Sua empresa sobrevive à economia colaborativa? Descubra!

Um dos grandes diferenciais de um empreendedor de sucesso  é sempre prestar atenção às tendências mundiais do universo corporativo. 

Não é novidade dizer que o consumidor e o mercado estão passando por uma transformação interessante. A tecnologia, o acesso à informação e a valorização de práticas sustentáveis estão afetando a dinâmica de mercado. É preciso prestar atenção a essas questões.

A seguir, apresentaremos o conceito de economia colaborativa que já é realidade em muitos países e que está chegando ao Brasil com muita força. Além disso, falaremos sobre os riscos e benefícios de aderir. Vamos também mostrar alguns empreendimentos que estão se saindo bem com essa lógica de atuação.

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O que é economia colaborativa?

A economia colaborativa, ou sharing economy, se baseia na ideia de dividir e emprestar se contrapondo a ideia de acumular bens. O consumidor busca por produtos e serviços que podem ser compartilhados e utilizados temporariamente, eliminando a necessidade de adquirí-lo.

O conceito pode ser assustador ao empreendedor em um primeiro momento. Mas, acredite, há quem está sabendo aproveitar esse modelo que promete ser muito mais do que uma “modinha”.

A economia compartilhada, como o próprio nome sugere, é totalmente adepta a ideia de trocar e compartilhar. Pessoas se conectam para oferecer o que têm e receber aquilo que precisam.

Portato, percebe-se que veio para revolucionar a forma de atuação das empresas. Os empreendedores mais inteligentes já estão atentos e isso e começam a preparar seus negócios para atender a essa demanda de maneira estratégica e rentável.

Qual o contexto de surgimento da sharing economy?

Falar sobre tendências é sempre muito enriquecedor, principalmente quando estão relacionadas a questões essenciais para o empreendedor. A economia colaborativa é uma dessas novidades que merece atenção e que, portanto, precisa ser bem esclarecida.

Fruto de uma mudança no modo de consumir da população mundial, do aumento de preocupações ambientais, da propagação das redes sociais e da consciência de pertencer a uma sociedade, a sharing economy vem ganhando força.

O contexto em que ela surge é exatamente esse. Todas as mudanças e evoluções de pensamento e tecnológicas conduzem a uma necessidade de se repensar a atividade de consumir.

Alguns empreendedores se preocupam com o conceito, mas é preciso destacar que as rupturas nos modelos de negócio sempre existiram no capitalismo. A economia colaborativa não é o fim das empresas, mas é certo que trará impactos significativos nas corporações e na organização da sociedade.

Trata-se, portanto, de um processo pela qual os empresários terão de passar e a chave para se destacar é a inovação. Você se lembra de que, na época da Revolução Industrial, o modo artesanal de fabricação foi substituído pela automação? Pois bem, isso não aniquilou o artesanato. Ao contrário, ele se reinventou e continua a ser valorizado em todo o mundo.

A ideia é a mesma. Com esse novo movimento e modelo de consumo surgindo, as empresas devem se adaptar e inovar. Quem começar a planejar essa mudança primeiro, estará mais preparado para atender a um consumidor exigente e aberto a mudanças.

Quais os tipos de economia colaborativa?

Apesar da ideia central dessa lógica de mercado ser o compartilhamento de bens e serviços, a economia colaborativa pode ser dividida em três grupos. Entenda melhor cada um deles e veja como sua empresa pode se beneficiar com essa tendência.

Mercados de distribuição

Imagine que um bem foi bastante útil em um determinado local ou mercado, mas deixou de ser útil a esse espaço. Nesse caso, utiliza-se a estratégia de enviá-lo a um local onde ele poderá ser melhor aproveitado.

Portanto, o produto não deve ser descartado. Ao contrário, baseado no princípio “reduza, re-use, recicle, repare e redistribua”, os bens e serviços continuarão a servir ao homem moderno, sem elevar o nível de consumo.

Lifestyles colaborativos

Já pensou em poder compartilhar com outras pessoas alguma habilidade que você possua? Essa é a ideia central desse tipo de economia de colaboração. A pessoa que possui uma habilidade, recurso ou tempo compartilha com outras, recebendo em troca uma remuneração ou recompensa.

Sistemas de produtos e serviços

Quando você adquire um DVD está em busca do filme e não do objeto em si. Esse é um exemplo que explica bem a sistemática desse tipo de economia colaborativa: o consumidor paga pelo benefício que o produto lhe traz e não pelo produto em si.

Praticamente qualquer bem pode ser visualizado assim: você compra o smartphone para se comunicar com o mundo e não apenas para tê-lo em seu bolso, você adquire uma furadeira porque precisa fazer um buraco na parede e não para ter uma ferramenta, e assim por diante.

Quais os maiores exemplos de negócios que prosperaram com esse sistema?

