Renato Mesquita

Growth Manager na Rock Content.
Jornalista apaixonado por Marketing de Conteúdo, futebol americano e paçoca.



marketing de afiliados

Marketing de afiliados e a possibilidade de fazer a divulgação através da sua rede de contatos

Na hora de divulgar produtos e ofertas e ganhar com isso é necessário selecionar corretamente as melhores estratégias de marketing.

Na hora de divulgar produtos e ofertas e ganhar com isso é necessário selecionar corretamente as melhores estratégias de marketing.

Nos últimos anos, por exemplo, o marketing digital vem se destacando e opções como produzir conteúdo e usar as redes sociais ganharam força.

Porém, também cresceu a necessidade de criar e utilizar ferramentas que sejam escaláveis. Nesse cenário, o marketing de afiliados surgiu como uma das principais possibilidades e, hoje, pode garantir mais exposição e levar a um aumento de reconhecimento perante o público.

Para entender melhor como isso pode te deixar muito mais conhecido online, continue lendo o post:

Marketing de afiliados: do que se trata?

O marketing de afiliados é uma estratégia que utiliza a criação de uma rede de contatos para favorecer a divulgação de um determinado produto.

Ele se baseia no seguinte esquema: um produto é lançado e, então, os afiliados fazem a divulgação dos produtos para suas próprias redes de contatos.

A partir de um determinado resultado obtido, cada agente recebe uma comissão, de modo a garantir as vendas sem prejudicar a rentabilidade ou a lucratividade do produto.

O mais comum é que a comissão seja oferecida mediante uma ação, pré-determinada pelo dono do produto. Dependendo do caso, a remuneração também pode acontecer mediante a validação da oportunidade.

Dependendo do objetivo, outras formas de remuneração incluem custo por mil impressões, custo por formulário e custo pela venda em si.

Quais são os exemplos de utilização?

Para ficar mais claro, é importante compreender como esse tipo de marketing é utilizado. Estando na era digital, a distribuição de ofertas e mesmo de produtos se tornou mais fácil, então há as seguintes possibilidades quanto à aplicação dessa estratégia:

Divulgação de infoproduto

Um infoproduto é todo aquele item produzido de maneira totalmente digital. Pode se tratar de um ebook, um webinar pago ou, como é mais comum, um curso completo. Nesse caso, os compradores têm acesso a opções como vídeoaulas, ebooks informativos, mapas mentais e outros recursos totalmente digitais.

Como esse tipo de produto não tem custos para ser reproduzido — uma vez que esteja pronto, pode ser multiplicado sem maiores preocupações —, o marketing de afiliados pode ser utilizado para divulgá-lo.

A partir dessa definição de estratégia os afiliados oferecem o infoproduto, redirecionando os contatos para adquirir o produto. A partir do rastreamento de ações, como pelos links, cada afiliado recebe um valor de acordo com as suas vendas.

Exibição de banners

Mesmo produtos físicos, que possuem custos para ser produzidos, podem utilizar essa estratégia. Por meio da exibição de banners, por exemplo, é possível garantir que mais pessoas vejam determinada oferta e potencialmente a aproveitem.

Grandes players do mercado, como a Amazon, possuem programas do tipo. Nesse caso, cada associado coloca banners em seus sites ou meios que permitam a inclusão do código dos banners.

A partir da impressão para cada mil usuários e/ou a partir da cada venda, o associado recebe uma determinada porcentagem.

Por que fazer esse tipo de marketing?

Utilizar o marketing de afiliados é extremamente vantajoso dentro de determinados sentidos desde que ele seja utilizado da maneira correta. Para quem é detentor do produto da ação de divulgação as vantagens são:

Maior alcance

Ao utilizar esse marketing como estratégia é possível ter um alcance muito maior para os produtos oferecidos.

Como cada afiliado vai ganhar comissões de acordo com as regras estabelecidas, é bastante provável que eles procurem aumentar cada vez mais a rede de contatos.

Isso garante máxima exposição ao produto, o que não seria possível se tudo fosse feito de maneira individual. Para construir a mesma rede de suporte ao produto seria necessário gastar muito tempo e esforço, o que poderia inviabilizar a execução.

Além disso, é exatamente essa característica que garante que você ou seu produto fiquem mais conhecidos no mundo online.

Diminui o custo de aquisição de cliente

Adquirir clientes nem sempre é tarefa fácil ou barata. Dependendo do ciclo de vendas de um produto pode ser necessário realizar esforços que custam tempo e dinheiro.

