 e iMac G3 em 1998.

Steve JobsPara as mentes empreendedoras é um longa-metragem indispensável. Conhecer a trajetória de grandes nomes é um ponto importante para abrir sua mente para os negócios.

A despeito dos comentários e críticas de todas as naturezas, vale a pena separar um tempinho para assistir ao filme. Afinal, dá para aprender boas lições com o ícone que foi Jobs e suas habilidades empreendedoras.

 6. O poderoso chefão

Dividido em três partes, a série “O poderoso Chefão” chegou na década de 70 para ocupar as listas de melhores filmes até o próximo século.

A série de filmes baseada no livro “The Godfather”, de Mario Puzo, conta a história de uma mafiosa família italiana de Nova York pós Segunda Guerra Mundial.O poderoso chefão

O patriarca Don Corleone, vivido por Marlon Brando, costuma conceder favores em troca de outros futuros. A trama se desenrola em volta da disputa do mercado de narcóticos na cidade.

A família de Corleone começa a sofrer atentados, até que Michael (Al Pacino), filho de Corleone, resolve intervir. O rapaz, que nunca havia se envolvido nos negócios da família, age para proteger seu pai e tudo que foi construído até ali.

A história de um jovem que não quer participar dos negócios do pai é um drama vivido por muitas famílias até a atualidade. E isso pode explicar o grande sucesso do filme até os dias atuais.

Além disso, a obra traz consigo atuações brilhantes de Marlon Brando e Al Pacino. Vencedor do Oscar em 1973, O Poderoso Chefão é uma daquelas películas que está em todas as listas de “Filmes que você precisa ver antes de morrer”.

Comece agora a sua maratona de filmes sobre negócios e aprenda a ser um ótimo empreendedor. Apague as luzes e bom filme!

Artigo produzido pela equipe do Toro Radar.

como acelerar vendas

Como acelerar vendas? Confira as nossas 7 dicas profissionais

Quando falamos de empreendedorismo, negócios e qualquer assunto relacionado à gestão de empresas, geralmente os temas que mais aparecem são relacionados à área de vendas.

Quando falamos de empreendedorismo, negócios e qualquer assunto relacionado à gestão de empresas, geralmente os temas que mais aparecem são relacionados à área de vendas.

Chega até ser óbvio o motivo desse assunto ser muito pautado, até porque vender é uma das principais atividades de qualquer empresa e são as vendas que garantem o seu sustento, além de fornecer apoio para os planos de expansão e crescimento do negócio.

Esse fato fez com que os times de vendas das empresas tenham a responsabilidade de correr atrás dos resultados que são almejados e foram definidos, gerando metas a serem batidas.

É muito comum que em momentos de pressão as empresas busquem novas formas e inovar em seus processos de vendas para acelerar a sua aquisição de novos clientes. Por isso, preparamos aqui 7 dicas de como acelerar vendas de qualquer negócio! Confira:

1 – Fique atento ao fluxo de novos negócios

Para que qualquer negócio consiga fazer as primeiras previsões de quantas vendas poderão ser realizadas em um determinado período, precisará se atentar ao fluxo de novos negócios que são adicionados ao seu funil de vendas.

Entender essa métrica é bem simples, basta verificar o número total de novos negócios adicionados no funil ao longo do tempo. É possível também dividir essa análise por canais de aquisição (Inbound Marketing, indicação, prospecção ativa, parcerias, etc) para que ela fique um pouco mais profunda.

É importante se atentar a esse fluxo, pois caso ele não esteja fluindo de uma maneira satisfatória, corre-se o risco dos leads se esgotarem quando você menos esperar.

A partir desse entendimento, será possível entender se será preciso acelerar a geração do número de novos negócios por canal de aquisição.

Obviamente que cada canal tem sua particularidade, sendo que alguns rendem mais negócios e outros menos. Portanto, baseado em dados de mercado, analise a capacidade de cada um juntamente com a sua sustentabilidade. Ou seja, entenda se é possível extrair mais leads de cada canal e se será possível manter uma boa performance a longo prazo.