Conforme mencionamos, o conceito de sharing economy pode causar preocupação em alguns empreendedores. Se você está nesse grupo, precisa prosseguir com e leitura.

Para te provar que é possível obter bons resultados nesse sistema, reunimos os maiores casos de sucesso da atualidade. Algumas dessas empresas já são gigantes mundiais e conseguiram chegar lá por meio de inovação nas ideias e na forma de ofertar seus produtos e serviços ao consumidor. Veja!

Uber

O Uber é um aplicativo que segue exatamente a ideia de economia colaborativa. O negócio faz uso da inteligência compartilhada para solucionar uma demanda comum da população mundial: o transporte e deslocamento nas cidades.

O motorista se cadastra como “fornecedor” e compartilha seu tempo, seus recursos e habilidades para transportar pessoas que precisam desse serviço, de maneira segura e confortável.

Em outras palavras, podemos ver benefícios para as três partes dessa relação. O motorista recebe pelo serviço prestado, o consumidor tem acesso a um transporte de qualidade e a empresa que gerencia todos esses motoristas recebe por isso.

Fiat

A montadora de carros Fiat usou o conceito de economia colaborativa para desenvolver novos produtos. Para isso, ela abriu espaço para que seus consumidores apresentassem sugestões e opiniões para o lançamento dos novos carros.

Trata-se de uma abertura para ideias da coletividade. Os benefícios são claros: quanto maior o engajamento do consumidor no desenvolvimento do produto, maiores serão as chances de que ele o adquira no futuro.

Airbnb

Quem diria que tempos atrás seria plausível pensar em “emprestar” um quarto ou uma casa para um viajante? Atualmente, com a popularização do Airbnb é possível fazer isso em quase todos os cantos do mundo.

O site reúne pessoas que querem oferecer ou buscar um quarto ou casa para hospedagem. Sem dúvidas, essa foi uma ideia inovadora e está revolucionando o mercado, merecendo a atenção dos empresários que atuam no setor.

Quais os riscos e benefícios de aderir à economia colaborativa?

De acordo com o que foi apresentado até aqui, é possível concluir que a lógica da economia colaborativa é valorizar o acesso ao bem ou serviço e não apenas a posse. O homem não vive em uma ilha e a experiência de compartilhar ideias, tempo e recursos com outras pessoas tornam sua vida muito mais saudável e interessante.

Com isso, podemos afirmar que as empresas que apostarem nesse sistema podem se beneficiar bastante. Ela pode ser uma excelente oportunidade para que pequenos empreendedores inovem e se destaquem no mercado,** ofertando serviços baseados na ideia de dividir o que se tem e se sabe**.

Além da possibilidade de fazer com que o negócio cresça de maneira saudável e estruturada, não podemos deixar de citar a enorme contribuição dessa decisão para o mundo, que se tornará mais consciente e sustentável.

Por outro lado, também devemos destacar os riscos que isso pode trazer às empresas. Em geral, estamos diante de uma ruptura de um modelo tradicional de negócios e, claro, existe o risco de que isso seja superado no futuro.

Ainda assim, as experiências de sucesso existentes na atualidade demonstram que os negócios que saem na frente são aqueles que não têm medo do novo. Um empreendedor arrojado e inteligente sabe que essa pode ser uma boa oportunidade para crescer e fortalecer sua marca.

Como aplicar esse conceito na sua empresa?

Depois de tudo o que você leu, é provável que tenha se interessado pela ideia de compartilhamento. Para ajudá-lo a colocar esse conceito em prática em sua empresa, preparamos algumas dicas. Por isso, fique atento e anote tudo!

Analise sua cultura organizacional

O primeiro passo para aderir a esse modelo de mercado é olhar para dentro de sua empresa e observar se a cultura organizacional está preparada para isso. Isso porque, as empresas com um sistema rígido de hierarquia e centralização do poder terão mais dificuldades em alcançar bons resultados.

A liberdade para criar e inovar deve ser uma das maiores características de seu negócio. É imprescindível que o gestor se coloque ao lado de seus colaboradores e esteja aberto às ideias inovadoras que possam surgir.

Faça aliados

Já pensou em se unir a um concorrente para desenvolver um novo produto ou uma nova maneira de divulgar seus produtos? Se você pensa em apostar em economia colaborativa essa pode ser uma excelente estratégia.

Pense fora da caixa

Há inúmeras oportunidades para sua empresa se destacar com essa nova proposta de consumo. Para isso,** é necessário pensar além do comum**. Não se prenda a antigos conceitos e tenha sempre em mente que existe mercado para ideia que se baseiam no compartilhamento e participação coletiva.

O que você achou do modelo de economia compartilhada? Os empreendimentos modernos precisam observar com mais atenção esse movimento do mercado, afinal o consumidor e o próprio mercado já dão sinais de que essa é uma tendência que promete se consolidar nos próximos anos. Assim sendo, não perca mais tempo. Estude e se prepare para o futuro!

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