Letícia Abrantes

Analista de Marketing na Rock Content.
Futura publicitária e sagitariana. Acredito que melhores coisas do mundo são: unicórnios, amor e bom humor.



encargos sociaisnome criado para sua empresa está sendo usado por outra, uma concorrente! Saber como patentear sua marca, ideias, nomes e produtos é muito importante.

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Encargos sociais: O que são eles e como afetam o seu negócio?

Um dos fatores mais importantes em qualquer empresa, diz respeito às finanças: pagamento de despesas, tributos e encargos sociais. Conseguir manter o negócio financeiramente estável é uma das premissas para se alcançar o sucesso.

Um dos fatores mais importantes em qualquer empresa, diz respeito às finanças: pagamento de despesas, tributos e encargos sociais. Conseguir manter o negócio financeiramente estável é uma das premissas para se alcançar o sucesso.

Você já percebeu que gerir a própria empresa é uma tarefa que exige muito mais do que espírito empreendedor. O empresário precisa saber lidar com diversos fatores, buscando sempre adquirir conhecimentos em áreas distintas.

Essa parte burocrática do negócio parece ser mais complexa do que realmente é. Isso porque, grande parte dos empreendedores possuem boas ideias, são criativos, determinados, mas possuem pouco conhecimento em gestão.

Para lhe ajudar nisso, hoje vamos falar sobre algo que tira o sono de muitos empresários: os encargos sociais. Você sabe o que são? Quer entender um pouco mais sobre a importância e de como eles afetam o seu negócio? Então, continue lendo o post!

O que são encargos sociais?

Se você possui um negócio, seja ele de pequeno ou grande porte, e possui contratos de trabalho ativos, esse é um conceito que você deve conhecer melhor.

Ter um funcionário envolve muito mais do que apenas o pagamento do salário. Uma contratação, de acordo com as regras impostas em lei, gera encargos sociais e trabalhistas que devem ser pagos mensalmente pelo empresário.

Assim sendo, encargos sociais são direitos concedidos ao trabalhador por lei (são obrigatórios) incidentes sobre sua folha de pagamento. Consiste em valores pagos pelo empregador com o objetivo de custear programas e projetos em prol do empregado.

Quais os tipos de encargos sociais?

Conforme dissemos, estamos falando de custos indiretos obtidos com a contratação de um trabalhador.

Sendo assim, os encargos sociais não são pagos diretamente ao funcionário, posto que essas taxas e contribuições financiam políticas públicas a seu favor, diferentemente dos encargos trabalhistas que são pagos diretamente ao empregado.

Vejamos agora quais os tipos de encargos sociais existentes em nosso sistema jurídico:

INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)

O empregador tem o dever de recolher, além da contribuição descontada do trabalhador, a sua contribuição previdenciária para o INSS.

A contribuição de responsabilidade do empresário é calculada sobre o total da folha de pagamento mensal, correspondente a 20% do valor pago aos seus funcionários. Essa alíquota pode variar em alguns casos, como no caso de instituições financeiras.

Os valores pagos servem para que a Previdência Social possa proteger o trabalhador em caso de doença, acidente, morte e prisão (no caso dos dependentes), invalidez, gravidez, dando cobertura também em caso de desemprego involuntário (custeia o famoso Seguro Desemprego).

FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço)

Você provavelmente já ouviu falar do FGTS. Trata-se de um fundo, uma espécie de poupança forçada, financiada pelo empregador em benefício do funcionário. Nesse caso, o valor corresponde a 8% da remuneração paga ao empregado, podendo ser 2% em caso de contrato de aprendizagem.

Em caso de demissão sem justa causa, o empregador ainda arca com uma multa no valor de 40% de todo a quantia que foi depositada por ele durante o contrato de trabalho.

O FGTS foi um direito trabalhista conquistado com muita luta pelo trabalhador e tem a função de servir de segurança em situações imprevistas, como a demissão sem justa causa, doenças graves e até mesmo para adquirir a casa própria.

PIS (Programa de Integração Social) / PASEP (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público)

O PIS é pago pelo empregador e o PASEP pelo Estado, têm como finalidade custear os gastos com o desempregado, além do Abono Anual e participação nos lucros da empresa.

A alíquota é de 1% sobre o total da folha de pagamento com funcionários, ou seja, de todos os valores pagos a trabalhadores de qualquer natureza.

O Abono é bastante conhecido, sendo pago ao trabalhador que recebe até 2 salários mínimos de empresa contribuinte do programa. O repasse geralmente ocorre no mês de seu aniversário.

Salário Educação

Os recursos arrecadados a título de salário educação são destinados a valorização do magistério e a investimentos em desenvolvimento e manutenção da educação elementar (ensino fundamental).

O valor equivale a 2,5% do salário de contribuição da empresa, recolhido mensalmente junto com as demais contribuições sociais.

Sistema S

O Sistema S é composto por Senar, Senac, Sesc, Sescoop, Sesi, Senai, Sest, Senat, Sebrae, DPC, Incra e Fundo Aeroviário.

Parece confuso, mas tal contribuição financia essas instituições, responsáveis por oferecerem escolas profissionalizantes, centros de tecnologia e laboratórios que auxiliam na formação e qualificação de trabalhadores em todo o país.

É importante ressaltar que empresas optantes pelo Simples Nacional possuem uma maneira diferenciada para pagamento de diversos tributos e dos encargos sociais. Portanto, as alíquotas informadas não se aplicam a elas.

Como os encargos sociais afetam meu negócio?

Você percebeu que existem muitos encargos sociais sobre responsabilidade do empresário. Todos eles possuem um papel importante para a proteção e desenvolvimento do trabalho em nosso país.

Mas, como isso pode afetar a minha empresa?

A resposta é simples: se você não souber se planejar adequadamente e não fizer um balanço financeiro correto, não conseguirá arcar com tais encargos o que pode colocar a sua empresa em uma difícil situação.

Atualmente, os encargos sociais e trabalhistas consomem cerca de 35% da folha de pagamento de uma empresa. Daí a importância de conhecê-los e saber quantificá-los adequadamente.

Ao estar ciente do custo real de um empregado, você é capaz de avaliar a necessidade de contratação, bem como o valor fixo da mão de obra.

Assim, você consegue se programar financeiramente, evitando que sua empresa enfrente problemas nesse sentido, pois, como já dissemos, esses encargos são de natureza obrigatória.

Você percebeu que uma empresa deve estar muito atenta aos custos com encargos sociais para conseguir se manter no mercado.

Não ter condições de arcar com esses valores, levará o seu negócio ao colapso. Portanto, não deixe de realizar os cálculos e ter um planejamento financeiro sólido e realista.

Agora que você aprendeu sobre os encargos sociais, que tal aprender a conquistar a independência financeira em seu negócio? Ficaremos felizes em lhe ajudar a alcançar o sucesso!

controladoria

Veja como usar a Controladoria no seu negócio!

Você sabe o que é controladoria? Esse termo ligado à gestão é essencial para qualquer empreendedor, porque acredita que o processo de gerenciamento bem embasado deve ser fundamentado com base na tomada de decisão, abrangendo planejamento, controle e execução.

Você sabe o que é controladoria? Esse termo ligado à gestão é essencial para qualquer empreendedor, porque acredita que o processo de gerenciamento bem embasado deve ser fundamentado com base na tomada de decisão, abrangendo planejamento, controle e execução.

Ou seja, basear sua gestão nos preceitos preconizados por essa estratégia é uma forma de tomar decisões mais corretas, reduzir excessos e ter processos mais transparentes e que tragam mais resultados.

Mas a pergunta que você deve estar se fazendo é:

O que é e para que serve a controladoria?

Basicamente, essa ciência tem por objetivo fornecer subsídios para que você, enquanto empreendedor, tome decisões acertadas e tenha o controle de todas as operações efetuadas no seu negócio.

Por isso, ela está diretamente ligada à gestão, trazendo mais eficiência aos processos e garantindo mais sucesso para a sua empresa, especialmente nos primeiros anos de vida, fase crucial para o desenvolvimento e sobrevivência do negócio.

Nesse sentido, é bom reforçar que, segundo o IBGE, 48,2% dos negócios fecham no prazo de 3 anos. E você com certeza não quer que a sua empresa entre nessa estatística. É aí que a estratégia que estamos abordando pode ajudar.

Sua divisão pode ser feita em administrativa e contábil. Apesar de serem um pouco diferentes, as duas abordagens geralmente são exercidas pelo mesmo profissional, chamado de controller.

Esse profissional tem a responsabilidade de ajudar a empresa a se destacar, ganhando competitividade e atendendo às exigências dos clientes.

Assim, de acordo com o planejamento estratégico traçado pela empresa, o controller tem a função de otimizar as decisões por meio do fornecimento de informações úteis, eficazes e transparentes.

Em outras palavras, essa área deve fazer o monitoramento dos impactos causados pela gestão econômica e auxiliar para que os resultados sejam otimizados e tragam mais benefícios ao negócio.

Como organizar uma estratégia de controladoria?

Como o próprio nome afirma, essa estratégia tem o objetivo de controlar os processos e a gestão. Portanto, ela só pode ser organizada a partir da definição de padrões de qualidade, que devem, por sua vez, estar alinhados ao planejamento estratégico da empresa.

Apesar de o responsável ser o controller, é importante que todos os colaboradores façam parte da estratégia, abrangendo desde os empregados da produção até a direção. Aliás, a diretoria é ainda mais importante, porque serve como modelo para o restante da empresa.

Considerando esse contexto, o primeiro passo para organizar essa estratégia é estruturar as operações contábeis, das áreas de apoio e financeiras.

Em seguida, o foco deve ser o custo relacionado à contabilidade e a precificação de produtos e serviços. Nesse momento, é importante inserir outros aspectos que interfiram na tomada de decisões, como orçamento da empresa, projeção de fluxo de caixa, possibilidades de captação de recursos etc.

Com esses dados em mãos, é possível criar os padrões de qualidade e prever os resultados de acordo com os objetivos estabelecidos, lembrando-se sempre de evitar desperdícios, excessos e roubos.

Nesse cenário, cabe ao controller a responsabilidade de comparar os padrões definidos e os resultados obtidos, identificando desvios que estejam ocorrendo e analisando o impacto deles no alcance dos objetivos estabelecidos.