2 – Encontre maneiras de aumentar o ticket médio

O ticket médio nada mais é do que o valor médio dos negócios que compõem o funil de vendas e determina qual é a capacidade de geração de receita futura.

É possível entender esse dado atribuindo um valor para cada Lead que está no funil, baseado na expectativa de fechamento daquele negócio. A importância de se atentar a isso é entender se o funil possui capacidade para atingir o resultado que é desejado.

Existem maneiras de aumentar o ticket médio do negócio, uma delas é agregar produtos ou serviços complementares na venda. A outra maneira é reduzindo o seu valor original, oferecendo descontos e promoções, com o objetivo de aumentar a taxa de conversão.

Porém, tome cuidado ao adotar promoções, elas precisam ter um objetivo claro e um data de término, dando um prazo para que o negócio seja fechado!

3 – Otimize as taxas de conversão

A taxa de conversão representa a eficiência do funil de vendas, ou seja, a capacidade de transformar leads em clientes. A maneira mais simples de entender essa métrica é tirando o percentual dos negócios ganhos sobre o total (negócios ganhos + negócios perdidos).

Quanto maior a taxa de conversão for, menor será o desperdício dos leads ao longo do funil, além de que o seu processo de otimização poderá reduzir drasticamente o Custo de Aquisição de Clientes, tornando o negócio mais sustentável e escalável.

Entenda que realizar melhorias nas conversões do funil de vendas são estratégias que renderão efeito a médio e longo prazo, porém quanto antes forem implementadas, mais cedo resultados melhores virão.

A dica principal é analisar os gargalos de cada etapa do funil e seus gatilhos de passagem. Com isso, será possível utilizar técnicas de growth hacking para fazer experimentos que possam colher alguns resultados e implantar avanços contínuos.

4 – Entenda o seu ciclo de vendas

É impossível pensar em como acelerar vendas sem conhecer o tempo entre a geração do lead até ele virar um cliente, é o que chamamos de ciclo de vendas.

Para mensurar isso basta tirar a média do tempo em que cada lead ficou no seu funil de vendas até o negócio ser fechado.

A importância de entendê-lo está em poder fazer previsões de fechamentos mais eficientes e elaborar estratégias. Por exemplo, se o seu ciclo de vendas é de 4 semanas e a sua equipe precisa bater a meta em 2 semanas, provavelmente novos leads não ajudarão a bater essa meta, portanto o foco não deverá ser esse.

Uma boa prática para reduzir o ciclo de vendas é entender quais são os pontos de atrito que são desnecessários ao longo do funil e removê-los para dar mais eficiência ao processo. Nesse sentido, tente analisar todas as etapas e retire qualquer gargalo que esteja presente em cada uma delas.

5 – Negocie com as pessoas certas

Um dos maiores erros que times de vendas cometem em sua jornada é ter que replicar o processo mais de uma vez para a mesma oportunidade de negócio! Por que isso acontece? Na maioria dos casos, o vendedor está falando com a pessoa errada dentro da organização.

É muito comum nos depararmos com vendedores negociando com pessoas que não são tomadoras de decisão, apesar de poderem ser excelentes influenciadoras.

Portanto, desde o início é preciso entender se a negociação está sendo feita com a pessoa certa, para que não haja retrabalho e desperdício de tempo.

É claro que em alguns mercados é um pouco difícil chegar de cara nos diretores ou gerentes das empresas. Porém ao longo do caminho e com uma certa experiência adquirida, é possível descobrir os atalhos para conseguir acessar essas pessoas de maneira mais eficiente.

6 – Busque especializar o seu time

Uma prática interessante para alavancar as vendas é incentivar que colaboradores e times de vendas se especializem em segmentos de mercado.

Agindo dessa maneira, será possível que cada vendedor construa seu “território” e consiga vender de maneira cada vez mais eficaz, com um custo de tempo e de dinheiro bem menor que o comum.

