Laís Bolina

Analista de Marketing na Rock Content.
É cristã, faz faculdade de Letras, mas é publicitária de coração. Ama escrever, Foo Fighters, séries e troca pessoas por Pizza ou Nutella.



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Descubra o poder de captar Leads usando a Newsletter!

Manter contato constantemente com seus clientes e potenciais clientes é fundamental.

Manter contato constantemente com seus clientes e potenciais clientes é fundamental.

Com o primeiro, para que ele continue comprando de você, seja fidelizado e, porque não, um evangelizador da sua marca. Com o segundo, para que ele se torne um cliente!

E você já deve saber que existem inúmeras maneiras de estabelecer esse contato, principalmente em massa, ou seja, atingindo inúmeras pessoas ao mesmo tempo, com o mesmo conteúdo. Redes Sociais, site, banners, Google Adwords e mais inúmeros tipos de anúncios publicitários.

Mas, além de atingir pessoa de maneira genérica, você pode estabelecer um relacionamento com sua persona através de contato direto, por telefone ou email. E, se um representa muito trabalho e tempo, o outro pode ser bem mais simples e com ótimos resultados.

Por isso, enviar newsletters para os seus contatos é uma ótima opção, pois além relacionamento, você terá uma grande chance de fomentar novas oportunidades através da geração de Leads!

Mas, antes de começar o disparo de emails, é preciso entender alguns pontos importantes, para que você consiga resultados ainda melhores.

O que é uma newsletter

Newsletter são emails que contém informações relacionadas a sua empresa e produtos, enviados aos seus contatos periodicamente, para além de informar, facilitar o acesso dessas pessoas ao que você está oferecendo.

Quando uma pessoa recebe esse tipo de email e clica em seu conteúdo, ela não precisou ir até o Google ou a um navegador e procurar informações sobre aquele assunto ou mesmo sobre sua empresa. Por isso, você tornou esse processo bem mais simples para ela.

Dessa forma, quando um contato assina a sua newsletter, fornecendo o contato dele em uma área do seu site, ele permitiu que você entre em contato com ele, o que demonstra o interesse da parte do assinante.

Se até neste momento ele é apenas um interessado, é muito provável que ele se torne uma lead e, com isso, caminhe ainda mais rapidamente para se tornar um cliente.

Por que enviar newsletters

Quando você envia uma newsletter para os seus contatos, acima de tudo, você está estabelecendo um meio de comunicação com ele. Porém, mais que isso, o envio de newsletters também é:

Um canal de comunicação direta:

Afinal, ela é feita da sua empresa diretamente para a caixa de entrada de emails daquela pessoa, de forma íntima.

Um canal de exclusividade:

Você não estará brigando pela atenção da sua persona. Enquanto ela lê o seu email, ela estará focando toda a atenção em você.

Gerar Valor:

Com as informações que você envia através da sua newsletter, você estará informando, ensinando e de maneira facilitada, já que a pessoa que recebe não precisa de esforço maior que um clique para acessar essa informação. E tudo isso faz com que sua empresa gere valor a quem recebe.

Nutrir seus atuais clientes:

Se você já tem os contatos dos seus clientes e quer que eles continuem comprando, você deve enviar newsletters para eles!

Assim eles se lembrarão de você, você continuará gerando valor a eles e isso aumenta a chance de que eles realizem novas compras.

Gerar Leads:

Como já dissemos desde o título, o envio de newsletter é um ótimo caminho para a geração de Leads.

E Leads são novas oportunidades de venda. Por isso, você estará direcionando os seus esforços, tempo e dinheiro a quem realmente importa.

O que são Leads

Leads são as pessoas que, além de fornecerem informações de contato a você, demonstram interesse pela sua empresa, produto, serviço ou área de atuação.

Ou seja: mais que fornecer um email, alguma outra ação dessa pessoa demonstra que ela tem grandes chances de ser um cliente, e por isso merece atenção.

Ela pode baixar um ebook ou algum outro material rico que sua empresa fornece, entrar em contato com você, solicitar o contato de um consultor ou vendedor, ou qualquer outra ação nesse sentido que mostre para você o interesse dela.

Por isso os emails são ótimos geradores de Leads: através de uma newsletter você pode motivar uma ação do seu contato para se tornar uma lead.

Por que gerar Leads

Essa resposta é bem simples: quanto mais Leads você tiver, maior o número de oportunidades de venda você estará gerando.

Mais que um contato, sua lead está reagindo ao seu marketing e mostrando para você que ela tem interesse em realizar uma compra. E você pode auxiliá-la nesse processo, fornecendo a ela as informações que ela precisa para dar esse passo e se tornar um cliente.

E, com isso, você economiza tempo dos seus vendedores, que entrarão em contato apenas com as pessoas que realmente tem potencial de compra e, consequentemente, economiza dinheiro, já que os seus vendedores terão mais tempo para entrar em contato com mais pessoas, com cada vez mais chances de fechar negócio.

Decidi: quero fazer newsletters. Por onde eu começo?

A primeira coisa que você precisa fazer, caso decida começar a criar e enviar newsletters para os seus contatos é, claro, ter esses contatos.

Eles podem ser gerados através dos clientes que você já tem, como já dissemos, e o que representa uma vantagem já que além do contato, você ainda tem conhecimento a respeito das suas áreas de interesse (o produto que ele comprou diz muito sobre o que ele gosta).

Além disso o seu site e blog devem conter uma área especialmente destinada às pessoas que desejam receber mais informações sobre você, como no exemplo a seguir.

Além disso, se você faz uso de uma estratégia de Marketing de Conteúdo, existem inúmeras outras maneiras de conseguir o contato dos seus potenciais clientes, através de Landing Pages e da criação de materiais ricos.

Com os contatos em mãos, você precisa organizá-los, principalmente se eles são muitos. Isso porque, já que se trata de um canal de comunicação direta, você deve atingi-los da maneira mais assertiva possível. Quem são e pelo que eles se interessam?

A partir disso, eles podem ser segmentados por áreas de interesse, para aumentar ainda mais a sua taxa de conversão, ou seja, o número de cliques.

Depois disso você deve criar um calendário de envio. Qual o melhor horário? De quanto em quanto tempo será o disparo desses emails? Tudo isso deve estar claro antes de começar o processo de envio.

Por fim, você elabora o email. E não deve pensar só no conteúdo, mas no título (também conhecido como assunto que é o que fará os seus contatos abrirem ou não o seu email), no layout e nos calls-to-action, que são os links ou botões que direcionam o seu leitor a uma ação.

Nesse ponto, o mais importante é pensar sempre em quem lê: Qual o conteúdo que vai gerar maior interesse dessa pessoa? Qual tipo de informação será relevante para ela? Como proporcionar a ela uma boa experiência de leitura? Como atrair a sua atenção e instigá-la a leitura?

Três dicas importantes:

 

  • 90% do conteúdo deve ser educacional e só 10% institucional. Uma newsletter não é um email de anúncios, e sim de relacionamento.
  • Seja simples e objetivo. Ninguém vai dar atenção a emails longos e recheados de elementos visuais.
  • Seja pessoal. Esse é um canal de comunicação direta, e é isso que o seu leitor espera: se relacionar com uma pessoa, e não com uma máquina.

 

A partir daí é enviar e monitorar o recebimento dos seus emails. Saber quais newsletter deram mais ou menos resultados te ajudará a aprimorar os seus envios, aumentando a sua conversão.

Piores erros de uma newsletter

Se esse pode ser um excelente canal de comunicação e geração de Leads, também pode ser um péssimo canal, caso você realize ações que afastarão os seus contatos.

Veja quais erros você jamais deve cometer:

Comprar uma lista de emails:

Primeiro porque essas pessoas não te “autorizaram” o envio destes emails, e por isso com certeza não vão ler a sua newsletter.

Segundo por que você sequer tem a garantia de que esses contatos existem e, por isso, estará perdendo dinheiro e a efetividade dessa estratégia.