Com esse tipo de marketing, por outro lado, é quase como se essa tarefa estivesse delegada aos associados. Com isso, é possível diminuir os custos de aquisição de clientes já que, em geral, os custos com as remunerações são menores do que aqueles que seriam necessários para captar o cliente.

Custo menor para implantar

Em geral, fazer o lançamento de um produto ou mesmo a sua divulgação requer muito planejamento e também uma quantidade considerável de recursos.

Dependendo do caso, quem deseja resultados maiores precisa investir mais. Isso nem sempre é possível ou mesmo vantajoso, o que pode limitar a conquista de vendas e de popularidade do produto.

Porém, com o marketing de afiliados o custo para a implantação é bem menor. Ao utilizar uma boa rede, o produto praticamente se vende sozinho, exigindo, também, baixo custo de manutenção.

Aumento das vendas

Naturalmente, se o produto alcança mais pessoas e é adequado o suficiente ele vai ser adquirido. Por isso, mais gente alcançada significa mais gente disposta a comprar. Com o trabalho correto das oportunidades, é possível conquistar o aumento de vendas.

Isso garante um aumento no faturamento. Associando esse fator à diminuição do custo de aquisição de cliente e de implantação da estratégia, o resultado é que há mais lucratividade da ação em geral.

Já para os associados, as vantagens também são destacáveis e justificam o ingresso nessa possibilidade. Dentre os benefícios, estão:

Possibilidade de gerar renda escalável

Como o afiliado não precisa produzir, ele pode gerar renda de maneira escalável. A função principal consiste em atingir as pessoas certas e convencê-las da compra.

Nenhuma dessas ações exige, necessariamente dedicação exclusiva ou crescente.

Com recursos de automação de email marketing e redirecionamento para a página de compra, o afiliado não precisa gastar mais tempo com uma rede maior de contatos.

Sendo assim, é possível gerar uma renda escalável, de forma que os lucros aumentam sem que seja necessário aumentar os esforços na mesma medida.

Chance de fazer divulgação barata

De maneira geral, não há requisitos muito específicos ou inacessíveis para se tornar um afiliado.

O que você precisa é ter uma boa rede de contatos para oferecer o produto certo da maneira e no momento adequados.

Para tanto, nem sempre é necessário gastar dinheiro. Redes sociais podem ser usadas gratuitamente, assim como criar um site ou blog nem sempre é tão caro.

Com isso, é possível conquistar novos contatos — e mesmo novas vendas — de maneira mais barata. Isso maximiza a lucratividade e garante que a atuação seja realmente benéfica.

Garante flexibilidade

Geralmente quem se dedica a ser um afiliado tem uma flexibilidade considerável.

Embora seja importante ter uma rotina, é possível trabalhar de qualquer lugar e no ritmo desejado. Isso permite, inclusive, que essa estratégia seja usada como forma de complementar a renda.

Além disso, em muitos casos o afiliado tem poder de escolha quanto a quais produtos serão promovidos. Assim, dá para selecionar aqueles que sejam mais rentáveis ou mais vantajosos, de modo a maximizar e otimizar os esforços.

Quais as desvantagens dessa estratégia?

Não existe campanha ou estratégia de marketing perfeita. Por mais vantajosa que uma opção seja, ela sempre traz algumas desvantagens que precisam ser conhecidas para que a decisão seja informada.

Não há total controle sobre a rede

Quando o dono de um infoproduto decide utilizar o marketing de afiliados nem sempre ele vai ter controle sobre quem faz parte da rede.

Embora nem sempre isso seja um problema, ao mesmo tempo é um fator que significa que dificilmente é possível selecionar os melhores afiliados ou que tenham mais sintonia com o produto.

Entrar numa rede incorreta, por outro lado, pode fazer com que o produto perca em percepção e interesse, exigindo mais esforços para ser vendido.

É preciso ter uma rede suficientemente grande

Também é importante ter uma rede suficientemente grande — e isso vale para os dois lados. Mesmo alcançando as pessoas certas, a taxa de conversão faz com que apenas uma parcela das pessoas realize a compra.

Com isso, se o objetivo é gerar vendas e lucros muito grandes é necessário ter uma rede muito grande. Embora não seja um problema para quem já lida com a estratégia, é mais difícil para quem está começando agora.

