Renato Mesquita

Growth Manager na Rock Content.
Jornalista apaixonado por Marketing de Conteúdo, futebol americano e paçoca.



best sellers de empreendedorismo

13 Dicas dos Maiores Best Sellers de Empreendedorismo para Você Atingir Seus Objetivos [EBOOK GRATUITO]

Todo empreendedor está sempre em busca de alcançar os objetivos e melhorar as performances de negócio, não é mesmo?

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Pensando nisso, criamos um ebook totalmente gratuito com 13 dicas que aprendemos com os Best Sellers de Empreendedorismo!

Neste ebook nós vamos ajudar você – deixando o clichê de auto-ajuda lado – a perceber que a mudança do seu negócio está nas suas mãos.

Não perca tempo e baixe agora o nosso ebook e comece a estruturar as resoluções dos seus problemas! No 13 Dicas dos Maiores Best Sellers de Empreendedorismo para Você Atingir Seus Objetivos, você encontrará:

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Neste ebook, feito em parceria com o 12 Minutos, você também conhecerá as dicas de grandes empreendedores, como:

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best sellers de empreendedorismo

custo de aquisição de cliente

Aprenda a calcular o seu Custo de aquisição de cliente (CAC)!

Entender todos os custos de uma empresa é algo necessário para qualquer empreendedor. Principalmente, quando esses custos são originários de ações que estão associadas ao seu crescimento, uma das prioridades de qualquer negócio.

Entender todos os custos de uma empresa é algo necessário para qualquer empreendedor. Principalmente, quando esses custos são originários de ações que estão associadas ao seu crescimento, uma das prioridades de qualquer negócio.

Um desses custos está ligado a trazer novos clientes, o CAC: O custo de aquisição de cliente.

Atualmente, essa sigla, é tão importante, que se transformou em uma métrica estratégica para muitas empresas. Principalmente para as que possuem presença, estratégias e atuação no mundo online, que hoje também é considerado indispensável para a sobrevivência de qualquer empreendimento.

Nesse post, vamos ajudá-lo a entender essa métrica um pouco mais a fundo, sua importância e como lidar com ela no dia a dia da empresa. Se interessou? Então continue acompanhando.

O que é CAC

Como já falamos no início, CAC é a sigla que representa a métrica referente ao custo de aquisição de cliente (em inglês, significa Customer Acquisition Cost). Na prática, ela indica o quanto de dinheiro o negócio está investido para adquirir um novo cliente.

Dando um exemplo rápido: Se uma empresa gasta R$100 em ações de prospecção de novos clientes e com isso conseguiu 10 clientes. O custo de aquisição de cliente foi de R$10, ou seja para cada R$10 investidos, ela adquiriu um novo cliente.

Para entender o CAC é preciso entender quais são os custos que a empresa tem ao longo da jornada de compra do cliente, ou seja, quais os custos que marketing, vendas e outras áreas estão gerando no esforço de trazer novos clientes.

Compreender o seu CAC fica muito mais claro quando a empresa consegue entender quais são as etapas do seu funil de vendas e o quanto é necessário investir em cada etapa para que o fluxo desse funil seja o melhor possível. Além de permitir aplicar melhorias e otimizações futuras.

Como calcular o CAC

A fórmula para calcular o CAC é simples, primeiramente escolha um período de tempo a ser calculado (Por exemplo, 30 dias). Após isso, junte todos os custos relacionados às ações responsáveis por adquirir clientes dentro desse período e divida pelo número de clientes adquiridos, também nesse período. Segue a fórmula:

CAC = Investimentos realizados para adquirir clientes / Número de clientes

Por padrão é preciso considerar somente os investimentos feitos em marketing e vendas, porém caso haja atuação de outras áreas que também tenham papel nesse processo, eles devem ser considerados também.

No marketing, é preciso considerar os salários da equipe e investimentos feitos em ferramentas, compra de mídia paga, ações offline, assessoria de imprensa, propagandas e outras ações que tenham o objetivo de gerar leads e oportunidades a serem enviadas para o time de vendas.

Na área de vendas, também deve ser considerado o salário da equipe (com as comissões), além de custos com telefonia, viagens, infraestrutura e ferramentas, ou seja, tudo que auxilie no processo de converter as oportunidades em vendas.

Por fim, não se esqueça de desconsiderar qualquer custo que não seja atuante direto na aquisição de clientes, como por exemplo, custos de pós vendas ou administrativos.

Tendo esses custos reunidos, basta aplicar na fórmula que apresentamos acima.

A importância do CAC para o negócio

O CAC vem se provando a cada dia como uma das métricas de negócio mais importantes, por isso merece uma atenção especial por parte dos empreendedores e das empresas.

Afinal, é a partir dela que é possível saber o real desempenho do negócio, em termos financeiros, na alçada das ações de marketing e vendas.

E a grande novidade é que além de mostrar o quanto que a empresa está investindo para adquirir um novo cliente, ele também pode apontar outros aspectos que serão úteis nas estratégias de tomada de decisão da empresa. A seguir, vamos citar alguns deles:

  • A partir dele, é possível medir a saúde do negócio, ou seja, caso o CAC esteja satisfatório, a saúde vai bem, caso contrário, chega-se a conclusão que não está tão legal;
  • Guiar futuras ações de marketing e vendas para reduzir o próprio CAC a fim de otimizar o seu desempenho;
  • Com o CAC é possível também fazer uma comparação com outras métricas, tal como o LTV (Tempo de Vida do Cliente na empresa) e o ticket médio do produto ou serviço oferecido pela empresa;
  • É possível também compará-lo com o valor do CAC Médio do mercado de atuação da empresa e saber se ele está acima ou abaixo desse valor;
  • Auxílio na tomada de decisões relacionadas a otimizar os próprios investimentos para a geração de novos clientes;
  • Ajuda a compreender melhor como está a rentabilidade do negócio.

Ações para reduzir o CAC

Agora que você já sabe mais sobre essa métrica e a sua importância, gostaríamos de sugerir algumas ações para reduzir o CAC do seu negócio, confira!

Tenha uma meta de aquisição de novos clientes

Uma empresa que não estabelece metas, não possui clareza de onde quer chegar. Estabelecer metas, além de auxiliar nesse sentido, também auxilia na produtividade de toda a sua equipe. Afinal, são um incentivo para buscar o resultado esperado.

Por isso, é importante que as equipes de marketing e vendas dividam essa responsabilidade e se dediquem para alcançar isso, colocando energia e trabalho para gerar oportunidades (marketing) e transformá-las em novos clientes (vendas).

Quando os dois times trabalham junto em prol do alcance dessa meta, a probabilidade de adquirir novos clientes sem a necessidade de fazer novos investimentos aumenta. Isso reduz o CAC.

Aposte na produção de conteúdo

Utilizar o marketing de conteúdo como ferramenta para adquirir clientes é uma aposta praticamente certa! É ele que vai dar base para qualquer estratégia de marketing digital.

Quando uma empresa produz conteúdo regularmente, ela fortalece o seu canal de atração e se consolida cada vez mais em seu mercado como referência, pois mostra que é autoridade no assunto que está falando.

Portanto, produza conteúdo e materiais que tenham uma forte atuação nas etapas do funil de vendas (topo, meio e fundo de funil), pois além de serem uma boa ferramenta de atração, também podem ser utilizados para ajudar os leads a caminhar na jornada de compra, facilitando o trabalho da equipe de vendas.

Uma boa maneira de disponibilizar conteúdo é por meio de um blog, se a sua empresa ainda não possui, providencie o quanto antes!

Utilize o Inbound Marketing

Uma necessidade cada vez mais presente no mundo do empreendedorismo é adotar estratégias que sejam escaláveis, sustentáveis e que tragam resultados previsíveis. Para que isso seja possível, utilizar o Inbound Marketing é o mais indicado.

Adotar essa estratégia ajuda a reduzir o CAC, pois a sua essência é atrair potenciais clientes através de conteúdo relevante e não intrusivo (Ela combina muito bem com o marketing de conteúdo, que citamos acima).

Sua base está no conceito do funil de vendas e no fortalecimento do relacionamento com os leads ao longo de sua jornada de compra.

Com o Inbound Marketing é possível tornar a área de marketing da empresa mais empoderada, sendo responsável por todo o relacionamento com o lead antes dele chegar no fundo do funil, fazendo com que a área de vendas foque somente nas reais oportunidades!

Abra a cabeça para outras boas práticas e ferramentas

Com as dicas que foram fornecidas já é possível fazer muita coisa boa, porém a dica final é não parar por aí! Então, pesquise e procure entender quais outra boas práticas de marketing que estão sendo adotadas atualmente.

Você já pensou em, por exemplo, utilizar a automação de marketing para otimizar toda a jornada de compras dos seus potenciais clientes? Ou em adotar um acordo (um SLA – Service Level Agreement) entre as equipes de marketing e vendas em relação à entrega de leads qualificados? Já pensou também em fazer testes A/B para melhorar os resultados da empresa?

Pois bem, fique sempre atento à essas boas práticas que já estão consolidadas no mercado e também às novidades que podem surgir.

Dando mais atenção ao custo de aquisição de cliente, a empresa conseguirá analisar com mais precisão se seus investimentos estão dando certo. Como consequência disso, ela terá um negócio ainda mais competitivo no mercado além da possibilidade de cortar gastos desnecessários.

Gostou do artigo? Então agora leia sobre o ROI: Será que os seus investimentos estão trazendo um bom retorno?

taxa de conversãovendas. Afinal, ela é uma das coisas mais importantes para qualquer empresa. Porém, elas não irão aparecer do dia para a noite.

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Como aumentar a Taxa de Conversão das suas vendas?

Já falamos diversas vezes por aqui sobre temas relacionados à vendas. Afinal, ela é uma das coisas mais importantes para qualquer empresa. Porém, elas não irão aparecer do dia para a noite.