 

Colocar informações demais ou sem qualidade:

A pessoa abriu o seu email. Isso mostra que ela está interessada no que você tem a dizer. Por isso você deve ser simples, rápido e objetivo. Se ela sentir que está perdendo tempo ou não conseguir absorver a sua mensagem, seu esforço será em vão.

Não pensar em quem acessa o email pelo celular:

O número de pessoas com smartphones cresce todos os anos e eles estão sempre conectados aos emails. Por isso muitos dos seus leitores estarão acessando seu email e seu conteúdo através de dispositivos mobile.

Enviar emails demais:

Pense no quanto é ruim quando a sua caixa está lotada de emails de um mesmo remetente.

O seu contato pensará a mesma coisa a seu respeito, por isso você deve criar um intervalo que condiga com sua persona e que não te torne um spam.

 

Conclusão

Agora que você já sabe o que precisa para começar a criar newsletters incríveis e aumentar suas oportunidades de venda através da geração de Leads, e entende que essa é uma ótima oportunidade e de baixíssimo custo, é hora de começar.

Segmente sua lista e lembre-se sempre da lista de boas e más práticas, para evitar que as pessoas deixem de assinar a sua newsletter e para que os seus envios gerem resultados realmente significativos.

Mas você também sabe produzir outros tipos de Email Marketing? Se deseja saber mais sobre isso, leia o nosso artigo e saiba como extrair ainda mais resultados dessa estratégia!

Será que ainda vale a pena participar do Black Friday?

Será que ainda vale a pena participar do Black Friday?

PROMOÇÃO! DESCONTO! OFERTA! %OFF! Essas expressões chamam a atenção de muita gente, e por isso são muito utilizadas para atrair consumidores pelas empresas, mesmo quando esses descontos não são lá tão significativos.

PROMOÇÃO! DESCONTO! OFERTA! %OFF! Essas expressões chamam a atenção de muita gente, e por isso são muito utilizadas para atrair consumidores pelas empresas, mesmo quando esses descontos não são lá tão significativos.

Mas quem não gosta de uma promoção? A ideia de realizar uma compra pagando menos do que o esperado é maravilhosa. E muitos consumidores condicionam as suas compras a períodos de promoção: após o natal, troca de estação ou coleção e, é claro, o Black Friday!

Saiba mais sobre esse evento mundial e entenda como participar dele, seja comprando ou ofertando seus produtos.

O que é o Black Friday

O Black Friday é um dia global de descontos! Inúmeras lojas de todos os setores e de vários países participam colocando produtos em oferta, em tese, com descontos inacreditáveis.

Isso faz com que muitos consumidores se programem, planejem, esperarem e até separarem uma quantia em dinheiro específica só para a data. É a hora de comprar aquele bem de consumo dos sonhos, que não necessariamente é uma necessidade, mas sim um desejo.

Por tudo isso, nesse dia, a internet vai ao delírio: embora também seja aderido por lojas físicas, o maior volume de compra acaba sendo pela internet, principalmente pela facilidade.

Afinal, nem todo mundo está disponível em plena sexta-feira para ir até uma loja pesquisar descontos em produtos. Com isso, muitos sites chegam a cair ou ficar fora do ar por horas devido ao número de acessos simultâneos.

Como Surgiu

Existem várias teorias a respeito do primeiro Black Friday. Embora não exista um consenso nem uma data exata em que ele tenha acontecido, a maioria das versões gira em torno desse fato: no dia após o dia de Ação de Graças nos Estados Unidos, que acontece na 4ª quinta-feira de novembro, muitas pessoas iam às compras.

E o grande volume de carros e pessoas nas ruas fazia com que os policiais americanos chamassem a data de “Sexta-Feira Negra”, o que teria dado origem ao nome para o evento, “Black Friday”.

É que, para os lojistas e americanos, essa era a data em que as pessoas começavam a realizar as compras de Natal, aproveitando o feriado de Ação de Graças, e por isso o volume no comércio era tão grande.

Se aproveitando disso, muitas lojas, para dar um passo à frente da concorrência, acabavam realizando grandes promoções. E, embora o costume seja muito antigo, só em 2001 o nome oficialmente se tornou o maior dia de compras do ano para os americanos, e começou a ser exportado para outros países, que não necessariamente realizavam-no na mesma data.

Nos Estados Unidos…

Nos Estados Unidos, onde essa mania começou e se tornou oficial, o Black Friday realmente leva as pessoas à loucura. Milhares de americanos saem às ruas, lotam as portas das lojas mesmo horas antes de elas serem abertas, exclusivamente para aproveitar os descontos da data.

Por todos esses motivos, e como você pôde ver, o Black Friday americano realmente faz jus ao nome: milhares de pessoas atrás de produtos com descontos que podem chegar a 90%!

Existem até estudos que tentam entender o que acontece com a mente dos americanos que faz com que eles se desesperem e comprem tanto na data! Segundo uma pesquisa de dois professores da Universidade da Carolina do Sul, metade dos americanos realizam compras no Black Friday. E isso não é pouca gente!

Eles ainda comprovam que existem fatores além dos delírios de consumo que motivam esse grande número de pessoas a fazer loucuras para participar do evento e conseguir os seus produtos dos sonhos, muitos desses motivos relacionados à ativação dos gatilhos mentais, pela tradição em si e por gostarem muito da competitividade inerente ao evento.

Já no Brasil…

Por aqui, o Black Friday é bem diferente, e por vários motivos: primeiro, pela própria falta de tradição dos brasileiros em aderir a data, apesar que a cada ano ele ganha mais força e mais atenção, inclusive da mídia.

Mas o segundo motivo é o mais preocupante, e merece nossa atenção: no Brasil, o Black Friday é encarado como uma farsa. E esse sentimento não é exclusivamente dos compradores.

A revista Forbes (isso, mesmo, a Forbes!) lançou uma matéria em 2013 que chama o Black Friday brasileiro de uma farsa.

black friday

“Nos Estados Unidos, o Black Friday é sobre ofertas. No Brasil, Black Friday é sobre fraude”

Assustador, não é? E por isso a data virou para muitos brasileiros motivo de brincadeiras e ironizações, que são compartilhadas com os amigos em redes sociais.

black friday

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E isso é um problema muito grave! Infelizmente, no lugar de se tornar uma excelente alternativa de aumentar as vendas e gerar o hábito do mercado em relação a data, a adoção brasileira do fenômeno acabou não agradando justamente por um comportamento das marcas.

Os principais motivos para isso são:

  • Enquanto nos Estados Unidos todos os tipos de produtos e marcas participam das ofertas, no Brasil geralmente entram os produtos que não são tão desejados pelos compradores.
  • As lojas no Brasil prometem descontos de até 90% e, de fato, eles costumam ser em sua maioria muito inferiores a esse percentual.
  • Muitos descontos não são exclusivos da data, e sim são vistos inúmeras vezes no ano e apenas “reunidos” no dia do evento para passar a sensação de grande promoção. Por isso, acaba sendo mais um dia qualquer.

Pela percepção da mídia e dos próprios consumidores a respeito desses problemas, as empresas do país tem mudado sua relação com o evento e a cada ano se mostram mais dispostas a realmente oferecer descontos significativos.

Isso tem gerado uma maturidade maior dos brasileiros com relação ao evento e, aos poucos, as pessoas têm estado mais dispostas a, no mínimo, pesquisar sobre seus produtos de interesse na data e compartilhar as percepções positivas com os amigos.

Então por que eu devo participar do Black Friday?

Simples: por que você pode fazer diferente e, além de mudar a concepção das pessoas sobre a data e passar uma boa impressão sobre sua empresa, diferente do que possivelmente seus concorrentes estão fazendo, você ainda terá ótimas oportunidades de gerar boas vendas!

Pense que, como no Brasil o Black Friday acontece simultaneamente ao americano, é realmente um excelente momento para vendas: 13º salários chegando no bolso dos consumidores e véspera de Natal.

Você estará, com isso, motivando seus clientes e possíveis clientes a realizar compras com você em um momento oportuno para eles, e ao mesmo tempo os ajudando a realizar boas compras, com preços que não são só atrativos, mas também honestos.

