empreendedores digitaisprodução ou à prestação de serviços. Por isso, o ideal é que sejam aplicados corretamente os princípios da contabilidade no processo de levantamento desses custos e da precificação da sua atividade-fim.

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Conheça a história de pessoas que saíram do lugar para se tornar empreendedores digitais

Reunimos algumas histórias de pessoas que saíram do lugar na busca pelos seus sonhos de tornar empreendedores digitais, na intenção de te inspirar vocês!

Se você fizer uma pesquisa rápida no Google encontrará diversas histórias sobre pessoas que abandonaram um trabalho que odiavam para viver de suas paixões.

Sabemos que nem sempre é fácil abrir mão da segurança, especialmente financeira, para se arriscar no mundo do empreendedorismo.

Mas a evolução da internet está aí para provar que é possível abandonar o mercado convencional para ter um negócio próprio.

As opções vão desde criar um produto digital, até usar sua própria imagem para ganhar dinheiro, trabalhando como influenciador digital.

Pensando nisso, reunimos algumas histórias de pessoas que saíram do lugar na busca pelos seus sonhos, na intenção de te inspirar para que você possa ir atrás dos seus!

Karin Hueck e Fred Di Giácomo – Glück Project

Em 2013, o casal Karin Hueck e Fred Di Giácomo, vivia em São Paulo e ambos tinham carreiras bem sucedidas à frente de duas revistas de circulação nacional, quando decidiram abandonar tudo para fazer um estudo sobre a felicidade.

Parte do projeto envolvia a mudança para a Berlim, cidade onde Karin tinha vivido durante a infância, e que tinha vivido momentos tão distintos durante a guerra e nos dias atuais.

E assim nasceu o Glück Project.

No blog do projeto, Karin e Fred afirmam que o intuito dos dois era fazer um jornalismo menos “fast food” e mais focado no que as pessoas tinham a dizer sobre a felicidade.

Os posts trazem depoimentos pessoais, pesquisas e entrevistas com especialistas, que buscam desvendar os diferentes caminhos para uma vida mais plena.

A jornada do Glück Project era para ter durado 12 meses, mas o projeto existe até hoje, apesar dos jornalistas já terem voltado para o Brasil.

O que era para ser uma jornada pessoal , acabou se tornando um negócio, e hoje Karin e Fred dão diversas palestras sobre a felicidade e sobre o que motivou os dois a largarem seus empregos.

“Viajar favorece a possibilidade de enxergar as coisas em perspectiva e nos faz valorizar o que o Brasil tem de bom. Mas vale repetir: a pessoa não precisa sair do seu país (ou mesmo da sua cidade) para “encontrar a felicidade”, afirmou Karin Hueck em suas inúmeras entrevistas sobre o Glück Project.

João Pedro Resende – Hotmart

Antes de ser uma plataforma de vendas com 3 milhões de clientes, em mais de 160 países, a Hotmart era um sonho de João Pedro Resende, que além de criador ocupa o cargo de CEO da empresa.

A plataforma foi criada em 2010 e começou de maneira bem modesta, comparada com o que é hoje.

Na época João Pedro trabalhava durante o dia e se dedicava à startup durante à noite, junto com o amigo Matheus Bicalho, que também foi colega de João no curso de Ciências da Computação.

No primeiro ano do negócio, os dois faturaram menos de 200 reais. Mas, o baixo desempenho não impediu que eles continuassem investindo energia no projeto.

A formação em MBA de Gestão de Projetos e a curiosidade por temas como otimização de sites e modelos de monetização na internet, ajudaram João Pedro a perceber o potencial de crescimento da sua empresa, foi aí que ele decidiu abandonar o emprego convencional para trabalhar por conta própria.

Tanto esforço foi reconhecido em 2011, quando a Hotmart foi umas vencedoras do prêmio concedido pelo Site Buscapé, para as quatro startups mais promissoras no Brasil.

Com o investimento de 300 mil reais do prêmio, João Pedro e o sócio Matheus, fizeram os ajustes necessários para a plataforma funcionar da melhor maneira possível, o que refletiu na quantidade de usuários, que cresceu exponencialmente nos últimos 6 anos.

Hoje, cerca de 700 mil pessoas hospedam produtos como vídeoaulas, cursos online e ebooks na Hotmart, e muitas delas também puderam abandonar os empregos que tanto odiavam , para fazer algo pelo qual eram realmente apaixonadas, e ainda ganhar dinheiro com isso.

O objetivo da empresa parece simples: oferecer às pessoas a possibilidade de criar o próprio negócio, sem precisar de conhecimentos avançados em tecnologia para fazer isso.

“O mundo evoluiria mais rápido se todas as pessoas pudessem compartilhar sempre o que elas têm de mais valor”, João Pedro Resende (De fato, um lema que ele vivencia diariamente).