Já falamos diversas vezes por aqui sobre temas relacionados à vendas. Afinal, ela é uma das coisas mais importantes para qualquer empresa. Porém, elas não irão aparecer do dia para a noite.

Há todo um processo com etapas anteriores a ela, que se resume ao que chamamos de funil de vendas. Em negócios que possuem presença online, esse processo envolve transformar visitantes em leads (ou contatos) e posteriormente esses leads em clientes (através de vendas).

Portanto, principalmente para esses negócios é importante estar atento a esse processo, dar atenção a algumas métricas para entender como ele está funcionando e também verificar as ações que estão dando certo e as que não estão.

Dentre essas métricas, uma merece aquela atenção especial: a taxa de conversão. Nesse post, vamos apresentar mais detalhes sobre como lidar com essa métrica no funil de vendas de todo negócio. Continue acompanhando!

O que é taxa de conversão

A taxa de conversão pode ser considerada como a métrica que mede números relacionados à eficiência do funil de vendas. Para calculá-la é preciso estabelecer primeiramente um objetivo e então buscar os números que mostram o cumprimento desse objetivo.

Para facilitar, vamos exemplificar algumas situações.

Se um e-commerce define como objetivo transformar visitantes em clientes (visitantes que realizam compras), então vamos medir qual é a taxa de conversão de todos visitantes que se tornaram clientes em um certo período. A fórmula desse cálculo ficará assim:

Taxa de conversão = número de compras / número de visitas

Ou então, se uma empresa de tecnologia utiliza um blog como ferramenta de captura de leads através de uma newsletter, queremos saber qual é a taxa de conversão de visitantes para leads que se cadastram nessas newsletter. A maneira de calcular isso seria:

Taxa de conversão = número de inscritos na newsletter/número de visitas únicas

Lembrando que para calcular qualquer taxa de conversão deve-se ter como base um período de tempo (1, 30, 60 dias, por exemplo) e o seu resultado será apresentado em porcentagem.

Como exemplo de mercado, trazemos aqui a taxa de conversão de visitantes em vendas do segmento de e-commerce no Brasil, que em 2013 foi de 1,65%.

Taxa de conversão no funil de vendas

Explorando mais a fundo todo o conceito da taxa de conversão, que explicamos acima, vamos mostrar como lidar com ela no próprio funil de vendas.

Mas, primeiramente, precisa-se entender como ele é dividido para identificar onde estão os seus gargalos e aplicar melhorias no futuro.

A primeira parte do funil é chamada de Topo, que basicamente é a responsável pela geração de tráfego, ou seja, toda a atração de visitas do negócio. O topo do funil também é responsável pela transformação desses visitantes em leads.

Já o Meio do funil consiste em preparar os leads, que foram atraídos no Topo, para a venda. Ou seja, essa parte envolve a nutrição desses leads para ajudá-los a caminhar em sua jornada de compra. É indicado também trabalhar o conceito de lead qualificado nessa etapa.

Por fim, temos o Fundo do funil, que nada mais é do que a etapa responsável em transformar os leads qualificados da etapa anterior em Oportunidades e Vendas. O fundo do funil também ajuda com a retenção de clientes.

A importância da taxa de conversão

Hoje, com toda a mudança da cabeça do consumidor que utiliza mais a internet para tomar suas decisões de compra e os negócios utilizando cada vez mais o marketing digital para vender seus produtos e serviços, utilizar a taxa de conversão como ferramenta de acompanhamento de resultados é a melhor opção.

Aliás, essa opção se mostra fundamental para acompanhar o desempenho da empresa na geração de oportunidades e vendas online, pois apresenta resultados que são reais, mostrando inclusive quais são as estratégias que estão sendo eficazes na geração de visitas, leads, oportunidades e vendas, ou seja, todas as etapas do funil de vendas.

Além disso tudo, analisar a taxa de conversão em cada etapa do funil ajuda a identificar possíveis etapas que estão travando todo o desempenho do negócio. Podendo assim, direcionar o foco em estratégias e ações para essas etapas com a finalidade de “destravar” o funil.

Negócios que querem atingir uma alta performance com as vendas pela internet, não podem deixar de acompanhar as taxas de conversão do mesmo.

Como aumentar as taxas de conversão

Antes de darmos algumas dicas sobre como aumentar as taxas de conversão em cada etapa do funil, tenha em mente que mudanças não precisam ser feitas tudo ao mesmo tempo. Primeiramente, é possível identificar onde estão os gargalos e ir trabalhando em melhorias de uma etapa por vez.

Topo de Funil

No topo de funil, sugerimos que a empresa entenda a origem do seu tráfego (mídia paga, mídia orgânica, redes sociais, etc) e aplicar melhorias para as páginas mais acessadas de cada origem.

Assim, o visitante terá uma melhor experiência a partir do que está procurando, facilitando a sua conversão, deixando de ser um visitante para ser um lead.

Falando em melhorar a experiência do visitante, não deixe também de otimizar todos os Call-To-Actions do site ou blog, tanto em aspectos que envolvem o seu design quanto em facilidade de conversão.

Outra coisa que merece uma atenção especial é pensar constantemente em como capturar leads de outras maneiras. Temos como sugestão inicial, a utilização de pop-ups não intrusivos, porém há diversas outras ferramentas.

Por fim, é ideal que desde já ações de testes A/B sejam implementadas a fim de otimizar sempre o desempenho dessa etapa.

Meio de Funil

Assim como falamos anteriormente, o meio do funil é uma etapa essencial em preparar os leads para a compra, por isso, é preciso focar no engajamento deles com a empresa, fazendo com que consumam cada vez mais conteúdo, avançando em sua jornada de compra.

Por isso, em primeiro lugar é preciso entender a jornada de compra desse cliente, para que possa ser entregar a informação que ele está precisando no momento certo, visando auxiliá-lo nessa caminhada até tornar-se um cliente de fato.

Após definir a jornada de compra, utilize o poder da automação de marketing para nutrir esses leads da melhor maneira.

Com isso, é possível entregar o conteúdo certo de forma mais ágil, além de identificar pontos de aceleração dessa jornada, ou seja, é possível desenvolver estratégias em que o lead possa avançar etapas de forma mais rápida, ajudando na redução do seu ciclo de vendas.

Por fim, no meio do funil já é possível qualificar os leads conforme a sua interação nessa jornada com a finalidade de entregar os que são considerados “mais quentes” para sua equipe de vendas.

Fundo de Funil

Na última etapa do funil de vendas, não há muito segredo, nada mais é do que a entrega de oportunidades para a equipe de vendas e ajudá-los na abordagem desses leads.

A entrega de leads do marketing para vendas pode ser um assunto polêmico em algumas empresas, devido ao alinhamento do que é considerado um lead qualificado.

Para isso, muitas empresas utilizam a ferramenta do SLA – Service Level Agreement ou Acordo de Nível de Serviço – , que é basicamente um documento que define as regras de entrega de leads entre marketing e vendas, para não haver atritos nessa etapa.

Nessa etapa é interessante também entender qual é o número ideal de leads a serem entregues. A finalidade disso é equilibrar o volume e a qualificação para ajudar a equipe de vendas a ter uma melhor performance.

Por fim, nunca pare de produzir conteúdo! Ele é essencial também para auxiliar no fechamento de negócios, principalmente em momentos de de contornar objeções. Portanto, pense em como o marketing pode auxiliar a área de vendas nesse sentido também.

Como já falamos aqui, negócios que querem atingir uma alta performance com as vendas pela internet, não podem deixar de acompanhar as suas taxas de conversão a fim de otimizar todo o seu funil de vendas!

Gostou desse post? Que tal ler agora sobre Logística de E-commerce: A importância de fazer a gestão da loja online

ROI

ROI: Será que os seus investimentos estão trazendo um bom retorno?

Empreender pode ser considerado sinônimo de investir. É impossível pensar nessa atividade sem pensar nos diversos investimentos que um empreendedor precisa realizar.

Empreender pode ser considerado sinônimo de investir. É impossível pensar nessa atividade sem pensar nos diversos investimentos que um empreendedor precisa realizar.

No entanto, como saber se o investimento está trazendo retorno? Pensando em responder essa dúvida este artigo falará sobre o ROI, e como esse cálculo pode ajudar sua empresa.

O que é ROI?

ROI é abreviação do termo em inglês Return on Investment, que foi traduzido para o português como Retorno sobre o investimento.

O objetivo de calcular o ROI é revelar ao empresário o quanto de retorno ele teve sobre o valor que investiu, e, desse modo, descobrir se o investimento valeu ou não a pena.

Esse cálculo pode ser feito para qualquer atividade que a empresa desempenhou objetivando o lucro, como uma campanha de publicidade, por exemplo.

Por que calcular o ROI é importante?

Empresários devem dar atenção aos três “Ps” que garantem o sucesso de uma empresa: pessoas, produtos (ou serviços) e processos.

Quando falamos de pessoas estamos nos referindo à necessidade de transformá-las em consumidores. Produtos são o bem final produzido pela empresa e os processos envolvem todas as atividades desempenhadas para torná-los possíveis.

Uma empresa de sucesso busca eficiência constante, desse modo, monitorar seus processos, garantir a qualidade de seus produtos e atrair cada vez mais pessoas são palavras de ordem.

Os três pês são as três colunas que mantêm um negócio em pé.

Para alcançar um nível satisfatório de eficiência o empresário deve analisar os investimentos da empresa para pode aprimorá-los ou substituí-los.

Por isso é tão importante calcular o ROI.

Como se calcula o ROI?

O cálculo é simples:

ROI = ((Receita – Custos) / Custos) *100

Exemplo:

Sua empresa realizou uma campanha publicitária no valor de R$ 100 mil. Obteve uma receita de R$ 500 mil o cálculo do ROI seria:

ROI = ((500 – 100) / 100) * 100

ROI = (400 / 100) * 100

ROI = 4 * 100

ROI = 400

Transformando em porcentagem 400%. Ou seja, a empresa teve um retorno de 400% sobre o valor investido.