Por isso, compreender a origem de suas vendas e saber para quem a sua empresa está vendendo é essencial para definir quais são os mercados promissores e focar no desenvolvimento de seus vendedores para que eles possam ser especialistas nesses mercados e reduzir o seu ciclo de vendas.

7 – Entenda o pareto do negócio

Uma das principais maneiras de ganhar eficiência no processo de vendas é aplicar a regra de pareto que diz que nesse contexto diz que 80% das vendas podem ser geradas por 20% dos mercados e segmentos que a empresa pode atender

Ou seja, procure saber quais segmentos de mercado geraram mais negócios. Assim, será possível definir em quais leads deverão ser investidos esforços maiores para que o negócio feche!

A melhor maneira de saber se a sua equipe está colocando energia nas contas certas é analisar dados das vendas que já foram fechadas. Algumas características que você pode olhar são: Tamanho da empresa, perfil do cliente, cargo do cliente, duração do ciclo de vendas, etc.

Agora que você já sabe como acelerar vendas, que tal saber como atrair mais clientes com o marketing de conteúdo?

seja a inspiração

Seja a inspiração que falta no seu time!

O papel de gerir um negócio ou até mesmo um time traz várias responsabilidades para a vida de um empreendedor.

O papel de gerir um negócio ou até mesmo um time traz várias responsabilidades para a vida de um empreendedor.

A grande questão é que todos esperam que você seja a inspiração para todo o resto do seu time. Acredite, a sua história pode ser motivadora e como consequência sua equipe pode ter o desejo de entregar resultados cada vez melhores.

Mas aí vem a pergunta: como ser a inspiração que o seu time precisa? Por trás de todo empreendedor existe uma grande história — que deve ser contada — e alguns princípios que podem ser a influência que faltava para a sua equipe.

Separamos 3 áreas da vida de um empreendedor: o líder, o profissional e o que ele realmente é na vida fora do escritório. Vamos falar um pouco mais sobre isso?

Acompanhe neste artigo quais atitudes serão necessárias para ter um time cada vez mais engajado e entrosado, entregando melhores resultados baseados na inspiração que você representa para eles.

Seja a inspiração quanto a liderança que você exerce

Já falamos algumas — muitas — vezes sobre a importância de ser um bom líder na hora de fazer a gestão de pessoas que estão envolvidas no seu negócio.

Não é segredo para nenhum empreendedor que os seus funcionários são o reflexo das suas atitudes e daquilo que você acredita.

Algumas particularidades de uma boa liderança podem ser fundamentais para motivar diariamente os seus funcionários.

Inspirar alguém vai além de ser uma referência. É criar uma relação de respeito por quem você é e respeito pelas decisões que você toma enquanto líder.

Acompanhe a seguir 3 atitudes totalmente inspiradoras na hora de exercer a sua liderança!

Ajude a sua equipe a desenvolver algumas competências

Tem algo mais inspirador do que caminhar lado a lado com todos que ajudam o seu negócio a crescer? Acreditamos que não!

Ajude a sua equipe a desenvolver algumas competências. No final, isso tudo trará retorno para a sua própria empresa.

Cresça, aprenda e aprimore suas habilidades, junto, lado a lado com o seu time. Tudo o que você sabe não é nada perto do que você ainda pode aprender. Complicado? Nem tanto!

A verdade é que você é a parte mais interessada no sucesso do seu empreendimento — ideia que você pensou e acreditou antes de qualquer outra pessoa — e por isso vale a pena dar tudo de si para ter funcionários cada vez melhores e mais especialistas ao seu lado.

Valorize cada colaborador da sua equipe

Se você chegou até aqui é porque o seu objetivo é se tornar a inspiração do seu time, não é mesmo?

Pode parecer clichê, mas quando falamos sobre valorizar cada parte que forma a sua equipe, não estamos falando só de questões financeiras, rotina justa de trabalho ou qualquer coisa deste tipo.

Valorizar a sua equipe está em pequenos gestos. Conheça um pouco sobre cada membro da sua equipe, saiba os nomes, os gostos e até mesmo os sonhos deles.

