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Quais são os desafios da economia digital?

A economia mundial passa, constantemente, por mudanças profundas em seus paradigmas e processos, causadas principalmente pela chegada e modernização das tecnologias digitais.

A economia mundial passa, constantemente, por mudanças profundas em seus paradigmas e processos, causadas principalmente pela chegada e modernização das tecnologias digitais.

Muitos especialistas apontam que estas transformações são basicamente irreversíveis e irão montar o plano de fundo das dinâmicas econômicas deste século, onde o relacionamento entre mercados, consumidores e empresas não será mais o mesmo.

Pesquisas mostram que quase 40% da economia mundial está diretamente ligada aos meios digitais e que este número deve crescer enormemente nos próximos anos – o que faz com que a entrada neste novo jogo não seja mais opcional.

De uma maneira geral, os avanços recentes neste segmento trouxeram uma maior agilidade, flexibilidade e acessibilidade para os consumidores e para as empresas que conseguem se conectar a eles.

Mas, ao mesmo tempo, o mercado digital pode confundir as lideranças empresariais, que podem não se adequar ao alto nível de concorrência e à frequente evolução de tecnologias.

Por isso, embora esteja intimamente atrelada a grandes vantagens comerciais e a uma dinâmica financeira mais inteligente, a economia digital pode trazer grandes problemas para aquelas empresas – sejam elas de qualquer porte – que não saibam se adaptar às novas regras deste mercado.

Continue a leitura para conhecer mais sobre os principais desafios da economia digital e como seu empreendimento deve superar para sobreviver à este intenso segmento e se adaptar em meio a tantas mudanças!

Uma transição nem sempre fácil

O mercado digital é muito mais dinâmico e ágil do que os segmentos econômicos mais convencionais.

Nele, a evolução de tecnologias é uma constante e o frequente processamento e análise de dados levam a tomadas de decisão mais rápidas e intensas – por isso, as empresas nativas deste setor comportam-se de maneira fluida e nunca perdem tempo com processos redundantes ou engessados.

Desta forma, cair de cabeça nesta nova dinâmica pode ser difícil e até mesmo traumático para qualquer empresa que não está pronta para isso.

Mas, como mostramos, a entrada na economia digital não é mais uma opção – e sim uma certeza – para qualquer segmento econômico, o que demanda das organizações que ainda estão de fora uma certa agilidade, ou irão perder o barco.

Obviamente, startups que já nascem voltadas para o mercado digital enfrentam muito menos dificuldades para adentrar neste segmento do que empresas que possuem processos convencionais há mais tempo, mas os passos para adaptar-se a este mercado são basicamente os mesmos para qualquer tipo de organização:

Adequação tecnológica:

Antes de tudo, claro, uma empresa precisa modificar sua infraestrutura tecnológica para criar redes de dados e soluções de TI eficazes e proporcionais às suas necessidades.

Embora os custos destas tecnologias hoje serem muito menores do que já foram, este investimento ainda precisa ser bem planejado e executado ou pode ser excessivamente dispendioso.

Flexibilização dos processos internos:

O mercado digital implica, sobretudo, em mudanças de paradigmas.

A gestão interna deve estar pronta para assumir uma nova visão de seu segmento, de seus clientes, parceiros, consumidores e de seus concorrentes.

Além disso, a estrutura organizacional, os processos de tomada de decisão, planejamento comercial e gerenciamento de recursos devem-se tornar mais ágeis para adequarem-se à realidade digital.

Construção do diálogo com os consumidores:

Um dos elementos-chave que caracterizam a economia digital é o relacionamento aberto e profundo com os consumidores.

E é neste ponto que a adoção de ações no Marketing Digital, por exemplo, provoca os melhores resultados, dando grandes vantagens às empresas que utilizam este estes recursos precocemente.

Nova dinâmica entre concorrentes

As tecnologias digitais trouxeram mudanças significantes no relacionamento entre empresas concorrentes de um mesmo setor.

A principal transformação marcante é o nivelamento de mercado: o jogo se tornou um pouco mais justo.

Isto ocorre porque neste segmento, os melhores frutos são colhidos pelas empresas que conseguem perceber as oportunidades antes das outras e tomam as decisões importantes mais rapidamente.

Vale ressaltar que uma organização que possua muito mais recursos do que outra não irá, necessariamente, se dar melhor na economia digital, principalmente quando ela não aplica inteligentemente tais recursos.

Portanto, uma empresa recém-chegada no mundo digital irá perceber que seus concorrentes atuam de maneira fluida no mercado, atacando e testando novas possibilidades o tempo todo e assumindo papéis ligeiramente diferentes a cada momento.

Esta realidade pode ser assustadora em um primeiro momento e irá cobrar agilidade e esperteza dos que estão chegando agora.

Outra mudança acontece em mercados digitais que estão, aos poucos, incorporando conceitos da microeconomia colaborativa.