Pode ser difícil manter a consistência

Com o tempo, é comum que os resultados das vendas diminuam, fazendo com que os resultados do dono do produto e também do afiliado diminuam. Essa é uma questão natural, já que normalmente há uma explosão de vendas em determinado período.

Para produtos sazonais essa é uma ótima escolha, mas se o objetivo é manter consistência quanto aos resultados, a situação fica mais difícil.

O marketing de afiliados é uma possibilidade estratégica para aumentar o alcance e a divulgação de uma marca ou produto, de modo a torná-los mais conhecidos no mundo online.

Para quem é afiliado, também há vantagens ligadas à escalabilidade e flexibilidade. Porém, é sempre importante considerar os pontos negativos antes de selecionar essa opção como sendo a mais indicada.

O marketing de afiliados é apenas uma das várias maneiras de ganhar dinheiro online. Por isso, aproveite também para conhecer algumas outras formas de gerar renda na internet.

glossário de e-commerce

Glossário de e-commerce: O mundo do comércio virtual de A – Z!

Empreender é uma atividade fascinante, mas exige estudo. Não basta pegar capital e sair comprando mercadoria, ou contratando funcionários, é necessário planejamento.

Empreender é uma atividade fascinante, mas exige estudo. Não basta pegar capital e sair comprando mercadoria, ou contratando funcionários, é necessário planejamento.

A internet auxilia muito esse processo de aprendizagem, mas nem sempre as informações estão organizadas de forma prática, não é mesmo?

Pensando nisso o post de hoje vai resgatar a organização do dicionário e apresentar a você um glossário de e-commerce!

Os principais termos que você precisa saber, organizados em ordem alfabética para que facilitar a sua consulta. Vamos lá?

Glossário de E-commerce:

A

AdWords:

É um anúncio, realizado em serviços de busca na internet, como o Google AdWords, por exemplo. Esses serviços oferecem as propagandas de acordo com o comportamento do internauta.

Se ele pesquisar o termo “apartamento” o Google pode apresentar o site de uma imobiliária que tenha contratado esse tipo de publicidade.

AdView:

Visualização de anúncio. Revela quantas vezes o anúncio foi visualizado. Importante para avaliar a eficiência de estratégias de marketing e publicidade.

Aplicativo ou App:

Programa desenvolvido para rodar em dispositivos móveis, como celulares ou tablets.

Muitas lojas criam seu próprio app para poder aproximar-se do cliente, essa é uma estratégia que deve ser bem estudada, pois não é recomendada para todos os segmentos de e-commerce.

Audiência:

Público-alvo com quem o empreendedor deseja falar. É importante conhecer sua audiência para adaptar seu e-commerce a ela.

B

B2B (Business-to-Business):

Podemos definir como um e-commerce empresarial, ou seja, uma empresa que vende para outras empresas.

B2C (Business-to-Consumer):

A transação comercial entre uma empresa e-commerce e o consumidor final daquele produto – ou serviço –.

Banner:

Tipo de publicidade mais comum na internet. Normalmente apresentada no topo, ou lateral , das páginas web.

Seu conteúdo é independente do restante do site e o internauta o identifica como uma ação de propaganda.

Black Friday:

Sexta-feira após o dia de Ação de Graças americano. Nessa data as lojas costumam realizar grandes descontos e essa prática foi incluída por comércios brasileiros há alguns anos.

Behavorial Target:

Estudo que analisa o comportamento do consumidor na página web. Todas as interações, cliques, pesquisas e compras são analisadas. Esse estudo costuma direcionar ações de planejamento online.

Blog:

Página web com caráter informativo, no entanto, com linguagem mais leve e pessoal. Os blogs surgiram como diários virtuais, hoje são usados por empresas para uma comunicação mais direta com o público-alvo.

Um e-commerce de roupas pode ter um blog de moda, por exemplo.

Bounce Rate:

Mostra quantos internautas visitaram o site, mas não continuaram a navegação. Também conhecida como taxa de rejeição.

Cada vez que um internauta demonstra esse comportamento no site é contabilizada uma rejeição.

Boxing Day:

Liquidação dos produtos que não foram vendidos no Natal. Algumas lojas começam a fazer essas ofertas no dia 26 de dezembro.

Busca orgânica:

Quando o internauta chega ao seu site por meio de uma pesquisa. A busca orgânica é importante para o e-commerce pois é gratuita.

C

Call-to-Action (CTA):

São pequenos textos que chamam o internauta para uma ação, como compartilhar a página em suas redes sociais, se cadastrar no site e etc.

