Laís Bolina

Analista de Marketing na Rock Content.
É cristã, faz faculdade de Letras, mas é publicitária de coração. Ama escrever, Foo Fighters, séries e troca pessoas por Pizza ou Nutella.



como elaborar um plano estratégico

Como elaborar um plano estratégico? Aprenda a fazer um planejamento de sucesso!

Antes de qualquer coisa, vamos começar pensando no significado dessas duas palavras, separadamente.

Antes de qualquer coisa, vamos começar pensando no significado dessas duas palavras, separadamente.

Planejar significa projetar, programar ou definir um conjunto de ações com antecedência. Estratégia é a combinação de fatores afim de buscar um resultado ou chegar a um fim. Ou seja: as duas coisas estão diretamente ligadas ao ato de empreender.

Porém, por mais que muitos empreendedores entendam a necessidade de ter um Planejamento Estratégico, alguns ainda o deixam como um fator opcional ou secundário para o negócio simplesmente por não saber por onde começar ou por não entender, na prática, a importância de ter um.

Por isso, vamos explicar exatamente porque ter um e como elaborar o Planejamento estratégico da sua empresa ou futuro negócio, para que você consiga prever desafios e direcionar os seus esforços para um alvo comum.

Afinal, esses dois fatores podem interferir no sucesso do seu negócio!

O que é um Planejamento Estratégico?

Basicamente, Planejamento Estratégico é o resultado da análise da sua empresa e de todos os fatores que interferem em seu desenvolvimento, com o objetivo de direcionar as suas ações e tomadas de decisões.

Ao elaborar um Planejamento Estratégico você estará fazendo um mapeamento do seu atual cenário, podendo fazer projeções de crescimento e desenvolvimento do seu negócio a curto, médio e longo prazos.

Peter Drucker, considerado o pai da administração moderna, e autor de vários livros a respeito do assunto, disse que “O Planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas Às implicações futuras das decisões presentes”. E não poderíamos concordar mais com ele.

Com um bom planejamento correrá menos riscos e poderá tomar decisões respaldada em dados e metas, tornando suas ações mais direcionadas e com maiores chances de alcançar os seus objetivos. Com isso fica mais fácil tanto gerir o negócio quanto monitorar os seus resultados.

Como elaborar um plano estratégico para o meu negócio?

Como dissemos, antes de tudo um Planejamento Estratégico é uma análise geral do contexto  e da saúde do seu negócio, Por isso, o primeiro passo é reconhecer esse cenário.

Identificando os pilares da sua empresa

Antes de começar o seu Planejamento Estratégico, você precisa ter em mente exatamente quais são os principais fundamentos que norteiam a sua empresa.

  • Missão: Qual a finalidade do seu negócio? Por que ele existe? Qual problema ele pretende solucionar no mercado ou na vida dos seus futuros clientes?
  • Visão: Onde você deseja chegar? Quando pensou na empresa, qual era o seu objetivo para ela?
  • Valores: Como você pretende chegar? Quais são os princípios primordiais para que você alcance os resultados do seu negócio?

Mesmo que você já tenha uma empresa a mais tempo, caso esses aspectos não sejam claros, é fundamental criá-los e documentá-los. Eles são como um resumo simples e prático do que é o seu negócio. E todos os envolvidos com devem tê-los claros e como um direcionamento básico de todas as suas ações.

Identificando o cenário atual

Esse contexto envolve, basicamente, duas vertentes: interno e externo.

Ambos têm igual importância no desenvolvimento de um Planejamento Estratégico. Afinal, eles interferem no seu modo de ser, em suas entregas, nos seus resultados e em seus objetivos.

Por isso é importante entender o cenário atual antes de tomar decisões, pois esses dois ambientes serão impactados por suas ações de maneira direta ou indireta.

Caso você já possua, um bom norteador desse processo é acessar o Modelo de Negócio ou o Business Model Canvas da sua empresa. Nele você terá os principais dados em relação a análise do seu cenário, tanto interna quanto externamente.

Cenário Interno

Nessa análise, é importante entender o que você tem em mãos, ou seja, quais os recursos que você tem atualmente para alcançar os seus objetivos: insumos, mão de obra, tecnologias, parceiros, recursos, ferramentas… Tudo o que contribui para que o seu produto ou serviço chegue até o consumidor final.

Cenário Externo

Desse lado estão os seus clientes e potenciais clientes: quem são, como se comportam, quais os seus problemas, dúvidas, como a sua empresa pode ajudá-los, quais os melhores canais para alcançá-los… Tudo o que envolva atingir o seu público.

Nesse caso, o ideal é definir uma persona, e não um público-alvo. Isso porque, ao contrário da definição abrangente de público, uma persona delimita características do seu cliente ideal para direcionar as suas ações.

Além disso também é preciso entender o seu mercado: quem são os seus concorrentes, como eles se comportam, qual o seu diferencial em relação a eles, quais os seus pontos fracos e fortes, no que eles erram ou acertam… Entender esse contexto é fundamental para evitar cometer os erros dos outros e também saber como superá-los.

Colocando o Planejamento em prática

A partir desses dados, é hora de entender: Onde eu quero chegar? A ideia é ter um objetivo primário e primordial, que pode se desdobrar em outros secundários.

Aumentar as vendas? Ter alcance internacional? Ampliar o seu mercado? Lançar um novo produto? Melhorar ou estreitar o seu relacionamento com os clientes?

Não importa! É fundamental apenas colocar uma meta e, a partir daí, traçar um Planejamento claro para alcançá-la.

A sua base são os dados recolhidos anteriormente. Por exemplo, vamos supor que a sua empresa queira alcançar uma nova persona. Para isso, o que vocês já tem? Um bom time de Marketing? Canais estabelecidos? Recursos para colocar o planejamento em prática?

E o que vocês não tem? Uma estratégia de Marketing clara e definida? Dados suficientes a respeito desse novo cliente ideal?

As respostas a essas perguntas definem o seu Planejamento Estratégico: o que eu tenho e o que eu preciso para alcançar esse novo objetivo.

Dica fundamental: estabeleça metas!

É muito difícil entender se você está no caminho certo se o seu time não conhece o caminho. Por isso, é importante definir metas claras e alcançáveis a curto, médio e longo prazos, que podem e devem ser revisadas de tempos em tempos para garantir o alinhamento da estratégia.

Além de motivar pessoas e definir claramente o que é preciso para alcançar um novo patamar, as metas também auxiliam na gestão e manutenção do Planejamento Estratégico, coordenando as medidas que devem ser tomadas ao longo da sua execução.

Por fim, envolva todos os participantes da execução do plano o máximo possível, para que eles entendam o que precisa ser feito e como, e assim estejam alinhados e engajados com o processo!
Agora, se você deseja saber como o Planejamento Estratégico, na prática, tem afetado os seus resultados, conheça quais métricas de vendas o seu negócio precisa acompanhar!

Descubra quais são as vantagens de ter uma Liderança Situacional na sua empresa

Descubra quais são as vantagens de ter uma Liderança Situacional na sua empresa

Liderança: um tema que não pode passar em branco quando o assunto é empreendedorismo e negócios. Afinal, boas empresas dependem de bons líderes, que sejam capazes tanto de gerir os aspectos técnicos do negócio quanto as pessoas envolvidas.

Liderança: um tema que não pode passar em branco quando o assunto é empreendedorismo e negócios. Afinal, boas empresas dependem de bons líderes, que sejam capazes tanto de gerir os aspectos técnicos do negócio quanto as pessoas envolvidas.

Por isso, existem várias vertentes e estudos a respeito de bons líderes, líderes ideais e perfis de liderança, a fim de auxiliar nessa tarefa complexa e cheia de especificidades para cada tipo de negócio.

Além disso, conhecer essas possibilidades de liderança podem ajudar você e sua empresa a minimizar as chances de erro relacionadas a gestão, que podem comprometer em muitos níveis e até de formas bem difíceis de reverter todo o seu time.

Porém, mais recentemente, um tipo de modelo de liderança tem sido amplamente discutido e estudado, principalmente por estar associado a uma solução para líderes em momentos de crise. A Liderança Situacional.

Conheça mais sobre esse modelo, saiba se ele se adequa à realidade da sua empresa e como aplicá-lo.

O que é Liderança Situacional

A Liderança Situacional é um modelo de gestão em que responsável — ou seja, o líder — adapta o seu comportamento e acompanhamento de acordo com o momento no qual a equipe se encontra e também a suas capacidades técnicas e comportamentos.

O modelo foi desenvolvido por Paul Hersey e Kenneth Blanchard, e eles avaliaram e consideraram o nível de maturidade das equipes para estabelecer o comportamento ideal do líder.

Dessa forma, segundo a teoria, um bom modelo de liderança não deve ser fixo, mas sim mutável de acordo com a necessidade.

Por isso o modelo Situacional foi considerado o ideal para os momentos de crise. Já que o papel do líder é motivar e coordenar uma equipe nos mais diversos contextos, incluindo as crises, se ele possui um perfil mais voltado para o comportamento X ou Y, ele poderá comprometer seus rendimentos.

Por exemplo: Imagine a contexto de crise econômica enfrentado nos últimos 5 anos pela maioria das empresas. Dentro desse cenário de instabilidade e incertezas com relação ao futuro do negócio e dos próprios profissionais, líderes mais autoritários aumentariam o nível de tensão da equipe. Já os mais indiferentes estariam se afastando do time e perdendo a possibilidade de motivá-los em um momento de grande necessidade.

Dessa forma, segundo a Liderança Situacional, a situação dita o tom do líder, mas não os seus objetivos: ele deve sempre ser o responsável pela manutenção, engajamento e resultados de sua equipe.

O que muda é a maneira com que ele realiza todos esses papéis dependendo da situação na qual se encontra, ou seja, do seu contexto, seja ele temporal — como uma crise — ou comportamental — nível de conhecimento de seus colaboradores.

Aplicabilidade

No modelo de Liderança Situacional, existem 4 possibilidades básicas de posicionamento de um líder, que são pautadas por duas principais vertentes: direcionamento e apoio.

Equipes precisarão de níveis diferentes de direcionamento — pensando de maneira técnica em relação a execução de tarefas — e apoio — pensando de maneira motivacional e estratégica — dependendo do contexto no qual se encontram.

E esse contexto é determinado por outras duas vertentes, dessa vez em relação ao comportamento da própria equipe: competência e compromisso.

Ou seja: quanto maior a competência do time, menor a necessidade de direcionamento técnico. E quanto maior o compromisso, menor a necessidade de apoio motivacional.