Dependendo das metas da empresa, esse resultado pode ser considerado um sucesso, mas também pode ser interpretado como ruim, se o objetivo era um retorno maior, por exemplo.

Por isso, é muito importante que os investimentos estejam alinhados com as metas do empreendimento. Desse modo, o empresário sabe o que deve esperar como retorno e o cálculo do ROI se torna mais objetivo.

É importante que no cálculo do ROI as receitas analisadas sejam aquelas relacionadas ao retorno do investimento calculado, e não as receitas totais da empresa.

A empresa pode ter obtido um aumento em suas receitas, devido a um investimento específico, enquanto outros fracassaram.

O tempo na equação do ROI

A empresa deve ter em mente que determinados investimentos demoram a trazer um retorno, são os chamados investimentos a longo prazo e têm como prioridade fortalecer a companhia para o cenário futuro.

Um grande investimento como a compra de máquinas pode ser um exemplo desse pensamento. Um investimento desse porte demanda uma grande quantia, mas ele não se pagará em um curto período de tempo, por isso a forma correta de analisá-lo é questionar seu tempo de vida útil e  o quanto ele produzirá nesse período.

Exemplo: sua empresa compra uma máquina no valor de R$ 150 mil. Essa máquina gera um aumento de R$ 1500 mensais na margem da produção. A vida útil do equipamento é de 15 anos, logo, nesse período ele gerará R$ 270 mil.

Calculando o ROI teríamos

ROI = (270 – 150) / 150) * 100

ROI = (120/150) *100

ROI = 0,8 * 100

ROI = 80%

Em 15 anos o investimento teria trazido um retorno de apenas 80%.

Todos os investimentos devem analisar o ROI?

Sim, afinal, quando se faz um investimento espera-se um retorno, mas nem sempre o empresário consegue entender isso.

Uma empresa que criou um espaço de lazer para agradar a seus funcionários calculará como o ROI?

Nesse caso, é interessante lembrar-se que para analisar alguma coisa é importante estabelecer critérios. Por isso, torna-se necessário fazer algumas perguntas, como:

  • O número de funcionário que pediu demissão diminuiu após a criação do espaço de lazer?
  • A produtividade aumentou?
  • O número de colaboradores afastados por doenças como estresse caiu?
  • O número de pessoas que indicam a empresa como “um bom lugar para se trabalhar” subiu?

Observando essas perguntas torna-se claro como todo investimento pode trazer ganhos para a empresa, mesmo os que não estão diretamente ligados à produção.

ROI no monitoramento dos processos

Como já explicamos em outros textos, monitorar os processos internos garante eficiência à empresa, no entanto, muitos empreendedores têm dificuldade em fazê-lo por não conseguirem calcular a qualidade desses processos.

O ROI pode facilitar essa tarefa, afinal, quando o empresário entende que todos os processos são frutos de investimentos, ele entende que esperar um retorno desses processos é mais do que compreensível.

Essa é uma das principais vantagens de se realizar esse cálculo: sua versatilidade. Do mesmo modo com que ele pode ser feito para aspectos amplos – como verificar se um anúncio na TV trouxe retorno –, ele também pode auxiliar à análise de questões específicas.

Erros comuns na hora de calcular o ROI

Além da falta de metas e a imprecisão na hora de levar em consideração investimentos a longo prazo – erros que já foram abordados neste artigo – outro erro comum na hora de calcular o ROI está ligado na projeção de retornos irreais.

Isso pode ocorrer quando a empresa não sabe dimensionar o mercado no qual está inserida e esquece-se de levar em conta aspectos como as empresas concorrentes.

Um exemplo: uma pizzaria tinha como objetivo um aumento de 500% em vendas. Essa empresa queria tornar-se a maior da cidade, por isso resolveu investir pesado em publicidade, realizando anúncios em jornais, rádios e TV.

A empresa queria tornar-se sinônimo de rapidez em suas entregas e qualidade. No entanto, ela esqueceu-se que existem diversas pizzarias de bairro, que podem entregar suas pizzas mais rápidos para os clientes que moram perto. Além disso, esses pequenos comércios resolveram realizar promoções para não perderem clientes em tempos de crise.

O consumidor optou pelo mais barato, pois para ele o importante é comprar a pizza, independente se a marca apareceu na mídia, ou não.

Esse exemplo serve apenas para a ilustrar a importância de levar aspectos externos em conta na hora de fazer investimentos e calcular um ROI específico, como uma campanha de publicidade, por exemplo.

Ignorar que existem empresas concorrentes, que também estão investindo, é um erro grave, que não pode ser cometido.

Além disso, a empresa não deve fugir de indicadores que demonstrem que algo deu errado.

Voltando ao exemplo da pizzaria, a empresa pode ter notado um grande aumento no número de ligações, o que indica que o investimento em publicidade foi um sucesso, certo? Errado!

Essas ligações não se converteram em vendas, portanto mesmo que a empresa tenha se tornado mais conhecida ela não atingiu seu objetivo de posicionamento de mercado.

Tenha cautela na hora de analisar os números, pois mesmos resultados positivos podem revelar que algo deu errado. São chamadas métricas de vaidade, elas indicam que algo na estratégia tomada deu certo, e podem induzir o empresário a continuar no caminho errado – imagine se essa pizzaria ignora a baixa conversão das ligações em vendas e continua r investindo em publicidade?

Não tenha meda de fazer mudanças

Pode ser difícil admitir que uma estratégia deu errado, mas a empresa deve evitar ter um comportamento intransigente.

Grandes companhias já cometeram erros e viram seus investimentos transformarem-se em grandes prejuízos. Isso pode acontecer. O que realmente importa é a posição que a empresa tomará para reverter isso.

Os números revelados pelo ROI podem alertar o empresário que algo deu errado, mas não podem mudar os resultados sozinho. Cabe à empresa decidir se abandonará a estratégia falha rumo à renovação.

Em resumo

Calcular o ROI deve fazer parte da rotina da empresa. Essa estratégia valida investimentos e ajuda na monitoração de processos – ajudando a aperfeiçoá-los, gerando economia à empresa e melhorando a qualidade do trabalho.

A busca pelo aperfeiçoamento constante faz com que a empresa atenda aos três “Ps” (pessoas, produtos e processos), que são considerados colunas de sustentação de uma empresa bem-sucedida.

No entanto, essa tarefa torna-se difícil se o empresário pouco conhecer sobre sua empresa e sobre o mercado no qual está incluído. O ROI é um complemento de uma análise constante que deve ser feita no empreendimento.

Estabelecer critérios de análise, em harmonia com as metas da empresa, tornará essa estratégia muito mais eficaz. Afinal, quando se faz um investimento deve-se ter em mente qual o retorno desejado.

O ROI pode ser feito em qualquer negócio, pois auxilia os processos financeiros, e esses processos estão presentes em todas as empresas.

Além disso, todo investimento, ainda que não esteja diretamente ligado à produção de bens e serviços deve ser analisado, pois mesmo que feito de forma despretensiosa ele pode trazer resultados à empresa.

Agora que você já sabe tudo sobre ROI, que tal saber quais são os 10 melhores livros sobre liderança?

logística de e-commerce

Logística de E-commerce: A importância de fazer a gestão da loja online

Modernamente, as lojas virtuais invadiram o mercado e alcançaram mesmo a preferência de muitos consumidores, principalmente os mais jovens, que fazem suas comprar através da internet, enquanto usam o computador ou notebook ou mesmo andando pelas ruas e acessando através de aplicativos móveis.

Modernamente, as lojas virtuais invadiram o mercado e alcançaram mesmo a preferência de muitos consumidores, principalmente os mais jovens, que fazem suas comprar através da internet, enquanto usam o computador ou notebook ou mesmo andando pelas ruas e acessando através de aplicativos móveis.

A logística é um tema de muita importância a ser tratado no e-commerce, considerando que não existe uma loja física, mas ainda é necessário armazenar e transportar mercadorias.

Leia o post e saiba um pouco mais sobre logística de ecommerce e sua importância!

O que é logística de ecommerce?

A logística do comércio eletrônico é chamada, apropriadamente, de e-logística. Trata-se de um conjunto de atividades que integram a cadeia logística do negócio e envolvem:

  • Recebimento e conferência dos produtos ou insumos;
  • Estocagem;
  • Movimentação dos produtos para a preparação do pedido (picking);
  • Atuação das transportadoras, empresas que se responsabilizam pelas entregas;
  • Rastreamento dos pedidos enviados;
  • Gerenciamento das entregas.

A e-logística se encarrega do planejamento e controle do armazém e do fluxo das mercadorias, bem como gerencia todas as informações relacionadas a elas, desde o ponto de partida até o ponto de destino. Através do rastreamento dos pedidos, o próprio cliente pode acompanhar a jornada de sua encomenda.

Por que ter uma logística?

O e-commerce precisa investir em logística para assegurar o crescimento de sua loja, a captação e, acima de tudo, a fidelização de clientes – a fidelização tem sido um dos principais objetivos dos empreendedores na atualidade, considerando a crise econômica e a necessidade cada vez maior de reduzir custos.

Para o consumidor, o prazo de entrega e o preço do frete são fatores relevantes no momento de escolher uma loja virtual.

Assim, a e-logística bem estruturada transforma-se em um diferencial valioso para qualquer empresa virtual.

O empreendedor deve ter produtos estocados suficientes para atender a demanda dos clientes que acessam seu site e prover a entrega dentro do prazo, buscando sempre alternativas para reduzir esse tempo.

Além disso, conseguir que o cliente pague menos pelo frete é uma estratégia que certamente vai atrair mais clientes e manter aqueles que já fizeram alguma compra na loja.

O valor do preço é um elemento do e-commerce que ainda representa desvantagem em relação ao comércio tradicional. Comprar um produto cujo valor do frete seja muito caro só é realmente vantajoso quando esse produto não existe na cidade do consumidor.