Por isso, é fundamental que a cultura organizacional se adapte a esse novo contexto.

Quais são as funções do controller?

Você já sabe que o controller é o profissional responsável pela estratégia que está sendo abordada. Mas quais são as reais funções desse profissionais?

  • Controlar a contabilidade fiscal da empresa.
  • Elaborar projetos.
  • Fazer previsões de oportunidades e levantar orçamentos.
  • Gerir a tesouraria, setor que gerencia o fluxo diário do caixa da empresa e identifica possíveis desequilíbrios financeiros e a necessidade de contrair empréstimos ou financiamentos, além de verificar o dinheiro disponível para aplicação.
  • Auxiliar o setor financeiro.
  • Organizar o planejamento dos tributos.
  • Participar da realização do orçamento anual.
  • Estar alinhado ao planejamento estratégico traçado.
  • Desenvolver relatórios que subsidiam na tomada de decisões.

Em resumo, o controller é o contador-chefe da empresa, porque faz a gestão de assuntos fiscais, o controle de custos, faz análises de demonstrações financeiras (como o Balanço Patrimonial e a Demonstração de Resultado do Exercício) etc.

Dessa forma, esse profissional tem a capacidade de prever possíveis problemas, coletando as informações que você, como empreendedor, precisa naquele momento.

Como a controladoria é aplicada no dia a dia?

Para aplicar essa estratégia no seu negócio, o primeiro passo é fazer seu alinhamento com o planejamento estratégico.

A partir disso, você consegue verificar quais são as necessidades da empresa e escolher um dos tipos dessa estratégia.

Os modelos existentes são:

Gestão financeira

Esse modelo direcionado para a gestão financeira tem o objetivo de fornecer uma ampla visão sobre as finanças do negócio, oferecendo a possibilidade de traçar estratégias de acordo com a realidade.

Assim, as ações implementadas são verificadas e identificam-se possíveis desvios e falhas, que podem ser ajustados para que o resultado seja o melhor possível, ou seja, para que a empresa tenha retorno dos investimentos realizados.

Além disso, esse método ajuda a reduzir custos e elevar a receita da organização.

Planejamento orçamentário

É voltado para o orçamento e, por isso, oferece mais precisão ao traçar os investimentos que serão realizados. O objetivo é evitar gastos desnecessários ou que causem grandes riscos ao funcionamento do caixa.

Com esse modelo, você pode verificar quais investimentos são passíveis de serem realizados e quais ainda devem esperar pela melhoria ou estabilidade da saúde financeira do negócio.

Outro benefício é que as ações não precisam ser analisadas caso a caso, gerando uma aprovação para cada situação. Com o planejamento orçamentário, já se sabe o que pode ser feito e as decisões são tomadas mais rapidamente e de forma pouco onerosa.

Controle de processos

A otimização do negócio proporcionada por essa ferramenta garante a excelência das operações realizadas e reduz os custos. E isso só pode ser feito por meio de um controle de processos.

A ideia nesse modelo é analisar desperdícios que podem ser transformados em produtividade, como desperdícios no estoque, no tempo e até mesmo no beneficiamento da matéria-prima.

O resultado é um trabalho melhor, mais intensificado e o aumento da rentabilidade da empresa (ou seja, os investimentos realizados trazem mais retorno).

Contabilidade gerencial

Ajuda a diminuir a possibilidade de falência do negócio, já que seu foco é indicar as ações estratégicas que podem ser aplicadas e os planejamentos que devem ser seguidos pela empresa.

Esse modelo abrange desde questões relativas a impostos até aquisição de bens e ativos.

Além disso, sua finalidade é garantir a comunicação dos fatos contábeis às pessoas que efetivamente tomam as decisões na organização.

Contabilidade de custos

Por meio desse método, os gastos produtivos são monitorados mediante o registro contábil de cada operação realizada na empresa.

Utilizando essa técnica, cada produto tem um ponto de equilíbrio definido, ou seja, um valor definido em que os custos são iguais às receitas. A partir desse valor, a empresa começa a ter lucro.

No entanto, para delimitar os custos, é necessário analisar especificamente o preço de venda e o posicionamento da marca perante o mercado.

Análise de balanços

Os balanços são analisados a fim de que a empresa consiga obter melhores resultados na questão de finanças.

Esse método apoia a contabilidade gerencial e permite o acompanhamento de indicadores a fim de verificar o status financeiro da empresa.

Assim, você pode conhecer o patrimônio, as movimentações contábeis e outros elementos necessários para a tomada de decisão.

Controle e gestão de pessoas

Esse método foca na gestão de pessoas, garantindo a retenção de talentos e a continuidade de projetos importantes para a organização.

Com isso, os colaboradores também se sentem mais motivados e você, gestor, tem mais informações a respeito dos funcionários, podendo tomar decisões que permitam o melhor aproveitamento da mão de obra.

Assim, também é possível traçar estratégias direcionadas para plano de cargos e salários, recrutamento e seleção, treinamentos etc.

Por que ter o setor de controladoria na sua empresa?

Entendendo o que é esse conceito, compreendendo as funções do controller e como aplicar essa estratégia no seu negócio, fica mais fácil compreender a importância do método no dia a dia da sua empresa.

É importante entender que essa técnica permite o aperfeiçoamento dos processos de decisão dos empreendedores. Isso é conquistado por meio de informações adequadas, que permitem melhorar os resultados do negócio e satisfazer os clientes.

Assim, esse deve ser um setor estratégico, porque não se restringe ao sistema da contabilidade. Na verdade, abrange toda a gestão organizacional, assegurando o fluxo de informações e a base para que os gestores tomem as decisões com mais assertividade.

Portanto, fica evidente que essa ferramenta é importante para o ganho de vantagem competitiva, fazendo a empresa se destacar no mercado e fortalecer seu espaço perante os consumidores.

O melhor de tudo é que todo esse processo positivo é feito de forma sustentável, oferecendo a possibilidade de o negócio crescer de forma equilibrada em longo prazo.

Por isso, se você quer que o seu negócio tenha sucesso, cresça correndo menos riscos e obtenha os melhores resultados possíveis, adotar as técnicas da controladoria é a atitude certa.

Para aprofundar mais seu conhecimento sobre esse assunto, leia o post Contabilidade gerencial: como utilizar essa ferramenta estratégica?

negócio escalávelstartups no mercado, um novo termo ganhou força: negócio escalável. Característica principal desses novos tipos de negócios, a escalabilidade passou a ser desejada também por empresas já estabelecidas ou prestes a abrir as portas.

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Negócio escalável: Como criar e crescer o seu negócio!

Com a chegada das startups no mercado, um novo termo ganhou força: negócio escalável. Característica principal desses novos tipos de negócios, a escalabilidade passou a ser desejada também por empresas já estabelecidas ou prestes a abrir as portas.

Com a chegada das startups no mercado, um novo termo ganhou força: negócio escalável. Característica principal desses novos tipos de negócios, a escalabilidade passou a ser desejada também por empresas já estabelecidas ou prestes a abrir as portas.

Se usada corretamente, ela pode levar a um crescimento seguro do negócio, gerando efeitos benéficos em longo prazo. Por isso, veja a seguir como criar um negócio do tipo e como fazê-lo crescer.

O que é o modelo de negócio escalável

Um negócio escalável é um negócio que pode ser desenvolvido e ampliado sem que isso signifique o aumento progressivo dos custos.

Se o negócio tiver essa característica, ele consegue se expandir de maneira sustentável, sem aumentar muito os custos.

É o caso de um negócio que possa atender mais clientes sem precisar contratar mais pessoas para isso ou sem precisar ampliar o espaço de atuação, o que implicaria em custos.

Basicamente, trata-se de uma ideia que é facilmente replicável, gerando lucratividade mesmo em uma estrutura mais enxuta.

Vantagens e Cuidados que devem ser tomados

Com o assunto cada vez mais em voga, ter um negócio escalável é muito benéfico se o processo for feito da maneira correta. De maneira geral, as vantagens incluem:

Há mais robustez e segurança

O fato de permitir que processos sejam facilmente replicados sem um aumento de custos proporcional faz com que o negócio ganhe robustez.

Como gastar menos, ele consegue lidar melhor com quaisquer incertezas que surjam, como crises de negócio ou econômicas.

Isso também traz mais segurança para o empreendimento. Quando a estrutura é muito extensa e sobrecarregada, o negócio fica na corda bamba e a qualquer alteração pode se ver em problemas financeiros. Com uma estrutura mais enxuta, por outro lado, isso tende a não acontecer.

Há uma vantagem competitiva

Quando o negócio consegue replicar o processo com a mesma qualidade, ele consegue atender mais gente sem perder em qualidade.

Isso significa que não há riscos de questões como a indisponibilidade, assim como o negócio consegue se manter relevante no mercado.

Se for necessário adaptar o processo para atender uma demanda específica, isso fica mais fácil.

Em relação a concorrentes não escaláveis, o negócio com essa característica gasta menos, produz mais e agrega mais valor aos produtos.

Favorece a continuidade de negócio

Se o empreendimento fica, ao mesmo tempo, mais robusto e mais competitivo, o resultado é que ele consegue se estabelecer no mercado mais facilmente.

Mesmo quando se trata de uma PME, a escalabilidade favorece o posicionamento de mercado, inclusive de maneira contínua.

Esse fato também está relacionado à questão de adaptação. Se o negócio é escalável, é mais fácil fazer mudanças para se manter sempre relevante no mercado, pois é mais simples mudar uma estrutura menor.

Porém, o fato de ser escalável não faz com que o negócio seja automaticamente bem-sucedido.

Todo o processo de transformação (ou criação) deve ser muito bem estruturado e os resultados devem ser acompanhados.

Um negócio que hoje é escalável pode se tornar inviável ao longo do tempo, seja por obsolescência ou mesmo por uma gestão incorreta. Com isso, é fundamental manter o controle sobre o processo de forma a garantir a sua continuidade.

Como transformar uma ideia em um negócio escalável

Alguns negócios, por si só, não são escaláveis. Um bar fixo, por exemplo, não é escalável porque se quiser atender mais pessoas vai precisar de mais estrutura.