Isso porque, é claro, você não deve passar dos seus limites e terminar a sexta-feira no prejuízo. Mas planejar, estruturar e calcular os valores do seu produto entendendo que mais que o lucro sobre eles, você estará ganhando no volume de compras.

E, se você deseja comprar no Black Friday, com o passar dos anos, as marcas estão dando mais atenção a proposta do evento e algumas estão realmente se destacando.

Por isso, vale a pena dar uma pesquisada e ficar atento ao movimento nas redes sociais, onde as pessoas costumam compartilhar suas experiências de compra na data, e quem sabe você não consiga encontrar produtos com descontos significativos de verdade?

Como participar

O Black Friday, no Brasil, acontece sempre na última sexta-feira de novembro, assim como o americano, logo após o feriado de Ação de Graças.

E para aderir, basicamente você só precisa se planejar, organizar uma campanha para que as pessoas saibam da sua participação, e se programar, tanto em relação aos descontos quanto ao atendimento.

Divulgue nas redes sociais, enive emails para a sua base de contatos, mude a cara do seu e-commerce e faça tudo o que estiver ao seu alcance para que as pessoas criem uma expectativa a respeito da sua participação!

Muitas pessoas reclamam que os sites não suportam o volume de acessos da data. Por isso é bom estar preparado para evitar que isso aconteça e que seus clientes tenham uma experiência ruim.

Fora isso, existe um portal de descontos, o Busca de Descontos que são portadores do site www.blackfriday.com.br e ajudam a promover o Black Friday no Brasil. Por isso é interessante entrar em contato e informar que o seu e-commerce aderiu ao evento, para aumentar a sua visibilidade.

Para este ano, eles chegaram a lançar um “robô” na página do Black Friday Brasil no Facebook que vai avisar aos consumidores sobre as ofertas que legitimamente fazem jus ao evento, o que mostra uma preocupação e ao mesmo tempo uma mudança na mentalidade das empresas a respeito da data.

Conclusão

O Black Friday está se tornando ótima oportunidade tanto para as marcas aumentarem as vendas e ganharem credibilidade, quanto para os consumidores, que estão adquirindo o hábito de aderir ao evento e também têm a oportunidade de realizar boas compras.

Por isso, fique atento quanto a data nacional e participe de maneira a realmente impactar os seus clientes, tanto em relação aos preços quanto a honestidade em relação aos descontos.

E para quem quer comprar, pesquise e não se sinta inibido de compartilhar com os amigos boas experiências de compra, para incentivar as empresas a não só aderir ao Black Friday, mas também a apresentarem descontos realmente significativos e interessantes.

Então, resolveu participar do Black Friday e quer que seus potenciais clientes saibam disso? Aprenda a criar Campanhas Criativas para atrair ainda mais a atenção do seu público lendo este post!

gatilhos mentais

Gatilhos mentais: O que são e como eles podem ajudar o seu negócio!

Nem todas as ações que tomamos são inteiramente racionais e planejadas. Muitas vezes nos vemos tomando medidas impulsivas e, em primeiro momento, inexplicáveis.

Nem todas as ações que tomamos são inteiramente racionais e planejadas. Muitas vezes nos vemos tomando medidas impulsivas e, em primeiro momento, inexplicáveis.

Mas na verdade elas têm uma explicação clara: tratam-se de Gatilhos Mentais.

Eles estão relacionadas a atitudes cotidianas, como escolher o que vamos comer ou como vamos nos vestir, mas também tem uma ligação direta com nossas decisões relacionadas ao consumo.

E, se você e sua empresa entenderem bem como esse mecanismo funciona, você poderá utilizá-lo ao seu favor, potencializando a sua capacidade atrair consumidores e consequentemente gerar vendas para sua empresa.

Por isso, leia atentamente este post, entenda quais são e como funcionam os Gatilhos Mentais.

Definição: Gatilhos Mentais

De maneira mais simples, os Gatilhos Mentais são as decisões que as pessoas tomam de maneira mais intuitiva que racional, como se o nosso cérebro estivesse agindo de maneira automática.

Como tomamos muitas decisões diariamente, cerca de 35 mil (e possivelmente você sequer nota a maioria delas), a nossa mente seleciona aquelas que merecem mais a nossa atenção e aquelas que podem ser simplesmente replicadas de eventos anteriores ou que são intuitivamente semelhantes.

Por exemplo: lembre-se da primeira vez que você dirigiu um carro. Possivelmente, nessa ocasião, todas as suas atitudes eram extremamente pensadas, planejadas e calculadas, para evitar quaisquer erros. Afinal, você estava inseguro.

Desde então você foi conquistando segurança e, com isso, o ato de dirigir um veículo passou a acontecer no “piloto automático”. Você já consegue realizar outras tarefas, como conversar ou cantar enquanto dirige e possivelmente nem percebe mais quando está passando a marcha ou dando uma seta. As decisões simplesmente acontecem.

É assim que funcionam os Gatilhos Mentais. O seu cérebro foca a atenção em decisões que ele considera relevantes e, para outras, ele simplesmente toma decisões sem que você perceba.

Dessa maneira, os Gatilhos Mentais são a maneira que o nosso cérebro encontrou de facilitar a tomada de decisões.

Porém, muitas vezes, esses gatilhos podem não acontecer de maneira tão automática, e acabam sendo induzidos pela publicidade para aumentar as chances de que você compre um produto ou realize uma ação.

Não é que ela estará te manipulando. O gatilho só funcionará se você já tiver algum histórico ou tendência a tomar aquela atitude. A publicidade funcionará apenas como um “empurrãozinho”.

Exemplos de Gatilhos Mentais

Existem inúmeros Gatilhos Mentais que podem ser usados pelas empresas para aumentar a conversão dos usuários diante dos seus produtos, serviços ou ofertas. O seu uso vai depender da estratégia e do objetivo aplicados a ele.

Vamos conhecer os mais utilizados e efetivos:

Gatilho da Segurança

Se sentir seguro é uma necessidade de qualquer pessoa, normalmente relacionada ao bem estar e tranquilidade. Quando alguém se sente seguro, a pessoa tende a se sentir mais confiante e realizado e, consequentemente, menos preocupado.

Dessa maneira o Gatilho da Segurança funciona quando é atribuído a uma produto ou decisão quaisquer um desses valores de maneira inconsciente.

Se sentir seguro a ponto de andar de bicicletas sem rodinha e sem ajuda

Propagandas de seguro são exemplos óbvios, mas isso pode ser relacionado por exemplo, a propagandas de fraldas descartáveis (Seu bebê mais seguro), absorvente (uma mulher caminhando livremente em uma situação em que geralmente está desconfortável), pneus (as propagandas sempre mostram testes de segurança) por exemplo. O importante é relacionar a tomada de atitude a uma decisão que trará segurança ao comprador.

gatilhos mentais

Se sentir seguro a ponto de andar de bicicletas sem rodinha e sem ajuda

Propagandas de seguro são exemplos óbvios, mas isso pode ser relacionado por exemplo, a propagandas de fraldas descartáveis (Seu bebê mais seguro), absorvente (uma mulher caminhando livremente em uma situação em que geralmente está desconfortável), pneus (as propagandas sempre mostram testes de segurança) por exemplo. O importante é relacionar a tomada de atitude a uma decisão que trará segurança ao comprador.

Gatinho da Urgência

A sensação de urgência exige de nós uma ação. Se você está atrasado, preocupado ou tem um prazo para cumprir uma tarefa, a sensação de desconforto possivelmente te fará tomar uma medida para garantir o sucesso ou o bem estar mesmo diante dessa condição. Assim atua o Gatilho da Urgência na publicidade, e na vida.

gatilhos mentais

Você tem apenas 1 dia para aproveitar essa oferta!!!

O melhor exemplo do uso do Gatilho da Urgência são os sites de compra coletiva. Para incentivar a sua compra, eles colocam um cronômetro regressivo com o seu prazo para que você possa adquirir a oferta.

Dessa forma, a sensação de que “o tempo está acabando” lhe dá a sensação de que “eu preciso fazer isso agora, antes que não seja mais possível”. E talvez você nem goste de comida mexicana.