O gestor deve, portanto, considerar a e-logística como fundamental para seu negócio e não deixar para tratar dos assuntos que a envolvem somente no último momento.

É preciso fazer um planejamento eficiente, ou seja, desenvolver operações logísticas que satisfaçam as necessidades de sua loja virtual.

Terceirizar a logística vale a pena?

A princípio, a própria loja poderá gerenciar a e-logística, já que a quantidade de pedidos será relativamente baixa.

A gestão interna não será tão sobrecarregada com a organização e a estruturação dos processos já citados, como recebimento, estocagem, controle dos pedidos, processo de entregas.

Mas, à medida que seu comércio for crescendo, talvez terceirizar as operações logísticas seja a melhor opção para evitar erros e desperdícios, reduzir custos, garantir o cumprimento dos prazos de entrega e, finalmente, deixar o cliente satisfeito.

Veja os benefícios da terceirização:

  • Interface de gestão da plataforma logística, ou seja, qualquer pedido feito no site de sua loja será considerado;
  • Depois de enviado o pedido, tanto o cliente quanto a loja poderão rastrear o produto;
  • A logística se encarregará do recebimento, estocagem e controle das mercadorias, realizando ainda o empacotamento e envio das encomendas;
  • A logística reversa será efetuada com mais eficiência, ou seja, cada mercadoria devolvida será reintegrada ao estoque ou será descartada caso não possa ser reintegrada;
  • Variedade nas opções de entrega, como Econômica, Expressa e outras, pois haverá maiores chances de serem feitas parcerias vantajosas com as transportadoras, garantindo melhores valores de fretes para o cliente.

Quais são os fatores que envolvem a gestão de logística de ecommerce?

O gerenciamento da logística em um comércio virtual pode sair muito caro para a empresa.  Por isso, o empreendedor não pode vacilar quanto a isso, incluindo os valores relacionados a ela nos custos totais do negócio.

Necessariamente, a e-logística deve estar integrada ao processo de tomada de decisões.

Com o avanço dos recursos digitais, a logística tornou-se dependente deles para ser dinâmica e eficaz. Há muitas soluções tecnológicas que podem te ajudar a gerenciar com sucesso a logística de sua loja virtual.

Entre essas ferramentas, podemos citar softwares para gestão de estoque, que facilitam o controle de entrada e saída de pedidos conforme as compras realizadas e os despachos.

Recomenda-se o uso de uma metodologia de identificação de produtos mais modernizada, como a identificação por ondas de rádio. Mas a maneira mais tradicional do código de barras ainda se mostra eficiente para a maioria das lojas.

Enviar o código de rastreamento para o cliente faz parte do processo de gerenciamento e é fundamental. O cliente sente-se mais seguro e confiante que seu produto chegará em suas mãos.

Certifique-se de contar com os serviços de uma boa transportadora, capaz de atender as necessidades de seu e-commerce e as exigências de seus clientes.

Para entregas próximas, pode manter um veículo menor, assegurando que no mesmo dia a mercadoria chegará à casa do cliente – e, sempre que possível, dispense o custo com transporte da conta dele.

A opção de retirada no local é outra estratégia usada por lojas virtuais para satisfazer o consumidor, evitando custos com veículo e sendo uma opção para as pessoas que saem muito, atrapalhando a entrega a domicílio.

A terceirização pode ser uma boa opção para agilizar as atividades logísticas de sua empresa e aumentar a eficiência de todas as operações.

No entanto, independentemente de você optar pela gestão através de uma plataforma interna ou pela terceirização, a e-logística será um diferencial positivo para sua loja virtual.

Conclusão

Enfim, se você possui uma loja virtual e ainda não está se organizando devidamente para os fluxos logísticos, é hora de mudar.

A e-logística envolve custos, sem dúvida; mas, a médio e a longo prazo, você vai perceber que investir nela vai resultar em crescimento e economia para a empresa.

Somente assim, sua loja terá condições de permanecer ativa, competindo em um segmento especial que não para de crescer e que vem complementando e substituindo o comércio tradicional: o comércio eletrônico.

Aproveite para ler o post “O que é e-commerce? Vale a pena ter uma loja virtual?

livros sobre liderança

Os 10 melhores livros sobre liderança para bons líderes

O ano está quase acabando, mas ainda dá tempo de tirar planos do papel e construir hábitos que determinarão o seu sucesso em 2017.

O ano está quase acabando, mas ainda dá tempo de tirar planos do papel e construir hábitos que determinarão o seu sucesso em 2017.

Se a sua meta é se tornar um líder melhor e aprimorar as suas práticas de gestão, principalmente, quando se trata do próprio negócio, a leitura pode ser uma grande aliada.

Livros sobre liderança que tem muito o que ensinar para um empreendedor

Para te ajudar, reunimos os dez melhores livros sobre liderança que vão impulsionar a sua carreira!

7 Hábitos das pessoas altamente eficazes (Stephen Covey)

Stephen Covey se transformou em um dos autores mais influentes do século no mundo dos negócios, graças a este livro sobre liderança.

A sua proeza foi fugir do que o restante estava fazendo ao prometer fórmulas milagrosas para alcançar o sucesso e se focar em aspectos realmente eficazes para estimular profissionais a melhorarem o seu desempenho.

E, como empreendedor, você já deve saber que os hábitos podem determinar a sua vitória ou fracasso. Mas você sabe em quais deles se focar? Ou quais deles deve mudar?

Em os “7 Hábitos das pessoas altamente eficazes”, Covey responde a essas perguntas e traz outras dicas para que o líder seja capaz de aprimorar sua personalidade, criar objetivos alcançáveis, atuar melhor em equipe e se renovar continuamente para alcançar o sucesso que deseja.

 A essência do líder (Warren Bennis)

O que torna alguém um bom líder? Com essa pergunta, o autor Warren Bennis entrevistou dezenas de gestores que se destacavam na sua área de atuação – de executivos a cientistas, em busca dos aspectos que transformam pessoas comuns em líderes natos.

O resultado foi um livro com diversos pontos de vista sobre a verdadeira essência da liderança e os maiores segredos para motivar equipes, influenciar pessoas em prol de um mesmo objetivo e criar um legado.

21 leis irrefutáveis da liderança (John Maxwell)

O exercício da liderança é vital para qualquer aspecto da nossa vida, até mesmo fora do ambiente de trabalho. Mas para quem assume esse papel ainda é um desafio equilibrar o conhecimento teórico e as demandas do mundo real.

Com o objetivo de ajudar profissionais a desenvolverem técnicas próprias de atuação e melhorar as suas práticas de liderança, John Maxwell criou 21 leis irrefutáveis que podem ser aplicadas facilmente no dia a dia.

Sua linguagem direta e arrebatadora tornou o autor um dos maiores especialistas na formação de novos líderes e no desenvolvimento de carreiras.

Como fazer amigos e influenciar pessoas (Dale Carnegie)

Todas as empresas são feitas de pessoas. E foi seguindo essa premissa que Dale Carnegie criou um dos melhores livros sobre relacionamentos interpessoais.

Mesmo lançado em 1936, a obra traz conceitos atuais para que os profissionais aprendam a lidar com pessoas e influenciá-las de maneira positiva.

Ágeis e inovadoras (Adam Bryant)

Você já imaginou quais são os maiores segredos de CEOs para vencer a competição do mercado e levar as suas empresas ao topo? Adam Bryant, editor do jornal The New York Times, acabou com essa dúvida no livro “Ágeis e inovadoras”.

Uma série de entrevistas com mais de 200 líderes de grandes e pequenas empresas, ao longo da sua carreira, se transformaram em um manual elucidativo e inovador.

Nele as melhores, e piores, experiências desses profissionais se transformaram em dicas valiosas para quem também deseja chegar ao topo.

Gestão da emoção (Augusto Cury)

Nem só de conhecimento técnico e um currículo recheado se faz um bom profissional.

A inteligência emocional é uma das armas mais importantes para quem deseja melhorar o desempenho em qualquer área, se destacar da concorrência e sobreviver diante de situações de crise.

Em “Gestão da emoção”, o psiquiatra e escritor Augusto Cury apresenta técnicas simples para que os leitores administrem melhor as suas emoções e encontrem o equilíbrio necessário para enfrentar as desgastantes demandas profissionais, situações de estresse e os desafios que o mercado venha a trazer.

Inteligência emocional (Daniel Goleman)

Também baseado no conceito de inteligência emocional, Goleman transformou os seus estudos científicos sobre o cérebro humano em lições valiosas para enfrentar o árduo mundo corporativo.

Ao destacar a importância do equilíbrio na tomada de decisões e relacionamento com pessoas, o livro vem servindo como uma verdadeira “bíblia” para líderes que desejam aumentar o seu desempenho, otimizar o relacionamento com a família, e melhorar a própria qualidade de vida.

Criatividade S.A: superando as forças invisíveis que ficam no caminho da verdadeira inspiração (Ed Catmull e Amy Wallace)

Inovação é a palavra da década no mundo empresarial. Talvez a palavra do século. Mas trazê-la para o dia a dia de uma empresa não é uma tarefa fácil.

Com uma vasta experiência como CEO da produtora Pixar Animation, e amigo de Steve Jobs – uma das mentes mais inovadoras do mundo, Ed Catmull apresentou os melhores caminhos para que os líderes se tornem ainda mais criativos no livro “Criatividade S.A”.

Leitura indispensável para quem deseja implementar a cultura da inovação no seu ambiente de trabalho e potencializar o alcance da sua empresa!

Um novo jeito de trabalhar (Laszlo Bock)

O Google integrou por sete anos a lista mundial da revista Fortune como uma das “melhores empresas para se trabalhar”. Com escritórios que mais parecem parques de diversão e uma política de horários mais flexíveis, a organização criou não apenas um império da tecnologia, mas um novo jeito de trabalhar. Que inspira

E através desse case de sucesso, o vice-presidente de RH da multinacional, revela como os líderes podem reter talentos, promover a criatividade, gerar satisfação e aumentar o desempenho dos seus colaboradores através de um pensamento “fora da caixa”.