Porém, mesmo um negócio do tipo consegue se transformar com as análises corretas e, nesse processo, três fatores são indispensáveis:

Analise profundamente o seu negócio

A empresa só vai se tornar escalável se for profundamente analisada, o que significa entender sobre indicadores principais.

Nesse sentido, dois são os mais importantes: o custo de aquisição clientes e o custo de produção.

Se o custo de aquisição de cliente aumenta junto com a escala e/ou se o custo de produção também aumenta, o negócio não é escalável — ao menos no momento.

Também é preciso pensar em qual situação de mercado o empreendimento está inserido, assim como a capacidade de investimentos para modificar a estrutura.

Automatize funções

A tecnologia é uma grande aliada da escalabilidade. Além de diminuir custos, ela aumenta a produtividade e permite que as tarefas sejam repetidas de maneira mais simples.

Por isso, depois de analisar o seu negócio vale a pena começar a investir em tecnologia para automatizar funções, tanto quanto possível.

A gestão pode ser aprimorada com um software especializado, assim como os próprios métodos produtivos. Isso deixa a estrutura mais enxuta e menos custosa.

Pense em modelos de negócio escalável

Voltando ao exemplo do bar, embora ele por si só não seja escalável, uma mudança no modelo de negócios pode transformá-lo.

Ao abrir franquias, por exemplo, a empresa expande sua capacidade de atendimento sem precisar expandir a estrutura, já que as responsabilidades são do franqueador.

Uma empresa que use seu know-how de mercado para educar outros empreendedores por meio de cursos on demand, por exemplo, também consegue mudar a forma de negócio.

No geral, o ideal é pensar em formas de gerar renda passivamente ou com o mínimo de esforço contínuo, levando ao resultado desejado.

Exemplos de negócios escaláveis

Se por um lado bares não são negócios escaláveis, as empresas que se transformam em franquias, são. De modo oposto, uma indústria tende a ter essa característica, já que tem a capacidade de produzir em massa.

No ramo da tecnologia, empresas que lançam softwares e que oferecem soluções SaaS (Software as a Service) conseguem manter uma estrutura menor atendendo a mais clientes.

Serviços de comunicação, inclusive digitais, e e-commerces tendem a ser escaláveis dentro da maioria das situações.

Negócios escaláveis são rentáveis, lucrativos e permitem que o crescimento aconteça de maneira estruturada, sustentável e saudável.

Para abrir o seu e aproveitar suas vantagens, é preciso ter cuidados que vão desde a avaliação inicial até o acompanhamento de resultados da implantação do modelo.

Não deixe de ver também nossas dicas sobre como fazer crescer o seu negócio e aprenda a conseguir resultados melhores e mais rapidamente.

briefing

Como fazer um Briefing? Entenda a importância de documentar as informações

As informações fornecidas por seus clientes são as coisas mais importantes que devem ser armazenadas durante a construção do sucesso do seu negócio. Esse processo é conhecido como briefing.

As informações fornecidas por seus clientes são as coisas mais importantes que devem ser armazenadas durante a construção do sucesso do seu negócio. Esse processo é conhecido como briefing.

Este documento vai garantir que cada detalhe da vida do seu cliente seja levado em consideração antes e durante a prestação de algum serviço. Se você quer aprender como usar o briefing da maneira correta, continue lendo este artigo!

Briefing é um termo muito usado no mundo da comunicação e é um dos principais documentos ligados diretamente ao planejamento. Além das agências, este documento pode ser usado em negócios B2B e ser útil para os futuros processos.

Antes de aprender como estruturar um, vamos entender o que é e para que ele serve.

O que é Briefing afinal?

Este documento é muito semelhante a um resumo de informações relevantes de um cliente. Normalmente é ligado a empresas de comunicação ou a serviços de marketing – incluindo os serviços administrativos .

Geralmente essas informações são obtidas em reuniões com os clientes antes de começar de fato o projeto, já que o briefing é a estrutura do planejamento.

É um documento de muita responsabilidade e, por isso, ele deve ser bem completo e bem estruturado para que o estudo do cliente seja completamente entendido por toda a equipe e assim obter um trabalho que atenda de fato às necessidades dele.

Além de ser uma forma de armazenamento de informações, o briefing é importante para alinhar a comunicação de toda a equipe criativa e garantir que todos estejam na “mesma página” em relação aos detalhes que dizem respeito ao cliente.

Ainda não se convenceu da importância de um briefing? Veja a seguir porque adotar o hábito de documentar as informações na sua empresa.

Por que fazer o briefing do seu cliente?

Por mais simples que pareça, o briefing é um documento fundamental durante o processo de criação para o seu cliente – seja para desenvolvimento de um logo, de uma estratégia, ou qualquer que seja o tipo de serviço.

Ele significa estudar a fundo o cliente e o mercado no qual ele está inserido e, além do mais, é o que vai garantir que tudo esteja saindo conforme a expectativa do seu cliente.

Documentar este “bate-papo” inicial é interessante para que você esteja resguardado de qualquer problema futuro por motivos de divergência do que foi pré-acordado inicialmente.

Resumindo: o Briefing é uma forma de segurança tanto para você quanto para o seu cliente.

Agora que você já sabe como esta documentação pode interferir no seu negócio, continue lendo este artigo e veja como estruturar um bom Briefing.

Estruturação e Processos de um Briefing Brilhante!

Se você quer aprender como estruturar um documento com todas as informações necessárias para executar um trabalho impecável, aí vão as nossas dicas:

Comece pelos dados cadastrais

Esses dados serão a base do seu briefing. Comece pelo nome da empresa, números de funcionários, o site – ou/e o blog -, endereço, telefone, responsável pela empresa ou pelo projeto, enfim, tudo que diz respeito à estrutura da empresa contratante.

É neste momento que você fará um breve resumo da história da empresa. Caso o seu serviço seja ligado a estratégia de fazer um storytelling, por exemplo, é interessante acrescentar o maior número de detalhes possíveis.

Informe sobre o produto/serviço

Entender sobre o produto ou serviço que o seu cliente oferta é fundamental para entender a razão pela qual o seu cliente montou um negócio.

Descreva todas as características do produto. Desde a embalagem até ao sabor – por exemplo, caso seja do ramo alimentício. Aqui é importante entender que toda informação do produto pode fazer a diferença na hora da criação.

Descubra TUDO sobre o mercado alvo!

Pesquise, pesquise e pesquise! Busque todas as informações que envolvem os consumidores daquele determinado tipo de produto ou serviço que o seu cliente oferece.

Afinal, o briefing é usado pelas áreas que tem como objetivo fazer com que o cliente venda mais. É neste momento que você analisa o público-alvo.

Estude o Target do seu cliente

Estudar o perfil de compra do seu target é fundamental e totalmente necessário para ter um briefing completo!

Entenda o processo de compra dos consumidores do seu cliente, ou seja – diferencie o poder de compra e o poder de influência em cada um dos momentos.

Informe onde será o canal de distribuição (Em caso de venda de produtos)

Se o seu cliente vende algum tipo de produto, converse com ele sobre pontos de distribuição deste produto.

Por exemplo, se o seu cliente vende uma linha profissional de produtos de beleza, saiba em quais salões de beleza ou lojas especializadas estes produtos serão vendidos. Isso também influencia no processo de criação.

Fale sobre a políticas de preço

Converse com o seu cliente sobre a estratégia de preço para os clientes dele. Este é um dado que influencia na segmentação e no público-alvo.

Fique de olho nos concorrentes!

Os concorrentes tem muito o que acrescentarem à análise de um mercado e por isso analisá-los faz parte de uma boa estrutura de briefing.

Se inspirar nas boas práticas do seu concorrente é conhecido como Benchmarketing, e é uma estratégia interessante para aqueles que estão começando e querem construir a própria identidade, mas sem deixar de lado o que é essencial em um mercado de um determinado segmento.

Faça uma pesquisa de mercado

Este talvez seja o ponto mais importante do seu documento. É nessa parte que você vai constatar de fato todos os dados que foram levantados em relação ao target, a praça e o preço.

Existem dois tipos de pesquisa de mercado:

  • Qualitativa: Ela te dará maior abertura de respostas e maior possibilidade de análise das variações do público-alvo do seu cliente;
  • Quantitativa: Ela te ajudará em relação a conclusão geral do público-alvo. Ela permite um maior número de amostras e uma menor variação de respostas;

Descubra quais são as metas e os objetivos do seu cliente

Durante as reuniões com o seu cliente tente entender claramente o que é que ele espera com o seu serviço.

Não se engane que apenas os objetivos serão suficientes. Converse também sobre a forma como o processo acontecerá para alcançar os objetivos e para isso estipule algumas metas para alguns períodos de tempo.

Em qual mídia vincular (Em caso de campanha publicitária)

Depois de saber onde você deve chegar, como chegar e quem alcançar, chegou a hora de saber onde vincular a sua campanha.

Estipule a verba necessária para a realização desta etapa, o período de divulgação e nunca se esqueça do objetivo principal.

Em caso de merchandising…

Caso o seu cliente queira realizar uma ação promocional, é neste momento que você identifica os detalhes desta ação, incluindo o ponto de venda em questão, a data, a temática e período de duração.

Fique atento ao prazo de entrega do seu serviço!

Coloque todos os prazos de entregas de cada etapa e o prazo da entrega final do seu serviço. Lembre-se que o Briefing é um documento e por isso tudo que consta nele é, de certa forma, um compromisso.

Informe a verba disponível para a realização do serviço

De nada adianta traçar um plano com um custo que é dobro do que o seu cliente pode gastar. E por isso colocar a verba que você tem para trabalhar é necessário.

Assim, você mantém o time todo alinhado e dentro das possibilidades.

Podemos concluir que…

Um briefing bem feito significa que o seu trabalho fluirá muito mais rápido e fácil e com menor chance de erros.

Este documento é uma forma de manter o time de criação e estratégico alinhados para garantir a satisfação do cliente.

É importante lembrar que apesar do Briefing ser usado na maioria das vezes por áreas que envolvem a comunicação, ele não é exclusivamente para isso.

Quem sabe você não seja uma boa ideia fazer um briefing da sua própria empresa e garantir que todos os funcionários estejam cientes das possibilidades e oportunidades de crescimento? Assim, vocês poderão construir juntos um plano de comunicação para o seu negócio.