Outros usos de Gatilhos de Urgência podem ser observados em empresas de eletroeletrônicos (É só amanhã!!!), empresas que vendem produtos por telefone (Os 20 primeiros que ligarem…) ou no Black Friday.

Nesse último caso, você tem apenas 1 dia! Por isso muitas pessoas no mundo todo chegam a se preparar e acabam terminando o dia com inúmeros produtos que elas sequer precisavam ou usariam.

Gatilho da Prova Social

Viralização de produtos, tendências, moda. Todas essas ações são motivadas pelo Gatilho da Prova Social. É quando um grupo de pessoas realiza uma ação e você, motivado pela massa e possivelmente se questionando “Eu ainda não fiz, mas todo mundo está fazendo!” acaba fazendo o mesmo.

gatilhos mentais

Mais de 10.000 comprados!

Sim, esse gatilho também pode ser observado em sites de compra coletiva. Além do cronômetro regressivo, muitos deles contabilizam o número de pessoas que já aderiu a oferta como mais um motivador para o consumo.

Você acaba tendo a sensação de que está perdendo algo, ou que não faz parte do grupo que realizou a ação, e essa sensação motiva a sua compra.

Palestras, livros best-seller, shows e outros eventos que pretendem atingir um grupo de pessoas muito grande, mesmo com perfis muito diferentes, costumam usar dessa gatilho como uma maneira de atrair compradores.

Gatilho da Escassez

Lembram quando, no Brasil, as pessoas passaram por um período de racionamento de energia, pois pela falta de chuvas nós corríamos o risco de ficar sem eletricidade? Pois bem, aquela motivação de economia, pelo menos por esse motivo, passou.

É que, com todas as autoridades e entendidos do assunto falando sobre a possibilidade de esgotar um bem de necessidade diária, as pessoas ativaram o Gatilho da Escassez. “Se eu não economizar, posso ficar sem eletricidade!”

gatilhos mentais

Edição Limitada

Na publicidade esse Gatilho Mental é muito observado quando uma empresa lança uma versão exclusiva e limitada de um produto. Por mais que ele tenha exatamente as mesmas funcionalidades, ou muito próximas, no caso do novo, ele é limitado.

Ou seja, depois de um determinado tempo, eu não terei a chance de tê-lo. Logo, eu preciso realizar a ação de compra o mais rápido possível, antes que acabe.

Sim, mais uma vez os sites de compra coletiva funcionam, com a ideia de “Só restam 100 unidades”. Mas, além deles, empresas de telefonia, grandes marcas de moda, principalmente as mais valorizadas, ou grandes montadoras de veículos. A ação surge pela escassez, e não pela necessidade.

Gatilho da Novidade

O novo nos desperta, no mínimo, curiosidade. Pode ser que você nem se interesse pelo assunto, produto, marca ou conceito, mas você sentirá uma necessidade de saber do que se trata, mesmo que para ter autoridade de criticar ou discordar.

Agora, pense nas novidades dos produtos e marcas que você adora! Eles, mais que qualquer outra coisa, despertam o desejo de posse e, por isso, a necessidade de compra. Afinal, é isso que move a cultura do consumo.

gatilhos mentais

Filas. Em todo o mundo.

Normalmente, na publicidade, o Gatilho da Novidade funciona com mais eficiência com as marcas e empresas que já possuem fãs. É o caso da franquia Harry Potter, de empresas como Apple ou Play Station e marcas de carros. As pessoas chegam a fazer loucuras para ter acesso a novidade, e principalmente, ser um dos primeiros.

Dessa forma, mais que novo, esse gatilho também tem uma relação direta com o valor atribuído ao objeto de desejo, e isso deve ser construído com o tempo para gerar maior movimento da parte dos compradores.

Como usar os gatilhos mentais ao meu favor?

Agora que você conhece quais são os principais Gatilhos Mentais e entendeu como eles funcionam, inclusive com você, é hora de colocá-lo em prática em sua estratégia de Marketing. Mas, como você pode usá-lo?

Existem inúmeras maneiras, e como você viu, inúmeros gatilhos relacionados a percepções diferentes da parte do público. Por isso, a primeira pergunta a se fazer é: Que sensação eu quero despertar em minha audiência?

Lembre-se que a principal ideia não é forjar dados irreais ou forçar as pessoas a realizarem a compra, mas aguçar uma necessidade ou experiência que já existe em seu público. Sendo assim, é fundamental conhecer exatamente quem é a sua persona e seus hábitos comportamentais.

Grupos de pessoas diferentes reagem de maneiras diferentes aos gatilhos, e experimentar quais funcionam melhor, primeiro com seu conteúdo e emails (pense no título de blogpost e nas chamadas de email), pode ser uma ótima maneira de testar o seu engajamento.

Por último, pense no que você oferece: qual o diferencial do seu produto ou serviço que levaria outras pessoas a se sentirem motivadas por algum Gatilho Mental? Se ele não agrega nenhum valor ou benefício que supera os concorrentes, possivelmente o gatilho não surtirá o mesmo efeito.

E, se você quiser saber mais sobre estratégias de Marketing que podem te ajudar a atrair consumidores e vender mais, leia o nosso post sobre outra estratégia inovadora: O Marketing Sensorial

modelo de negócio

Modelo de negócio: tudo o que você precisa saber para elaborar o seu (GUIA)

Muitos empreendedores de primeira viagem, ou até mesmo alguns com mais experiência, têm dúvidas sobre os primeiros passos na hora de empreender, e acabam focando no que acham mais urgente.

Muitos empreendedores de primeira viagem, ou até mesmo alguns com mais experiência, têm dúvidas sobre os primeiros passos na hora de empreender, e acabam focando no que acham mais urgente.

As prioridades acabam sendo estabelecidas pelas atividades mais práticas e isso, a longo prazo, pode significar grandes problemas para a sua empresa.

Um dos primeiros passos fundamentais e indispensáveis na hora de abrir uma empresa é a elaboração de um modelo de negócio. Por que?

O Modelo de Negócio é quem dará forma ao que sua empresa fará! É a partir dele que todos as principais ações do seu negócio serão observadas e documentadas.

Ele te ajudará, inclusive, a entender os principais aspectos do seu negócio e garantirá que todos eles estão alinhados a executar da melhor maneira possível todas as tarefas.

Por ser um conceito relativamente novo, muitas pessoas ainda fazem confusão sobre o que é ou como elaborar um Modelo de Negócios. E, como já entendemos que ele é determinante para a sua empresa, é preciso entender não apenas o que é, mas todo o processo em torno de um Modelo de Negócios de sucesso!

Afinal, o que é um modelo de negócio

O modelo de negócios é a forma como que sua empresa gera e entrega valor para os seus clientes. Ou, de maneira mais prática, é a estruturação dos elementos e etapas que compõem a forma com que a sua empresa faz o que faz.

Neste documento, o empreendedor deve citar e descrever todas as principais ações da empresa e suas relações umas com as outras. Isso facilitará com que ele compreenda exatamente como o negócio vai funcionar e quais são os pontos fracos e fortes do que ele está executando.

Essa visão macro da sua empresa vai ser fundamental para avaliar de maneira estratégica como entregar ao seu cliente o melhor produto ou serviço da maneira mais prática e lucrativa para você, a curto, médio e longo prazo!

Talvez essa explicação pareça muito abstrata, em primeiro momento. Mas, com alguns exemplos você vai perceber o quanto é simples e fundamental a estruturação de um Modelo de Negócios.

Diferença: Modelo e Plano de Negócio

Muitas pessoas relacionam Plano e Modelo de Negócios. É importante entender que esses dois processos são distintos!

Um Plano de Negócio é um documento totalmente detalhado que serve para entender a viabilidade do seu negócio, através de análises de mercado, econômicas e processuais. Esse é o documento que, por exemplo, deve ser entregue a um investidor, quando for o caso.

Já o Modelo de Negócios é o processo anterior a um Plano de Negócios, que te auxiliará e enxergar todas as etapas que devem constar no seu Plano de Negócios, mas de maneira menos detalhada, mais prática e visual.