Parece difícil? Observe o gráfico e a tabela de relação entre esses 4 fatores e você entenderá com mais clareza. Basta relacionar as cores de cada uma.

liderança situacionalliderança situacional

Agora entenda como esses fatores se relacionam na prática:

Determinante (direcionamento)

Nesse contexto, a equipe possui pouca competência técnica, porém elevado nível de compromisso (D1).

Por exemplo, equipes mais despreparadas, com menor conhecimento técnico ou em situações de pouca autoconfiança, mas muita vontade e determinação.

Segundo o modelo, nesse contexto, o comportamento ideal para um líder é maior direção técnica aos liderados e menor suporte e apoio motivacional (S1).

Neste caso, o líder deve fornecer instruções específicas para a execução de tarefas e também deve supervisionar de maneira bem próxima o andamento e conclusão das mesmas.

Só assim ele alcançará bons resultados!

É importante o detalhamento das funções, nesse contexto: o que fazer, como e onde, por exemplo, para garantir que o que foi orientado será executado de maneira e em tempo hábil.

Porém, mesmo sem a necessidade de motivar os funcionários, ele deve ter em mente que a maneira com que orienta essas especificidades deve ser claro, porém não meramente impositivo.

Líderes que têm esse tipo de postura podem acabar gerando distanciamento entre os demais membros do time.

Mas, nestes casos, é preciso ter em mente que algumas decisões precisarão ser tomadas sem a participação dos membros da sua equipe justamente pelo despreparo dos mesmos. Porém sempre de maneira profissional e tentando manter o comprometimento dos envolvidos.

Persuasão (treinamento)

Já nesse contexto, a equipe possui média ou baixa competência técnica e baixo nível de compromisso (D2).

Por exemplo, equipes mais despreparadas e em situação de crise, o que gera baixa no nível de engajamento. Acontece geralmente quando empresas passam por uma fase de reestruturação de processos ou rotinas.

Assim, os responsáveis ainda não tem a segurança necessária para realizarem as tarefas sem serem orientados e por isso acabam se sentindo também desmotivados.

É o contexto que exige do líder alto direcionamento e suporte ao time (S2).

Neste caso, o líder deve não apenas direcionar o time através de determinações, mas participar e motivar o time a realizar as tarefas para garantir que elas sejam concluídas de maneira bem sucedida e de acordo com as metas estabelecidas.

Além disso, ele deve estar disponível para dar o suporte necessário, seja técnico ou de impulsionamento da equipe, sendo o principal responsável pela manutenção e acompanhamento das atividades.

Mas lembre-se: o ideal é equilibrar esse gerenciamento para não criar uma relação de dependência, tanto do direcionamento quanto do apoio moral, para que o time conquiste autonomia e segurança suficientes no decorrer do processo, e assim se torne apto a executar as tarefas no máximo de seu potencial.

Compartilhamento (apoio)

Já nesse caso, a equipe possui alta competência técnica e variado ou baixo compromisso (D3).

Normalmente, com o passar do tempo executando suas tarefas, as equipes tendem a desenvolver o conhecimento técnico, porém tendem a perder o engajamento com a rotina.

Por isso, no contexto, o perfil é exigido do líder alto grau de suporte, porém baixo direcionamento, afinal as pessoas já entendem do que fazem (S3).

A principal característica é a grande necessidade de motivação, mesmo com direções mínimas.

Para auxiliar nessa tarefa, é preciso ouvir o time, entender suas rotinas, identificar possíveis necessidades ou dificuldades e motivá-los para que não percam o pique de trabalho.

E isso só será possível se o líder estiver disponível e disposto o suficiente a acompanhar a rotina de trabalho, mesmo sem se apegar aos detalhes de realização, mas sim no comportamento dos membros do time.

A medida ideal é que o gestor auxilie os membros do time a chegarem em suas próprias decisões, valorizem a autonomia na solução de problemas e se atentem mais a forma com que as pessoas executam suas tarefas que o como.

Uma sugestão é propiciar ambientes democráticos e co-participativos, permitindo que a tomada de decisões seja compartilhada com os demais membros da equipe, para aumentar o comprometimento e o engajamento.

Delegação

No, considerado por muitos, cenário ideal, a equipe possui alto, tanto comprometimento, quanto o conhecimento técnico (D4).

Com isso, exige do líder baixo apoio e também baixo direcionamento (S4).

É o perfil de liderança que permite que os funcionários tenham total controle sobre suas decisões de trabalho, sem comprometer os resultados entregues.

A função do líder, além de auxiliar e acompanhar os processos é garantir a manutenção desses dois fatores para que o ecossistema continue se desenvolvendo.

Além disso, ao alcançar este nível, o time permite que o líder tenha um posicionamento mais estratégico e focado nos resultados, gerenciando mais o trabalho que necessariamente as pessoas.

Como resultado, um tipo de liderança que tem alcançado organizações com o foco na autogestão, onde existe total confiança da parte dos líderes em relação aos membros de sua equipe.

Se o objetivo da sua empresa é alcançar esse nível de comprometimento e conhecimento da equipe, além de uma boa gestão, o ideal é que a cultura da empresa condiga com esse propósito, desde um sistema de contratações que identifique pessoas com perfil determinado e de crescimento.

E, se possível, para auxiliar no processo até encontrar o nível, estabelecer uma rotina de aperfeiçoamento, fornecendo treinamentos e cursos para que as pessoas se desenvolvam tanto em relação a sua função quanto em relação ao comprometimento.

Vantagens e desvantagens da Liderança Situacional

A principal vantagem da Liderança Situacional é a adaptabilidade inerente, que permite que as situações sejam analisadas de acordo com seus contextos micro e macro. Ou seja, avaliar os fatores internos e externos que interferem no comportamento e no desenvolvimento de cada um dos times da sua empresa.

Também é possível compreender, com esse modelo, a maturidade dos times e do negócio, para identificar os pontos fortes e fracos, o que é preciso para superá-los.

A Liderança Situacional também é positiva em relação ao acompanhamento e disponibilidade dos gestores.

Eles conseguirão, seguindo o modelo, estabelecer as prioridades em relação a sua gestão, realizando o acompanhamento na medida necessária e otimizando o seu tempo, o que aumenta a produtividade dele e do time.

Em contrapartida, em muitos casos a Liderança Situacional impede uma padronização de certos comportamentos, o que é prezado por muitas empresas, principalmente as mais tradicionais.

Além disso, ela não existem garantias de que os membros da equipe se sintam mais engajados, motivados e preparados com o passar do tempo, porque também dependem do perfil de cada um dos membros: para uns podem funcionar, para outros não.

E no caso de empresas de maior porte que queiram começar agora a implementar esse modelo, o processo pode ser longo, justamente por este motivo.

E ele também depende de uma boa gestão sobre os gestores, para garantir que os ideais estejam sendo colocados em prática.

Como desenvolver a Liderança Situacional em sua empresa

Antes de tudo, para que esse modelo de liderança seja desenvolvido em sua empresa, é preciso inserir na cultura da empresa essa nova proposta, de acordo com a sua realidade e suas necessidades.

Como isso é possível?

O primeiro passo é identificar o perfil de gestão da sua empresa, individualmente, com cada líder, e em um contexto geral.

Após isso, será possível entender quais são os principais fatores relacionados a liderança que interferem no comportamento das equipes e também nos resultados nas entregas.

Depois, avaliar com cuidado cada time para entender em qual dos processos eles se encontram e quais as maiores necessidades.

Dentro de uma mesma empresa podem existir contextos diversos de maior ou menor engajamentos e conhecimento.

E, só aí, organizar treinamentos com os líderes de cada uma dessas equipes para que eles conheçam esse modelo de liderança e saibam identificar as carência de cada caso.

E, depois disso, é realizar a manutenção, avaliando se as medidas estão realmente sendo tomadas e principalmente se elas têm impactado positivamente os resultados da empresa.

Conclusão

Independente da sua escolha por adotar ou não o modelo de Liderança Situacional, é interessante que você avalie o quanto os contextos realmente podem influir de maneira positiva no posicionamento dos líderes.

Eles não devem ser ditados apenas pelo perfil da empresa, mas também dos participantes de cada um dos times para garantir que todas as partes estejam integradas e empenhadas a realizar o melhor desempenho possível.

Caso você opte por aderir ao modelo, o ideal é que discuta com as equipes se todos concordam que o modelo funcionará para sua empresa, fazendo testes, avaliando e adaptando às suas necessidades.

Lembre-se que uma boa liderança influencia diretamente no rendimento e no comprometimento das equipes, e como consequência, impacta os resultados do seu negócio.

E para continuar aprendendo sobre liderança e aperfeiçoar a sua e de sua equipe, conheça os 10 melhores livros sobre liderança!

empreendedor inovador

Empreendedor inovador: Como me tornar um mestre da inovação?

Com as constantes mudanças no mercado e o consumidor cada vez mais engajado, opinativo e formador de opinião, inovar deixou de ser um diferencial e passou a ser necessidade.

Com as constantes mudanças no mercado e o consumidor cada vez mais engajado, opinativo e formador de opinião, inovar deixou de ser um diferencial e passou a ser necessidade.

Seja em seu produto ou serviço, na maneira de entregá-lo ao cliente, na forma de produzir, nos processos internos, no Marketing ou com o seu time de vendas: se você não pensar fora da caixa e produzir algo que impacte o consumidor, possivelmente você será engolido pelo mercado.

Porém, inovar não é uma tarefa assim tão fácil.

Para ser um empreendedor inovador, geralmente, são necessárias pesquisas, testes, análises, mensuração de resultados e, só aí você conseguirá realmente estará apto para colocar a sua nova ideia em prática em sua empresa.

E existem alguns métodos ou atitudes que podem ajudar o empreendedor a trabalhar o seu lado inovador da melhor maneira possível, facilitando esse processo de transição e garantindo bons resultados e menores custos.

Por isso, conheça alguma dicas para que os processos de inovação em sua empresa deixem de ser uma grande dor de cabeça e se tornem o mais naturais e espontâneos possíveis.

Contrate pessoas criativas

Você não faz a sua empresa sozinho. E, muito do que você entrega é resultados das pessoas que você contrata.

Por isso, se você quer que sua empresa seja criativa, você precisa contratar pessoas que tenham essa característica, para ajudar a compor o cenário de inovação do seu negócio.

E esse traço é facilmente observado durante os processos de contratação e não deve se limitar a uma pergunta “Você se considera criativo?”.

A postura, a linguagem, o modo com que ele se comporta diante das perguntas feitas, as respostas dadas a questões que nem se relacionam com criatividade: tudo isso pode ser observado por um gestor durante uma entrevista de emprego.

Exemplo: Você pode testar a capacidade criativa do seu candidato através de um questionário online, mesmo antes da entrevista, ou através de alguma dinâmica no caso de entrevistas em grupo.