Categoria de produtos:

Forma de organizar seus produtos no e-commerce, melhorando a experiência do cliente.

Exemplo de categoria de produtos: “roupas masculinas”

Cauda longa (Long Tail):

Estratégia que facilita que o internauta encontre a página do seu e-commerce com uma pesquisa mais extensa, contendo palavras-chaves maiores, com no mínimo três termos.

Chargeback:

Cancelamento de uma compra feita com cartão de crédito, ou débito. Ocorre quando o titular do cartão não reconhece a compra, ou quando a transação não obedece às regras determinadas em contratos.

Click Rate ou CTR:

Razão entre a quantidade de vezes que um anúncio é exibido e o número de cliques que ele recebe.

Click Stream:

Também conhecido como rastro de cliques, essa prática analisa o comportamento do internauta no site, verificando a sequência das páginas que ele visita.

Código de Defesa do Consumidor:

Conjunto de regras criadas para proteger o consumidor em suas compras. Uma das regras relacionadas ao e-commerce é o “direito ao arrependimento”, na qual o cliente tem sete dias para devolver um produto que comprou pela internet.

Cross-border:

Comércio eletrônico internacional. Uma alternativa para quem investe em e-commerce é vender para clientes que moram em outros países.

Cross Docking:

Redistribuição de mercadorias, com a finalidade de reduzir a estocagem de produtos, gerando economia com impostos e melhorando a logística de distribuição.

D

Dhtml:

Junção da linguagem HTML com a linguagem Java Script.

Download:

Ato de baixar uma cópia de um arquivo.

Duração da visita:

Tempo em que o internauta ficou no site.

E

E-Bit:

É uma validação da qualidade da sua loja online, oferecida por uma empresa particular de mesmo nome. Essa certificação costuma ser levada em consideração pelos clientes no ato da compra.

ERP:

Sistema de informática que reúne grande parte das informações e ações de uma empresa, tornando-se responsável por administrar tais ações.

A sigla é uma abreviação do termo em inglês Enterprise Resource Planning, que em português significa Planejamento dos Recursos da Empresa.

EDI:

Troca de documentos entre parceiros comerciais, feita exclusivamente pelo ambiente digital. Exige padronização de documentos, no entanto, pode melhorar os processos empresariais envolvidos.

E-Sedex:

Serviço oferecido pelos Correios para a entrega de mercadorias adquiridas exclusivamente pela internet.

F

FAQs (Frequently Asked Questions):

São perguntas feitas com frequência. No caso de um e-commerce essas perguntas podem estar relacionadas ao tempo de entrega da mercadoria, ou a política de devolução.

É recomendável ter uma página com as respostas dessas perguntas para evitar congestionamento na central de atendimento.

Front Office:

Também conhecida como Linha de Frente, são as atividades de uma empresa que mais têm contato com o cliente.

Também pode significar a interface com a qual o internauta interage em seu e-commerce.

Funil de Vendas:

Também conhecido como funil de conversão. Está amplamente ligado ao Marketing de Conteúdo. Neste artigo explicamos bem o conceito.

Com relação ao e-commerce o Funil de Vendas pode revelar informações sobre a fuga do internauta, como em que página os visitantes costumam desistir da compra. Uma maneira de medir essa informação é usando ferramentas como o Google Analytics.

G

Gateway de Pagamento:

É uma aplicação para e-commerce, mantida por uma empresa financeira, que autoriza transações entre os clientes o a loja online.

Gestão de risco de fraudes:

Série de estratégias tomadas para evitar que a loja online seja vítima de fraudes financeiras.

H

Hashtag:

Ferramenta que otimiza as buscas por determinados termos. Muito popular em redes sociais como o Twitter.

Heavy-user:

Potenciais consumidores de determinada marca ou produto. Esse termo também se refere a usuários avançados de internet, que de tanto utilizarem um serviço online conquistam grande conhecimento sobre o tema.

Homepage:

Página principal de um site.

Hospedagem:

Serviço oferecido por uma empresa particular, responsável pelo armazenamento do site e sua visualização na internet por meio de seu endereço.

HTML:

Linguagem de códigos usada para criar sites. A linguagem HTML é a mais popular, mas não é a única forma de se programar um site.

I

Inbound Marketing:

Também chamado de Marketing de atração. Normalmente essa estratégia atrai clientes por meio de conteúdos feitos para internet, como blogs, podcast, vídeo aulas e etc.