Gostou deste artigo? Que tal aprender sobre as oportunidades de inovação no seu negócio? Leia o nosso Guia sobre o assunto.

como fazer um currículo

Como fazer um currículo ideal? Saiba como valorizar as suas habilidades!

O mercado de trabalho brasileiro passa por um momento difícil, com aumento da taxa de desemprego principalmente entre os mais jovens.

O mercado de trabalho brasileiro passa por um momento difícil, com aumento da taxa de desemprego principalmente entre os mais jovens.

Diante disso, há duas alternativas: desesperar-se e jogar a toalha ou destacar-se para conquistar uma vaga de trabalho.

É claro que a segunda alternativa é a melhor, por isso, vamos descobrir como fazer um currículo de primeira qualidade, que valorize suas habilidades e coloque você à frente dos seus concorrentes nos processos seletivos.

Você sabe quais elementos um currículo deve ter? Como formatá-lo da maneira mais profissional? Essas são só algumas dicas que você aprenderá com a gente. Não deixe de ler!

Afinal, o que é um currículo e por que ele é importante?

A palavra currículo vem do latim curriculum vitae, em que a primeira palavra tem sentido de “trajetória” e a segunda, “vida”.

Fica fácil concluir que o currículo é um documento cujo objetivo é apresentar a trajetória da sua vida profissional.

O currículo dá às empresas um panorama do caminho pelo qual o profissional percorreu em sua carreira, suas experiências, as habilidades adquiridas e tudo o que for mais relevante.

Ao mesmo tempo, o documento tem a necessidade de ser objetivo, já que os recrutadores analisam vários deles diariamente, descartando rapidamente aqueles que não se encaixam no perfil desejado.

Conheça alguns tipos de currículos existentes

Engana-se quem pensa que só existe um tipo de currículo. Na verdade, eles podem ser desenvolvidos de diversas maneiras, então você deve escolher sempre aquela que mais se adeque ao seu perfil, que valorize suas habilidades e, ao mesmo tempo, que seja amigável ao estilo da empresa. Vamos conhecer alguns deles!

1. Currículo cronológico

A forma mais antiga e tradicional de se confeccionar um currículo é a cronológica, que segue firme como preferência de muitas empresas por ser fácil de analisar as informações de forma lógica e temporal.

No currículo cronológico, o profissional insere suas informações profissionais de acordo com as datas em que elas ocorreram, sempre da mais recente para a mais antiga.

Ou seja: na parte sobre experiência profissional, você informa primeiro seu último emprego e segue até o primeiro. O mesmo vale para suas qualificações acadêmicas e outras informações.

2. Currículo funcional

Esse segundo tipo de currículo organiza suas informações por temas, para facilitar que o recrutador identifique seus conhecimentos e habilidades.

Como fazer um currículo funcional? Simples: destaque seus conhecimentos e habilidades e, então, detalhe quais experiências profissionais e estudos te levaram a adquiri-los e colocá-los em prática.

Uma das vantagens do currículo funcional é concentrar-se nas suas habilidades e ser mais flexível quanto à organização das informações.

3. Currículo criativo

O currículo criativo tem começado a ganhar espaço entre os profissionais, especialmente os mais jovens, e pode ser um grande aliado para chamar a atenção dos recrutadores.

A ideia é investir num currículo bem desenvolvido, com um design elegante que fuja do preto no branco e organize suas informações de uma forma visualmente interessante.

Você pode descrever suas habilidades e qualidades em forma de gráficos, utilizar ilustrações e uma paleta de cores coerente.

Como o currículo é a primeira impressão que a empresa terá de você, ao adotar um estilo de currículo criativo você já larga no processo com vantagem, já que inovação e criatividade são duas características cada vez mais demandada pelas organizações.

Elementos que devem estar presentes no seu currículo

Você já deve ter entendido que os currículos devem ser bem objetivos — sim, estamos batendo muito nessa tecla.

Mas o que exatamente deve estar presente no resumo da sua carreira? Como fazer um currículo sem exageros e, claro, sem déficit de informações? Vamos descobrir agora!

1. Apresentação

A apresentação contém as informações mais básicas sobre você: nome completo, informações de contato e endereço.

Muita gente exagera, colocando informações desnecessárias como números de documento, por exemplo. Não é necessário! Caso você seja contratado para a vaga, na hora certa a empresa solicitará todos os documentos necessários.

2. Formação escolar

Destaque sua formação e cursos que sejam relacionados à sua área de atuação.

Evite colocar cursos que não se encaixam no perfil profissional que a empresa busca: aquele curso de culinária que você fez há anos atrás não é relevante para uma vaga de estagiário em logística, por exemplo.

3. Experiências profissionais

Sua experiência profissional é uma das informações mais relevantes para os recrutadores. Mais uma vez, dê destaque às informações que mais tenham conexão com a vaga desejada.

Caso você esteja em início de carreira, não se preocupe em ter pouca experiência, pois os profissionais de RH saberão identificar isso.

4. Habilidades adicionais

Não deixe de citar outras habilidades e experiências que não se encaixem nos itens anteriores, mas que sejam relacionados à sua área.

Suas habilidades com softwares específicos, fluência no inglês ou outro idioma, experiências com trabalhos voluntários ou empresas juniores, outros projetos, palestras que você ministra, enfim.

Dicas para valorizar as suas habilidades no currículo

Bom, agora que você já sabe o que é um currículo, quais são os seus principais tipos e elementos que devem estar presentes, vamos finalmente explorar algumas dicas para valorizar suas habilidades e destacar o seu resumo profissional frente aos demais candidatos. O mercado de trabalho é disputadíssimo, por isso, estar em evidência é fundamental.

1. Coloque elementos de criatividade no seu currículo

Currículos criativos demandam conhecimentos em design que talvez você não tenha, mas nem por isso deve apelar à tradicional fonte Times New Roman tamanho 12.

Insira elementos criativos: escolha uma paleta de cores sóbria, uma fonte moderna e profissional e organize as informações de forma harmoniosa.

O conteúdo é sempre mais importante que a forma, mas organizá-lo de maneira criativa e fará com que seu currículo se destaque em meio ao mar de papéis analisados todos os dias.

2. Valorize o que está relacionado ao cargo desejado

Muitas vezes agregamos diversos conhecimentos e experiências ao longo da nossa carreira e sentimos a necessidade de colocar tudo isso no currículo, mas nem sempre é a melhor opção.

Procure destacar suas habilidades mais importantes, aquilo que você sabe fazer de melhor, e o que esteja relacionado ao cargo que você almeja.

3. Seja simples e escreva bem

Não queira impressionar o recrutador com um português rebuscado, a menos que isso seja relevante para o cargo.

Em geral, o mais recomendável é escrever bem e ser simples, tomando muito cuidado com os erros, já que eles podem ser fatais na análise do seu currículo. Essa é uma dica importantíssima quando falamos sobre como fazer um currículo.

4. Esteja atento aos padrões técnicos

O padrão comercial de papel é o A4, usado em ampla escala nas empresas, então você já sabe: faça seu currículo nesse formato.

A versão digital deve estar em formato PDF, pois trata-se de um padrão universal que pode ser aberto em qualquer computador.

Afinal, de nada adianta montar um currículo maravilhoso se ele não puder se visto pelos recrutadores.

Como encontrar a vaga de trabalho ideal para você?

Como falamos no começo, o mercado de trabalho no Brasil não é dos mais amigáveis atualmente, então é fundamental buscarmos soluções criativas e fora do padrão para encontrar uma vaga de trabalho. Por isso, apresentamos uma solução excelente: o Rock Jobs.

A plataforma reúne diversas vagas na área de vendas e marketing de conteúdo oferecidas por excelentes empresas para trabalhar.

É muito simples: você cadastra seu currículo gratuitamente, procura vagas que se encaixem em seu perfil e se candidata. Se você estiver dentro do perfil procurado pela empresa, ela entrará em contato.

São diversas empresas excelentes oferecendo várias vagas de emprego. Não deixe de se cadastrar!

Mãos à obra!

Agora que você já sabe tudo sobre como fazer um currículo excelente, vamos dar uma dica final: jamais minta no seu currículo, por dois motivos.

O primeiro é que os recrutadores e entrevistadores são treinados para identificar inconsistências dos candidatos, então, mesmo que você consiga uma entrevista, dificilmente passará dela.

Mas o principal motivo é que você está se candidatando à uma vaga profissional e trabalhará nas atribuições do cargo por um longo período.

Dificilmente você conseguirá exercer suas atribuições da melhor maneira e destacar-se na empresa tendo mentido suas habilidades, então, no fim das contas, sua experiência nesse local de trabalho será prejudicada. Pense nisso!

Bom, agora que você já sabe criar um currículo de primeira qualidade, que tal descobrir a melhor maneira de criar um cartão de visita? Leia nosso artigo sobre o assunto!

como escrever bem

Como escrever bem? Veja as nossas 11 dicas para uma poderosa produção de conteúdo

Produzir conteúdo vem sendo uma das grandes pautas do presente e, muito provavelmente, continuará sendo do futuro!

Produzir conteúdo vem sendo uma das grandes pautas do presente e, muito provavelmente, continuará sendo do futuro!

A explicação para isso é a atuação do consumidor em sua jornada de compra, que hoje tem condições de pesquisar e se informar de forma cada vez mais precisa sobre qualquer problema ou solução, através da internet, antes de comprar qualquer produto ou serviço.

Por esse motivo, a maioria dos negócios estão utilizando o Marketing Digital e o Marketing de Conteúdo para mostrar que são referência e autoridade em seus respectivos mercados de atuação, atraindo cada vez mais o seu público-alvo, acelerando o seu processo de compra e até, em alguns casos, formando defensores de sua marca com mais facilidade.

Independente se você já está empreendendo ou começando a empreender, o primeiro passo para se dar bem nesse universo é saber como escrever bem.

Podemos garantir que não é nenhum bicho de 7 cabeças, porém exige-se uma dedicação mínima aliada a prática para realizar esse trabalho com excelência e ganhar autoridade.