Até um texto ou um problema matemático podem revelar a capacidade de pensar além do convencional de uma pessoa, e para empreendedores que desejam um viés claro de inovação em suas empresas, esse pré-requisito deve ser tão importante quanto a formação ou o conhecimento técnico.

Além disso, processos podem ser ensinados, mas características comportamentais dificilmente são passadas adiante.

Incentive a criatividade

Além disso, incentivar a criatividade das pessoas que já estão com você pode fazer a diferença no caráter inovador da sua empresa.

E isso deve até fazer parte da cultura do seu negócio: resolver os problemas da maneira mais prática e com menor custo é uma forma clara de ser inovador e de fazer com que a inovação interfira positivamente nos seus resultados.

Por isso, ao encontrar situações atípicas ou mesmo problemas dentro da sua empresa, motive os seus colaboradores a solucionarem esse contexto de maneira inovadora, e parabenize os resultados de quem conseguir!

Exemplo: Diante de crises ou impasses, reuniões de brainstorm são uma excelente forma de incentivar os membros do seu time a pensar fora da caixa.

Isso trará uma gama de possibilidades ainda maior, ajudará na integração das pessoas e ainda vai gerar resultados inovadores e com grande chance de sucesso.

Isso porque quando muitas cabeças pensam a respeito de uma única solução, elas tendem a encontrar as falhas do processo e poderão corrigi-las antes mesmo de colocar a ideia em teste.

Conheça seus consumidores

O principal interessado em receber os melhores produtos e serviços da sua empresa são os seus clientes e potenciais clientes.

Por isso, entender as suas necessidades e desejos te deixará um passo a frente dos seus concorrentes no quesito inovação.

Afinal você terá a oportunidade de conduzir soluções inovadoras que casem com suas entregas e ainda impactem a vida de quem compra os seus produtos, o que interfere diretamente em seus resultados.

E eles — seus clientes — geralmente são as pessoas com as melhores ideias ou sugestões de melhorias para a sua empresa, afinal eles consomem o que você produzir e conhecem melhor que ninguém as vantagens e desvantagens do seu produto.

Exemplo: Faça pesquisas de mercado e estreite o relacionamento com seus clientes em suas redes sociais.

Ler os comentário, sejam críticas, sugestões ou elogios, que eles deixam em sua página no Facebook ou Instagram vai te ajudar a entender quais são os maiores problemas enfrentados por eles. E a solução desse problema deve ser inovadora, solucionando essa necessidade.

Além disso, conhecer as críticas e elogios que os clientes fazem também aos seus concorrentes te dará um panorama a respeito do seu mercado, para que você entenda suas forças e fraquezas e possa, de maneira criativa, reverter os problemas ou se sobressair.

Leia muito!

Leia blogs, sites, livros e tudo mais o que possa te ajudar a entender o mercado e conhecer pessoas inspiradoras. Tudo isso poderá te ajudar a ter ideias fantásticas.

E, hoje mais que nunca, existem diversos canais e conteúdos disponíveis para empreendedores que desejam estimular a criatividade através do conhecimento, como o próprio Saia do Lugar, revistas do mundo dos negócios como a Exame ou PEGN, páginas no LinkedIn e vários outros.

Exemplo: Que tal reservar os primeiros 15 a 30 minutos do seu dia para ler os seus blogs e sites preferidos?

Para facilitar esse processo de seleção, você pode assinar a newsletter desses portais e receber por email os principais conteúdos relacionados a suas áreas de interesse, o que tornará o seu dia a dia ainda mais simples!

Não faça sempre mais do mesmo

Esqueça as fórmulas de sucesso. É claro que se existe algum processo que funciona muito bem para a sua empresa, você deve utilizá-lo. Porém, isso não te dá a garantia de que não existam outros métodos que podem trazer ainda melhores resultados.

Exemplo: Você possivelmente já deve utilizar uma estratégia de Marketing que tem funcionado bem para o seu negócio. Porém, existem diversas oportunidades, principalmente dentro do Marketing Digital, que podem trazer outros benefícios como aumento do engajamento, do tráfego em seu site ou blog, autoridade de mercado, etc. E todos esses benefícios podem impactar significativamente os seus resultados, e claro, também suas vendas.

Por isso, experimente! Tente algo novo.

É importante calcular os riscos e entender quais são as suas reais necessidades, porém fazer sempre mais do mesmo te trará sempre mais dos mesmos resultados. E nenhum empreendedor quer — ou deve querer — ficar estagnado.

Conclusão

Inovar é preciso e pode ser uma tarefa ainda mais simples se dosado em atitudes diárias que incentivem a criatividade, tanto do empreendedor quanto de todos os outros envolvidos em seu negócio.

E lembre-se que a ideia aqui não serve apenas para criar um produto inovador, mas sim para pensar em maneiras diferentes de solucionar qualquer problema ou de incrementar a sua entrega.

Por isso não se limite a pensar a respeito do que você vende mas sim do como, nos canais de entrega, nas formas de pagamento, na funcionalidade do seu site, na maneira com que os seus colaboradores executam suas tarefas diariamente e em todos os processos que envolvem o seu negócio.

Pequenas atitudes inovadoras podem impactar os seus resultados, e elas não necessariamente estão da porta para fora!

Outra maneira inovadora de alcançar bons resultados é através da Inovação Social. Não conhece? Então leia nosso post sobre o assunto!

empreendedorismo feminino

Empreendedorismo feminino: o papel da mulher no mundo dos negócios

Não é surpresa para muita gente que as mulheres têm alcançado lugares de destaque em todo o mundo, na política, economia, tecnologia e em outras áreas que eram comumente dominadas por figuras masculinas. E não seria diferente no empreendedorismo.

Não é surpresa para muita gente que as mulheres têm alcançado lugares de destaque em todo o mundo, na política, economia, tecnologia e em outras áreas que eram comumente dominadas por figuras masculinas. E não seria diferente no empreendedorismo.

Em dezembro de 2016, a Forbes lançou uma matéria listando as mulheres mais poderosas do Brasil no ano. Meses antes, em junho, a mesma revista — dessa vez a versão americana — havia publicado uma matéria sobre quem eram as mulheres mais poderosas do mundo. Em ambos os casos, algumas das figuras eram mulheres associadas ao mundo dos negócios.

Vencendo as barreiras impostas pelo preconceito, pelo mercado, pela economia e tantas outras, várias empreendedoras e mulheres de negócios tem construído verdadeiros impérios ou conquistado posições de destaque em grandes empresas, com cargos de liderança que a alguns anos eram predominantemente ocupados por homens.

Para se ter uma ideia, segundo pesquisa uma pesquisa realizada pelo Sebrae em 2014, 51,2% dos novos empreendimentos criados todos os anos são feitos por mulheres. E, dentre os negócios consolidados, 42,3% são chefiados por elas.

Porém, isso não significa que as coisas estejam em seu plano ideal. Infelizmente, muitas mulheres ainda enfrentam dificuldades específicas ao gênero quando optam por seguir carreiras associadas a negócios e empreendedorismo.

Segundo pesquisa da Câmara Americana de Comércio (Amcham), 76% dos 350 entrevistados ainda considera que existam problemas de desigualdade em relação ao tratamento de homens e mulheres dentro do meio empresarial. A mesma pesquisa mostrou também que para 80% dos entrevistados, mulheres são geralmente ignoradas principalmente na seleção para cargos de gestão.

Por motivos como esse, a conquista da mulher no mundo dos negócios tem demandado maior esforço da parte delas e também tem sido significativamente mais lenta que a masculina. E se você é uma mulher que deseja

Principais desafios para mulheres no empreendedorismo feminino

Dentre as maiores dificuldades da mulher no empreendedorismo, como mostrou a pesquisa do Amcham, um dos principais ainda é a falta de oportunidades.

Primeiro, porque existem, numericamente, mais homens que mulheres “disputando” por cargos de liderança dentro das grandes empresas, por questões históricas e sociais associadas às escolhas profissionais e à tardia — se comparado aos homens — entrada significativa de mulheres ao mundo empresarial.

Para se ter uma ideia, segundo a pesquisa da Mckinsey, 81% dos cargos executivos são ocupados por homens.

Segundo pelo próprio machismo, infelizmente inegável, que ainda existe no mundo dos negócios, principalmente em empresas e mercados mais tradicionais, como comprovou a pesquisa da Amcham.

Uma outra pesquisa, dessa vez do IBGE comprovou esses dois motivos: no Brasil, a diferença no nível educacional da mulher é evidente, assim como a diferença de salários. A renda das mulheres, em geral, representa apenas 76% da renda masculina, embora, segundo a pesquisa, elas trabalhem mais.

Outra dificuldade é a dificuldade de conciliar a vida pessoal e a vida profissional. Geralmente, além dos grandes cargos em empresas ou o próprio negócio, as mulheres ainda possuem grandes responsabilidades associadas à casa e a família, o que torna a rotina feminina mais cansativa e também mais desafiadora.

Muitas mulheres ainda optam por deixar a vida profissional em segundo plano em detrimento ao casamento e aos filhos, e em muitos casos por não acreditar que é possível conciliar as duas coisas de forma bem sucedida.

Porém, as mulheres que aceitam enfrentar todos esses desafios merecem os nossos parabéns! O espaço conquistado por elas é extremamente representativo e foi conquistado em menor espaço de tempo, se comparado aos homens. E o mercado nunca esteve tão favorável para acelerar ainda mais esse processo.

Uma boa maneira de superar as barreiras da diferença

A igualdade de gênero nas empresas nunca foi tão discutida. E ainda bem!

A Organização das Nações Unidas (ONU) possui uma iniciativa voltada para a igualdade de gêneros nas organizações em todo o mundo e chegou a realizar uma premiação no Brasil em 2016 para empresas com projetos nessa área.

E essa é uma ótima maneira de diminuir os problemas de desigualdade de gênero. Se você possui uma empresa — independentemente se homem ou mulher — pode criar iniciativas dentro da sua empresa para garantir que homens e mulheres possuam as mesmas oportunidades.

Crie condições de equilíbrio e identifique situações que tornem esse processo prejudicial. Além disso, não tolerar o preconceito é uma ótima cultura para qualquer empresa, que promoverá o crescimento saudável e também a diversidade, que sempre gera bons frutos para o desenvolvimento de um negócio.

Empreendedorismo Feminino: exemplos para que você se inspire e se empodere

Seja você um empreendedor, empreendedora ou mulher que deseja se inspirar com bons exemplos, conheça agora algumas mulheres que tem feito a diferença no meio empresarial e que mostram o quanto a presença feminina faz a diferença nos negócios e no mercado.