As pessoas são muito mais do que o resultado que elas entregam para o seu negócio. Um vendedor, por exemplo, é muito mais do que o lucro de uma venda realizada.

Seja presente no dia a dia

Sabemos que, quanto mais escalonável o seu negócio se torna, mais chances existem de você se ausentar do dia a dia e da rotina da sua equipe.

E por isso essa atitude entrou para nossa pequena lista do que esperamos que você faça para se tornar uma grande inspiração.

Essa ação é um reforço de tudo o que falamos acima. Ser um bom líder é manter as relações além do virtual. Saia do email, prefira conversas presenciais e acompanhe a rotina de todos.

Acredite, esse é um dos conselhos mais valiosos de todo esse artigo. Estar mais presente significa entender de fato os desafios que toda a sua equipe enfrenta, desafios esses que podem atrasar o seu sucesso.

Seja mais acessível! As pessoas não precisam sentir medo de falar com você.

Seja a inspiração quanto ao profissional que você é

Partimos para um ponto mais racional da coisa. Empreender não é só a razão, mas boa parte se resume a isso.

Chegou a hora de falar da parte prática do empreendedorismo. As suas experiências contam muito para as tomadas de decisões e futuros passos da sua empresa.

E por isso selecionamos outros 3 pré-requisitos que fazem de você uma inspiração quanto ao seu lado profissional e prático de gestão. Continue acompanhando!

Saiba lidar com a crise

O cenário empreendedor é cheio de altos e baixos. Diariamente é preciso lidar com fatores externos que podem mudar totalmente a sua estratégia de mercado.

As crises acontecem e você precisa saber lidar com elas!

Se você estiver com a “cabeça no lugar certo”, mesmo em meio ao caos, vai transmitir a confiança que os seus colaboradores precisam para passar por esse momento turbulento.

Proponha algo criativo sempre que for preciso

A criatividade não é só uma habilidade para momentos ruins. Sempre há a possibilidade de melhorar e de crescer os seus negócios.

Proponha soluções criativas! Isso vai influenciar os seus funcionários na hora de lidar com os pequenos desafios do dia a dia.

Se você é visto como “ousado” na hora de propor soluções, você deixa toda a sua equipe mais à vontade para que, quando eles mesmos precisarem solucionarem desafios ou aprimorar algum processo da sua empresa, se sintam aptos e confortáveis para fazê-lo.

Vale lembrar que criatividade é algo totalmente exercitável — caso você não se considere uma pessoa criativa.

Seja firme nas suas decisões

Essa é a parte mais racional deste tópico! Ser firme nas suas decisões e confiar na sua capacidade de análise e escolhas.

Essa é uma atitude admirável em todo profissional, seja ele um empreendedor ou um funcionário de alguma empresa.

Mesmo se todos não concordarem com a sua ideia ou decisão, ou acharem que tudo é uma loucura, continue firme. Você é o principal interessado em realizar melhorias para a sua empresa, e por isso deve acreditar no que propõe.

Devemos te lembrar que, se você não tivesse acreditado em si mesmo antes de começar o seu empreendimento, talvez você não tivesse chegado onde chegou e muito menos estaria lendo este artigo agora.

Se você passar confiança nas suas opiniões para os seus funcionários, mais uma vez você estará sendo uma inspiração para eles!

É importante ressaltar que isso não significa que a sua ideia será sempre a melhor, estamos falando da confiança necessária para você conseguir gerir as pessoas com sucesso.

Seja a inspiração também fora do escritório

O que o empreendedor é, independente da função que ele exerce na empresa, é a última parte que compõe a figura empreendedora.

Caráter não é uma coisa que se aprende depois de entrar no mundo dos negócios, pelo contrário, esse é um mundo que pode ser muito glamouroso e corrompedor.

Acompanhe as 3 atitudes finais — em relação à parte emocional — que são fundamentais para que você seja a inspiração para o seu time.