Um exemplo no e-commerce: uma loja de materiais de construção que dá dicas de decoração em um blog.

Indexar:

No caso das empresas digitais, esse termo está associado à indexação de suas páginas por ferramentas de busca, como o Google.

As páginas que aparecem no topo das pesquisas desses sites foram indexadas. Esse resultado foi possível graças às estratégias de marketing e SEO.

Índice de Qualidade Adwords:

Ferramenta do Google que calcula qual o melhor anúncio realizado, ou seja, com maior probabilidade de atrair a atenção do usuário convertendo-se em clique.

Índice FIPE Buscapé:

Índice disponibilizado pela empresa Buscapé e pela FIPE, na qual revela-se a variação dos preços dos produtos comercializados pela internet brasileira.

Interatividade:

Ação do usuário do seu e-commerce a algum estímulo disponibilizado na loja. Por exemplo: comentar sobre um produto.

Intermediador de pagamento:

Ferramenta que faz uma ponte entre o e-commerce e a instituição financeira responsável pelo pagamento da compra.

Trabalhar com intermediador de pagamentos pode reduzir a incidência de fraudes com cartões de crédito.

J

JPEG:

Um dos formatos de imagem existentes. É importante que o empreendedor de e-commerce padronize o formato dos arquivos de imagens para facilitar a edição.

K

Keyword:

O mesmo que palavra-chave.  Termo que será trabalhado no e-commerce para atrair o usuário.

KPI (Key Performance Indicator):

Pode ser traduzido como: indicador-chave de desempenho. São métricas que o empreendedor escolhe para avaliar o sucesso das estratégias adotadas. 

L

Lead:

São os dados de um potencial cliente. O visitante cadastra-se em seu e-commerce para receber ofertas por e-mail.

Desse modo o lojista tem como entrar em contato. Não é um simples cadastro. Essa estratégia tem como meta saber quem são os internautas que podem convertem-se em fregueses.

Link Patrocinado:

Quando o empresário paga para divulgar seu link em um site.

M

M-commerce:

Comércio eletrônico realizado a partir de dispositivos móveis, como celulares.

Mobile Marketing:

Ações de Marketing estratégicas para dispositivos móveis.

N

Newsletter ou E-letter:

E-mail enviado contendo notícias e/ou informações. O blog de seu e-commerce pode enviar e-mails para os usuários (gerando leads) destacando os melhores posts da semana.

NPS:

Metodologia que mede o grau de fidelidade e satisfação do cliente com relação à sua loja e/ou produtos.

O

One-to-one:

Ação de Marketing focada no caráter individual de cada cliente. Possível apenas se houver uma relação estreita entre a empresa e o consumidor.

Overdelivering:

É uma forma de agregar mais valor percebido por um consumidor no memento que ele está recebendo uma oferta ou realizando uma compra.

Basicamente, é entregar mais do que o consumidor espera.

P

Pesquisa de Mercado:

Estudo realizado com o objetivo de obter uma visão atual do mercado no qual a empresa está inserida.

Pop-up:

Janela que se abre no navegador, mas que é independente da Homepage.

R

Review:

Conteúdo, normalmente feito por usuários ou imprensa especializada, testando um produto.

Rich Media Banner:

Publicidade digital avançada, que incentiva a interação com o usuário.

ROI (Return on Investment ou Retorno de Investimento):

Cálculo que mostra o quanto de retorno um investimento trouxe.

S

SEO (Search Engine Optimization):

Estratégias adotadas para melhorar o posicionamento de uma página nos sites de buscas.

Site responsivo:

Site que se adapta automaticamente aos diferentes navegadores e dispositivos.

SKU:

Stock Keeping Unit (SKU), ou em português Unidade de manutenção do estoque. Classifica os produtos, facilitando seu armazenamento e reposição.

T

Taxa de conversão de vendas:

Cálculo que ajuda o empreendedor a mensurar como os investimentos que realizou transformaram-se – ou não – em vendas.

Tempo Médio de Navegação:

Média numérica do tempo gasto polos usuários navegando em seu site.

U

URL (Uniform Resource Locator):

Conjunto de palavras ou códigos que são digitados no navegador para levar o internauta a um site.

Usuário:

O internauta que utiliza/navega em seu e-commerce.

V

View/Visita:

O acesso de um internauta ao seu site. Pode ser medida como visita única, mesmo que o internauta passe horas na sua loja será contada como uma só visita.