Juliana Bretas – SuperEla

Diferente dos exemplos anteriores, Juliana Bretas encontrou a felicidade em um segmento completamente diferente do qual ela trabalhava.

Formada em Comunicação Social em 2008, Juliana atuou três anos na área de inteligência de mercado na Souza Cruz, gigante da indústria de tabaco, até decidir se dedicar 100% ao SuperEla: um site voltado para beleza, comportamento e empoderamento feminino.

Para arcar com os próprios custos, a empresa recebeu o apoio de um programa de aceleração de Startups, e atualmente, a maior parte dos lucros provém de publicidade.

Apesar de ter sido criado apenas em 2014, o SuperEla já coleciona números expressivos na internet, com mais de 170 mil seguidores no Facebook e mais de 15 milhões de acessos ao site.

Além de publicar conteúdo de seus colunistas diariamente, sobre os mais variados temas do universo feminino, o site incentiva as leitoras à enviarem os seus textos também, criando uma rede colaborativa de escritores de diferentes partes do Brasil e do mundo.

A mais recente conquista de Juliana à frente do SuperEla foi a criação de um aplicativo mobile, para que os leitores possam acompanhar as postagens do site em tempo real.

Manuela Bordasch, Catharina Dieterich e Arthur Chini – Steal the Look

Em 2012, as gaúchas Manuela Bordasch e Catharina Dietrich, criaram o Steal the Look, um híbrido de revista digital com e-commerce de moda, que hoje recebe mais de dois milhões de acessos por mês.

O insight para criar a empresa surgiu quando Manuela estava fazendo o trabalho de conclusão de curso de Relações Internacionais com ênfase em Marketing de Negócios.

Foi fazendo a sua monografia, cujo o tema era Moda, que ela percebeu que a maioria das blogueiras e sites especializados, não compartilhavam os links das lojas para que que as pessoas pudessem fazer compras online.

Apesar de ser uma fórmula que dá muito certo hoje, Manuela e Catharina, tiveram que fazer escolhas elementares para o negócio dar certo.

Manuela abandonou o cargo de coordenadora de Marketing em uma seguradora, e Catharina desistiu do curso de inglês que estava fazendo na época, para se dedicar completamente ao projeto.

Com um investimento inicial de R$ 30 (valor pago pelo domínio do site), as duas criaram o Steal the Look.

Em 2014, o Steal the Look mudou de mala e cuia para São Paulo, quando Arthur Chini, passou a ser sócio do negócio. E o resto é história.

Atualmente parte do lucro do site vem da publicidade paga, banner, publispot e newsletter.

As marcas que aparecem no Steal the Look também pagam uma mensalidade fixa para estar ali, e a contrapartida do anunciante é a quantidade de tráfego e de vendas que são feitas, à partir dos links compartilhados no Steal the Look.

Paula Abreu – Treinadora e Coach de desenvolvimento pessoal

Desde criança, Paula Abreu queria ser escritora. Mas durante toda a sua vida, ouviu pessoas que falaram que não era possível viver disso em um país como o Brasil.

Foi a pressão da família e dos amigos, que fez com que Paula seguisse a carreira de Direito, área na qual trabalhou por mais de 15 anos, fazendo tudo que era necessário para se tornar uma referência em sua profissão.

Mais junto com o prestígio, veio a percepção de que ela não estava feliz.

E essa percepção ficou ainda mais forte, quando ela foi demitida da última empresa onde estava trabalhando, em 2012.

Decidida a não voltar a trabalhar com algo que não lhe dava prazer, Paula viu na demissão uma oportunidade para criar o seu próprio negócio.

O primeiro passo de Paula foi voltar a escrever, contando a história que ela sabia contar melhor: a dela própria. O livro “Escolha a Sua vida”, foi o pontapé inicial para a carreira de coaching que Paula exerce até hoje.

E foi no coaching, que ela descobriu que se sentia realizada ajudando outras pessoas a enfrentarem seus desafios profissionais e/ou pessoais.

Ela é mais um dos muitos casos de empreendedores que escolheram a internet como um mercado para atuar, e que hoje vivem de ensinar e compartilhar o seu conhecimento, coisa que era quase impossível fazer sem muito planejamento prévio.

“Não é porque” a sociedade fala que tem que ser de um jeito, que se você for diferente você vai se dar mal. Só de pessoas verem que é possível sim ser diferente, e que isso pode até ser melhor, já se abre um mundo de possibilidade novas para elas”.

Inspirador, né?

A história da Paula Abreu foi contada na web série: Digital Makers.

E você, conhece a história de mais alguém que abandonou tudo para trabalhar na internet fazendo algo que gosta?

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Guest post produzido pela Hotmart.