Seja justo acima de tudo

Grandes homens precisam ser justos. Empreendedores precisam ser justos!

Preserve o seu bom coração. Isso não significa dizer sim para tudo. Na verdade, isso nada mais é do que fazer o que realmente tem que ser feito.

Não se corrompa por processos que facilitam a sua vida, gestão e nem permita que isso aconteça dentro da sua equipe.

Antes de ser qualquer exemplo de liderança ou de profissional, você precisa ser um exemplo como pessoa. Inspire os seus funcionários a jogarem “limpo” com você e a sua empresa.

Reconheça que nem sempre é um dia bom

Nem todos os dias são bons. Isso não te faz nem melhor e nem pior do que qualquer outra pessoa.

Reconhecer isso te torna mais real e mais próximo da sua equipe, e consequentemente é uma ação que serve como inspiração.

Converse, desabafe e compartilhe seus receios com os seus funcionários. Juntos, vocês podem ajudar uns aos outros e isso com certeza tornará você um alguém mais admirável.

Nada mais contagiante do que o seu otimismo

Já falamos isso uma vez, mas vale a pena reforçar: você é o maior interessado no sucesso do seu negócio, por isso, acredite nele!

Ser otimista levanta o astral e aguça a criatividade dos seus funcionários.

Seu otimismo precisa ser a maior fonte de inspiração da sua equipe para fazer as coisas darem certo e fazer do seu negócio um grande case de sucesso!

Encontre alguém em quem se inspirar também

Por último, precisamos falar sobre a importância de você ter alguém para se inspirar.

Não é porque você ocupa o cargo mais alto da sua empresa que não precise de alguém que te inspire a ser cada vez melhor, não é mesmo?

Existem grandes líderes que marcaram a história e o cenário empreendedor e que podem te ajudar a construir quem você deseja ser no mercado.

Não importa se são histórias de sucesso ou negócios que deram errado mas deixaram um grande legado para a história. Procure para você a inspiração que te falta!

Queremos muito ouvir o que você pensa sobre esse assunto! Que tal nos deixar um comentário? Vamos ajudar você a encontrar fontes de inspiração através da leitura deste post com a história de 8 grandes líderes incríveis.

prospectar clientes

Prospectar clientes: Decole suas vendas com as nossas dicas!

Prospectar clientes é o primeiro passo de uma venda, mas a pessoa que faz esse serviço tem um perfil bem diferente de um vendedor. Também por causa da prospecção, é costume dizer que “vender é uma arte”.

Prospectar clientes é o primeiro passo de uma venda, mas a pessoa que faz esse serviço tem um perfil bem diferente de um vendedor. Também por causa da prospecção, é costume dizer que “vender é uma arte”.

Isso tem lá o seu fundo de verdade, mas para se aprofundar na “arte” de prospectar clientes, você vai ter que repensar o seu conceito de artista: assim como eles, vai precisar de uma boa dose de compreensão, prática e dedicação.

No artigo de hoje, vamos te mostrar como a prospecção é fundamental para que o aproveitamento do vendedor aumente. Vamos, também, demonstrar as melhores práticas para prospectar de maneira correta e porque essa tarefa exige a sua atenção. Confira!

O que seria de fato prospectar clientes?

Um vendedor talentoso raramente deixa escapar uma oportunidade de venda. Mas, por outro lado, ele também não é nenhum mágico.

Para que ele tenha um dia produtivo, consiga bater suas metas e fechar novos contratos para a empresa, há uma etapa anterior ao contato do vendedor com o consumidor que deve ser muito bem-feita: a prospecção de clientes.

Essa etapa faz parte do processo de venda, mas nem sempre é o vendedor que a executa. Na verdade, é recomendável que não seja ele a desempenhar essa tarefa.

Isto porque a prospecção de clientes é um trabalho bastante analítico: consiste, basicamente, em criar filtros seletivos o suficiente para que eles levem até pessoas — ou empresas, se o seu ramo for o B2B — com problemas e características tais que eles se adaptem à solução que você oferece.