Ou seja: eu devo ter um Modelo e um Plano de negócios? Sim!

A diferença é que no Plano de Negócios está estruturado o “o quê” você faz da maneira mais detalhada possível. Custos, receita, processos, estrutura, etc.

Eles são longos e estruturados, levam tempo para serem desenvolvidos e também são resultado de muito trabalho, afinal, nenhum detalhe do seu negócio pode ficar de fora.

E o Modelo de Negócios é o mapeamento do “como” você faz: como você gera receita, como você gera valor para o cliente, como você trabalha a suas entregas e como todas essas etapas se relacionam. Eles são rápidos e simples de serem compreendidos.

Ou seja: a partir dele, será muito mais fácil pensar em todos os elementos essenciais para um Plano de Negócios completo.

Business Model Generation

O Business Model Generation é um livro, escrito pelos empreendedores Alex Osterwalder e Yves Pigneur, que revolucionou o modo com que as empresas no mundo todo entendem o seu negócio. Por isso ele é uma leitura obrigatória para qualquer empreendedor.

Nele, o conceito de Modelo de Negócios foi consolidado e uma maneira simples e prática de elaborá-lo surgiu: O Business Model Canvas.

O Canvas é um quadro dividido em 9 etapas para que qualquer empreendedor consiga elaborar e visualizar claramente o seu modelo de negócios sem nenhuma dificuldade.

Além dos tópicos, em cada aba do quadro as etapas são detalhadas com perguntas-chave que devem ser respondidas em cada parte do quadro, tornando ainda mais simples preenchê-lo!

modelo de negócio

As etapas de elaboração de um modelo de negócio a partir do Canvas, que idealmente devem ser preenchidas nessa ordem, são:

Segmentos de mercado

Nesse ponto, preencha o quadro listando quem são os seus clientes ideais. É importante definir um perfil, ou melhor ainda, uma persona, com todas as principais informações sobre essa pessoa para que ela jamais seja esquecida nem por você nem por sua equipe.

Todas as atividades devem ser planejadas em torno desse campo, afinal, é ela quem você deseja atingir e por isso ela deve estar no centro do seu planejamento.

Proposta de valor

Essa é uma parte muito importante do seu Canvas: qual é a solução que a sua empresa deseja entregar? Quais são os diferenciais dessa entrega para os clientes?

Esse quadro determina não apenas a sua atividade, mas no que ela se difere de outras empresas que fazem o mesmo que você. É fundamental ter isso claro para toda a equipe, pois este será o aspecto que determinará a decisão de um cliente por sua empresa e não por algum concorrente.

Canais

O seu cliente compra o seu produto. Como este produto chegará até ele? Pense sempre no melhor canal para o seu perfil de cliente e documente para evitar possíveis enganos da equipe ao longo dos processos de venda.

Relações com clientes

Quais os canais e como a sua empresa pretende manter um relacionamento com os clientes? Essa deve ser a pergunta respondida neste quadro.

Nele, delimite os canais de comunicação tanto antes dessa pessoa se tornar efetivamente um cliente e também na manutenção desse relacionamento. Eles podem acontecer online, ponto de vendas, etc.

Fonte de Renda

Neste trecho, liste tudo o que representa entrada para o seu negócio: os clientes, estratégias de marketing, etc. Detalhe quanto e como o seu cliente está disposto a pagar pelo que você oferece, afinal, esse é o fim pelo qual o seu negócio existe: o lucro!

Recursos chave

São definidos obviamente, depois de determinar as atividades chave da empresa. Nessa etapa, descreva o que é necessário para a sua empresa executar essa proposta de valor aos clientes.

Por exemplo: equipamentos essenciais, capital humano e local de produção, quando for o caso.

Atividades Chave

Neste quadro, escreva quais são as principais atividades responsáveis pelo valor entregue a seus clientes por sua empresa.

Elas devem ser pensadas sempre como a solução de algum problema a seu cliente ideal.

Parcerias Chave

Neste bloco devem ser listadas as parcerias que contribuem para a entrega da empresa, como terceirizações, fornecedores (quando o material fornecido é parte fundamental da entrega), alianças etc.

É importante determinar essas empresas, pois elas contribuirão diretamente para a qualidade das entregas e serviços ofertados, e devem ser pensadas de maneira estratégica.

Estrutura de Custos

Quais são os custos necessários para execução e manutenção das suas atividades? Liste todos eles no campo “Estrutura de Custos”.

Eles ajudaram você, inclusive, a determinar o preço a ser cobrado para seu produto ou serviço sem que isso represente prejuízos a você a curto ou longo prazo.

Nesse ponto, você deve atentar aos custos mais importantes, não aos detalhes, e também listar quais são as atividades mais caras relacionadas às suas entregas.

Como você pôde observar, com esse quadro fica ainda mais fácil estruturar o mapeamento do seu Modelo de Negócio, sem esquecer das partes mais relevantes.

Todas elas devem ser preenchidas pensando sempre no valor entregue aos clientes, afinal, é esse o fim de todo Modelo de Negócio.

E, caso você ainda tenha dúvidas, observe um Canvas montado e o preenchimento ficará mais claro em sua mente.

Abaixo, como exemplo, temos um dos Canvas mais famosos até hoje: O do Ipod da Apple. Sim, a empresa estrutura, além de um Canvas das atividades, um para cada novo produto pois em cada um deles é pensado um novo valor a ser entregue aos clientes.

Isso se aplica para eles tendo em conta a dimensão da empresa e de suas vendas. Mas, no geral, um único Modelo de Negócio se aplica a grande maioria das empresas.

O interessante é observar quais foram os critérios de preenchimento do quadro neste caso para orientá-lo na hora de criar o seu.

modelo de negócio

Observe como os quadros foram preenchidos, quais foram as informações mais relevantes e isso será o seu guia na hora de estruturar o seu. E perceba que os quadros são preenchidos hipoteticamente com notas adesivas.

Afinal, durante o desenvolvimento do seu negócio, possivelmente esses campos vão mudar muitas vezes, e devem ser revistos de tempos em tempos para garantir que o negócio está cumprindo com seu objetivo inicial.

Caso você tenha gostado dessa maneira inovadora e prática de desenvolver o seu modelo de negócios, no site oficial do livro é possível ter acesso ao quadro gratuitamente e em excelente resolução, para que você possa realmente ter o seu estruturado e ao alcance de todos os envolvidos no seu negócio.

O site é inglês e, consequentemente o quadro também. Caso este não seja o seu ponto forte, você pode utilizar o que está no início desse post, ou procurar por Canvas no Google. Você encontrará inúmeros modelos e todos basicamente com o mesmo formato.

Modelos de Negócio e Inovação

Modelos de Negócio e inovação estão diretamente relacionados! Afinal, ele descreve a maneira com que você entrega o valor para o seu cliente, e este deve ser um critério diferenciado!

Se a sua empresa possui um modelo de negócio genérico e comum em relação aos seus concorrentes, possivelmente você não vai se destacar por ele. Por isso, ele deve apresentar sempre o seu diferencial em relação aos demais e como isso vai refletir nas suas entregas.

Essa inovação pode estar relacionada a qualquer uma das etapas descritas no Canvas: na proposta de valor, nos canais, no relacionamento com o cliente ou na atividade.

O fundamental é pensar fora da caixa e encontrar um “porque” que te destaque e faça com que os seus futuros clientes enxerguem isso da maneira mais clara possível em você, como um “quê a mais” na hora de escolher quem contratar ou de quem comprar.

Você até pode adaptar um modelo de negócio que já exista, ou seja, o “como gerar valor” de outras empresas ou tipos de negócio parecidos com o seu, que desenvolveram um modelo funcional, mas que faça sentido tanto para a sua empresa quanto para o cliente, mesmo que esse modelo-exemplo não seja do seu ramo de atuação.

Tipos de Modelo de Negócio

Existem alguns Modelos de Negócio que possuem muitas similaridades e, por isso, são separados em grandes grupos. Isso porque o “jeito de ser” de alguns negócios funcionam muito bem para uma categoria de empresas. Veja alguns exemplos:

Franquias

O modelo de franquias (ou franchising) é sistema em que uma empresa realiza expansão através da comercialização do uso da marca e consequentemente do Modelo de Negócios para outros empresários.