O que significa que este ambiente, embora altamente competitivo, também carrega um alto grau de parceria e interdependência entre as empresas, principalmente entre as menores.

Elas se unem muitas vezes em prol de um bem comum e formam cadeias de produção e distribuição muito mais ágeis e multifacetadas do que as usuais.

Resumindo, a entrada no mercado digital exige, mais do que nunca, um conhecimento profundo e constantemente atualizado do mercado – que irá então sempre guiar o posicionamento de uma empresa perante seus concorrentes e também irá definir a escolha de suas parcerias e colaborações.

Gerenciamento de talentos

Uma das grandes mudanças que a economia digital traz às empresas envolve suas hierarquias internas.

O modelo antiquado de uma estrutura sólida de pessoas funcionando em células isoladas, onde apenas a gestão central conhece todos os detalhes da produção da empresa parece não funcionar muito nesta nova economia.

Nas organizações mais bem-sucedidas do mercado digital é a grande valorização de seus talentos internos, onde cada recurso humano é utilizado em seu potencial máximo, não existindo posições ou cargos firmemente definidos e sim um aproveitamento do que cada funcionário pode oferecer em determinado momento, segundo suas habilidades mais importantes.

Claro que isso não significa que cada um faz o que quer, mas sim demonstra que todos os funcionários da empresa podem e devem ter um input de especialista na tomada de decisão e na formatação dos produtos e serviços.

A gestão das empresas inseridas na economia digital tendem a valorizar mais os processos desempenhados por uma equipe criativa e motivada, onde a hierarquia de papéis internos não é tão absoluta ou definitiva.

Esta nova forma de gerenciar talentos não ocorre à toa. Na verdade, o motivo é muito claro: melhores resultados comprovados.

Uma equipe de funcionários mais confortável, livre para exercer suas capacidades e também mais inteirada dos objetivos centrais da empresa tende a trabalhar de maneira mais unida e flexível para alcançar metas importantes e também responde melhor às intempéries e mudanças de rumo.

Assim, cabe às organizações recém-chegadas ao mundo digital modificar sua própria estrutura interna a fim de obter estes benefícios.

Formas diferentes de tomar decisões

Talvez a característica mais marcante da economia digital seja o massivo volume de dados disponíveis para o mercado e suas empresas.

Como as tecnologias, redes e infraestruturas digitais estão cada vez mais integradas e compartilhadas, uma enorme cota de informações se torna passível de captação e utilização eficaz para as empresas que realmente souberem o que fazer com estes dados.

Na economia digital, informação é o recurso mais importante a ser trabalhado e o que pode trazer mais vantagens competitivas nas dinâmicas entre as empresas.

Comportamento de compra de consumidores, aplicação inteligente de recursos financeiros, análise exponencial de riscos corporativos, previsão de flutuações de mercado e gerenciamento em tempo real de investimentos são apenas alguns dos inúmeros tipos de informações importantes que podem ser extraídas das redes digitais.

Esta análise massiva de dados ainda é tendência recente entre a maioria das empresas do mercado digital, mas deve tornar-se essencial em poucos anos, já que seus benefícios a curto e longo prazo são absolutamente inegáveis.

Por isso, quanto mais cedo uma empresa aprimorar seus processos de decisão com base no processamento de dados de seu mercado, mais vantagens ela irá ter em seu segmento e mais bem utilizados serão seus recursos financeiros.

Claro que a incorporação deste tipo de processo não é fácil: exige funcionários especializados e investimentos tecnológicos.

Mas, não se engane, este tipo de investimento está entre os mais rentáveis para uma empresa que queira se dar bem na economia digital.

O futuro da economia digital

Como vimos, a economia digital está mudando profundamente a forma como as empresas competem entre si, tomam suas decisões, afetam seus consumidores e mercados.

Além, é claro, de transformar a maneira de como as pessoas em geral se relacionam com a economia.

Embora ninguém tenha certeza de como será o panorama exato daqui a alguns anos, algo todos têm certeza: os meios digitais serão dominantes e fundamentais em qualquer tipo de segmento comercial ou econômico.

Esta revolução digital não é nem passageira, nem reversível.

Ou seja, os meios tradicionais do comércio e economia que não deram os primeiros passos terão desafios muito maiores a medida que o tempo passar.

Por isso, esperamos que você tenha entendido alguns dos desafios da economia digital e o que pode ser feito para superá-los.

Entrar neste mundo não é fácil para nenhum tipo de empresa, já que ele implica necessariamente na modificação de muitos conceitos internos, e tais transformações podem ser vistas com desconfiança e negação.

E então, você está pronto para encarar estes desafios, adotar estas mudanças e colocar sua empresa no rumo certo no mercado digital?

Leia o nosso post e veja tudo o que você precisa saber antes de virar um empreendedor digital.