Geração de Valor 2: plantando sonhos, colhendo conquistas (Flávio Augusto da Silva)

Empreendedores que desejam se transformar em grandes líderes se encantarão com um dos livros sobre liderança mais verdadeiros e inspiradores da nossa geração.

Escrito pelo empresário brasileiro Flávio Augusto da Silva, criador da escola de idiomas Wise Up, e dono do clube de futebol norte-americano, Orlando City, a sequência do livro “Geração de Valor” traz uma abordagem diferenciada sobre o sucesso como algo que qualquer um pode aprender.

Vindo de uma família simples da periferia do Rio de Janeiro o autor revela, através de textos e charges, uma jornada como empreendedor marcada por percalços, mas muito longe do modelo imposto pelo senso comum.

E você, já leu algum desses livros sobre liderança? Não deixe de conferir as nossas dicas para empreender e liderar com sucesso. Muitas delas foram inspiradas no que aprendemos com a leitura das indicações desse post!

consultor financeiro

Reais motivos para ter um consultor financeiro na sua empresa!

Quando o assunto é a saúde financeira de uma empresa muitos empreendedores resumem esse processo ao saldo bancário. Se está positivo é sinal de que tudo vai bem.

Quando o assunto é a saúde financeira de uma empresa muitos empreendedores resumem esse processo ao saldo bancário. Se está positivo é sinal de que tudo vai bem.

A preocupação começa a surgir quando o saldo se apresenta negativo. Se você pensa de modo semelhante talvez esteja na hora de procurar um consultor financeiro.

Consultor financeiro: o que faz?

Esse profissional oferece um olhar apurado para auxiliar os administradores de um negócio a tomarem as melhores decisões relacionados aos processos financeiros de uma empresa.

É muito difícil que apenas uma pessoa tenha conhecimento sobre todas as necessidades de um empreendimento – Comunicação, Marketing, Logística, Informática, Publicidade, Recursos Humanos, por exemplo – nesses casos o comum é que a empresa contrate um profissional especializado para cada função. Por que isso não ocorre com as finanças?

Em geral, por falta de confiança. Empreendedores acreditam que devem ser os responsáveis por essa tarefa, o problema é que nem sempre suas decisões estão ancoradas em aspectos técnicos, o que pode levar a prejuízos.

Como o próprio nome diz, um consultor financeiro vai oferecer suporte técnico para as decisões financeiras da empresa. Não se trata de um gerente ou CEO, por exemplo.

Sua função é aconselhar os profissionais que desempenham papel de tomadores de decisões nos negócios.

Mas, afinal o que são os processos financeiros?

De modo geral podemos definir os processos financeiros como as atividades realizadas dentro da empresa, que envolvem finanças, e que são essenciais para que o empreendimento realize suas operações, levando até a criação de um produto – ou serviço – final.

Exemplos de processos financeiros:

  • Contas a pagar e a receber

Processo responsável pelo pagamento à credores e pelo recebimento de contas. É desempenhado pela Tesouraria da empresa.

  • Captação de recursos financeiros

Processo que têm como objetivo diminuir os custos financeiros da empresa, por meio do alinhamento das linhas de crédito à disposição da empresa e seu caixa. Também é realizado pela Tesouraria.

  • Controle de estoque

Processo que gerencia a entrada e saída de mercadorias da empresa. A parte física, como o transporte, é realizada pela Logística da empresa, a parte financeira, por sua vez é feita pela área contábil.

  • Gestão patrimonial:

Processo que monitora e atualiza os valores patrimoniais da empresa, verificando se houve algum tipo de depreciação nesses valores.

  • Comunicação Financeira:

Processo que informa às pessoas interessadas as mudanças financeiras da companhia, como aquisição de outra empresa, ou fusão.

Tem como objetivo dar visibilidade ao negócio, demonstrando que o empreendimento tem saúde financeira e pode ser um bom investimento.

Esses são alguns dos processos financeiros de uma empresa. Logicamente que eles podem sofrer modificações de acordo com cada negócio. Dependendo do porte da empresa alguns processos podem nem mesmo existirem.

O importante é demonstrar que as finanças requerem atenção, pois cada processo tem uma importância estratégica na empresa.

Como um consultor financeiro pode ajudar?

Desde que uma pessoa decide empreender, é natural que ela inicie uma busca por informação e, conforme o negócio avança, a busca continua, afinal, surgem novas demandas. Um consultor financeiro preenche as lacunas de informação relacionas às finanças.

Dívidas são um grande problema que os empresários podem enfrentar, mas o interessante é analisar como elas surgem. Normalmente são resultados de decisões equivocadas.

Compra de equipamentos

O consultor financeiro pode ajudar o empreendedor a realizar a melhor compra de equipamentos. Afinal, esse é um importante investimento.

Adquirir equipamentos caros deve ser um gasto que se justifique. A empresa deve comprar o que precisa, e sempre pensando em fazer um bom negócio, por isso o setor de compras deve estar atento.

Além disso, o empresário deve questionar-se sobre qual o retorno esperado pela empresa com a aquisição. Haverá um aumento na produção?

O consultor financeiro, nesse caso, pode convencer o empreendedor a não adquirir novos equipamentos, caso verifique que o investimento não se pagará.

Empréstimos

Existem linhas de crédito específicas para cada momento – e porte – da empresa. Mas como escolher? Essa relação empresário e instituição financeira pode não ser a mais adequada para a empresa.

O intermédio de um consultor financeiro pode facilitar o diálogo entre as partes, fazendo com que o melhor produto financeiro seja escolhido.

Em alguns casos o empresário pode estar agindo por impulso. Não é incomum a aquisição de empréstimos para fazer uma expansão da empresa, o problema é que o crescimento de mercado imaginado pelo empresário pode não existir, transformando o empréstimo em um mal negócio.

Investimentos

Diversificar os investimentos da empresa pode ser uma saída interessante para lidar com momentos de turbulência na economia. Mas essa estratégia deve ser bem planejada.

Um consultor financeiro pode ajudar a descobrir o quanto a empresa pode investir – sem que isso coloque-a em risco – além de decidir qual investimento trará maior rentabilidade, com o menor risco.

Caso o investimento tenha um objetivo definido – como custear uma compra – o consultor financeiro ajudará os empresários a analisarem se um investimento mais arriscado deve ser levado em consideração.

Quem pode ser consultor financeiro?

No geral esses profissionais devem ter formação acadêmica em áreas ligadas à Administração de Empresas, além de experiência comprovada.

Para facilitar a escolha dos empreenderes, organizações oferecem certificação para consultores financeiros. O Sebrae é uma delas.

É recomendável que o consultor financeiro escolhido tenha certificação, ou faça parte de uma empresa especializada, com experiência de mercado.

Ter esse profissional como colaborador fixo da empresa pode ajudar a repensar os processos financeiros antigos do negócio, ajudando-a a realizar modificações sempre que necessário.

Em resumo

Cuidar dos processos financeiros da empresa é uma tarefa importante, e nem sempre o proprietário pode desempenhá-la.

Assim como outras atividades que fogem do seu conhecimento, o cuidado com as finanças pode exigir o trabalho de um especialista. Justificando a contratação de um consultor financeiro.

Essa contratação pode ser específica para a tomada de uma decisão estratégica, ou esse profissional poder fazer parte do grupo de colaboradores da empresa. Cabe a cada empreendimento analisar suas necessidades.

O que não se recomenda é ignorar a assessoria do consultor financeiro.

Quer contratar bons profissionais de marketing e vendas? A nossa dica, na hora de contratar, é visitar o site Rock Jobs.

marketing viral

Impulsione o sucesso do seu negócio usando o Marketing Viral!

O marketing se apresenta em várias formas visando a objetivos distintos. Cada abordagem utiliza determinados recursos em busca de gerar os resultados desejados. Há opções como o marketing digital, o inbound e o outbound marketing.

O marketing se apresenta em várias formas visando a objetivos distintos. Cada abordagem utiliza determinados recursos em busca de gerar os resultados desejados. Há opções como o marketing digital, o inbound e o outbound marketing.

Mais recentemente, uma modalidade tem se tornado uma verdadeira febre: o marketing viral. Embora não seja uma invenção atual, é com o poder das redes sociais e seu alcance que essa opção tem apresentado desempenhos cada vez melhores, inclusive impulsionando negócios que o utilizam.

Ficou curioso? Então continue lendo e descubra tudo sobre esse assunto para fazer o seu negócio decolar.

O que é marketing viral?

O marketing viral é composto de um conjunto de estratégias que fazem com que o público-alvo não apenas goste ou se identifique com a mensagem, mas que também engajam o usuário de modo que ele repasse a peça de marketing.

O termo viral faz referência justamente à rapidez com que tudo acontece, exatamente como quando um vírus se instala em um organismo. Esse tipo de ação tem um prazo de validade mais curto, mas pode oferecer ótimos resultados para o negócio se for feito da maneira certa.

Quais os tipos de marketing viral?

Quanto aos tipos de marketing viral, há algumas formas de colocá-lo em prática e a forma de propagação da mensagem pode ser do tipo:

Repasse orgânico

Esse tipo de marketing viral acontece quando as pessoas repassam o conteúdo porque acharam engraçado, original ou relevante.

É uma das formas mais comuns de marketing viral e acontece quando milhares de pessoas compartilham uma publicação no Facebook ou enviam links de um vídeo para amigos.

A mensagem pode fazer alusão ao compartilhamento (como “Compartilhe com os seus amigos” ou “Marque um amigo nessa foto”) ou  pode ser divulgada de maneira completamente espontânea.

Incentivado

O marketing viral também pode ser do tipo incentivado como ao oferecer algo mediante o compartilhamento de uma mensagem.

Há algum tempo, surgiram opções que exigiam um compartilhamento no Twitter de um artigo para que ele pudesse ser lido, por exemplo. Isso aumentava o poder de viralização de forma incentivada.