Viviane Senna

O nome já diz muito. Viviane Senna, irmã do ídolo Ayrton Senna, é a responsável por projetos que além de mostrarem o seu dom para o empreendedorismo, também são exemplo de responsabilidade social.

Ela é a presidente do Instituto Ayrton Senna, iniciativa criada em 1994, que promove o acesso a educação de qualidade para milhares de crianças em todo o país, com projetos em escolas públicas e projetos sociais, incentivando a educação integrada.

Além disso, Viviane Senna é membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do governo federal, do Conselho de Desenvolvimento Sustentável de São Paulo, do Conselho de Administração do Banco Santander, do comitê de orientação de investimentos sociais do Banco Itaú e de inúmeras outras iniciativas com e sem fins lucrativos.

Linda Rottenberg

Linda é, ninguém menos, que a co-fundadora da Endeavor, instituição de apoio a pequenos empresários, fundada em 1997 e que hoje está presente em 25 países.

A americana possui graduações em, nada menos que as universidades de Harvard e Yalle, autora do livro Crazy Is a Compliment: The Power of Zigging When Everyone Else Zags, best-seller pelo New York Times e foi considerada um dos melhores líderes da américa pelo U.S. News, dentre várias outras nomeações.

Além disso, ela faz parte do Council on Foreign Relations and Young Presidents Organization (YPO) e faz parte do comitê de direção do Fórum Econômico Mundial.

Mary Kay Ash

Provando que é possível unir o mundo feminino e o empreendedorismo, Mary Kay Ash é a fundadora da marca de produtos de beleza internacional que leva o seu nome, a Mary Kay, fundada em 1963.

A marca, além de referência mundial, é uma forte estimuladora da independência financeira da mulher, a partir do que eles mesmo chamam de “Uma missão para ajudar mulheres a alcançarem crescimento pessoal e sucesso financeiro”.

Com investimento pessoal de 5.000 dólares, Mary Kay começou com um plano de negócio após largar uma carreira de 25 anos, que foi escrito em sua cozinha e hoje possui dezenas de prêmios internacionais associados ao empreendedorismo e suas conquistas.

Ela faleceu em 2001, mas o seu legado ainda gera, além do sucesso da marca, muito material de inspiração como livros, documentários e filmes.

Luiza Helena Trajano

Para fechar a lista com mais uma brasileira que se destacam no empreendedorismo, temos Luiza Helena Trajano, empresária que comanda a rede de lojas Magazine Luiza.

Ela começou trabalhando no negócio da família, que possuía algumas lojas no interior de São Paulo, se formou em direito em 1972 e graças ao seu envolvimento com o negócio, ele cresceu para uma rede de 700 lojas espalhadas por 16 estados do país.

O seu patrimônio atual é avaliado em mais de 1 bilhão de reais, e ela ainda conta com prêmios e nomeações como o top 3 das empreendedoras brasileiras mais poderosas, pela revista Forbes.

Resumindo: é muito possível ser uma mulher de sucesso no mundo dos negócios.

O que realmente demanda é a disposição de enfrentar as diferenças e mesmo a desigualdade do mercado, muito esforço e trabalho duro, afinal o sucesso em qualquer área depende desses dois fatores, e dedicação para superar as dificuldades inerentes a empreender ou conquistar cargos de destaque.

Mulheres geralmente têm a habilidade de resolver conflitos, a sensibilidade de identificar e prever problemas e ainda a garra de ultrapassar as limitações que parecem impossíveis. E a prova de tudo isso é o crescimento e o destaque que elas têm ganhado mesmo em um contexto de crise do mercado, como o atual.

Por isso, contratar mulheres, colocá-las em cargos de influência e liderança e oferecer as mesmas oportunidades para elas em seu negócio representará ganhos reais para você.

E, se você é mulher e deseja empreender, não deixe que os problemas relacionados ao gênero pelo mercado sejam um empecilho para o seu sucesso e realização!

Se você deseja continuar se inspirando, conheça mais exemplos de mulheres que fazem a diferença no empreendedorismo lendo o nosso post.

organização pessoalPlataforma Brasil Editorial.

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As 6 dicas para você virar um expert da sua organização pessoal

Muitas pessoas tem a habilidade de serem extremamente organizadas em relação às documentações do trabalho, tarefas do dia a dia e outros aspectos profissionais, mas incrivelmente desorganizadas em relação à vida pessoal.

Muitas pessoas tem a habilidade de serem extremamente organizadas em relação às documentações do trabalho, tarefas do dia a dia e outros aspectos profissionais, mas incrivelmente desorganizadas em relação à vida pessoal.

O que elas muitas vezes não sabem é que a organização pessoal é fundamental para garantir que a sua vida fora do trabalho não comprometa o sua vida profissional, seja de maneira mais indireta, com estresse, cansaço e indisposição, ou mesmo de maneira direta, com atrasos e outros problemas.

Mas, se você ainda não está convencido que a organização da sua vida pode ajudar ou atrapalhar a sua rotina de trabalho, veja agora o quanto ela é fundamental.

Porque a organização pessoal é tão importante

A primeira coisa que você precisa entender é que organização influencia na produtividade. Quão mais organizado você estiver, menos tempo você perde tentando localizar você mesmo e o que você precisa para trabalhar.

Além disso, se as suas tarefas estão previamente organizadas por você, as chances de se distrair são menores e o seu rendimento não será comprometido.

Agora vamos pensar na vida pessoal: desorganização faz com que você seja menos produtivo. Lembrando que passamos a maior parte do nosso tempo trabalhando, a chance de levar problemas pessoais para o trabalho, precisando resolvê-los durante o seu horário de serviço é maior.

E, mesmo que você não tenha que fazer algo efetivamente, eles podem ocupar a sua mente e comprometer o seu rendimento. Por isso o que acontece fora pode influenciar muito o dia a dia em seu emprego.

Além disso, a organização facilita gerenciamento da rotina. E ela é a responsável por manter a sua vida funcionando.

Se você não gerencia bem a rotina, tende a ficar sobrecarregado, cansado, menos paciente, mais estressado e dizer que nenhum desses fatores afeta o dia a dia de trabalho seria uma grande mentira.

É fundamental que todo profissional consiga conciliar de maneira saudável a sua vida pessoal e profissional, garantindo a ele tempo de lazer, descanso e tranquilidade para não comprometer sua disposição, eficiência e até as relações dentro do ambiente de trabalho.

Se você notou que qualquer dessas “reações em cadeia” estão influenciando sua vida profissional, por mais que você tenha uma rotina de trabalho extremamente organizada, significa que você também precisa dar atenção especial à organização pessoal.

Dicas  para organização pessoal

Não se preocupe. Assim como na sua rotina de trabalho, existem maneiras de se organizar e garantir o melhor aproveitamento possível do seu tempo de forma simples.

Para isso vale até o uso de ferramentas que geralmente são usadas por empresas mas que podem ser aplicadas ao dia a dia e auxiliar na administração do seu tempo livre.

Tenha uma agenda

Vale a do celular, um aplicativo ou a boa e velha agenda de papel. O importante nesse caso é manter anotadas e organizadas todas as principais atividades que você precisa desempenhar fora do trabalho.

Seja um horário no dentista, a lista de compras do supermercado da semana, uma nota para se lembrar de ligar para alguém importante ou até anotar os seus compromissos do fim de semana.

Pode parecer bobo, mas isso evita que você se esqueça de atividades importantes, evite ter que remarcar algum evento ou acabe colocando dois compromissos em um mesmo dia e horário. Além de, com tudo isso, evitar muita dor de cabeça.

Estabeleça prioridades

Separar o importante do urgente é uma tarefa muito difícil em qualquer contexto. Porém, ela garante que você não tenha uma rotina de “apagar incêndios” também em sua vida pessoal.

O que geralmente acontece é que temos dificuldade de estabelecer prioridades na nossa rotina diária, e isso acaba se tornando uma bola de neve a longo prazo. O que era apenas uma atividade que precisava ser feita se torna um problema a ser resolvido.

Por isso, priorize as ações mais importantes também em seu cotidiano e você conseguirá se planejar e prever problemas, antecipando suas soluções

Evite o “depois eu faço”

Responsável principal pelo efeito “bola de neve” a procrastinação é um fator de desorganização que pode comprometer a sua vida em vários sentidos.

Como dissemos anteriormente, uma simples tarefa pode se tornar um problema a ser resolvido com apenas alguns dias de atraso.

Por isso, além de organizar as suas prioridades, é fundamental que você faça o que precisa ser feito em tempo hábil, antes que se tome proporções maiores.

Lembre-se de dividir a sua rotina fora do trabalho para evitar alguns dias ociosos e outros totalmente sobrecarregados que acabam gerando estresse e desgaste desnecessários para você e para as pessoas ao seu redor.

Use a tecnologia a seu favor

Existem inúmeros aplicativos que ajudam no gerenciamento de rotina e organização do dia a dia, e eles podem ser levados para a sua vida pessoal.

Um bom exemplo são os calendários do celular, do email pessoal, como o Google Calendar ou mesmo algum aplicativo nesse sentido. Eles ajudam a colocar algumas programações organizadas e são ótimas “secretárias” pessoais para lembrar você de datas importantes como aniversários, compromissos familiares e eventos.

Uma outra opção são os blocos de notas, como o Evernote. Eles evitam que você acabe usando papeizinhos diversos para fazer anotações importantes (contatos, compromissos ou mesmo alguma nota que precisa ser lembrada) e acabe perdendo e se esquecendo do que precisava fazer.

Aliás, centralizar todas as informações em um único lugar poupa muito tempo na procura por suas anotações.

Reserve tempo para relaxar

Pode não parecer, mas reservar um tempo para descanso ou execução de atividades que te dão prazer e te relaxam vai influenciar na sua organização.

Uma mente mais tranquila e feliz consegue organizar melhor o que precisa ser feito, pensa de maneira mais estratégica e menos “desesperada” e consegue programar melhor o que precisa ser feito.

Quando você só pensa em problemas ou está com a mente cheia, você geralmente não consegue racionalizar o que realmente precisa ser feito, como, quando e ainda a melhor forma de executá-lo.

Dê a atenção necessária à sua vida financeira

Uma das áreas de maior desorganização na vida na maioria das pessoas é a vida financeira. E também uma das maiores responsáveis pelas grandes dores de cabeça.

Ter uma vida financeira saudável facilita no seu planejamento do futuro e evita que você passe por situações de crise que podem atrapalhar a sua vida em diversos aspectos, inclusive profissionalmente.

Para isso, um simples gerenciamento de gastos feito com uma planilha de excel ou mesmo com algum aplicativo específico podem fazer muita diferença!