Essa estratégia permite que empreendedores comecem já com uma estrutura sólida e reconhecida, e processos testados e padronizados, diminuindo as chances de erro em muitos casos. As mais conhecidas no país são as internacionais Subway e McDonald’s.

Porém, em contrapartida, a liberdade de operações e ações fica restrita à aprovação do franqueador (detentor da marca), o que muitas vezes limita as possibilidades do franqueado.

Dessa maneira, o Modelo de Negócio de franquias, em geral, possui muitas características comuns, como os canais e o fluxo de receitas.

Caso você esteja do outro lado e tenha o desejo de abrir uma empresa que futuramente será franqueada, o Modelo de Negócios deve ser ainda mais bem estruturado e testado, para garantir que os franqueadores tenham sucesso e consequentemente a sua marca. Em geral, o modelo terá muitas características comuns com que outras franchising – franquias, mas o seu diferencial não deve ser esquecido.

Assinatura

O modelo de negócios de assinaturas tem ganhado destaque nos últimos anos, principalmente quanto a negócios online.

É possível pagar mensalmente para receber produtos de diversas categorias, desde bebidas, até produtos de higiene pessoal, cosméticos e livros. Por exemplo o ClubeW de assinatura de vinhos, da Wine e a Glambox de produtos de beleza.

A ideia garante uma receita recorrente para a empresa, o que auxilia na manutenção e na garantia das atividades em determinados prazos, dando certa tranquilidade aos empresários que optam por esse modelo.

Porém, pelo outro lado, a grande dificuldade do modelo costuma estar associada a estrutura de custos, geralmente alta, e a fidelização do nicho, que pode interromper a assinatura em determinado momento quando esgotam as novidades ou interesse por aqueles produtos.

Nesse caso, os diferenciais costumam estar no método entrega e nas novidades e exclusividades associadas a assinatura.

Saas

Saas ou Software as a Service é o modelo de negócio que oferece ao cliente o acesso a uma plataforma através de uma cobrança mensal.

Elas são muito associadas ao modelo de assinaturas, mas neste caso a entrega é feita online e toda a manutenção é de responsabilidade da empresa. Bons exemplos desse modelo são o Spotify e o Netflix.

O problema desse modelo costuma estar associado à necessidade de uma internet de qualidade da parte do comprador para garantir que a plataforma ou software funcione de maneira eficiente. E, como no caso das assinaturas, o produto deve ter um diferencial realmente relevante para garantir a fidelização dos clientes.

Startups e o Modelo de Negócio

Muitas pessoas têm dúvidas a respeito do conceito de Startups e ele tem uma ligação direta com o conceito de Modelo de Negócios.

Um dos critérios para uma Startup ser classificada como tal é justamente ter um Modelo de Negócios inovador, escalável e replicável. Vamos entender cada uma dessas características

Um Modelo de Negócios de uma Startup deve ser inovador pois apenas dessa maneira ele se enquadrará como escalável e replicável.

É muito difícil que um empreendimento faça algo que outras empresas já fazem e do jeito que elas já fazem tenha um crescimento exponencial significativo, afinal, não existe um diferencial que contribua para que ela seja escolhida no lugar de suas concorrentes.

Escalável porque a diferença de uma Startup é um crescimento muito rápido com baixos custos de subsistência. Por isso, ao pensar em um modelo de negócio e perceber se ele se enquadra em uma Startup, as abas Estrutura de Custos e Fonte de Receita tendem a ser bem diferentes de empresas tradicionais.

Por fim, ele deve ser replicável, como já citamos anteriormente, comprovando que a metodologia ou o “jeito de ser” dessa Startup pode ser aplicado a outros negócios e ainda sim será sinônimo de sucesso.

Ou seja: se você tem dúvida entre abrir uma empresa tradicional ou uma Startup, os primeiros pontos a serem levados em consideração estão no preenchimento do Canvas.

Por onde começar

Para começar um Modelo de Negócios, seja de uma nova empresa ou caso a sua já exista mas ainda não tenha documentada essa estratégia, o primeiro passo é ter em mente a sua ideia.

Não apenas de maneira superficial, mas com todas as informações possíveis sobre a viabilidade dessa ideia, para então começar a entender como as pessoas reagem a ela.

Logo em seguida, imagine quem é o comprador ideal e faça uma pesquisa de mercado detalhada para comprovar se as pessoas realmente se interessam pelo que você deseja ofertar e, principalmente, se estão dispostas a pagar por isso.

Sem dados reais a respeito do mercado você possivelmente terá dificuldades de desenvolver um Modelo de Negócios realmente aplicável e funcional, pois é a partir do seu segmento de clientes que todas as outras abas serão preenchidas.

Com a pesquisa em mãos, e dados de possíveis consumidores reais, avalie se essa ideia é realmente é plausível e pode gerar lucros. Pivote quantas vezes for necessário, e adapte para melhor atender e gerar valor para os seus futuros clientes.

Depois, tenha em mãos o Canvas, seja online ou impresso. E preencha cada uma das etapas, na ordem que descrevemos antes, mas nunca de maneira definitiva! Possivelmente ao longo do preenchimento você vai mudar várias coisas várias vezes e, por isso, as notas adesivas ou o preenchimento online permitem que você comece de novo.

Dica: Uma maneira otimizada de preencher o Canvas é utilizando essas notas adesivas de cores diferentes para entregas diferentes. Assim você consegue classificar os seus serviços (quando são mais de 1) e a visualização dos processos.

Lembre-se que a ideia é compreender da maneira mais simples e clara possível o seu Modelo de Negócio.

Conclusão

A elaboração de um Modelo de Negócios é um dos primeiros passos do empreendedor para entender de maneira visual e simples o contexto geral de uma empresa, assim como os fatores relevantes para a sua aplicabilidade.

E nunca foi tão fácil estruturar e ter acesso sempre que necessário a um Modelo de Negócio que através do Canvas, que além de possuir todos os principais pontos para a estruturação de um modelo, ainda é didático para que você, empreendedor, não se esqueça de nenhum dos pontos chave durante o processo de criação.

Caso você já tenha uma empresa e ainda não tenha um Modelo de Negócios, é sempre tempo de começar.

A sua elaboração será facilitada, já que você já possui os clientes que precisa para dar o primeiro passo no preenchimento do seu Canvas, e ele ainda poderá te ajudar a observar as forças e fraquezas do seu empreendimento, sendo um aliado fundamental na hora de realizar melhorias e reestruturações.

Mas lembre-se que o Modelo de Negócios não substitui um Plano de Negócios. Eles são, na verdade, duas partes importantes de um empreendimento: um para dar uma visão macro do valor entregue aos clientes e o outro para documentar estrutural e detalhadamente tudo o que diz respeito a sua empresa.

E, todas as vezes que um desses documentos for alterado, o outro deve ser revisto para garantir que ao longo do tempo os objetivos da sua equipe continuam alinhados com o seu “propósito de ser”, que o valor está realmente sendo entregue aos clientes e que nada se perdeu ao longo do caminho.

Uma outra excelente ferramenta, que pode ser o “próximo passo” da sua empresa é realizar uma análise de SWOT do seu empreendimento. Quer saber mais sobre isso? Leia o nosso artigo: O poder da Análise SWOT para os seus negócios!

séries com grandes lições sobre empreendedorismo

7 séries com grandes lições sobre empreendedorismo

Se você acha que séries são uma perda de tempo, você precisa repensar os seus conceitos.

Se você acha que séries são uma perda de tempo, você precisa repensar os seus conceitos.

Isso porque, a cada dia, novas séries são criadas com assuntos diversos, e contribuem muito para difusão de conhecimento em diversas áreas. E com o empreendedorismo não seria diferente.

Por isso nós selecionamos 7 séries com lições sobre empreendedorismo para que você, empreendedor, tenha um momento de descanso (afinal, isso contribui muito para sua produtividade e qualidade de vida), mas continue aprendendo o que fazer, ou ainda o que não fazer.