Outra possibilidade em relação a esse marketing incentivado é a participação em promoções. Opções como “Compartilhe a foto para participar” são exemplos desse tipo de abordagem.

Oculto

Em algumas vezes, uma peça de marketing se torna viral sem que haja, a princípio, uma marca explicitamente associada a isso. Um dos exemplos mais recentes é o do case de “A Vida de Robson”.

Durante algumas semanas, foram espalhadas mensagens sobre um personagem fictício chamado Robson. Eventualmente, revelou-se ser uma ação da Associação Brasileira de Out of Home (ABMOOH).

Em 2014, a Smirnoff lançou uma campanha com a hashtag #umbrindeavidareal que viralizou nas redes e fora delas por algumas semanas antes que a verdade fosse revelada.

Essa é uma forma de gerar interesse e curiosidade e aumentar o poder de viralização para, então, revelar a marca por trás de cada ação.

Por que investir?

Com cada vez mais as redes sociais desempenhando um papel importante na vida dos consumidores, o marketing viral se tornou, ainda mais, uma opção entre os times de marketing.

O investimento nesse tipo de estratégia traz benefícios como:

Aumento do alcance

A viralização de um conteúdo ou campanha garante um grande alcance que é atingido, em sua maioria, de maneira orgânica. Isso traz mais atenção para a marca, além de gerar possivelmente novas oportunidades de negócio.

Se o que viraliza é um conteúdo do blog da empresa, por exemplo, isso resulta em muito mais tráfego e potencialmente novos leitores fiéis.

Caso a publicação de uma rede social seja o que viralize, aumentam as chances de conseguir novos curtidores e, com isso, um público mais amplo.

Redução dos custos

Ao investir em marketing viral é impossível prever quais vão ser os resultados — e essa é uma coisa boa.

Como as métricas podem simplesmente disparar e explodir, o resultado é que o negócio pode ganhar muito com um conteúdo viral, o que leva a um grande retorno de investimento.

Para conseguir os mesmos resultados em uma campanha tradicional, por exemplo, seria necessário pagar caro para conseguir o alcance de uma campanha viral. Com isso, há uma otimização dos custos.

Grande acessibilidade

Em geral, investir em marketing viral é uma possibilidade acessível para praticamente toda empresa, independentemente do seu tamanho e da sua área de atuação. Com isso, não é preciso gastar muito e nem ter uma equipe complexa para conseguir bons resultados.

Para driblar a crise ou vencer a concorrência em mercados muito ocupados, por exemplo, trata-se de uma excelente estratégia.

Marketing viral x boca a boca: quais as diferenças?

Diante da definição, pode parecer que marketing viral e boca a boca (ou word of mouth, em inglês) são a mesma coisa, mas a verdade é que parte do sucesso de uma campanha viral depende de entender a diferença entre eles.

Enquanto o marketing boca a boca é uma divulgação espontânea e mais limitada dos serviços e experiências, o marketing viral tende a ser mais explosivo e pode atingir um alcance muito maior.

Além disso, a marca tem um certo poder de controle sobre a mensagem que viraliza. Sendo uma campanha ou uma peça, foi a marca quem produziu e que fez pensando no público — ainda que não tenha sido voltada para a viralização.

Já o marketing boca a boca está mais relacionado à experiência e à percepção do cliente sobre o produto ou serviço, criando mensagens que são mais incontroláveis e que podem ser boas ou ruins.

De uma forma geral, o marketing boca a boca é mais voltado para o debate e engajamento de outras pessoas com a marca em si, enquanto o marketing viral tem mais a ver com a divulgação da mensagem e com o engajamento com ela.

Como fazer?

O marketing viral depende da identificação do público com a mensagem e de seu engajamento em transmitir o que a empresa diz. Por isso, não existe fórmula ideal que garanta que um conteúdo vá viralizar.

Mesmo assim, algumas dicas ajudam a conquistar um conteúdo com grande poder de viralização e dentre elas estão:

Fique de olho nas tendências atuais

Pode reparar: muitos dos conteúdos virais na internet têm a ver com assuntos atuais e que estão em alta entre o público. Ao utilizar esses conteúdos, fica mais fácil conseguir a repercussão desejada.

Dá para usar desde notícias do mercado até imagens divertidas que estejam fazendo sucesso — os famosos memes. Isso cria uma conexão com o público, que acaba sendo estimulado a compartilhar a mensagem.

Entenda o seu público

Assim como na hora de desenvolver um produto ou usar técnicas de vendas, para criar uma campanha de marketing que seja viral é fundamental entender o seu público. É preciso conhecer seus interesses e necessidades, mas, principalmente, o seu perfil de compartilhamento.

Ao entender que tipo de mensagem ressoa com o seu público fica mais fácil criar elementos que consigam o compartilhamento em série.

Invista em emoções

Fazer alguém rir muito ou se emocionar a ponto de chorar com a sua campanha de marketing é uma das formas mais efetivas de conseguir a viralização do conteúdo.

Emoções de quase todos os tipos, como empatia, surpresa e alegria, funcionam muito bem para que a mensagem se propague.

Porém, ao mesmo tempo é importante tomar cuidado com emoções negativas. Algo que inspire a raiva ou a dúvida em seus clientes pode até se tornar viral, mas provavelmente causará danos à imagem da empresa.

Invista em simplicidade e criatividade

Não é incomum ver um vídeo de campanha altamente produzido que perde em visualizações, alcance e engajamento para uma imagem mais simples e que parece ter sido feita na pressa.

O motivo é que, na maioria das vezes, conteúdos mais fáceis de serem absorvidos são mais compartilhados e se tornam virais mais facilmente.

Além de pensar nisso, também é importante investir na criatividade. Não adianta copiar o que está sendo viral (afinal, isso as pessoas já compartilharam), pois é preciso inovar e trazer algo inesperado.

Assim, pense fora da caixa, saia do lugar e crie algo que ninguém mais está fazendo para atrair a atenção de quem deseja compartilhar.

Não se foque na propaganda

Tudo bem, o marketing viral tem como objetivo de, alguma forma, promover sua marca e seus produtos, mas ela não deve se focar exclusivamente nisso.

Dificilmente alguém vai compartilhar um vídeo que fala apenas sobre seu produto, suas funcionalidades e seu preço.

Em vez disso, ao criar uma mensagem que vá além é possível conseguir resultados mais interessantes.

Por isso, não se foque em apenas fazer uma propaganda do produto, mas, sim, em criar algo memorável para quem será atingido.

Conclusão

O marketing viral é uma forma de conseguir que a mensagem criada pela sua marca seja divulgada de maneira ampla, gerando mais atração e interesse.

Embora não haja fórmulas ou garantias de viralização, investir em conteúdos compartilháveis, criativos e que consigam ir além da propaganda normalmente são estratégias que funcionam bem para gerar resultados que impulsionam o negócio.

Uma das bases do conteúdo viral é disparar gatilhos no público. Para saber tudo sobre o assunto, veja nosso artigo com tudo o que você deve conhecer sobre os gatilhos mentais.

taxa de conversão de e-commerce

Como aumentar a taxa de conversão de e-commerce?

Falar sobre a taxa de conversão de e-commerce é falar sobre atingir mais leads em menos tempo utilizando menos recursos.

Falar sobre a taxa de conversão de e-commerce é falar sobre atingir mais leads em menos tempo utilizando menos recursos.

E essa é uma questão crucial para o pequeno empreendedor, já que ele é justamente quem empreende com pouco dinheiro, quase sem tempo e precisa chegar a muitas pessoas, se quiser assegurar que o seu negócio sobreviva.

Quer entender como reunir esses três fatores e melhorar a taxa de conversão do seu comércio virtual sem precisar fazer um investimento astronômico e nem passar o dia inteiro na frente do computador? Saiba como:

O que significa a taxa de conversão de e-commerce

Se você é novo neste blog e no mundo dos empreendimentos, pode ser que ainda não conheça alguns termos que acabou de ler na introdução deste texto.

A taxa de conversão é algo muito importante para o marketing digital. Ela indica o número de pessoas que se aproximam de alguma forma do seu site — e, logo, ficam mais próximas de se tornarem seus clientes também.

Isso, normalmente, é feito com formulários que recolhem o nome e endereço de email dessas pessoas, oferecendo algo em troca. Pode ser algum material para leitura ou, como é mais comum no e-commerce, cupons de desconto.

Ao preencher esses formulários, essa pessoa se torna uma lead, isto é, vai receber emails da sua empresa regularmente e pode vir a comprar seus produtos.

No caso das lojas virtuais, essas visitas de desconhecidos tanto podem ser convertidas em leads como também em vendas. Afinal, esse cliente potencial que encontrou o seu site pode achar o que procura e comprar ou optar por apenas assinar a sua newsletter e se manter informado.

Dicas para aumentar sua taxa de conversão

Qualquer que seja o caso, há técnicas para aumentar a conversão de um e-commerce. Separamos aqui algumas das formas mais simples de fazê-lo, mas há outras comuns e também muitas que ainda vão ser criadas.

Aliás, a originalidade é um ponto crucial para o sucesso de um negócio. Quem sabe estas dicas não te inspiram também a criar maneiras de converter gastando pouco tempo e dinheiro?

1. Capriche na parte visual

O visitante que chega no seu site vai formular uma opinião imediata sobre aquilo que vê. O design da sua loja virtual pode passar uma impressão confiável, intuitiva e fácil de entender ou suja e amadora.

Considerando que a sua proposta seja fazer muito gastando pouco, é provável que você não esteja disposto a contratar um web designer para cuidar dos aspectos visuais do seu site. Portanto, redobre o cuidado quando for escolher um template na sua plataforma favorita. O layout de uma loja virtual é um dos responsáveis diretos pela sua taxa de conversão.