Além disso é importante planejar e programar seus gastos e ter sempre uma reserva para o caso de alguma emergência. Tudo isso vai tornar a sua organização pessoal mais simples e com menor chance de grandes problemas.

Conclusão

A ideia não é tornar a sua vida fora do trabalho em uma verdadeira rotina workaholic pessoal, mas sim facilitar o gerenciamento das suas atividades-chave do lado de fora da empresa para que você garanta que sua vida pessoal está nos eixos.

Garanta uma vida pessoal organizada e você terá benefícios tanto fora quanto dentro do trabalho, influenciando inclusive na sua produtividade e bem estar.

E para conhecer outras ferramentas de produtividade e que podem ser usadas dentro e fora das empresas, leia o nosso post a respeito do assunto!

entrevista de empregoorganização financeira, depende da forma como você gerencia seu tempo.

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Os 7 erros mais temidos pelos candidatos em uma entrevista de emprego

A hora de procurar um novo emprego! Você chegou a conclusão de que precisa mudar os rumos da sua carreira, está desempregado ou mesmo está em busca da primeira oportunidade no mercado de trabalho.

A hora de procurar um novo emprego! Você chegou a conclusão de que precisa mudar os rumos da sua carreira, está desempregado ou mesmo está em busca da primeira oportunidade no mercado de trabalho.

Independente de qual desses seja o seu caso, você possivelmente passará por todo o processo que a maioria dos cargos atualmente exige, e com certeza esse processo incluirá uma ou mais entrevistas.

Esse é o momento em que muitos candidatos ficam desconfortáveis, inseguros ou mesmo seguros demais e acabam cometendo erros que podem comprometer suas chances de alcançar a vaga em questão, causando uma péssima primeira impressão.

E, nesse caso, a primeira impressão é a que costuma ficar, ou pelo menos fazer toda a diferença para que você tenha chances de passar para as próximas etapas ou ser contratado.

Por isso, fique atento aos erros abaixo para não cometê-los em nenhuma hipótese. Eles são os piores e — acredite — os mais comuns, que apavoram os recrutadores e mancham a imagem de qualquer candidato, por mais qualificado que ele seja.

Atrasos

Exemplo: A entrevista estava agendada para às 16:00 horas. Você descobriu, pelo Google Maps, que leva apenas 20 minutos para chegar a sede da empresa, e por isso vai sair de casa às 15:30. Porém, o que você não previa era que uma manifestação a favor dos pinguins da Malásia estivesse acontecendo e, com isso, você chegou às 16:20. E outra entrevista já estava agendada para às 16:30.

Imprevistos acontecem e se você realmente deseja encontrar uma oportunidade de emprego, não pode contar com a sorte.

Mais que sair de casa em um horário viável, você deve conhecer a rota, conhecer as opções de trajeto, entender como está o trânsito nesse horário (horários de pico e de almoço, por exemplos, são mais complicados) e se certificar que o endereço que você tem está certo.

Além disso, 10 minutos de antecedência é o mínimo esperado para sua chegada, garantindo que a sua entrevista acontecerá no horário programado e que você realmente é pontual e está comprometido com essa oportunidade.

Não saber nada sobre a empresa ou sobre a vaga

Exemplo: Você se candidatou para a vaga de Analista de uma empresa de Engenharia. Você, com um bom currículo e conhecimento em diversas áreas, se sente preparado para o cargo e está muito ansioso para trabalhar em sua área de formação. Na hora da entrevista, o recrutador pergunta: “Nós ficamos surpresos com o seu currículo se candidatando para a vaga de Analista de Redes Sociais, mas notamos seus conhecimentos em Marketing. Porque não quer mais trabalhar com Engenharia de Produção?”

Muitas pessoas, no desespero de encontrar uma oportunidade de emprego, acabam se candidatando a dezenas de vagas sem dar atenção especial aos detalhes tanto do cargo quanto da empresa em questão.

E, ao serem questionados durante a entrevista é que se dão conta que essa vaga não é de seu interesse, desperdiçando tanto o tempo do recrutador, que possivelmente perceberá a sua reação, quanto o próprio.

Por isso, desde a hora de se candidatar até os momentos que antecedem as entrevistas, pesquise sobre o cargo, a empresa e chegue preparado para atender às expectativas do entrevistador por seu interesse e também por seu conhecimento a respeito da empresa.

Ter mentido no currículo ou mentir na entrevista

Exemplo: Você chegou na entrevista! No horário certo, para a vaga certa. Tudo está correndo muito bem. De repente, a entrevistadora diz “Agora vou chamar o nosso CMO para bater um papo com você. Ele se chama John, é americano, e só quer se certificar a sua proficiência em inglês”. Isso porque, no currículo, você colocou “avançado” mas na verdade o seu inglês está bem mais para “básico”.

Mentir a respeito das suas informações, seja no currículo ou durante a entrevista, pode comprometer todo o seu processo de contratação, além de ser extremamente constrangedor e desconfortável. Afinal, a maioria das informações podem ser certificadas durante a entrevista ou no processo seletivo.

Por isso, seja transparente com relação ao seu conhecimento, suas experiências anteriores, sua formação e quaisquer outras informações perguntadas pelo recrutador.

Falar mal dos empregos anteriores

Exemplo: “Eu optei por sair da minha antiga empresa, embora gostasse muito da equipe, por causa de uma das responsáveis pelo meu setor que claramente tinha alguma coisa contra mim, quando na verdade ela era desonesta e eu não tolerava isso”.

Falar mal das suas experiências anteriores vai dizer muito mais a respeito de você mesmo do que delas. Afinal, isso não importa para o recrutador, e sim o que você acrescentou e o que essa experiência acrescentou em você.

Caso os seus motivos de saída do antigo emprego envolvam incompatibilidades ou discordâncias com a empresa anterior, responda apenas que você está em busca de novas oportunidades que combinem com seus objetivos. Não é uma mentira e ao mesmo tempo não será ofensivo.

Postura inadequada

Exemplo: Durante a entrevista, o recrutador dá um exemplo de situação de conflito em um time, e pergunta qual a sua posição diante dessa situação. Você responde “Pqp, isso é f*** mesmo!”

Linguagem inadequada, abusar da informalidade, ser soberbo em relação às suas qualificações, abusar da autoconfiança, arrogância e até uso de roupas inadequadas podem representar bons exemplos de falta de postura.

E todas elas podem ser o divisor de águas entre os candidatos que representam o perfil da empresa e os que não serão levados para as próximas etapas.

Lembre-se que, por mais que a empresa seja informal, você deve se comportar de maneira profissional e adequando o seu comportamento ao ambiente. A ideia não é atuar ou fingir ser alguém diferente, mas agir com respeito, cautela e sem exageros.

Falar demais ou de menos

Exemplo: Trata-se de uma entrevista em grupo. Ou seja, vários candidatos para a mesma vaga estão em uma sala, respondendo às mesmas perguntas. E você ………… [mudo].

Não é incomum que algumas empresas realizem entrevistas coletivas, para poupar tempo e também avaliar o desempenho do candidato diante desse contexto.

Nesses casos, se sentir intimidado pelos outros candidatos e ficar completamente mudo ou evitar ao máximo falar pode ser péssimo e demonstrar que você é inseguro. Lembre-se que se todos vocês foram convidados e estão sendo avaliados, de alguma forma estão no mesmo nivelamento para o recrutador.

Mas, se você fala demais e interrompe os demais candidatos, ou der informações desnecessárias, isso demonstra que você tem dificuldades de trabalhar em grupo ou que gosta de ser o centro das atenções. Por isso, tenha equilíbrio, responda com calma e clareza a todas as perguntas feitas e interaja sem cometer excessos.

Não prestar atenção

Exemplo: Mesmo contexto, entrevistas em grupo. O entrevistador faz uma pergunta para o candidato ao seu lado e você está prestando atenção… na roupa que ele está vestindo. Nessa hora, o recrutador pergunta se você concorda com a opinião dele. Você, sem saber exatamente qual a resposta, concorda! Ele havia acabado de afirmar que era a favor da pena de morte.

Foco! É uma palavra fundamental para qualquer entrevista, seja em grupo ou individual. Não dar atenção ao que o recrutador diz ou pergunta demonstrará que você é desleixado, desatento e que não está tão interessado na vaga.

Por isso, preste atenção no entrevistador e em todos os envolvidos e evite distrações, para garantir que você conseguirá responder a todas as perguntas feitas de maneira clara e confortável.

Conclusão

Os exemplos podem parecer exagerados, mas todos são possíveis de acontecer com você ou com qualquer pessoa.

Por isso, acima de tudo, na hora de participar de uma entrevista de emprego, seja honesto, simples, claro e profissional! Esses quatro fatores serão determinantes para que você se saia bem, com tranquilidade e aumente suas chances de ser contratado!

Agora, se você ainda não montou o seu currículo ainda, lembre-se que ele é tão importante quanto sua postura durante a entrevista. Por isso, confira algumas dicas nesse post: Como fazer um currículo ideal.

Dica: Está procurando a vaga ideal em marketing ou vendas? Conheça o Rock Jobs e conquiste o seu emprego dos sonhos.

plano de negócios x modelo de negócios

Plano de Negócios x Modelo de Negócios: Você sabe quais são as reais diferenças entre eles?

Uma coisa é fato: existem etapas no desenvolvimento de um novo negócio que não indispensáveis!

Uma coisa é fato: existem etapas no desenvolvimento de um novo negócio que não indispensáveis!

Elas, além de ajudar a dar “forma” para o empreendimento, direcionam os primeiros passos do empreendedor para que ele não se perca em meio a tantos detalhes e definições burocráticas e saiba exatamente onde está e onde pretende chegar.

Porém, o que muitos empreendedores não sabem é exatamente por onde começar: elaborar um bom e completo Plano de Negócios? Projetar o “jeito de ser” do seu novo empreendimento através de um prático Modelo de Negócios?

Antes disso, é importante saber o que significam, individualmente, cada um desses termos, para então poder entender quais são suas semelhanças e diferenças e em qual etapa do negócio você deve dar atenção a cada um.

O que é Plano de Negócio

Um Plano de Negócios é um documento detalhado onde o empreendedor deve descrever todas as etapas que envolvem ou fazem parte do seu negócio.

Por isso, para elaborá-lo, você possivelmente levará dias, semanas ou até meses.Todo o negócio deve ser minuciosamente relatado, sem deixar nenhum detalhe de fora: produto ou serviço, concorrência, segmento de clientes, marketing, projeção financeira, detalhes sobre os responsáveis pela empresa, sócios e tudo mais o que envolver o seu negócio.