W

Web Service:

Serviços utilizados pela Web

X

XML:

Linguagem de programação.

Agora que você tem acesso a esse glossário de e-commerce poderá realizar suas pesquisas sobre o tema de forma organizada.

Muitos termos têm nomes complexos, mas não se assuste, na prática é fácil dominá-los. Basta um pouco de estudo.

O e-commerce jé uma realidade importante no contexto de negócios atuais, e sua empresa não pode fica de fora, não é mesmo?

E falando em estudo que tal continuar aprendendo?  A dica é este artigo sobre otimização de tempo. Você sabe gerenciar o tempo que dedica à sua empresa?

O tempo é um recurso escasso, difícil de mensurar, no entanto, é muito valioso e, literalmente, vale dinheiro. Por isso, não deixe de ler sobre o tema.

marketing digital para e-commerce

9 dicas de marketing digital para e-commerce que vão impulsionar o seu comércio online

Dentre os benefícios que a internet trouxe para a vida do consumidor, ganhar tempo é um dos que mais se destacam.

Dentre os benefícios que a internet trouxe para a vida do consumidor, ganhar tempo é um dos que mais se destacam.

Afinal, é muito mais fácil fazer compras pela web e recebê-las em casa ao invés de ter que se deslocar para um shopping ou qualquer centro comercial, pesquisar preços em diversas lojas e assim tomar a decisão de comprar ou não um produto.

Sendo que existe o risco dele voltar sem nada para casa, pois não encontrou o que gostaria ou o preço não agradou.

É nesse sentido que a internet tornou-se e torna-se a cada dia mais uma ferramenta influenciadora na jornada de compra do consumidor, empoderando-o com a possibilidade de pesquisar e se informar antes de tomar a sua decisão de compra.

Porém, esse fato torna a concorrência na internet gigante, pois se está mais fácil para o consumidor acessar, se informar e comprar, também está mais fácil para que todos tenham a oportunidade de empreender e vender seus produtos nesse canal.

Por isso que trabalhar com e-commerce exige uma dedicação especial para suas ações de marketing, que são bem diferentes das que são feitas por negócios offline, mas com o mesmo objetivo: atrair leads e convertê-los em clientes.

Então, preparamos 9 dicas de marketing digital para e-commerce para que você possa impulsionar as suas vendas online. Confira:

1 – Tenha um Plano de Negócio

É muito comum, vermos por aí, negócios fechando prematuramente por falta de planejamento.

Por isso, mesmo que você esteja no início da operação do seu comércio online, e seja ele pequeno ou não, é importante começar com um planejamento.

E a maneira mais indicada de fazer isso é através da elaboração de um Plano de Negócios. Afinal, ele será o guia para as ações estratégicas do seu e-commerce proporcionando um direcionamento do negócio para atingir o sucesso.

Com essa ferramenta em mãos, será possível definir os objetivos, metas e ações a curto, médio e longo prazo.

Para o segmento de e-commerce é importante definir objetivos e ações referente ao estudo da sua persona e quais produtos se adequam mais a ele, além de planejar e elaborar um calendário para divulgação e promoções que serão feitas ao longo desse período.

Não se esqueça também de planejar os investimentos que pretende fazer, tanto em relação ao dinheiro, quanto na questão do tempo que será dedicado para executar as ações que serão planejadas.

2 – Valorize o seu produto

Tenha em mente que a internet ainda não oferece para o cliente a mesma experiência das compras offline, pelo simples fato de não ser possível ver ou tocar o produto antes de concluir a compra.

Por isso, valorize o seu produto ao máximo, disponibilizando fotos de qualidade, mostrando todos os seus ângulos, além de fornecer uma descrição completa, com todas as suas características e deixe claro quais são as recomendações de uso.

Entenda que nas vendas online, a decisão da compra pode ser postergada ou eliminada a qualquer momento e para que isso não ocorra o cliente deverá sanar todas as suas dúvidas para sentir-se seguro.

Ter um canal de comunicação de fácil acesso para o cliente, tal como um chat ou e-mail, também poderá ajudar nessa questão, pois assim ele conseguirá eliminar suas dúvidas de forma mais fácil antes de desistir de uma compra.

3 – Invista no Marketing de Conteúdo para captar Leads

O marketing de conteúdo pode ser um grande aliado nas suas ações de marketing digital para e-commerce. Com ele, é possível trabalhar de duas maneiras.