E, em alguns casos, consiste também em entrar em contato com essas pessoas ou empresas para uma primeira conversa, na qual se evita ao máximo entrar em qualquer tipo de “atitude de venda”.

Afinal, esse primeiro contato é uma forma de as duas partes se conhecerem e estabelecerem um vínculo comercial que não necessariamente se transforma numa venda.

Por exemplo, no caso de empresas que vendem para outras empresas — o B2B de que falamos acima — ele pode ser o início de uma grande parceria, que pode se tornar até mais vantajosa que comercializar um produto ou serviço.

Mais uma vez: nas pequenas empresas, principalmente, é quase inevitável que o próprio vendedor desempenhe essa tarefa. Porém, isso não é muito recomendado, já que o perfil de vendas é muito dinâmico, espontâneo e expansivo, e a prospecção é uma tarefa analítica, introspectiva e paciente.

Além do mais, quase todo vendedor trabalha com metas diárias de novos contratos, o que vai fazer com que ele naturalmente se concentre muito mais nas vendas propriamente ditas do que na etapa de prospecção.

Por que prospectar clientes exige uma atenção especial do empreendedor?

Embora fidelizar clientes seja mais fácil e barato do que conseguir novos consumidores, alguma rotatividade sempre vai existir na sua empresa. Isto é, não importa quão alta seja a sua taxa de retenção: a prospecção sempre vai ser necessária para você.

Entenda porque essa atividade é tão essencial e os motivos pelos quais ela deve começar a ter a sua atenção imediatamente:

Quanto mais prospecção, mais vendas

Nem toda oportunidade que for prospectada vai se transformar em vendas reais para a sua empresa. Porém, isso não muda a proporção direta que existe entre possíveis clientes prospectados e vendas.

Embora a qualidade da prospecção também influencia nessa proporção, se você prospecta pouco, vai vender pouco. Simples assim. Agora, se conseguir um bom número delas e, com a prática, for otimizando a atividade de prospecção, as vendas vão aumentar muito!

Mais adiante vamos te dar algumas dicas para melhorar o aproveitamento das suas prospecções. Mas, por enquanto, tenha como regra que você deve conseguir chegar na maior quantidade possível, desde que a qualidade no processo não seja perdida.

Prospecção também traz reconhecimento de marca

O outro grande motivo para você nunca abrir mão dessa atividade é um benefício indireto que ela traz: enquanto vai atrás de um primeiro contato com possíveis novos clientes, você divulga a sua marca.

Este aqui, aliás, é o maior motivo para que a prospecção seja feita de forma cuidadosa e não haja ansiedade para vender, da sua parte. Se esse primeiro contato for delicado e causar boa impressão, ele funciona como uma forte propaganda para você.

Afinal, você não quer apenas vendas imediatas. Também quer ficar na cabeça dos seus possíveis consumidores para que eles se lembrem de você quando for a hora certa de fechar um negócio, não é mesmo?

Dicas e boas práticas para prospectar clientes

Chegou a hora de colocar a mão na massa e partir para a etapa mais prática do nosso artigo de hoje.

Se você ainda não faz uso da prospecção antes das vendas — ou se ainda não faz isso de forma organizada — vai achar útil as dicas abaixo. Mãos à obra:

1. Crie uma buyer persona

Essa dica é o primeiro passo não apenas para a prospecção, mas para qualquer atitude efetiva da sua empresa no que diz respeito a marketing e vendas. Em muitos casos, isso é importante até para outros setores.

Se você não sabe o que é uma buyer persona, é recomendável que aprenda agora mesmo. Essas representações fictícias do seu cliente ideal são cruciais na sua relação com o seu consumidor, independentemente de quem ele seja.

E como a persona é o seu cliente ideal — aquele que tem necessidade pelo seu produto, de preferência uma necessidade permanente dele — ela é uma das coisas que vai garantir uma alta taxa de conversão da prospecção em vendas.