Planos de Negócio são geralmente utilizados em negociações e apresentados a investidores, como maneira de comprovar as chances de sucesso do novo empreendimento.

O que é Modelo de Negócio

Como já falamos aqui no Saia do Lugar, um Modelo de Negócio é a representação de como a sua empresa gera e entrega valor para os seus clientes. Isso é feito a partir da estruturação dos elementos e etapas que fazem a sua empresa ser única, e demonstram o “como” ela faz o que faz.

Entre algumas possibilidades de elaborar um Modelo de Negócios, a mais conhecida é através do método conhecido como Canvas.

Esse método surgiu através do livro Business Model Generation de Alex Osterwalder e Yves Pigneu, ambos empreendedores, e aliás é uma ótima recomendação de leitura para quem está começando um novo empreendimento.

Neste formato, você consegue descrever de maneira simples e detalhada as partes que mais estão relacionadas à entrega de valor ao cliente, e visualizá-las durante todos os processos.

Dessa forma, o quadro é subdividido em 9 categorias:

  • Parcerias Chave
  • Atividades Chave
  • Proposta de Valor
  • Recursos Chave
  • Relações com Clientes
  • Canais
  • Segmentos de Mercado
  • Estrutura de Custos
  • Fontes de Renda

Após preenchido, você deverá usá-lo como referência para a execução de tarefas diárias, até que todos tenham decorado esses pontos, que são os mais básicos e fundamentais para sua entregas.

Diferença: Plano de Negócios x Modelo de Negócios

Você já deve ter percebido então que esses dois processos têm suas importâncias particulares, mas que no geral são bem diferentes.

De um lado, o Plano de Negócio é um documento detalhado e minucioso que comprova para você mesmo e para os futuros envolvidos no seu negócio a sua viabilidade. Isso se dá através de análises de mercado, econômicas e processuais.

Do outro, um Modelo de Negócios é um documento com viés visual e prático para que qualquer pessoa entenda o seu negócio de uma visão macro, ou mesmo um novo projeto dentro do seu negócio.

Exatamente: enquanto toda empresa possui um Plano de Negócio, pode ter vários Modelos de Negócios, separados por cada uma das entregas.

O único detalhe a ser levado em conta nesses casos é a necessidade e praticidade desse novos Modelos. Vale a pena? Faz sentido? O novo projeto tem especificidades que diferem do seu atual Modelo?

Dessa forma, o Modelo de Negócios deve vir antes do Plano de Negócios, e pode ser usado inclusive de base e inspiração para os primeiros passos do seu Plano.

Ou seja: Toda empresa deve ter tanto um Plano de Negócios quanto um Modelo de Negócios.

Outra diferença em relação aos dois documentos, além do seu objetivo e uso é relacionada ao seu formato.

Por sua praticidade, um Modelo de Negócios baseado no método Canvas pode ser alterado de maneira simples e rápida sempre que houver alguma alteração em qualquer dos fatores descritos nos quadros.

Aconselha-se inclusive, pelos criadores da metodologia, que ele seja preenchido através de notas adesivas, para facilitar a mobilidade e as transformações inerentes a qualquer Modelo de Negócio ao longo do estudo de mercado e enquanto ele é colocado em prática.

as alterações em um Plano de Negócios tendem a acontecer em menor frequência e tem caráter mais burocrático. Isso porque o documento tem correlação com inúmeros outros envolvidos e interessados em entender todos os detalhes do empreendimento: sócios, gestores e investidores, por exemplo.

Um Modelo de Negócios também possui uma característica bem peculiar: ele é replicável. Isso significa que mais de uma empresa pode possuir o mesmo Modelo de Negócios, mesmo se tratando de nichos diferentes.

É o que acontece, por exemplo, com as franquias, negócios por assinatura e Saas.

Enquanto isso, um Plano de Negócios é único. Apenas a sua empresa terá exatamente aquelas especificidades jurídicas, contábeis e processuais, e por isso esse é um documento tão fundamental e só seu!

Por fim, um Plano de Negócio está associado ao “o que”  você faz, focado em sua empresa e com uma descrição totalmente textual, pós validação e consolidação das ideias. Por isso, é conhecido por ser um método tradicional de estruturação de um negócio.

A sua compreensão é demorada, demanda atenção, especificação de detalhes, avaliação jurídica, processual e financeira.

Enquanto um Modelo de Negócios está associado ao “como” você faz, com foco no cliente e uma descrição essencialmente visual e estratégica, durante a validação e viabilização das ideias. E, dessa forma, visto como um método moderno de legitimação de um novo projeto.

Neste, a compreensão é simples, rápida, estratégica e focada na funcionalidade.

Como elaborar um Modelo de Negócios

Para começar o seu Modelo de Negócios, o primeiro passo é realizar uma análise do mercado. Você precisa ter claros em sua mente quais são os seus concorrentes diretos, indiretos, facilitadores e dificultadores.

Faça também uma pesquisa de viabilidade com os potenciais clientes, entendendo exatamente quais são as suas necessidades, dúvidas e para avaliar também se eles estariam dispostos a pagar por uma solução para esse problema.

A partir disso, com a ideia em mãos, você passa a avaliar quais serão os seus diferenciais em relação ao valor entregue aos clientes.  E também o que você precisaria, tanto em recursos como em estratégia, para que esse valor chegue ao seus clientes da melhor maneira possível.

Depois é só preencher e validar todos esse quadros até que você tenha um Modelo pronto, funcional, aplicável e simples.

Como criar um Plano de Negócios

Como já dissemos anteriormente, se você já tem um Modelo de Negócios, você terá um bom norte em relação ao seu Plano de Negócios.

Basicamente, os Planos de Negócio, no geral, são compostos por no mínimo 6 partes que podem ser subdivididas em inúmeros tópicos de acordo com a complexidade e proporção do seu novo empreendimento. São eles:

  • Sumário Executivo

 

  • Análise de Mercado

 

  • Planejamento de Marketing

 

  • Planejamento Operacional

 

  • Planejamento Financeiro

 

  • Avaliação estratégica

Mas possivelmente você acabará se esquecendo ou se perdendo em alguma parte da elaboração de um documento tão completo e tão detalhado.

Por isso, na internet você já encontra modelos de Plano de Negócio com orientações específicas para cada tipo de empresa, como é o caso da apostila do Sebrae.

Conclusão

Elaborar um novo negócio do zero está longe de ser uma tarefa fácil. Porém, um bom começo pode evitar possíveis problemas futuros, garantir a previsibilidade e ainda a avaliação criteriosa da viabilidade de um novo empreendimento.

Por isso, se você está começando, é hora de arregaçar as mangas e trabalhar duro para garantir primeiros passos mais seguros, com menos riscos e menos perdas.

Lembre-se que, além da seriedade inerente a uma nova empresa, também está em jogo o seu tempo, seus recursos, a vida de muitas pessoas que podem estar envolvidas ou podem ser impactadas por sua ideia e tudo isso valerá a pena no futuro.

Então, mãos ao trabalho! Não tenha preguiça e não ignore nenhum desses dois métodos e muito menos as suas etapas!

E, se você está dando os primeiros passos, o nosso portal Guru PME pode ser de grande ajuda! Lá você encontra ferramentas gratuitas para facilitar aspectos comuns a novas empresas, como Gerador de Nome, Gerador de Política de Privacidade e o Gerador de Contrato de Confiabilidade! Clique e saiba mais!

home officeler e compreender melhor sua empresa e o mercado, crescer ainda é um desafio diário. E todo ano as mudanças na economia e política do Brasil e do mundo — dentre diversos outros fatores de mercado que mudam da noite para o dia — vão colocar à prova sua liderança e motivação.

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Home office: 7 dicas para transformar a sua casa em um escritório

Seja pelo conforto, pela praticidade ou pelo custo, é sonho de muitas pessoas poder trabalhar de casa, seja em definitivo ou ocasionalmente.

Seja pelo conforto, pela praticidade ou pelo custo, é sonho de muitas pessoas poder trabalhar de casa, seja em definitivo ou ocasionalmente.

Porém, ao mesmo tempo, o Home Office pode representar um desafio em vários sentidos: procrastinação, distrações, pessoas que não entendem que este é o seu ambiente de trabalho, dentre muitas outras coisas.

Por isso, antes de conhecer as dicas sobre como ter um Home Office que realmente proporciona benefícios para o seu negócio ou sua vida profissional, vamos entender se você tem um perfil que combina com essa possibilidade.

Lembre-se: hábitos são desenvolvidos! Mesmo que você não tenha uma ou mais das características apresentadas, você pode, com disciplina e foco, conquistar essas habilidades e conseguir desenvolver um bom trabalho dentro de casa.

Perfil de um profissional compatível com o modelo Home Office

Infelizmente, não são todas as pessoas que conseguem se manter focadas e produtivas dentro de casa.

Pense em quantas vezes você já deixou de executar uma determinada tarefa programada, seja a organização de um ambiente, uma faxina ou qualquer outra tarefa interna, simplesmente porque se sentiu mais atraído pelo sofá.

Por isso, antes de optar por montar o seu escritório em casa, seja autocrítico e avalie: você possui as características a seguir?

  • Sou organizado
  • Sou proativo
  • Tenho facilidade de concentração
  • Sou focado
  • Tenho facilidade em dizer não para as pessoas
  • Consigo estabelecer uma rotina, mesmo sem ser diretamente cobrado
  • Tenho foco em resultados
  • Sou disciplinado
  • Sou objetivo
  • Tenho autocontrole
  • Sou comprometido
  • Tenho flexibilidade

Das 14 características acima, o ideal é que você tenha, pelo menos de 9 a 10 — cerca de 70% — para conseguir de imediato começar a trabalhar de casa.

Caso contrário, a ideia é desenvolver e treinar essas características antes mesmo de começar! Não corra o risco de perder tempo, e consequentemente dinheiro, tentando se adaptar a um tipo de modelo que não se encaixa no seu perfil profissional e pessoal.

Agora, se você possui ou pretende desenvolver essas características, o trabalho ainda não acabou. Para garantir que elas sejam empregadas e que você consiga desempenhar suas atividades da melhor maneira possível, você precisa de alguns ajustes e possivelmente investimentos.

Dicas para transformar sua casa em escritório

Se você pretende começar a trabalhar de casa, você provavelmente precisará realizar mudanças significativas em seu espaço e também em outros aspectos relacionais e comportamentais.

Isso não significa gastar muito dinheiro. Mas lembre-se de que se trata do seu novo ambiente de trabalho, e por isso ele merece zelo, investimento (seja de dinheiro, de tempo ou de trabalho).

Conheça algumas dicas para tornar esse ambiente favorável a sua rotina e também ao seu rendimento.