Nesse post, vamos apresentar 11 dicas para não ter dúvidas sobre como escrever bem em busca de transformar você e o seu negócio como possíveis referências, através da produção de conteúdo. Confira:

1 – Faça da leitura uma prática

Para muitos essa dica parece óbvia, mas nem todos possuem o conhecimento de que ler é uma das coisas essenciais para se escrever bem.

Quem faz da leitura uma prática constante desenvolve a possibilidade de adquirir um vocabulário diversificado, além de um conhecimento cada vez mais profundo das normas gramaticais.

Sendo assim, os adeptos dessa prática terão mais segurança e facilidade para escrever sobre diversos temas e em diferentes estilos de escrita.

2 – Faça uma pesquisa

Pesquisar é começar a produção do seu texto com o pé direito! Afinal, para que o conteúdo seja escrito de forma consistente é preciso ter o mínimo de referências sobre o tema ou assunto.

Caso o tema do texto seja algo que você domine, ainda vale a pena adotar a pesquisa para verificar o que vem sendo escrito sobre ele: o famoso benchmaking.

Dessa forma, é possível entender em quais aspectos você tem a oportunidade de ser melhor para superar os conteúdos já existentes.

Porém, a pesquisa não fica somente nisso, o público-alvo também deve ser pesquisado. A justificativa é simples: Para que você consiga atingir seu objetivo, precisará entender muito bem para quem está escrevendo!

Por isso, fazer um estudo inicial sobre a persona que representa esse público, que vai consumir o conteúdo, é essencial. Tente entender, principalmente, seus objetivos e desafios!

3 – Faça um bom planejamento

Um bom planejamento começa com o estudo do objetivo que aquele conteúdo deverá cumprir.

Dessa maneira, é essencial conhecer a persona, conforme já mencionado na dica anterior, além do bom entendimento da pauta e o estágio do funil de vendas que o texto representa.

Feito isso, é hora de começar a pensar na estrutura do conteúdo.

A dica é não se limitar ao básico (introdução, desenvolvimento e conclusão) e ir além: definir os intertítulos do texto para que você tenha uma noção mais específica do que escrever e que também servirá como guia para a confecção da introdução e conclusão.

Não se esqueça também de planejar o número de palavras que cada bloco e intertítulo do texto deverá ter, pois isso vai ajudar na organização no momento da escrita.

4 – Utilize a técnica do Outline

A técnica do Outline é a grande salvadora da pátria para quem tem o famoso problema de não saber como começar a escrever um texto.

No geral, ela funciona através da criação de um rascunho de como o texto deverá ser através de tópicos previamente definidos.

Complemente isso tirando todas as ideias da sua cabeça referente a cada tópico, é importante evitar o julgamento quanto à estética do conteúdo, lembre-se que é só um rascunho!

Com essa técnica, há um ganho considerável em produtividade, pois ela orienta o foco na produção somente dos tópicos previamente definidos, além do auxílio para que o autor não repita ideias que ele já mencionou em alguma parte anterior do texto.

5 – Fique atento à gramática e ortografia

Já comentamos aqui que grande parte dos objetivos do Marketing de Conteúdo estão conectados em fortalecer a sua autoridade no assunto e te transformar em referência.

Pois bem, você não vai querer desperdiçar todo esse potencial por questões de erros de escrita, não é mesmo?

Portanto, tome muito cuidado com os erros de português que você pode cometer. No início, é bom se prevenir e conferir seu texto cuidadosamente sempre que possível, até porque existem muitas regras na língua portuguesa.

Fique tranquilo, pois com a prática a possibilidade desses erros diminuirão, afinal você estará mais familiarizado com a escrita.

No que diz respeito à gramática, fique atento à concordância, coerência e coesão, que são pontos que irão garantir que as pessoas entendam o seu texto e as ideias que você deseja passar.

É importante também se atentar na escolha das palavras que vai utilizar nas transições entre trechos e parágrafos, nesse caso, busque palavras que suavizem essa transição e não quebrem o sentido do texto.

6 – Utilize Storytelling sempre que possível

A produção de conteúdo vai muito além de simplesmente escrever um texto.

Tenha em mente que seu papel é deixar a leitura o mais agradável possível para o seu público e isso pode ser feito contando uma história através da técnica de storytelling!

Por isso, utilizar essa técnica, quando for adequado, é uma boa estratégia. Uma de suas vantagens é a possibilidade de se conectar pessoalmente com o leitor, estimulando ele a explorar mudanças e descobertas que você está propondo no seu texto.

Além disso tudo, há grandes chances do seu público se identificar com a história, percebendo que há uma empatia por parte de quem escreveu, resultando em uma conquista mais fácil desse leitor que começará a te associar como referência no assunto.

7 – O texto deverá ser fácil de compreender

Escrever bem também é transmitir o objetivo daquele texto da maneira mais simples possível. Isso envolve o quanto o leitor consegue compreender a mensagem que está sendo passada.

Além disso, deve ser levado em conta o fator externo das distrações, que podem ocorrer a qualquer momento, devido à toda dinâmica da própria internet.

Para facilitar, elaboramos uma lista de pontos, relacionados à compreensão do texto, que você deve se atentar:

  • Os intertítulos devem ser claros;
  • Escreva parágrafos e sentenças curtas;
  • Utilizar listas e bullet points ajudam na compreensão;
  • Destaque partes importantes do texto através do negrito;
  • Evite a repetição de palavras em excesso;
  • Vá direto ao ponto e elimine o gerúndio, como por exemplo: “estaremos procurando como resolver seu problema…”;
  • Não seja redundante e prolixo: transmita a sua ideia uma única vez de forma clara e objetiva, sem precisar repeti-la várias vezes;
  • Evite a utilização de palavras complicadas;
  • Cuidado com as siglas e abreviações, pois uma parte dos leitores podem não conhecê-las, então não se esqueça de explicá-las quando for necessário.

8 – Prenda a atenção do leitor e ganhe sua confiança

Na dica anterior, já comentamos sobre a possibilidade do leitor deixar o seu texto devido às distrações que podem aparecer. Por isso, é essencial buscar ganhar a sua atenção do início ao fim.

Isso pode ser feito desde o momento da introdução, mostrando todo o valor do texto e capturando-o já na primeira oportunidade.

Um bom exemplo é já falar do problema que você se propõe a ajudá-lo a resolver. Dessa maneira, seu próximo desafio será mantê-lo interessado no texto, com o objetivo de ganhar sua confiança pouco a pouco.

Matar possíveis objeções com argumentos sólidos é uma prática que também pode te ajudar. Junte isso ao uso de palavras persuasivas, que podem mexer com o leitor, deixando-o cada vez mais interessado. Exemplos dessas palavras podem ser: “você”, “porque” e “aqui”.

Por fim, quando quiser reforçar um ponto de vista, faça um bom uso da repetição de sentenças, mas cuidado para não ser redundante.

Quer aprender a atenção do seu leitor? Recomendamos este post!

9 – Utilize o recurso das figuras de linguagem

Utilizar metáforas, comparações e analogias podem te dar um alto poder de transmissão de ideias e facilitar a compreensão do seu texto. Essas figuras de linguagem ajudam a deixar qualquer ideia mais fácil de compreender, ilustrando bem a situação.

Em suma, o recurso da figura de linguagem existe para que você consiga deixar mais claro um certo ponto de vista. Mas tome cuidado, pois a sua má utilização pode gerar confusão em seu leitor.

É indicado que você utilize isso sempre que perceber que o texto está ficando complicado de entender, ou também quando o fluxo de apresentação de ideias não está ocorrendo de forma natural.

10 – Utilize bem o recurso da call-to-action

A call-to-action nada mais é do que uma chamada para ação que deve vir, preferencialmente, no final do texto. Basicamente, ela representa o que você deseja que o leitor faça após ler o seu texto.

Portanto, para que o leitor cumpra esse seu desejo, ou o seu objetivo, com essa chamada, ela precisará estar bem clara, evitando que seja passada despercebida.

Uma prática comum é aproveitar esse momento para levar o leitor para a próxima etapa da jornada de compra.

Na prática, isso pode ser feito convidando-o para ler outro post, baixar algum material rico que você produziu, se inscrever em sua newsletter ou até mesmo deixando um comentário no post, então avalie bem qual seria esse próximo passo ao fim do texto e transmita com clareza!

11 – Revisão: desapegue e depois volte!

A revisão é sem dúvida a etapa mais importante na finalização do seu texto, e por mais que você tenha escrito com o maior cuidado e atenção, na maioria dos casos, alguma inconsistência pode aparecer em seu texto, seja ela gramatical, ortográfica ou até mesmo em relação ao conteúdo.

Porém, o grande segredo aqui é não revisar logo em seguida que você acabou o texto. Nesse caso, a regra do desapego faz muito sentido.

Como você passou um bom tempo concentrado na produção do texto, é preciso que seja dado um tempo para que o seu cérebro se desvincule dele para que a revisão seja feita da forma mais adequada e completa.

Caso você faça a revisão logo em seguida da produção do texto, dificilmente encontrará algo a ser melhorado, diminuindo a possibilidade de correções focadas na qualidade do conteúdo. O ideal é revisar após algumas horas ou até dias.

O importante é você começar por essas dicas e entender que saber como escrever bem vai além delas.

Escrever bem está associado também à sua prática aplicada no dia a dia, que contribuirá para que o seu conteúdo seja melhor a cada novo texto.

Gostou desse post? Então deixe o seu cometário e leia também sobre Identidade visual para empresa: o RG do seu negócio!

ideias criativas

Como alavancar o sucesso de um negócio com as ideias criativas?

Alavancar um negócio, seja ele estabelecido ou novato, significa permitir que ele consiga crescer rapidamente e de maneira estruturada. Funciona mais ou menos como um impulso extra que leva o seu negócio a outro nível.

Alavancar um negócio, seja ele estabelecido ou novato, significa permitir que ele consiga crescer rapidamente e de maneira estruturada. Funciona mais ou menos como um impulso extra que leva o seu negócio a outro nível.

Além de permitir o desenvolvimento do empreendimento, a alavancagem também serve para deixar o negócio mais robusto e para vencer períodos de instabilidades.

Para que isso seja possível, é necessário pensar fora da caixa e utilizar ideias criativas para surpreender positivamente o mercado.

Não sabe por onde começar? Então veja a seguir algumas ideias criativas para negócios e saiba como alavancar seu negócio com elas.