2. Prefira sites responsivos

E por falar em layout, é de extrema importância que toda a parte visual do seu site apresente o mesmo desempenho em smartphones e tablets. Hoje, o número de usuários de dispositivos móveis já ultrapassou o de pessoas que navegam no computador.

Portanto, a sua página deve se ajustar à tela desses aparelhos, se você não quiser perder aquele cliente que pretende adquirir um de seus produtos de dentro do ônibus ou no trabalho, no intervalo de almoço.

3. Torne a navegação suave no seu site

Sites que travam, são pesados ou demoram para abrir também não vão ajudar em nada. Se precisar simplificar algumas coisas em nome da fluidez da navegação, faça-o.

4.  Seja bem detalhista na descrição dos produtos

Comprar online tem diversas vantagens, mas há um aspecto das lojas tradicionais que dificilmente será superado: aqueles minutos em que o cliente experimenta o produto nas próprias mãos.

Para contornar esse problema, o ideal é que você ofereça inúmeras informações sobre o item que está à venda: fotos, informações técnicas, vídeos de testes do produto e muito mais.

5. Inclua a opinião de outros clientes

Para alguém que está na iminência de realizar uma compra, a opinião de outra pessoa sobre o mesmo produto conta muito. Essa é uma funcionalidade que, definitivamente, vale a pena incluir na sua loja virtual, se você quiser converter visitantes em vendas muito mais facilmente.

6. Disponibilize informações que gerem credibilidade

As pessoas estão mais inclinadas a confiarem em e-commerces de enormes cadeias varejistas. Por outro lado, elas podem desconfiar dos seus serviços, enquanto o seu site for pouco conhecido e não tiver se estabelecido no mercado.

Isso reforça a importância dos selos de qualidade e outras informações. Procure disponibilizar certificados do tipo SSL (do inglês Service Sockets Layer), um tipo de protocolo de segurança que é utilizado internacionalmente para atestar que a troca de informações sigilosas num certo website é segura.

Seu cliente também vai se sentir mais seguro se houver links para a sua política de privacidade e reembolso, número de telefone, email, canais de comunicação nas redes sociais e outras informações que demonstrem o seu cuidado e seriedade com as transações do seu e-commerce.

7. Faça remarketing

O custo de aquisição de um novo cliente é muito mais alto do que o que você gasta para que um cliente antigo faça outra compra com você. Este último procedimento é conhecido como remarketing.

Já que o ponto aqui é conseguir gerar mais vendas ou leads gastando pouco dinheiro e economizando tempo, vale oferecer opções para quem já comprou com você: descontos para uma segunda compra, brindes e promoções vão trazer de volta esse consumidor que, além de tudo, já venceu a desconfiança de adquirir um produto numa loja que não conhecia.

8. Dê muita atenção ao carrinho de compras

Algumas dicas ajudam a evitar que os seus clientes iniciem uma compra e a abandonem no meio. A primeira, é remover todo e qualquer elemento que cause dispersão nesse momento.

Por exemplo: a partir do momento em que alguém clicou no botão “comprar” e o processo do carrinho teve início, não há mais necessidade de menus suspensos, botões de compartilhamento, anúncios e outras coisas do tipo tirando a atenção daquilo que realmente importa, não é mesmo?

Mas fique atento a um detalhe: um dos motivos pelos quais um cliente pode abandonar um carrinho é a falta de confiança no seu site. Então, vale a pena manter os links que citamos no item 5 destas dicas.

9. Faça email marketing de qualidade

A maior parte das pessoas que acessam sua loja virtual não vai comprar da primeira vez. Portanto, elas devem entrar naquela outra categoria de conversão de que falamos.

Suas leads devem receber emails regularmente — lembre-se de não pecar pelo excesso nem pela falta: nada de entulhar a caixa de entrada delas — seja para informar sobre promoções de produtos ou apenas para compartilhar informações que sejam do interesse delas.

10. Invista em SEO

Claro que para que a taxa de conversão cresça, é necessário, primeiro, que muita gente chegue até o seu site. Por isso é que é indispensável investir em SEO (Search Engine Optimization ou Otimização Para Motores de Busca).

Basicamente, o SEO garante que quem pesquisar por um determinado produto na página de buscas do Google vai encontrar o seu site no resultado dessas buscas.

Anúncios do Google AdWords são uma boa forma de começar, mas há maneiras um pouco mais complexas e muito mais recompensadoras de conseguir tráfego espontâneo para a sua loja virtual.

11. Crie uma estratégia que envolva ciclos de compra

Se você vende, digamos, medicamentos, peças ou acessórios para automóveis — que devem ser trocados periodicamente — ou qualquer outra coisa que exija que o cliente compre em ciclos, envie emails periódicos lembrando-o de que o ciclo está acabando e oferecendo uma nova unidade do mesmo produto!

12. Sempre ofereça algo que valha o que você pede

Ao pedir o endereço de email de um cliente nos seus formulários, você deve oferecer algo em troca. Pode ser um cupom de desconto, algum material do interesse dele ou um brinde.

O importante é não se esquecer de que ele vai precisar de um incentivo para fornecer seus dados para você.

13. Tenha um blog para ajudar na estratégia de marketing

Se puder colocar um pouco mais de tempo a serviço da sua loja virtual, vale a pena ter um blog que ofereça dicas, informações úteis e tire dúvidas sobre os produtos que você comercializa.

Assim, você não apenas adquire mais credibilidade — já que assume ares de autoridade no assunto — como também facilita sua estratégia de SEO: agora, não apenas as pessoas que estão em busca de um produto chegam ao seu e-commerce, mas também aquelas que querem tirar dúvidas.

14. Capriche no mecanismo interno de buscas

Consumidores mais apressados não têm muita paciência quando estão em busca de algo específico. É bom ficar de olho na eficiência das buscas da sua loja virtual. Quanto mais rápida ela for, maiores serão suas taxas de conversão em leads e em vendas.

15. Meça tudo

Seu comércio online deve gerar muitos números para que você tenha um acompanhamento real de como vão as coisas. Afinal, até mesmo a sua taxa de conversão deve ser medida. Se você não sabe como ela anda, como vai saber como melhorar?

É sobre essas medidas que vamos falar agora.

Como mensurar a conversão do seu e-commerce

Um erro que você nunca deve cometer é tomar decisões baseadas em achismo. Tudo que quiser melhorar no seu website deve ser pautado por números.

A dica aqui é aprender a usar o Google Analytics, já que ele gera dados sobre tudo no seu site.

Nem todo número é relevante, por isso é bom você saber também como estabelecer as métricas certas e, principalmente, utilizar testes A/B para mudar o que não funciona, testando uma coisa de cada vez.

Conclusão

O e-commerce é muito vantajoso para clientes e empreendedores. Se você conhecer bem os seus consumidores e permitir que eles também te conheçam, a relação de confiança mútua que vai surgir entre vocês vai se tornar uma verdadeira fórmula de sucesso para o seu negócio!

Como dissemos, a opinião é um aspecto muito importante para aumentar a taxa de conversão de e-commerce. E não é só a opinião dos consumidores. Conheça os influenciadores digitais e como o que eles dizem de você pode ser importante!

infoprodutocomo ganhar dinheiro na internet?

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Infoproduto: Aprenda a ganhar dinheiro com a internet!

Desde de os primórdios da internet uma pergunta aparece, recorrente, em banners, spams ou em janelas pop-ups piscando nas telas dos computadores em todo o planeta: como ganhar dinheiro na internet?

Desde de os primórdios da internet uma pergunta aparece, recorrente, em banners, spams ou em janelas pop-ups piscando nas telas dos computadores em todo o planeta: como ganhar dinheiro na internet?

Devido a essas estratégias invasivas, algumas pessoas acreditam que é impossível usar a internet para conseguir uma renda. Estão erradas, e os infoprodutos provam isso.

O que são infoprodutos?

Infoprodutos são produtos criados para serem distribuídos exclusivamente pela internet. Normalmente são materiais informativos, como ebooks, por exemplo.

Existem muitas vantagens em se trabalhar com esse tipo de produto, entre elas podemos destacar uma redução de custo em comparação aos produtos físicos e a facilidade de distribuir desse conteúdo.

Outra vantagem é a chamada escalabilidade, ou seja, o mesmo produto poderá ser vendido várias vezes, aumentando sua escala de vendas, sem que o custo para produção tenha crescido.

Dificuldades encontradas pelos infoprodutos

A grande dificuldade encontrada por empreendedores que desejam investir nesse segmento é compartilhada por praticamente todas as empresas que investem na internet: convencer o usuário a pagar pelo produto, ou serviço.

O internauta acredita que tudo o que está na internet é – e deve continuar sendo – de graça. Não por acaso o índice de pirataria cresceu tanto, ao mesmo tempo que a internet se tornava mais popular.

Portais de notícias, normalmente vinculados aos grandes jornais, também enfrentam esse desafio. Convencer o leitor a fazer a assinatura de sua versão on-line tem se mostrado uma tarefa complexa.

Mas isso só aconteceu porque os empresários cometeram um erro crucial.

Quando criaram seus sites os jornais simplesmente pegavam o conteúdo do impresso e o transcreviam para o on-line, como se a internet fosse algo inferior e não precisasse de conteúdo próprio.

Com isso o leitor dos portais de notícias acostumou-se a ter informação de graça.

Como reverter isso?

A forma mais eficiente de reverter esse pensamento e tornar a internet um local lucrativo para qualquer empreendedor é investir em qualidade.

Da mesma forma com que a pirataria cresceu graças à internet, hoje o internauta parece não se importar em contratar serviços como Spotify e Netflix para consumir conteúdo –isso se ele perceber que o serviço vale o investimento.

Grandes jornais, como o americano The New York Times, também estão conseguindo reverter um cenário complicado simplesmente mostrando ao internauta que o conteúdo do site é tão bom quanto o impresso.

Tipos de infoprodutos

Existem diversos tipos de produtos que podem ser classificados nesse segmento, vamos agora listar alguns deles e dar dicas de como o empreendedor pode desenvolvê-los de forma eficiente.