Suits

séries com grandes lições sobre empreendedorismo-suits

A série gira em torno de um grande escritório de advocacia americano, especialmente sobre um dos advogados da firma, Harvey Specter (Gabriel Macht), que acaba contratando uma espécie de estagiário que não se formou na faculdade de direito, mas com uma inteligência e conhecimentos técnicos fora do comum.

A partir daí, eles têm que solucionar inúmeros casos (alguns aliás bem polêmicos e controversos) e ao mesmo tempo encontrar formas de não serem descobertos.

O que você pode aprender com Suits:

Logo de cara, a importância do trabalho duro. Harvey é um advogado de grande sucesso, mas ao longo da trama você vai perceber que ele trabalhou muito para chegar onde chegou.

Segundo, sobre as escolhas na hora de contratar. É claro que, no caso da série, a atitude de Harvey é criminosa, o que jamais é indicado!

Mas, quando não for esse o caso, o que vale mais: um diploma ou o conhecimento? Por fim, você presenciará inúmeras negociações, argumentações e estratégias e poderá tirar grandes aprendizados disso.

Mad Men

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A série, ganhadora de 15 Emmys e 4 Globos de Ouro, se passa na década de 1960 e conta a história de Don Draper (Jon Hamm), diretor de criação de uma agência de publicidade, e das pessoas que se relacionam com ele.

A partir dessa trama, a série mostra a evolução da sociedade americana, principalmente do marketing e sua relação com o desenvolvimento da sociedade.

A série ainda apresenta histórias de grandes marcas reais, como Heinz e Kodak.

O que você pode aprender com Mad Men:

Primeiro, um contexto sobre marketing de um ponto de vista histórico e comportamental, e como ele pode te ajudar a sobreviver às mudanças constantes.

Também é interessante observar o comportamento do personagem principal, Don Draper, e sua grande capacidade de correr riscos, necessária a todo empreendedor.

Por último, é possível observar como e a importância de conhecer muito bem os seus clientes, e o quanto isso impacta nos resultados entregues.

The Office

series com licoes sobre empreendedorismo-the office

A série de comédia conta com 20 indicações e dessas, ganhadora 19 vezes, incluindo Emmys e Globos de Ouro.

Ela conta, em forma de um documentário fictício, o dia-a-dia da filial de uma grande produtora de papel, a Dunder Mifflin.

A empresa é chefiada pelo excêntrico Michael Scott (Steve Carell) e as suas decisões, no mínimo duvidosas, vão gerar boas gargalhadas e, com certeza, grandes reflexões.

O que você pode aprender com The Office:

Acima de tudo, o que não fazer! Ela traz situações que todas as empresas, equipes, gerentes e empreendedores podem passar, e a maneira como eles resolvem os problemas são ótimos exemplos a não seguir.

E, por mais absurdo que possa parecer, você vai perceber que já passou por situações semelhantes e pensou em tomar medidas muito parecidas.

E isso é ótimo pois, de forma leve, você vai questionar as posições que toma diariamente e os seus efeitos a curto, médio e longo prazo.

House of Cards

series com licoes sobre empreendedorismo-house of cards

A aclamada e polêmica série da Netflix mostra retrata a vida de Frank Underwood (ninguém menos que Kevin Spacey), um ambicioso congressista americano que deseja alcançar cargos cada vez maiores em Washington.

Para isso, ele ultrapassa limites morais, éticos e até mesmo legais.

Interessantemente, a série conta com diálogos diretos entre Frank e o telespectador, como se ele estivesse compartilhando seus pensamentos reais diante de situações em que precisa ser político ou desonesto, o que torna a série ainda mais intrigante.

O que você pode aprender com House of Cards:

Em primeiro lugar, muito sobre o mundo da política. Afinal, negociações, o poder das influências e das boas relações e a importância da inteligência emocional são um plano de fundo que se aplica também aos negócios.

Obviamente, Frank Underwood está longe de ser um exemplo de caráter.

Mas, apesar dos pesares, sua objetividade e foco o levam onde ele quer chegar e isso, se usado de maneira correta, pode ser a chave para o sucesso de uma empresa.

Além disso, a série te leva a questionar os seus princípios, quando você se vê comprando a ideia de pessoas completamente sem escrúpulos.

Silicon Valley

series com licoes sobre empreendedorismo-silicon valley

A série de comédia retrata a história de jovens programadores com personalidades bem diferentes tentando fazer uma startup dar certo, nada mais nada menos, que no Vale do Silício.

Eles enfrentam os desafios de começar um novo negócio ligado a tecnologia, a famosa dúvida de vender ou permanecer com a empresa e ainda questionamentos cotidianos sobre o rumo do seu negócio.

O que você pode aprender com Silicon Valley:

Os problemas enfrentados pelos personagens são reais. De cara, o desafio de começar um negócio a partir de uma ideia inovadora, cenário comum para muitos empreendedores.

Além disso, eles têm que lidar com investidores, crises, projetar o crescimento da empresa, correr riscos e tomar decisões que podem mudar o rumo do projeto deles para sempre.

Por mais que se trate de uma comédia, você perceberá os dilemas comuns de empreender e por que é importante ter as melhores pessoas ao seu lado logo no começo.

O Negócio

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A série nacional conta a história de 3 mulheres que querem subir na carreira mas não veem essa possibilidade acontecendo no lugar aonde estão.

Por isso, elas resolveram inovar e se tornam empreendedoras de sucesso. Para tal, elas estudam e elaboram estratégias de marketing inovadoras e acabam alcançando seus objetivos.

Mas, o surpreendente mesmo é a área de atuação das personagens: a prostituição.

O que você pode aprender com O Negócio:

Acima de tudo, a pensar fora da caixa. Por mais polêmico que seja o tema central, o enredo vai de encontro a realidade de muitas pessoas: deixar de ser empregado e se tornar dono do próprio negócio.

Além disso, o “como” elas fazem também merece atenção especial.

As ideias de marketing apresentadas pelas personagens são inovadoras e com certeza te levarão a pensar “como alguém nunca pensou nisso antes?”.

How To Get Away With Murder

series com licoes sobre empreendedorismo-how to get away with murder

Aclamada pela crítica, a série começa em uma aula do curso de direito em que a grande advogada e professora, Annalise Keating (brilhantemente interpretada por Viola Davis) explica aos alunos que ela lhes dará uma única lição: como se livrar de uma acusação de assassinato.

A partir disso, ela escolhe os melhores alunos da turma para acompanhá-la no dia-a-dia dos seus casos (que aliás, são complexos e intrigantes), para que eles a auxiliem e futuramente possam ser contratados por ela mesma.

Porém, eles mesmos acabam se envolvendo em um assassinato.

O que você pode aprender com How To Get Away With Murder:

A personagem Annalise Keating merece uma atenção especial.

Além de sua inteligência e de saber usar a lei a seu favor sempre, ela dá grandes lições para quem quer se tornar competente no mundo dos negócios.

Primeiro, por sua objetividade. Segundo por sua capacidade de se adaptar e tirar sempre o melhor das situações. Também por sua desenvoltura ao passar o conhecimento de maneira prática as pessoa ao seu redor.

E por último, mas não menos importante, por saber quando liderar e quando ser humana, e ir até às últimas consequências pelo que acredita e por sua equipe.

Sabemos que empreendedores não costumam ter muito tempo livre, principalmente se estão começando o seu negócio.

Por isso, unir lazer e conhecimento pode ser uma estratégia, tanto para que você cresça como profissional quanto para que aprenda de maneira leve, mas reflexiva, grandes lições.

Outro fator benéfico é que, geralmente, os episódios das séries duram entre 30 e 50 minutos, diferente de livros e filmes.

Eles não devem ser substituídos! Mas é uma chance de otimizar o aprendizado em pequenas doses, sem tomar muito do seu valioso tempo.

Então, pegue pipoca, caneta e papel, e comece o quanto antes a aprender com as grandes séries do momento.

E que tal compartilhar essas informações com outros empreendedores ou sua equipe para que vocês possam trocar experiências e comentar sobre as séries?