Crie pacotes com ofertas diferentes

Vender um produto ou serviço da maneira tradicional é algo consagrado, mas nem sempre vai alavancar o seu negócio. Em vez disso, pense em formas de criar pacotes e ofertas diferentes.

Por exemplo: Ao se aproximar de uma data comemorativa que tenha a ver com o seu negócio, monte kits promocionais, que sejam mais vantajosos do que as compras individuais, mas que gerem mais receita para o negócio.

Uma empresa que fabrica chocolate e monta uma cesta de Páscoa, por exemplo, consegue gerar mais receita a partir disso.

Para quem vende serviços isso também é possível. Se a empresa é especializada em manutenção eletrônica é possível oferecer pacotes promocionais para conserto de TV e celular, numa espécie de combo.

Esse tipo de atitude faz com que o ticket médio dos clientes aumente, gerando mais faturamento para o negócio.

Esse tipo de ideia pode ser aplicado tanto quanto você vai abrir um negócio como quando você quer diversificar e surpreender os clientes.

Invista na geração de receita recorrente

A receita recorrente é importante para a alavancagem do seu negócio porque ela oferece mais robustez. Como há mais previsibilidade de recebimentos, o negócio consegue se planejar melhor para investir e para se preparar para o futuro.

Com isso, vale a pena investir na geração dessa receita. Se você oferece serviços, crie pacotes mensais, trimestrais e/ou anuais, fazendo com que os clientes se comprometam por mais tempo com o seu negócio.

Mesmo se você vender produtos dá para conseguir esse tipo de solução. Ao oferecer uma caixa mensal de produtos, por exemplo, o cliente pode assiná-la por um determinado período de tempo.

Isso aumenta o tempo de vida do cliente (ou lifetime value), gerando também mais receitas para o negócio.

Venda o atendimento altamente personalizado

Que o atendimento atualmente precisa ser personalizado e focado nos problemas e dores da pessoa de interesse para vender mais, provavelmente você já sabe.

No que você talvez ainda não tenha pensado é que isso pode se tornar uma forma de alavancar o seu negócio.

Ao vender o atendimento altamente personalizado é possível conseguir não apenas gerar mais receitas para o negócio, mas também gerar satisfação e sensação de exclusividade.

É o caso de oferecer um atendimento VIP para clientes que decidam pagar mais por ele. No caso de um serviço, por exemplo, criar um pacote VIP permite que o cliente tenha atendimento em casa ou em horários diferenciados.

Mesmo quem vende produtos pode investir nisso ao criar ambientes diferenciados. Porém, é importante que essa ideia seja trabalhada de maneira positiva de modo a instigar interesse em vez de apenas causar segregação.

Mude a forma como o ambiente de trabalho é usado

Hoje, escritórios altamente compartimentados em que cada pessoa fica limitada ao seu próprio espaço não funciona tanto quanto antes. Em geral, as pessoas querem interagir, debater ideias e buscar soluções de modo colaborativo.

Por isso, vale a pena mudar a forma como o ambiente de trabalho é usado em dois sentidos.

O primeiro é escolher mobílias e um layout que favoreçam a integração. Mesas contínuas funcionam melhor do que mesas únicas, assim como as divisórias perdem importância.

O outro sentido é garantir que as pessoas trabalhem a cada dia de um lugar diferente. Isso evita a sensação de rotina que pode acabar com a produtividade e favorece a interação entre pessoas.

Além de criar um ambiente de trabalho mais motivado e mais produtivo isso também faz com que o negócio seja alavancado devido à atuação mais assertiva e inovadora da equipe.

Mude a forma como recompensa funcionários

Em 2015, houve um gasto de quase 23 bilhões de dólares em programas de recompensa para funcionários. O motivo é bem simples: esse é um investimento que gera engajamento, motivação e produtividade, levando o negócio a produzir mais.

Ao investir nesse tipo de programa, portanto, você está dando chances de o negócio se alavancar.

Porém, para que isso seja possível nem sempre é necessário gastar muito dinheiro com comissões mais gordas ou com presentes caros.

Em vez disso, é possível apostar em folgas extras. Funcionários que batem a meta podem receber folgas a mais, que são tão valorizadas quanto um aumento salarial.

Também vale pensar em questões que ajudem a vida do funcionário, como oferecer descontos em estabelecimentos parceiros ou oferecer vales-presentes.

Use sua expertise para diversificar a sua atuação

O seu conhecimento de mercado pode servir para que o seu negócio expanda seus negócios e consiga atingir mais pessoas e gerar mais rendas.

Quando você torna seu negócio mais abrangente de maneira planejada, gera mais segurança e mais oportunidades de negócio.

Para entender melhor, pense em uma loja que possui várias filiais.

Nesse caso, a gestão pode investir em oferecer cursos e palestras para outros empresários que queiram franquear seus empreendimentos ou que queriam lidar com seus próprios negócios, por exemplo.

O mesmo vale para a prestação de algum tipo de serviço online.

Além de ajudar os clientes diretos relacionados à sua atuação é possível também ajudar outros profissionais e lucrar com isso.

É o que acontece com negócios que oferecem plataformas de ensino para mostrar como conseguir e atender clientes.

Com essas ideias, é possível alavancar o seu negócio de maneira consistente e diferenciada, saindo na frente dos concorrentes. Muitas das ideias, inclusive, têm baixo custo de implantação, o que as tornam ainda mais atrativas, especialmente em períodos de crise.

Sabe o que mais pode alavancar seu negócio? O marketing, especialmente o de conteúdo! Por isso, aproveite para ler nosso artigo sobre como o marketing de conteúdo pode alavancar o sucesso da empresa.

como ser um bom líderempreendedorismo, já deve ter notado que a palavra “chefe” praticamente não é mais usada nesse meio.

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Como ser um bom líder e gerir melhor o seu negócio?

Se você anda ligado nas discussões sobre empreendedorismo, já deve ter notado que a palavra “chefe” praticamente não é mais usada nesse meio.

Se você anda ligado nas discussões sobre empreendedorismo, já deve ter notado que a palavra “chefe” praticamente não é mais usada nesse meio.

Toda vez que se fala do assunto, o comum é usar o termo “liderança” e incentivar o empreendedor a aprender como ser um bom líder.

Isso tem um motivo: ser chefe costuma estar associado a ser temido, dar ordens, cobrar e punir.

E esse tipo de conduta simplesmente não funciona. Não leva os colaboradores de uma empresa ao desenvolvimento pessoal e profissional e, consequentemente, não leva a sua empresa a lugar nenhum.

Mas qual é o perfil desse novo tipo de empreendedor, o líder? Porque suas qualidades são tão diferentes e atingem resultados tão melhores? Se é essa a sua dúvida, acompanhe este texto até o final e veja porque o seu negócio precisa que você seja um bom líder.

Por que e como ser um bom líder?

A maior parte dos líderes já foi ou ainda é liderada por alguém. Pense a respeito: que tipo de expectativas uma equipe tem de um líder?

Algo óbvio é que eles esperam ter seu trabalho reconhecido. Se você passou por essa experiência de estar do outro lado e ser liderado, tente se lembrar daquilo que o mantinha em sintonia com os objetivos da empresa.

Provavelmente, ser reconhecido pelo que fazia o mantinha mais motivado do que apenas um bom salário.

Pois bem: para ser um bom líder não há uma fórmula, mas se tem uma coisa que podemos dizer é que todo grande líder sabe como motivar e inspirar.

E motivação e inspiração são coisas que variam muito de pessoa para pessoa, logo, você deve conhecer muito bem os seus colaboradores, se quiser fazer isso.

O que você e sua empresa podem oferecer para que eles fiquem em sintonia com ela?

Com certeza não é seguir ordens sem saber por quê, não é mesmo? Então, se quiser alinhar toda uma equipe em torno de um objetivo, há algumas coisas — que podem soar um pouco óbvias, mas muitos líderes não fazem — que você deve compartilhar com eles.

Para terem o mesmo objetivo, eles precisam, bem… eles precisam saber qual é o objetivo. Conte a eles o que espera com a sua empresa. Além disso, saiba o que eles pensam a respeito, mesmo que não tenham uma opinião igual à sua.

Construa um ambiente de motivação, empatia e confiança entre você e seus funcionários. Assim, seus clientes vão sentir em cada colaborador um pouco do que a empresa tem a oferecer.

Afinal, uma empresa de sucesso significa muito mais para clientes e funcionários do que apenas o produto ou serviço que oferece.

Quais atitudes um líder deve ter?

Entenda como pequenas ações mudam a forma como seus colaboradores o veem e também como veem a empresa como um todo. Se quiser parar de chefiar e começar a liderar, aqui vão algumas boas atitudes:

Confie e delegue tarefas

Antes de mais nada, isso significa não ser centralizador. Se você tiver que inspecionar tudo que cada funcionário fizer, não precisa deles para fazer, certo?

Entregue a tarefa de cada um e dê a entender que ele tem total autonomia para realizá-la. Caso ele faça mal feito ou cometa algum erro, avalie seus motivos. Muitas vezes, ele pode ter tido a intenção de melhorar algum processo e não obteve êxito. Num caso como esse, mostre que você aprecia a atitude dele e encoraje-o a tentar novamente.

Inovação é uma característica preciosa e que precisa ser cultivada pela sua equipe.

Motive e reconheça habilidades

Como já dissemos, em muitos casos o que um funcionário quer é ser notado. Por isso, se ele se destaca em alguma tarefa, elogie-o.

A chance de que ele se destaca porque gosta daquela tarefa não pode ser desprezada. Que tal então deixá-lo responsável por ela?

Você vai fazer dele uma referência no assunto dentro da empresa. Os outros funcionários vão reconhecer isso também e logo ele será acionado para dar dicas, treinamento e falar sobre o assunto.

E, adivinhe: se um dia você precisar chamar a atenção desse mesmo funcionário por algum motivo, ele levará isso a sério.

Afinal, ele sabe que você cobra, motiva e reconhece habilidades. Vai haver um sentimento de gratidão e toda a empresa vai emanar inteligência emocional.

Ensine e recompense

Não cometa o erro de achar que todo o time já sabe o que deve fazer. Muitas lacunas podem existir, mesmo em funções relativamente simples.