Ebooks

Provavelmente a forma mais conhecida de infoproduto. Os ebooks, ou livros digitais, têm como grande vantagem sua produção, que pode ser feita em programas comuns, como o editor de texto Word. Basta que, nesse caso, o livro seja salvo em formato PDF.

Existe um ditado que diz que “não se deve julgar um livro pela capa”, mas no caso do ebook é bom dedicar um tempo para o design para aumentar as chances de sucesso do infoproduto.

Imagens e infográficos agregam muito ao livro digital, tornando a leitura mais agradável.

Ainda que um ebook possa ser feito apenas com o Word ou com o Writer, é interessante pensar na sua diagramação, afinal ela pode melhorar a experiência do usuário, fazendo, inclusive, que ele indique seu livro digital para outras pessoas.

O empreendedor deve se lembrar que as pessoas têm pressa na hora de consumir a informação, portanto o ebook deve ser direto e esclarecer as dúvidas do leitor.

Além disso é importante que o empresário já conheça bem sua persona, desse modo poderá criar um conteúdo adequado, evitando, assim, rejeição pelos leitores.

Como fazer um ebook?

  • Defina do tema do ebook:

Escolha um tema que você, de fato, domine e que já tenha percebido que existe interesse por partes das pessoas

  • Organize seu livro:

Define quais temas serão abordados, se será necessária uma introdução trazendo explicações sobre alguns conceitos e qual conclusão você entregará ao leitor.

Os tópicos podem ser escolhidos usando as palavras-chave do livro. A escolha dessas palavras pode ser feita usando ferramentas como o Google Keywords, por exemplo.

  • Invista na ilustração:

A ilustração além de melhorar a experiência do leitor com o ebook pode ajudar na compreensão dos temas. Por isso escolha fotos, infográficos e/ou ilustrações que ajudem o leitor a entender o conteúdo do seu livro digital.

  • Escolha o formato digital (PDF ou Epub):

A diferença entre os dois formatos é relacionada à tela na qual o livro será lido. O formato PDF é fiel à impressão, portanto, não se adapta automaticamente à tela dos dispositivos, ao contrário do formato Epub.

Como critérios de desempate leve em consideração a quantidade de imagens e o tamanho do livro digital. O formato PDF é recomendado para ebooks maiores, com mais imagens.

  • Dedique esforços à formatação:

Um ebook não é apenas um livro que será consumido fora do papel, mas, na verdade uma nova experiência de leitura.

Por isso caso a possibilidade de contratar um designer gráfico deve ser levada em consideração, afinal, se a ideia é ganhar dinheiro com o ebook alguns investimentos serão necessários.

  • Cuidado com direitos autorais:

Imagens e textos que não forem de sua autoria devem ser referenciados e publicados com autorização dos autores.

Isso pode incluir até fontes personalizadas, por isso, caso use imagens de um banco de imagem verifique se a plataforma autoriza seu uso para livros digitais. O mesmo vale para o título da obra, busque algo original.

Seu livro também deve ser protegido, portanto faça o registro da obra no site da Biblioteca Nacional.

Consultar um advogado especializado em direito autoral pode ser interessante, não se esqueça que o ebook gerará lucro e todo cuidado para garantir os interesses de quem o fez devem ser tomados.

  • Divulgação:

Por ser um formato digital a distribuição é relativamente simples. Verifique a mais adequada à sua persona, que pode ser um link via email, redes sociais ou plataformas voltadas aos produtos digitais, como o Hotmart, por exemplo.

  • Revise a ortografia:

Novamente vale fazer um investimento nos serviços de um revisor, o importante é que seu trabalho não perca credibilidade por causa de pequenos erros que serão percebidos pelo leitor como falta de cuidado.

Videoaulas

A internet oferece às pessoas a possibilidade, antes inimaginada, de ter acesso à informação, e isso inclui também acesso à educação.

Por isso, as videoaulas apresentam-se como um infoproduto com grandes possibilidades de lucro.

O investimento nesse infoproduto é relativamente baixo, já que, hoje em dia, celulares gravam vídeos em alta resolução.

Como fazer videoaulas?

  • Tema: escolha um tema que domine;
  • Identifique o interesse das pessoas pelo tema proposto;
  • Escolhe um ambiente para gravar as aulas. Esse local deve passar uma imagem de credibilidade;
  • Escreva um roteiro do que vai falar;
  • Evite fazer vídeos longos. Se for necessário faça uma série de vídeos sobre o tema, mas lembre-se do comportamento do consumidor ao assistir vídeos pela internet;
  • Faça uma edição dinâmica e use recursos, como ilustrações, para tornar a aula mais agradável;
  • Inclua legendas: as legendas podem ajudar, em caso de problemas com o áudio, além de trazerem acessibilidade ao seu conteúdo, ajudando usuários com deficiência auditiva, por exemplo.

Falando nisso, você conhece a Universidade Rock Content? Tenha um time de marketing cada vez mais qualificado.

Podcasts

Os podcasts são formatos digitais que simulam os programas de rádio. A diferença é que os temas dos programas são para públicos bem segmentados.

Esse tipo de infoproduto já movimenta muito dinheiro nos Estados Unidos e começa a ter grande destaque no Brasil.

A grande vantagem dos podcasts é que eles falam diretamente com a persona, fazendo com que seu locutor se torne referência no assunto.

Esse infoproduto pode não só ser vendido, mas também contar com ajuda de patrocinadores.

Como fazer um podcast?

  • Escolha um tema, esse tipo de infoproduto é segmentado;
  • Escreva um roteiro de cada episódio;
  • Faça o programa com mais de uma pessoa, para torna-lo mais dinâmico;
  • Invista na qualidade do áudio;
  • Escolha a melhor forma de distribuí-lo, a plataforma mais popular é o Soundcloud.

Outra vantagem do podcast é que ele pode ser incorporado a sites já existentes.

Revistas online

Grande parte das revistas está em processo de digitalização, pois os custos com papel e distribuição são caros, levando o produto físico a ter prejuízos.

As pessoas, no entanto, ainda se interessam em ler revistas, pois trata-se de um conteúdo segmentando, que, normalmente, se aprofunda nos temas abordados.

Por isso as revistas digitais, ou e-magazines, como também são conhecidas podem ser um bom negócio.

Como fazer uma e-magazine?

  • Defina qual será seu público-alvo por meio de pesquisas;
  • Estude os custos envolvidos na produção de uma edição;
  • Verifique quais os profissionais que  serão contratados (jornalistas, diagramadores, revisores, fotógrafos etc.).

Lembre-se que você pode trabalhar com profissionais freelancers para reduzir os custos;

  • Estude quais empresas poderiam patrocinar sua revista;

Audiobooks

Um audiobook é um livro que será lido para o usuário. Ideal para, por exemplo, ser consumido nos ônibus, enquanto se vai para o trabalho.

Assim como os ebooks esse conteúdo precisa ser relevante e autoral, incluindo possíveis trilhas sonoras. Existem sites que oferecem trilhas sonoras de graça, inclusive o Youtube.

Como fazer um audiobook?

  • Escreva uma estória adaptada para esse formato. Não basta ler um livro, porque são mídias diferentes;
  • Invista na qualidade do áudio;
  • Preocupe-se com a dicção do narrador e com a forma com que ele envolve o leitor. Um livro lido de modo tedioso dificilmente fará sucesso;
  • Tenha uma trilha sonora, mas não deixe que ela se destaque mais do que o conteúdo do livro.

Programas para membros

Esse tipo de estratégia já existia, mas pode perfeitamente tornar-se uma possibilidade de infoproduto.

Programas para membros incluem diversos infoprodutos, por exemplo: uma revista digital que oferece aos seus leitores descontos em seu curso online.

Outra maneira de ter sucesso com programas para membros é oferecer descontos em serviços físicos, como um curso on-line que fará um sorteio de apostilas para os membros cadastrados.

Como fazer um programa para membros?

  • Calcule um preço atrativo, afinal em tempos de cortes de gastos a tendência é que as pessoas se desfaçam de assinaturas caras;
  • Mantenha seu público engajado, sempre lembrando como seu programa de membros traz vantagens aos associados;
  • Pesquisa seu público-alvo para prever tendências de consumo e, assim, trazer novidades.

Screencasts

Os screencasts são um conteúdo em vídeo. A diferença deles para uma videoaula, por exemplo, é que eles mostram apenas a tela do computador de quem está falando. Não aparece um professor explicando o tema, por exemplo.

Apresentam-se como uma alternativa mais barata, uma vez que não usam estúdio e nem câmeras, além de contarem com uma edição mais simples.

No entanto não podem servem para todos os empreendedores que querem trabalhar com infoprodutos em vídeo, pois funcionam melhor como tutoriais, por exemplo.

Como fazer screencasts?

  • Tenha certeza que essa é a melhor opção para seu infoproduto;
  • Ainda que o narrador não apareça no vídeo é necessário um roteiro para organizar as ideias;
  • Invista na qualidade do áudio, afinal as explicações sobre o que a tela mostra são muito importantes nesse infoproduto.

Em resumo

A economia mundial caminha para uma dependência cada vez maior da internet. Basta pensarmos em coisas que antes eram distantes dos computadores e que hoje são realizadas on-line, como consumir filmes, fazer uma graduação ou mesmo pagar as contas.

Os infoprodutos são uma excelente forma de se ganhar dinheiro nos tempos atuais, e acredite, é possível ganhar dinheiro pela internet, desde que se trabalhe com dedicação e ofereça conteúdos relevantes às pessoas.

Infoprodutos podem ajudar a trazer tráfego ao seu site, auxiliando a estratégia de marketing de conteúdo.

Um ebook pode ser um brinde para um leitor que respondeu a uma importante pesquisa da sua empresa, por exemplo.

Agora que você já sabe o que é infoproduto e como essa estratégia pode aumentar seus ganhos descubra porque sua empresa precisa de um contrato de confidenciabilidade.