Escolha um local específico

Não é porque você está trabalhando de casa que precisa executar suas tarefas deitado na cama ou sentado no sofá.

O ideal é que você encontre um ambiente em sua casa e faça dele sua estação de trabalho. Ele deve ter boa iluminação, pouco barulho ou interferências externas, e que tenha um espaço que torne o trabalho possível e confortável.

Por exemplo, se você trabalha sempre na frente do computador, o ideal é que este ambiente tenha uma boa rede de internet, uma mesa e uma cadeira confortável e espaço para todos os apetrechos que você precisa para trabalhar: agenda, canetas, documentos, etc.

Estabelecer limites para os outros

Você deve deixar claro para as pessoas com quem você se relaciona, sejam moradores da casa ou não, que agora este é o seu novo ambiente de trabalho, seja temporário ou definitivo.

Por isso, é importante estabelecer algumas “regrinhas” de comportamento e, mais que isso, seguí-las de maneira sistemática, para colocar limites e evitar que o seu novo espaço seja invadido ou que se torne mais informal do que o permitido.

Se você não leva o seu trabalho a sério e com profissionalismo, as outras pessoas também não o farão.

Estabeleça limites para você mesmo

Algumas pessoas tendem, quando trabalham de casa, a não conseguir mais separar a vida pessoal e a profissional. Com isso, acabam trabalhando demais, em horários desregrados e que não contribuem para a produtividade, e ainda atrapalhando os relacionamentos.

Por isso, estabeleça limites para você mesmo: uma rotina de trabalho, dias e horários específicos e não se torne um workaholic, ou seja, um viciado em trabalho.

A qualidade de vida e as relações não devem ser afetadas por seu novo estilo de trabalho, e é sua responsabilidade garantir a harmonia e as fronteiras entre expediente e lazer.

E, por outro lado, você precisa ter metas e objetivos claros, com prazos pré-determinados, para evitar o contrário, a procrastinação e a improdutividade.

Crie bons canais de comunicação

Caso você esteja trabalhando de casa e tenha vínculos diretos com alguma empresa, é preciso estabelecer bons canais de comunicação, para que a distância não afete suas entregas nem sua relação com os demais participantes das suas atividades e projetos.

Existem aplicativos e plataformas voltadas para relacionamentos empresariais, como o Slack ou o Skype que tornarão a comunicação mais eficiente e menos formal que um email, por exemplo, sem perder o profissionalismo.

Se esse não é o seu caso, pense também em como gerir a comunicação com clientes, fornecedores, parceiros ou prestadores de serviço. Fazer Home Office não deve ser um dificultador das suas relações, mas sim um facilitador.

Pense na sua qualidade de vida

Muitas pessoas acabam se rendendo a comodidades do Home Office que não fazem bem à saúde. E isso influencia diretamente no seu trabalho, produtividade e ânimo.

Por isso, pense em aspectos como sua postura, sua alimentação, o seu tempo de sono e sua qualidade de vida. Nenhum desses aspectos deve ser deixado de lado, mesmo que muitas vezes sejam mais práticos.

Além disso, não faça do seu novo ambiente de trabalho uma desculpa para não sair mais de casa. Interagir, ter bons vínculos sociais e outros ajudam a relaxar e interferem na sua disposição.

Invista em seu novo ambiente

E isso não significa necessariamente que você deva comprar móveis novos ou contratar um profissional para projetar o seu novo espaço. Mas sim que você deve pensar em deixá-lo o mais prático, confortável, funcional e estimulante possível.

Lembre-se que o espaço deve ter a sua cara e deve ser um facilitador para o seu dia a dia de trabalho. Por isso, por mais que ele não seja em um escritório tradicional, ele merece seus investimentos tanto quanto.

Que tal montar uma biblioteca com os livros mais importantes para a execução das suas tarefas? Ou mesmo encontrar em sua casa objetos que deixem a sua estação de trabalho mais organizada?

Cuide do seu novo espaço

Limpeza, organização e zelo pelo seu novo espaço de trabalho valem aqui tanto quanto para as empresas. Esses são pontos chave para garantir a sua produtividade e também para que você não perca o foco.

Por isso você deve cuidar do seu novo espaço de trabalho como se estivesse trabalhando em um escritório com outras pessoas! Mantenha sempre as coisas no lugar, a papelada organizada, o ambiente limpo e sem muitas distrações próximas a você — principalmente em sua mesa, como celulares, revistas, jogos, o Netflix! — vão contribuir muito para o sucesso do seu novo projeto.

 

Se depois de todas essas dicas você ainda se considera apto para realizar suas atividades profissionais de casa, parabéns! Você terá grandes chances de gerar bons resultados, mesmo em seu Home Office.

E, para tornar seu ambiente ainda mais útil, rentável e benéfico, leia este post e conheça algumas ferramentas online para aumentar sua produtividade.

 

empreendedor suicida

Empreendedor Suicida: Não seja a razão para não dar certo!

É comum ouvirmos que não são os negócios que não dão certo. São os empreendedores. E essa afirmação não está 100% errada.

É comum ouvirmos que não são os negócios que não dão certo. São os empreendedores. E essa afirmação não está 100% errada.

É claro que podem existir produtos ou serviços que não têm demanda suficiente para virarem um negócio de sucesso e, por isso, acabam indo a falência em poucos meses.

Mas até a escolha e a pesquisa de mercado pelo menos deveria ter sido feita por um empreendedor, o que coloca o insucesso novamente em suas mãos.

E, além desses fatores, existem algumas atitudes ou decisões que já levaram inúmeros empreendedores ao fracasso e continuam levando, simplesmente por uma desatenção, desconhecimento desses erros ou pelo famoso pensamento “Isso jamais vai acontecer comigo!” (doce ilusão).

Saiba que pode muito bem acontecer com qualquer empreendedor que não toma os devidos cuidados ou que age de maneira descuidada ou mais arriscada do que deveria ser. E é exatamente disso que se trata o termo empreendedor suicida.

Para evitar que isso ocorra com você, conheça alguns dos erros que podem ser considerados até clichê, mas que tornaram alguns empreendedores verdadeiros kamikazes do seu negócio.

Falta de planejamento

Esse definitivamente é um dos maiores fatores para o fracasso de um negócio, e consequentemente de um empreendedor: começar um negócio sem nenhum planejamento.

E, quando dizemos falta de planejamento, não estamos falando apenas da ausência de um modelo de negócios, mas muitas vezes até de uma pesquisa de mercado ou da validação de um produto, para entender qual a real necessidade dos consumidores.

Já dissemos isso diversas vezes, mas é sempre bom repetir: uma grande ideia não é suficiente. Se o que você pretende oferecer não tem uma demanda de compra realmente significativa para sustentar sua empresa, os seus investimentos serão em vão.

Por isso, não cometa o mesmo erro e se planeje! Faça pesquisas de mercado, ouça os seus potenciais clientes, entenda os custos do seu negócio, conheça os seus clientes, os fornecedores que você precisará.

Faça também projeções reais e fundamentadas de curto, médio e longo prazo, para entender quais os possíveis cenários do seu negócio, ter previsibilidade e conseguir reverter situações de perigo a tempo.

Falta de controle financeiro

A realidade não apenas de muitos empreendedores, mas de muitas pessoas, que acabam apenas refletindo em um novo negócio.

A diferença é que os riscos, consequências e perdas, no caso de erros de controle financeiro em empresas são muito maiores, e por isso merecem cuidados redobrados.

O primeiro erro possível, e que também está ligado à falta de planejamento, é não entender quais são as necessidades financeiras reais antes mesmo de abrir o negócio. Ou seja, qual o investimento necessário para que ele comece.

Outro erro comum é a falta de controle do fluxo de caixa: o que entra não compensa o que sai. É claro que nos primeiros meses essa pode ser uma realidade, mas a longo prazo a ideia é que esse movimento vá se estabilizando até representar lucro para a empresa. Afinal, esse é o motivo pelo qual as empresas existem.

Metas bem estabelecidas, mais uma vez a famosa previsibilidade, controle de contas, recebimentos, conhecer e entender o crescimento da empresa são apenas alguns dos fatores que você precisa ter claros se quiser que o seu negócio dê certo.

Além disso, saiba e planeje o destino dos recursos que estão entrando em sua empresa de maneira consciente, para não se assustar no final de um período com um rombo em seu caixa e um prejuízo incontornável.

Não separar a empresa e a vida pessoal

Muitos empreendedores tratam suas empresas como verdadeiros cofrinhos pessoais, onde podem tirar dinheiro de maneira desregrada. Afinal, eles são os donos e é por isso que queriam ter o próprio negócio.

Mas esse é um dos motivos que acaba com várias empresas todos os anos, mesmo aquelas já estabelecidas no mercado.

Por isso, não confunda o seu CNPJ com o seu CPF e separe claramente as coisas: a empresa não é quem paga as suas contas, os desejos da sua esposa ou as suas férias de final de ano. É a sua remuneração!

O que a empresa paga são as contas que ela mesmo tem, os seus fornecedores, os seus funcionários e todos os outros gastos que envolvem o existir e desenvolver do próprio negócio.

Estabeleça qual é o seu pró-labore e de todos os sócios e não faça retiradas no caixa da empresa para despesas pessoais!

Problemas entre os sócios

Sociedades são como casamentos! E você não deve estar ouvindo isso pela primeira vez.

Isso porque, assim como o matrimônio, uma relação entre sócios exige empatia, boa comunicação, sinceridade, cordialidade, compreensão, respeito e muitas outras coisas que também mantém casamentos funcionando.

Para se ter uma ideia, a Saraiva, grande editora e livraria, perdeu cerca de 88% do seu valor em 5 anos por brigas entre os sócios!

Outra grande empresa, a Usiminas, teve um prejuízo de 151 milhões de reais, marcados por constantes e públicas brigas entre os seus sócios responsáveis.

Viu como uma sociedade ruim pode levar a falência?

Por isso, não coloque a necessidade de um parceiro ou mesmo de investimento acima do que pode representar o sucesso da sua empresa a longo prazo e escolha com muito critério quem serão os seus sócios em um novo empreendimento, ou mesmo em um que já exista.

E detalhe bem em seu plano de negócios quais são os papéis, responsabilidades e mesmo a atuação de cada um dos envolvidos para evitar problemas futuros.

Deixar o Marketing em segundo plano

Outro ponto imensamente responsável por fracasso em empresas: um Marketing ruim ou inexistente.

Já dissemos isso também outras vezes, mas vamos relembrar você. O Marketing não é um luxo ou um gasto para o futuro, mas sim um investimento mínimo para quem deseja alcançar o sucesso.