Se um funcionário demonstra dificuldades com algo, vá até ele e explique como se faz.

Evite fazer isso na frente de outros funcionários, para que ele não fique constrangido. Mas faça-o calmamente, seja didático e demonstre com suas atitudes que a ignorância dele sobre o assunto não é motivo de vergonha.

Além disso, recompense aqueles que cumprem suas tarefas de forma exemplar. Aquela velha frase que diz que “sua motivação é o seu salário” é muito negativa e ultrapassada!

Ouça e aprenda

Quem disse que um líder é especialista em todas as coisas? Claro que você deve saber um pouco sobre as tarefas de cada um dos membros da sua equipe.

Mas encare a verdade: eles sabem muito mais sobre cada uma delas, pelo simples motivo de que as desempenham diariamente e você não.

Se algo parece sem sentido para você, pergunte o porquê. Não mude coisas que você não entende.

Peça a opinião dos funcionários, esteja aberto enquanto eles criticam certas práticas que consideram desnecessárias.

Não há como negar: você pode até saber um pouco do assunto, mas os especialistas são eles.

Seja próximo

Não crie distanciamento hierárquico dentro da sua empresa. Poucas coisas destroem tão rápido as relações internas quanto isso.

Bata papo com a equipe sobre assuntos que não são de trabalho, pergunte como estão, saiba sobre a vida pessoal deles.

Como se tornar um líder de referência?

Bom, se você anda aplicando tudo de que falamos até aqui, tanto você quanto seu time já devem ter percebido que o crescimento da empresa depende do crescimento profissional de cada um, não é mesmo?

E, falando de crescimento e expectativas profissionais, você também tem as suas.

Por exemplo: pode ser que você tenha aquele objetivo pessoal de ser uma referência de liderança.

Nada de mal com isso, mas entenda: você só vai ser uma referência se a sua equipe for uma referência.

E, para isso, um sistema em que todos avaliam o trabalho de todos é bem saudável.

O que cada funcionário faz bem? O que pode melhorar? Incentive-os a trocarem esse tipo de informação, não como uma formalidade, mas como uma prática comum entre várias pessoas que querem dar o seu melhor.

E aqui vem o mais importante: incentive-os a te avaliarem também.

Deixe o ego de lado e ouça as críticas. Assuma seus erros, não culpe outras pessoas por eles e se esforce para melhorar.

Você vai ser sempre o termômetro da empresa. Sua atitude será espelhada pelos demais e isso te coloca a enorme responsabilidade de buscar melhorar sempre.

Como melhorar como líder?

Ao receber o feedback do seu time, será necessário encarar a necessidade de melhorar como líder. Para isso, a primeira coisa a se fazer é lidar bem com críticas e saber que nenhum de nós está pronto.

Somos seres humanos e buscar melhorar é uma atitude constante: não deve acontecer só quando recebemos uma crítica.

Além disso, há outras coisas que você pode fazer:

Leia muito e se informe

As maiores ferramentas que um líder tem são sua inteligência, atitude e as informações de que dispõe. Tudo isso fica mais fácil se você tiver o hábito de ler regularmente.

Quanta coisa nova já aprendeu neste texto aqui, por exemplo?

Além disso, pessoas que leem muito melhoram sua capacidade de comunicação. E é preciso ser muito claro ao passar instruções para um time e isso vai exigir bastante do seu pensamento lógico, bom português e objetividade ao falar.

Prepare-se para as reuniões

E por falar em boa comunicação, que tal preparar suas reuniões?

Ninguém suporta explicações longas, pouco sucintas e sem hora para terminar.

Com isso não queremos dizer que seja necessário preparar slides de PowerPoint para cada encontro com o seu time, mas um pequeno roteiro num pedaço de papel já ajuda muito a não ser prolixo, não é mesmo?

A dica de ouro: tenha humildade

Se pensar bem, vai ver que quase tudo que dissemos até aqui tem como objetivo fazer com que você se torne uma pessoa mais humilde.

Com humildade você aprende mais, escuta mais, ensina sem arrogância, se coloca no lugar de cada membro do time e entende melhor suas necessidades.

Como empreendedor, você tem a obrigação de buscar melhorar a cada dia, transformando a si próprio para motivar seus colaboradores a se transformarem e, todos juntos, transformarem a empresa para que ela transforme a vida dos clientes.

Um ciclo positivo de transformação construído com humildade e que começa de cima para baixo.

Esperamos que esteja convencido de que sua empresa precisa de um líder que ouve, compreende, cobra, motiva e tem um relacionamento de igual para igual com cada colaborador.

Siga nossas dicas sobre como ser um bom líder e veja seu negócio prosperar e dar realização para clientes, funcionários e, claro, para você também!

Ah, e já que falamos aqui sobre como um líder deve ler e aprender, que tal conhecer Os 5 livros sobre empreendedorismo que TODO empreendedor precisa ler? Já imaginou o quanto sua empresa pode mudar só com o conhecimento que você vai tirar de todo esse material?

perfil financeiro

Gastador ou Poupador? Você sabe qual é o seu perfil financeiro?

Existem pessoas de diferentes jeitos. Alguns são mais extrovertidos, outros mais calados. Alguns são confiantes, outros mais tímidos.

Existem pessoas de diferentes jeitos. Alguns são mais extrovertidos, outros mais calados. Alguns são confiantes, outros mais tímidos.

Cada um com seu modo de ser e ver a vida. Cada um com seu perfil. 

Quando o assunto é dinheiro essas diferenças no modo de agir também aparecem. Por isso, podemos afirmar que cada pessoa tem o seu perfil financeiro.

Conhecer o seu perfil financeiro é muito importante. Ele te ajuda a evitar a autossabotagem, ou seja, hábitos, ou manias, que você tem ao lidar com seu dinheiro e que agem de forma quase inconsciente.

Você não sabe porque comprou aquele carro, ou fez aquela aplicação. Da mesma maneira que não entende o motivo de ser tão difícil para você realizar um investimento de grande risco.

Esses exemplos se tornam mais claros quando conhecemos o nosso perfil financeiro. Vamos lá?

Tipos de perfis financeiros

O poupador

Quem tem o perfil financeiro poupador costuma se preocupar muito com o futuro, e abre mão de viver o agora.

Por esse motivo, os poupadores costumam pensar muito antes de fazer uma compra.

Analisam se o bem adquirido vale mesmo o valor cobrado, se é necessário, ou se não pode ser substituído por outro bem semelhante, de menor preço, claro.

Quando resolvem empreender, os poupadores normalmente têm certeza do que estão fazendo, e possuem recursos para investir.

O problema é que esse perfil costuma ser muito temeroso com os gastos, por isso na hora em que for necessário um grande investimento, para alavancar o empreendimento, eles podem não o fazer, o que, em muitos casos causa danos à empresa.

O que é legal no poupador?

Ele sempre tem um dinheiro guardado e costuma ser a salvação de amigos e familiares.

Seja em uma caixinha no fundo da gaveta, ou em uma caderneta de poupança.

O poupador sempre vai guardar seu dinheiro com a mesma atenção. Não importa se é o troco do pão ou o que sobrou do salário, na dúvida ele guarda.

O que não é legal no poupador?

Por ser um investidor muito cauteloso, o poupador pode enfrentar problemas financeiros.

Sim, pode parecer estranho dizer isso, afinal, temos o hábito de achar que guardar o dinheiro é o melhor investimento que podemos fazer. Nem sempre isso é verdade.

A caderneta de poupança, por exemplo, rende pouco. Por isso, um poupador que só investe na poupança pode perder dinheiro com o passar dos anos.

Além disso, um poupador que só compra itens baratos pode estar fazendo um mal negócio, quando ignora a qualidade. Como diz o ditado: “o barato pode sair caro“.

O gastador

Quem tem o perfil financeiro gastador gosta de viver o aqui e o agora. Se pudesse ser definido por uma frase ela seria: “o futuro a Deus pertence”.

O dia mais feliz de um gastador é o dia do pagamento. O dia mais triste é o dia seguinte.

O gastador acredita que deve ser recompensado pelo dinheiro. Não enxerga seus ganhos como uma garantia de estabilidade financeira.

O gastador precisa entender qual a motivação que o leva a gastar.

Sabe quando compramos alguma coisa e depois, quando chegamos em casa, nos arrependemos? Nesse caso é interessante analisar como estava o nosso humor quando fizemos a compra.

Alguns gastadores compram para espantar a tristeza, o que pode não ser saudável. Outros compras porque “todo mundo compra”. Ou seja, são vulneráveis a modismos.

O que é legal no gastador? 

É muito bacana saber que o fruto do nosso trabalho pode nos dar momentos de alegria e realizar sonhos de consumo.

Também é bacana saber aproveitar o agora. Mas esses sentimentos devem ser verdadeiros.

Será que a alegria  trazida por aquela jaqueta que foi comprada, mas nunca usada, valeu a pena?

O que não é legal no gastador? 

Costumam se endividar com facilidade. Alguns deles param de gastar quando o dinheiro acaba.

Outros não se importam de continuar comprando, levando-os à algumas atitudes perigosas, como só pagar o mínimo do cartão de crédito ou fazer um empréstimo para comprar algo que, de fato, não precisavam.

Sabe aquela celebridade que ganhava milhões e hoje está falida? Então, gastadores podem acabar com o próprio patrimônio, colocando em risco financeiro a família e funcionários.

O doador

A pessoa que se identifica com o perfil financeiro do doador costuma pensar nos interesses dos outros em detrimento dos seus.

Sempre disposto a ajudar quem precisa o doador sente-se realizado ao ver que seu dinheiro pode trazer a alegria dos outros.

Levar as pessoas que ama para uma viagem ajudar um amigo em apuros, fazer a alegria da criançada no Natal, enfim, tudo isso motiva o doador a gastar.

O empreendedor doador é aquele que pensa na satisfação dos colaboradores da empresa, que oferece bons benefícios e fica feliz ao saber que seu empreendimento trouxe resultados positivos para a vida das pessoas.

Além disso, ele leva em consideração questões como: a responsabilidade social do negócio.

O que é legal em um doador? 

O doador é uma pessoa que pensa no outro, o que demonstra empatia.