Afinal de contas, um dos objetivos da prospecção é garantir que a sua equipe de vendas não vá perder tempo nem dinheiro da empresa entrando em contato com pessoas que não têm interesse pela solução que você oferece, não é mesmo?

2. Busque indicações de clientes

A forma mais fácil de começar a prospecção é dentro da sua própria rede de relacionamentos. Os clientes mais satisfeitos da sua empresa estão sempre muito inclinados a indicá-la para conhecidos, amigos e familiares que precisem da mesma solução.

Um pequeno “empurrãozinho” ajuda nisso. Já pensou em dar descontos ou criar campanhas promocionais que favoreçam o consumidor que te indicar alguém?

Essa estratégia é duplamente interessante para você, já que ela ajuda na busca de novos clientes e ainda deixa seus atuais consumidores mais satisfeitos. Esse agrado a mais permite trabalhar suas duas fontes de faturamento ao mesmo tempo: prospecção e relacionamento pós-venda.

3. Tenha um script

Se definiu a sua buyer persona e buscou indicações entre seus clientes ideais, você já está pronto para começar a prospecção.

Certo, mas qual estratégia vai utilizar nessa conversa? Que tipo de abordagem? Você está preparado para as respostas de quem estiver do outro lado? Ou, mais importante ainda, está preparado para responder às perguntas dele?

Não cometa o erro de agendar uma reunião e ir até lá confiando em improviso. Tenha um script com os pontos principais a serem abordados. Certamente ele vai mudar na hora da conversa, mas chegar até lá despreparado pode ser desastroso!

Além do mais, com o tempo você ou o encarregado das suas prospecções terá a oportunidade de aprimorar esse script, chegando cada vez mais perto da abordagem perfeita!

4. Organize e compareça a eventos, feiras e convenções

Você já deve ter notado, pelo que dissemos até aqui, que a prospecção não é apenas uma primeira etapa das vendas. Ela é também uma forma de networking.

Logo, essa atividade pode e deve ser praticada em encontros, eventos e outros acontecimentos corporativos. É muito comum que a sua persona, o seu cliente ideal, esteja presente nessas ocasiões, o que as torna ideais para prospectar.

Isso para não mencionar como são ótimas oportunidades de gerar leads.

Você pode, até mesmo, organizar eventos como esse, caso esteja em condições de fazer esse investimento financeiro. Afinal, quem não quer interação, networking, reconhecimento de marca, leads e prospecção de clientes em um só lugar?

5. Mescle emails e telefonemas

Hoje em dia, a forma mais eficiente de se relacionar com clientes reais e potenciais é o Inbound Marketing. Mas se você ainda não sabe ou não utiliza essa metodologia, ainda assim é possível criar formas eficazes de ter um primeiro contato com eles.

Uma boa dica nesse sentido é evitar que o telefonema seja o seu primeiro contato com o cliente. Antes disso, envie um email onde você explica sua solução e solicita uma reunião ou pede permissão para telefonar.

Caso não haja resposta, ainda assim, telefone. Por mais que pareça que essa primeira etapa foi infrutífera, a verdade é que as pessoas que abriram seu email e não responderam vão estar com a sua marca gravada no subconsciente.

O que já faz com que você não seja mais um completo desconhecido e seu telefonema seja recebido com um pouco mais de boa vontade.

Conclusão

Se seguir à risca essas dicas e boas práticas, a “arte” das vendas será algo muito mais próximo para você. Afinal, o objetivo deste artigo foi te mostrar que, da mesma forma que os artistas, o vendedor não pode confiar só no próprio talento.

Ele precisa, primeiro, confiar na experiência, rigor e metodologia da pessoa encarregada de prospectar clientes. Se esses dois trabalharem em harmonia, cada peça do setor de vendas vai funcionar junto com as outras e a sua empresa estará tão ensaiada quanto uma orquestra!

Prospectar clientes, como boa arte que é, é um assunto que deve ser aprofundado. Que tal saber um pouco mais sobre isso no nosso artigo Prospecção de clientes: 6 formas de aumentar suas vendas?