A primeira é em na própria descrição dos produtos da loja virtual, a qual é possível aplicar estratégias de SEO para que o Google possa rankear a sua loja da melhor maneira possível na busca orgânica.

Caso você já receba a descrição pronta do fornecedor, o indicado é que você utilize-a apenas como base e crie uma original pensando nessa questão de palavras-chave e SEO, pois para questões de posicionamento, o Google valoriza muito mais conteúdos originais.

A segunda maneira é investir na produção de conteúdos de apoio e disponibilizá-los em um blog, mostrando que a empresa entende bastante daquele estilo ou tendência de consumo que está vendendo.

Esse conteúdo pode ser desde simples dicas através em artigos ou ebooks que mostram boas práticas para utilizar um produto em específico.

O blog é uma excelente ferramenta de atração de visitantes. O seu desafio será transformar esses visitantes em leads. Para isso, use e abuse de Landing Pages e formulários junto com esses conteúdos.

4 – Utilize o e-mail marketing para se relacionar

Sem dúvida nenhuma, o e-mail marketing é uma das ferramentas mais poderosas a ser utilizada em ações de marketing digital para e-commerce. Pois o email ainda é um dos principais canais de relacionamento na internet.

Por isso, é importante se relacionar com sua base de leads e clientes através dele com uma frequência constante, para que eles possam lembrar do seu negócio sempre. Saiba que para o segmento de ecommerce, as ações fundo de funil estão centralizadas no email marketing.

Apenas tome cuidado para não ser invasivo, enviando uma quantidade absurda de emails durante a semana.

Para que o desempenho de suas campanhas tenham um bom resultado, comece segmentando sua base de contatos pelo interesse que ela já demonstrou em interações anteriores.

A partir daí, será possível direcionar uma comunicação focada somente naquele interesse, tornando as chances de conversões mais reais.

Não se esqueça também de que uma boa campanha de email marketing começa pelo título. Ele deverá ser atrativo a ponto de despertar a curiosidade do cliente em abrir o email, para verificar o seu conteúdo.

5 – Mostre que o seu site é de confiança

Apesar das vendas online estarem crescendo a cada dia por conta do empoderamento que a internet proporciona para os consumidores, grande parte deles ainda são desconfiados e tem um pé atrás em concretizar uma compra, principalmente com o seu cartão de crédito.

Por isso, será preciso se atentar com todos os detalhes do seu site para que ele transmita confiabilidade e segurança.

Para isso, preze por uma busca e um layout amigável, além de oferecer o máximo de instruções possíveis em relação a como a compra deve ser realizada.

É preciso também contar com serviços que sejam seguros e tenham protocolos confiáveis para as transações financeiras. Por isso, pesquise bem sobre o intermediador de pagamento que você deseja contratar.

Atendendo a essas recomendações, dificilmente o consumidor encontrará argumentos para julgar o seu site como não confiável!

6 – Não se esqueça das mídias sociais

Assim como o email marketing, as mídias sociais são ferramentas que você não pode deixar de contar em suas estratégias e ações de marketing digital para e-commerce.

Uma boa prática é utilizar as postagens propondo a interação entre as pessoas que seguem a sua página.

Por exemplo, se você tem um e-commerce de acessórios para motociclistas, você pode postar a promoção de um capacete com a seguinte descrição: “Marque aqui seu amigo motociclista que gostaria de ter esse capacete…”

Ações como essa ajudam na indicação da loja e estimula que cada vez mais pessoas conheçam os seus produtos.

Não se esqueça também de estudar e realizar ações que envolvem os anúncios patrocinados dessas mídias, para que seja possível adquirir leads e clientes por esse meio também.

7 – Não se esqueça que o mundo está cada dia mais Mobile

Outra realidade que você não pode deixar de lado é o fato dos smartphones estarem cada vez mais presentes na vida das pessoas.

Portanto, ter um site responsivo e com um layout amigável para esses dispositivos é o mínimo que você tem que ter.

Além disso, é preciso entender também quais estratégias de marketing digital, que sejam focadas em dispositivos mobile, você poderá adotar.

Criar um aplicativo para a sua loja ou fazer ações específicas para quem chega até ela dessa maneira, são ideias que você pode aplicar desde já. É o que chamamos de Mobile Commerce.