Ter a consciência de que nosso dinheiro pode ajudar os outros é algo muito bacana. Fazer o bem por outra pessoa é algo que pode trazer bem estar.

O que não é legal em um doador? 

É necessária cautela antes de sair por aí abrindo a carteira.

Doadores podem ser vítimas de pessoas exploradoras, que ao perceberem sua disposição em ajudar os outros abusam da boa vontade do doador.

Se você se identificou como um doador, tenha em mente que, da mesma maneira com que você possui suas reservas financeiras o outro também pode possuir. Dizer não a alguém também pode ajudá-la.

O planejador

Quem se enquadra nesse perfil financeiro pensa no futuro, como o poupador, mas tem diferentes estratégias para alcançar seu objetivo.

O planejador estabelece uma meta econômica e trabalha para alcançá-la.

Ele tem um planejamento financeiro, conhece suas fontes de rendas e gastos e, antes de fazer um investimento ele estuda bem os riscos e possibilidade de ganhos.

Ou seja: ele não sai de casa sem ver se vai chover e, se a previsão garantir que o tempo vai fechar, ele leva um guarda-chuva, mesmo que o sol esteja forte. Ele estuda o cenário e confia nos resultados para tomar suas decisões.

Quando resolve empreender o planejador sente-se à vontade, uma vez que todo bom empreendedor está cercado de estudos e planejamentos sobre sua empresa.

O que é legal em um planejador? 

Ele pensa no futuro, mas sabe que só isso não é suficiente. Então ele estuda as possibilidades de investimento.

Se abriu uma conta em um banco é porque aquela instituição oferece as melhores taxas. Dificilmente ele é pego de surpresa.

O que não é legal em um planejador? 

Por, normalmente, ter a situação sobre controle, o planejador pode ter dificuldades para ouvir e aceitar opiniões.

Em uma situação em que as decisões são compartilhadas, como em uma empresa, por exemplo, isso pode trazer problemas.

Além disso, planejadores devem evitar a teimosia, afinal, mesmo empresários com estudos, e uma visão clara sobre o mercado, podem ser surpreendidos. Saber a hora de alterar o rumo das coisas também é útil.

A importância de saber seu perfil financeiro

As classificações descritas neste artigo são baseadas nos testes de personalidade Myers-Briggs, que foi criado na década de 1960, nos Estados Unidos, por Katharine Cook Briggs e sua filha Isabel Briggs Myers, duas psicólogas renomadas, que usaram as teorias psicológicas de Jung para determinar os tipos de personalidades que existem.

Empresas financeiras, como bancos e agências de investimentos, adaptaram esses estudos para entender como cada tipo de personalidade age quando o assunto é dinheiro.

Conhecer essas informações é fundamental, pois ajuda o indivíduo a lidar de maneira mais eficiente com os produtos financeiros, como empréstimos, por exemplo.

Além disso, ter acesso a essas informações nos ajuda a evitar erros recorrentes. Se uma pessoa sabe que tem o perfil de um gastador, ela pode se policiar para entender o que a motiva a comprar.

O perfil financeiro muda com o tempo

É importante saber que esse tipo de comportamento muda com o passar dos anos. Um jovem pode ter uma atitude mais irresponsável com seus primeiros salários.

Dez anos depois, o mesmo rapaz pode se revelar um investidor de sucesso.

Da mesma maneira que uma empresária que viu seu primeiro negócio ir à falência pode ser mais cautelosa com o segundo.

Se hoje você se identifica com algum dos perfis descritos neste texto, saiba que a situação não é permanente, e que você pode mudá-la.

Autoconhecimento é importante!

Agora que você já conhece os diferentes perfis financeiros poderá se analisar, para assim ver se tem uma relação saudável com suas finanças.

É muito importante saber como nossa relação com o dinheiro depõem sobre nossa personalidade, ou momento de vida atual.

Diversas instituições financeiras oferecem testes de personalidade, para que o cliente descubra qual é o seu perfil financeiro. Encontramos estes dois testes para você, um é do Uol e o outro do Bradesco.

Agora, que tal aproveitar e descobrir dicas para aumentar seu poder de persuasão?

DARF

Aprenda como emitir um Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF)

Todo empresário sabe da importância de estar sempre em dia com as obrigações fiscais e o quanto isso reflete positivamente na estabilidade e crescimento da empresa.

Todo empresário sabe da importância de estar sempre em dia com as obrigações fiscais e o quanto isso reflete positivamente na estabilidade e crescimento da empresa.

Manter-se livre de débitos tributários é uma das regras do empreendedorismo e um dos primeiros passos para se alcançar o sucesso, pois lhe permite trabalhar com segurança e tranquilidade.

Entretanto, diante da quantidade e diversidade de tributos a pagar, essa tarefa nem sempre é tão simples o quanto parece, podendo gerar dúvidas e insegurança nos empreendedores quando chega o momento de quitar tais débitos.

O DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) é um dos documentos de arrecadação mais utilizados e importantes.

Instituído pelo Ministério da Fazenda e Receita Federal, apresenta-se como um dos grandes responsáveis por levar a receita dos tributos aos cofres públicos. Por esta razão, estar familiarizado como ele é requisito essencial para todo empresário.

Tem dúvidas sobre o que é e para que serve? Acompanhe o post de hoje e aprenda agora mesmo!

O que é DARF?

DARF é a sigla que representa o Documento de Arrecadação de Receitas Federais e, como o próprio nome diz, trata-se de um documento responsável por levar aos cofres públicos federais uma parcela considerável da arrecadação.

Utilizado tanto por pessoas físicas quanto por pessoas jurídicas, as guias podem ser pagas mensalmente, trimestralmente, semestralmente e até anualmente, a depender dos impostos a serem recolhidos.

O documento facilita bastante a vida do empresário, uma vez que, através dele, é possível unificar o pagamento de diversos impostos, taxas e contribuições em uma só guia de recolhimento, evitando desgaste e perda de tempo em filas.

Alguns dos principais tributos quitados por empresas através do DARF são o IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica), PIS (Programa de Integração Social), COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) e outras contribuições para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Quais os tipos de DARF?

Agora que você já sabe o que é um DARF, vamos falar sobre os dois tipos existentes: o simples e o comum. Acompanhe!

O DARF Simples foi implantado em janeiro de 1997 sendo muito utilizado por pessoas jurídicas para o pagamento de tributos de maneira unificada.

Portanto, veio para simplificar a arrecadação em empresas de pequeno porte: a guia informa um valor para todos os impostos, devendo ser paga de uma só vez.

Atualmente o DARF simples não é mais utilizado, visto que foi substituído pelo DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), implantado após a Lei Complementar 123 de 2011, que instituiu o Simples Nacional.

O DARF Comum foi implantado em abril de 1997, poucos meses depois da entrada do DARF Simples e tem sido muito utilizado até os dias atuais, tanto por pessoas físicas quanto jurídicas.

Através dessa guia, é feito o recolhimento do PIS incidente sobre o faturamento da empresa, o II (Imposto de Impostação) e o IR (Imposto de Renda) da empresa ou cidadão.

Portanto, consiste em uma guia idêntica para contribuintes pessoas físicas e jurídicas, havendo apenas diferenciação nos códigos de pagamentos.

Como emitir um DARF?

O procedimento para emissão do DARF é relativamente simples, podendo ser realizado pelo próprio empresário.

A opção mais eficaz e segura se dá através do programa da Receita Federal denominado Sicalc, que tem como principal benefício a atualização mensal de acordo com a taxa Selic vigente.

Com isso, ao entrar no site da Receita Federal e acessar o Sicalc, será solicitado o preenchimento de alguns dados:

  • Nome e telefones de contato;
  • CPF ou CNPJ, de acordo com o contribuinte;
  • Período de apuração do tributo;
  • Código do pagamento (fornecido no próprio site da Receita);
  • Data do vencimento;
  • Valor a ser pago;
  • Multas e juros, caso haja;
  • Valor total (calculado automaticamente).

Logo em seguida, o sistema emitirá a guia com o código de barras que deverá ser pago na rede bancária. Conforme dito, você poderá preencher sozinho o DARF, mas caso sinta-se inseguro, procure auxílio de um profissional.

Emissão em atraso

Imprevistos acontecem, não é mesmo? E caso você perca o prazo para a emissão do DARF, é possível retirar a guia posteriormente.

Nesse caso, acesse a página da Receita Federal e preencha manualmente o DARF, ou, no caso do IRPJ, é possível emitir a guia através do programa para cálculo e emissão do DARF, também disponível no sítio eletrônico.

Portanto, mesmo que você não consiga realizar o pagamento no dia correto, não deixe de regularizar a sua situação o mais rápido possível.

Retificação do DARF

Pode ser que, ao preencher o DARF, você cometa algum erro e a guia apresente inconsistências. Nesse caso, é necessário realizar uma retificação.

O procedimento possui duas fases: primeiramente você deve acessar a página da receita e fazer o download de um formulário (Redarf), preenchê-lo e assinar as duas vias que serão impressas.

Logo em seguida, você deverá protocolar essa retificação em uma agência da Secretaria da Receita Federal.

O segundo passo, também poderá ser feito via internet, caso você possua certificação digital.

Cuidados importantes

O DARF é um documento de extrema importância para a empresa. Portanto, você precisa ter alguns cuidados relacionados à essa guia.

Ao preencher, tenha bastante cuidado para não cometer erros e antes de gerar a guia faça uma revisão detalhada dos dados informados.

Você viu que é possível retificar possíveis erros, porém isso lhe dará mais trabalho. Sendo assim, evite desperdícios de tempo!

Além disso, após pagar a guia seja cuidadoso e guarde bem os comprovantes de pagamento.

Você poderá precisar usá-los caso haja algum erro no sistema, uma fiscalização ou até mesmo para realizar balanços fiscais em sua empresa.

Hoje você absorveu conhecimentos importantes para seu negócio.

O DARF é um documento muito importante e saber do que se trata, quando e como emiti-lo torna o cotidiano empresarial mais fácil.

Isso lhe trará bons frutos, especialmente no que diz respeito à saúde financeira e regularidade do seu empreendimento.

Agora que você conheceu um pouco mais sobre o DARF, que tal aprender a fazer a sua gestão financeira? Unindo conhecimentos assim, sua empresa só tem a ganhar!