Por mais que a sua empresa esteja indo muito bem, o caixa esteja controlado, o planejamento sendo executado com maestria e os sócios se amem, se você não estiver vendendo, todo o seu sucesso se tornará fracasso em pouquíssimo tempo.

E o Marketing é o responsável por tornar o seu produto conhecido, encantar os clientes, gerar um bom relacionamento com eles e ampliar a sua capacidade de vendas de local para, por que não, até mesmo internacional (desde que você tenha como atender a essa demanda).

Por isso, desde o início do seu negócio, o Marketing deve ser uma prioridade. Conheça seu público, entenda seus hábitos e preferência, invista em uma boa estratégia e comece a tornar o seu negócio conhecido e, por esse motivo, lucrativo!

Assim você estará tomando um grande passo para evitar que a sua empresa venha a falência por falta de clientes!

Falta de inovação e resistência à mudanças

Bons empreendedores são aqueles que têm a capacidade de admitir seus erros e de se adaptar a novos contextos de mercado. Se você não é assim e pretende começar um negócio, comece desenvolvendo essas características.

Isso porque todos os dias alguma coisa muda no mundo dos negócios. É um novo concorrente, uma mudança no ponto de vista dos consumidores, uma nova forma de se relacionar com eles, uma nova tecnologia associada à produção de um nicho.

E você tem que estar, mais que pronto, disposto a encarar essas transformações, aprender com elas e também se desenvolver a partir dessas, com muita flexibilidade e sabendo ouvir seu time, o mercado e as tendências.

Caso contrário você acabará se tornando ultrapassado, perdendo em competitividade, produção e vendas, e todas essas coisas podem contribuir para o fechamento de um negócio.

Além disso, os consumidores (e isso inclui você) gostam de novidades e por isso todo empreendimento deve ser repensado de tempos em tempos para que o empreendedor avalie como ele pode inovar e gerar ainda mais valor para seus clientes.

Distância do empreendedor e do negócio

É sonho de muita gente se tornar dono do próprio negócio e usufruir de todos os bônus disso: fazer os próprios horários, ser bem sucedido, alcançar a fama, encontrar estabilidade, ganhar mais…

Mas muitos esquecem do que existe por trás disso: esforço, dedicação, entrega, abnegação em muitos casos, noites sem dormir e empenho.

Conseguir um sem o outro só é possível quando um empresário abre mão de gerenciar ou mesmo acompanhar de perto o seu negócio e o entrega nas mãos de outra pessoa, que se torna responsável pelo trabalho duro.

Esse pode ser um grande erro que levará o seu negócio a falência, a curto, médio ou longo prazo!

Se você não sabe o que acontece no seu dia a dia, não poderá propor melhorias, avaliar o desempenho, acompanhar o crescimento, entender o que dá certo e o que dá errado, e ninguém melhor que você mesmo para dar valor ao seu negócio.

Por isso, acompanhe a sua empresa de perto. Mesmo que você tenha sócios e uma ótima equipe responsável pela gestão e que está dando muito certo, esteja sempre ciente da realidade do seu negócio para poder tomar decisões e medidas antes que seja tarde demais!

Conclusão

É difícil colocar um desses fatores como maior ou menor diante de um fracasso. Todos eles podem afetar empresas diferentes, de maneiras diferentes.

Porém, como você pode observar, os motivos são iguais e por isso você deve dar atenção a eles e evitar entrar para o hall dos empresários que encararam o fracasso por repetir o erro que centenas de outros já cometeram antes dele.

E, para continuar aprendendo com líderes que deram muito certo, leia o nosso post com os 10 livros sobre liderança para bons líderes e aprenda a gerir pessoas e o seu negócio!

ócio criativo

Ócio criativo: é possível trabalhar, se divertir e aprender?

A criatividade “acabou”! De repente você se pegou sem mais ideias, sem saber o que fazer, sem uma direção… E agora?

A criatividade “acabou”! De repente você se pegou sem mais ideias, sem saber o que fazer, sem uma direção… E agora?

Muitas pessoas têm muito medo desse momento, principalmente aquelas ligadas a áreas que dependem diretamente da criatividade para existir, como pessoas que trabalham em setores de tecnologia, inovação, criação, marketing, publicidade e, é claro, o empreendedor, que precisa se renovar constantemente para se manter de pé.

Por isso, quando alguém sente que as ideias esgotaram, surge uma espécie de desespero e apreensão, como se uma medida urgente precisasse ser tomada para reverter esse cenário o quanto antes, e voltar a normalidade.

Diante desse contexto, surge a expressão Ócio Criativo que, inclusive, deu nome ao livro do sociólogo italiano Domenico De Masi. Mas, para De Masi, o ócio criativo pode ter vantagens incríveis e contribuir muito para a própria criatividade.

E isso é mesmo possível? Como a minha falta de criatividade momentânea pode me tornar criativo? E o que fazer quando surge o ócio criativo e, juntamente com ele, o cansaço e o desespero?

Vamos entender um pouco mais sobre tudo isso.

Ócio criativo: uma definição não convencional

Se tentarmos entender Ócio Criativo meramente como a junção de duas palavras, termo Ócio, que segundo o dicionário Priberam significa vagar, folga, repouso, mas pode significar também preguiça ou falta de trabalho.

Do outro lado, temos a palavra Criatividade que, no mesmo dicionário significa capacidade de criar, inventar ou ainda qualidade de quem tem ideias originais.

Dessa forma, o ócio criativo seria aquele momento em que você tem uma ausência de ideias, uma espécie de esgotamento. E isso não pode significar uma coisa boa, certo?

Segundo Domenico, isso depende. Para ele, existem 2 tipos de ócio criativo.

O primeiro está ligado ao ócio alienante. Nele, nos sentimos completamente inúteis. É como se um vazio ocupasse completamente a nossa mente e, diante dele, nos tornássemos incapazes de mudá-lo.

Já o segundo tipo que acontece na falta de obrigação de ter grandes ideias. É quando nos permitimos não ser forçados a pensar, a resolver problemas diante de situações desesperadoras, e simplesmente nos damos um tempo para ser livres.

Isso significa que o ócio criativo é importante?

Sim!

A exigência constante por criatividade, inovação e em focar no trabalho e pensar nele 24 horas por dia que a sociedade e nós mesmos nos fazemos, nos torna cada vez mais esgotados e menos criativos.

Por isso, se dar uma “folga” e priorizar o lazer em detrimento ao trabalho em alguns momentos é extremamente necessário para fazer um bom trabalho, e evitar o ócio criativo ruim (o primeiro tipo) nos momentos em que a criatividade é tudo que você precisa.

Resumindo: quando vive o bom ócio criativo, que não é estressante, mas sim prazeroso e com bons resultados,  você evita o ócio criativo ruim, da incapacidade e vazio.

Mas é importante saber que ócio e preguiça são coisas diferentes. Os momentos de ócio criativo não devem ser aqueles em que você está com preguiça de executar as suas tarefas ou apenas esgotado mentalmente.

A preguiça é inútil. Ela não vai te render nada de significativo, nem mesmo o descanso. Já o ócio é a falta de obrigatoriedade, que pode te tornar, inclusive produtivo.

Sabe quando você se permite ter um momento de relaxamento e se vê tendo grandes ideias? De repente você levanta, vai consertar ou arrumar alguma coisa em casa, ou começa a se tornar incrivelmente produtivo.

Essas atividades foram resultado do ócio, não da preguiça. Ela possivelmente te impediria de tomar alguma atitude.

Ócio criativo: trabalho, lazer e aprendizado

Diante de todo esse cenário, entra a junção entre trabalho, aprendizado e diversão. Para ele, algumas profissões são a personificação do ócio criativo, pois elas te permitem, constantemente, relaxar, sentir prazer, criar e aprender.

Mas quais são essas profissões? A diferença não está no tipo de trabalho, mas sim no prazer de quem o executa.

Dessa forma, a capacidade de inovar em um trabalho estará diretamente ligada ao prazer que você sente ao executar as suas tarefas diárias, que te permitiram unir lazer e produtividade, e com isso, fazem também com que seu trabalho seja mais leve.

É claro que nenhuma dessas características inibe o cansaço, o estresse, os problemas ou a preocupação, mas minimiza todos eles e facilita que as dificuldades sejam superadas com menos desgaste dos envolvidos.

Como um trabalho pode ser prazeroso

Todos nós sabemos que nem todas as pessoas podem se dar ao luxo de “fazer apenas o que amam”, mas com certeza podem amar o que fazem.

Nem todas as tarefas que você executa diariamente te darão prazer, é claro. Mas em muitas delas você pode aprender, se dedicar e, porque não, até se divertir.

Veja algumas dicas para tornar o seu trabalho “mais leve”:

  • Tire alguns minutos de folga entre trabalhos muito cansativos ou que exigiram muita concentração afina, a sobrecarga vai te desgastar muito e tornará o seu trabalho ainda mais cansativo do que ele é por si só;
  • Pense no porque você faz o que faz e como esse trabalho gera resultado e valor a outras pessoas. A falta de uma razão pelo qual o seu trabalho existe te fará perder o foco e a motivação, e a carga de um trabalho sem motivação é muito maior.
  • Administre bem o seu tempo. A má gestão dele acabará gerando estresses desnecessários, trabalhos incompletos, atrasos e mais esgotamento. Já a boa gestão de tempo vai te proporcionar mais garantia de resultados, previsibilidade e menos complicações.
  • Preze mais por seus momentos de lazer. Fazer o que te deixa feliz e te ajuda a relaxar é tão importante para o seu trabalho quanto suas tarefas diárias. Sem equilíbrio nessas duas áreas possivelmente fará com que você se sinta constantemente infeliz e sobrecarregado.

Conclusão

Ócio criativo é prazer no que se faz! Você deixa de se sentir obrigado a executar, o que te proporciona cansaço físico, mental e emocional e se torna produtivo, realizado e, consequentemente, inovador.

Sabemos que produzir, dar resultado e ter um bom rendimento em seu trabalho é fundamental, inclusive para manter sua empresa funcionando, ou até o seu emprego. Mas essas coisas não acontecem isoladamente.

Por isso, o mais importante é o equilíbrio. Por isso, equilibre a sua rotina em trabalho, lazer e aprendizado, em tudo o que você faz. Isso vai te gerar um crescimento como profissional, pessoa e, além disso, qualidade de vida.

Mas, se mesmo diante de todas essas dicas, você ainda está insatisfeito, desgastado e acha que é impossível aplicar o ócio criativo em seu trabalho, talvez seja a hora de pensar em novas possibilidades.

Leia o nosso post para entender quando chega a hora de dar um novo rumo para sua carreira.