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livros sobre empreendedorismo

Os 5 livros sobre empreendedorismo que TODO empreendedor precisa ler

Empreender está longe de ser uma tarefa fácil. Todos os dias você encontra uma situação nova, um novo desafio ou até mesmo coisas que você jamais imaginou que poderiam acontecer.

Empreender está longe de ser uma tarefa fácil. Todos os dias você encontra uma situação nova, um novo desafio ou até mesmo coisas que você jamais imaginou que poderiam acontecer.

Por isso, o aprendizado é constante. E isso é ótimo!

Mas não seria melhor aprender com os erros de outras pessoas para evitar cometer os mesmos?

Uma ótima opção para aprender com as experiências de quem já passou pelas mesmas dificuldades que você é ler a respeito do assunto.

Você possivelmente não terá a chance de trocar figurinhas com Bill Gates. Mas com certeza existem centenas de livros que falam a respeito dos desafios e ensinamentos dele.

Por isso, nós listamos 5 livros básicos para qualquer pessoa que deseja empreender, independente de qual estágio está o seu negócio.

Eles possuem ensinamentos, de básicos a avançados, nas mais diversas áreas relacionadas a empreendedorismo, e funcionam como pré-requisitos mínimos para um empreendedor que entende do que faz e deseja aprender com os melhores!

O jeito Disney de encantar clientes

Autor: Disney Institute

Editora: Saraiva

livros sobre empreendedorismo: O jeito Disney de encantar os clientes

Não é segredo para ninguém que a Disney é uma empresa que vai muito além do óbvio, em todos os sentidos.

Ela deixou, a muito tempo, de ser apenas uma marca e se tornou sinônimo de sucesso, versatilidade e é associada a realização de sonhos.

E, com certeza, este valor está diretamente relacionado ao seu tratamento com clientes, um diferencial que torna os consumidores verdadeiros apaixonados pela marca.

Conheça, neste livro, os bastidores do império Disney, o que existe por trás de suas filosofias e as principais práticas adotadas pela empresa para continuar crescendo e inovando ao longo dos anos.

O que esse livro pode te ensinar: A pensar fora da caixa no quesito atendimento ao cliente, para tornar seus consumidores verdadeiros encantados pela sua marca, através de inovação e criatividade.

Além disso, pode te ajudar a enxergar a importância de valores bem definidos e o quanto eles influenciam no atendimento e na impressão de quem tem um contato com sua marca.

Como o Google funciona

Autor:Jonathan Rosenberg / Eric Schmidt

Editora: Intrínseca

livros sobre empreendedorismo: Como o Google funciona

Os autores, Eric e Jonathan, são executivos do Google. E não existe ninguém melhor para falar a respeito da potência Google que o próprio Google.

Eles reuniram as experiências vividas com o desenvolvimento da empresa, que antes eram considerados informações absolutamente sigilosas.

O livro também dá uma atenção especial aos desafios tecnológicos enfrentados ao longo dos anos e o quanto eles impactaram não apenas nas entregas da empresa, mas também na maneira de lidar com todas as pessoas no cotidiano Google.

E, é claro, como não poderia faltar, o livro aborda a famosa “cultura Google”, que encanta profissionais e empreendedores, e como ela, mesmo sendo associada a tantas regalias e flexibilidade para os funcionários, também ajuda a produzir (e muito!).

O que esse livro pode te ensinar: A repensar o seu modelo de gestão, de forma a torná-lo adaptável aos desafios do desenvolvimento tecnológico no mundo.

Também ajudará a questionar o perfil das pessoas que sua empresa contrata, dando mais importância aos profissionais que, além de conhecimento técnico, possuam criatividade para enfrentar as dificuldades do dia a dia.

Business Model Generation

Autor: Alexander Osterwalder

Editora: Alta Books

livros sobre empreendedorismo: Business Model Generation

Muitas pessoas têm boas ideias. Nem todas elas têm um grande negócio. Isso por que tirar a ideia do papel e torná-la um empreendimento lucrativo é uma tarefa difícil.

O livro “Business Model Generation” tem como objetivo ensinar, com uma espécie de passo a passo, como validar uma ideia através do mundialmente conhecido modelo Canvas, que é um quadro de etapas de desenvolvimento de um negócio, mostrando como cada uma delas se conecta.

O diferencial está na proposta visual: todo o livro é formado por inúmeras imagens que ajudam, de maneira prática, a ilustrar as melhores ferramentas para implementar um modelo de negócio aplicável e replicável.

O que esse livro pode te ensinar: A entender a importância e elaborar um modelo de negócio eficaz, desde o “por onde começar” até a sua documentação.

E, se você já tem um, mostrará como torná-lo replicável e moderno. Além disso, o livro é todo formado por medidas práticas de atuação, o que com certeza vai te tirar da zona de conforto para colocar a mão na massa imediatamente.

Confira aqui um resumo do livro!

O poder do Hábito

Autor: Charles Duhigg

Editora: Objetiva

livros sobre empreendedorismo: O poder do hábito

Pesquisas indicam que são necessários 21 dias ininterruptos realizando uma tarefa para torná-la um hábito. O difícil mesmo então seriam completar esses 21 um dias.

Porém, todos nós já temos enraizados centenas de hábitos cotidianos que já fazem com que ajamos na maioria das situações no modo automático. Como eles foram adquiridos, é uma ótima pergunta a se fazer.

Neste livro, Charles Duhigg apresenta como, se entendermos a forma com que adquirimos certos hábitos, podemos mudar a maneira como realizamos as tarefas diárias. E o quanto esses hábitos influem em nosso dia a dia profissional é impressionante!

O livro é baseado em centenas de artigos acadêmicos e entrevistas realizadas com mais de 300 executivos e cientistas a respeito do hábito, e no minimo, nos levam a uma conclusão: bons hábitos são a chave para grandes negócios.

O que esse livro pode te ensinar: A analisar a maneira com que você e todos em sua empresa tem realizados as tarefas diárias e como potencializá-las para que se tornem hábitos produtivos e que geram benefícios, pessoais e para o seu negócio.

Além disso, entender os hábitos da sua persona podem ajudar (e muito!) a definir quais as melhores estratégias para alcançá-los e melhorar seus produtos ou serviços. Confira aqui um sumário de O poder do Hábito.

O livro dos negócios

Autor: Ian Marcousé

Editora: Globo

livros sobre empreendedorismo: O livro dos negócios

Aliás, toda a coleção “As Grandes Ideias de Todos os Tempos”, da editora Globo, merece a sua atenção. São livros que abordam temas diversos e definitivamente interessantes, como política, filosofia, religião, economia, ciências, literatura e sociologia, ao longo da história.

Especialmente, “O livro dos negócios” nos mostra o quanto o homem pensa de forma empreendedora desde que aprendeu a se comunicar.

De forma lúdica e dinâmica, ele apresenta o impacto das criações humanas relacionadas ao mundo dos negócios no decorrer dos séculos, e ainda conta com boxes com perfis de personalidades do mundo dos negócios na atualidade, como Steve Jobs, incluindo brasileiros como Ricardo Semler.

O que esse livro pode te ensinar: Em primeiro lugar, contexto. Entender a necessidade humana de criar empreendimentos e o quanto eles influenciaram a humanidade ao longo da história.

Mas também é importante observar os processos pelos quais cada uma das grandes ideias do mundo passou em inúmeros aspectos: transformar a ideia negócio, administração, recursos humanos, gestão financeira, vendas, estratégias, marketing, consumo, etc.

Informação importante

Uma ótima notícia para você é que todos esses livros custam, em média, menos de R$50,00 e estão disponíveis nas principais livrarias online (sim, você pode comprá-los agora!).

Além disso, o dinheiro gasto com conhecimento, na verdade, funciona como um investimento, de baixíssimo custo para você como profissional, e para a sua empresa como um todo!

Por isso, se ainda está em dúvida sobre por qual começar, identifique qual necessidade da sua empresa deve ser priorizada e não deixe para depois.

Conhece alguém que precisa conhecer esses livros? Então compartilhe esse post!

Para saber quais são os maiores livros de marketing, leia esse post.