8 – Ofereça benefícios para adquirir clientes

Não tem jeito, para que você possa ter mais chances de adquirir um novo cliente, vai ter que disponibilizar uma condição especial para que ele faça a primeira compra.

Oferecer frete grátis e cupons de desconto são estratégias que poderão ajudá-lo com essa questão.

Afinal, ações como essa mostram a disposição em levar o cliente para conhecer os seus produtos e também a estar cada vez mais presente em sua loja virtual.

Após essa primeira conversão, seu foco deverá ser entender o interesse de cada cliente para estimular uma recompra o mais breve possível. Para isso, conte com o apoio das ações de relacionamento através do email marketing.

9- Cuidado com as métricas de vaidade

Entender quais estratégias de marketing digital para e-commerce estão sendo efetivas ou não para o seu negócio é importante. Isso será possível  fazendo algumas análises dos resultados gerados.

Porém, tome cuidado para não se basear essas análises em métricas de vaidade. Se preocupar com os visitantes e seguidores da sua página no Facebook é importante, mas não são elas que indicaram se o seu investimento está dando resultado ou não.

Nesse sentido, uma forma fácil de fazer essa análise é trabalhar com o Funil de Vendas e medir as taxas de conversão de suas etapas, além das fontes de origem de tráfego, leads e clientes. É possível também realizar uma análise específica para cada canal de aquisição.

Com essas dicas será possível que você comece a trabalhar com o marketing digital para ecommerce ainda hoje. Porém, não se esqueça que os resultados não virão do dia para a noite e como a concorrência nesse mundo é grande, é preciso paciência para construir a reputação do seu negócio.

Quer saber mais sobre gestão de e-commerces? Então entenda um pouco mais sobre as Métricas de e-commerce como o seu termômetro de sucesso!

4 ps do marketing

4 Ps do marketing: Aprenda como o mix de marketing pode ser útil para o seu negócio

Uma empresa que não investe em marketing automaticamente terá mais dificuldade para se destacar no mercado.

Uma empresa que não investe em marketing automaticamente terá mais dificuldade para se destacar no mercado.

Qualquer empreendedor deve conhecer um pouco dessa área, compreendendo de que forma ela influencia no negócio e como pode ser aplicada.

E nesse contexto um dos conceitos mais importantes são os 4 Ps do marketing, criados por Phillip Kotler, um renomado autor de marketing.

Produto, preço, praça e promoção são os elementos básicos para qualquer estratégia de marketing.

Sem eles, o empreendedor tem dificuldades em traçar estratégias assertivas, que podem fornecer resultados mais positivos.

Esses elementos formam o chamado composto de marketing. Mas você sabe o que é isso e como aplicar na sua empresa? Entenda melhor a seguir.

O que é composto de marketing?

Também chamado de mix de marketing, esse conceito passa por variáveis que impactam nas decisões empresariais.

Ou seja, esses elementos precisam ser muito bem definidos para que a estratégia dê resultados e os objetivos traçados sejam atingidos.

Isso é conseguido por meio da inter-relação entre produto, preço, praça e promoção, já que esses elementos não são independentes nem podem ser vistos separadamente.

Dessa forma, podemos entender que esse composto prova que o marketing vai muito além da simples divulgação. Na verdade, é uma estratégia que relaciona 4 fatores diferentes para que um resultado positivo seja alcançado.

Assim, é possível agregar funções para que os produtos e serviços sejam adquiridos pelos consumidores.

Veja a seguir explicações sobre cada um dos elementos do mix de marketing.

O que são os 4 Ps do marketing?

4 ps do marketingOs elementos que compõem o composto de marketing possuem características e definições específicas, que, quando alinhadas, permitem que o público-alvo da empresa seja atingido com mais facilidade.

Mas como compreender cada um desses elementos? Quais são os 4 ps do marketing? Acompanhe a seguir:

Produto

Esse elemento está diretamente relacionado à oferta de um produto ou serviço e suas características.

Por isso, são considerados o tamanho, as qualidades físicas, as cores, as funcionalidades existentes, entre outros fatores.

Portanto, o produto refere-se a todos os atributos oferecidos no produto ou serviço ofertado pela empresa aos consumidores.

Ele também relaciona-se com a demanda, já que um produto que não atende à demanda dos consumidores não terá sucesso no mercado. Assim, o produto deve agregar valor, oferecendo benefícios para os consumidores.

Nesse momento, também vale a pena pensar no ciclo de vida do produto ou serviço.

Esse ciclo compreende a introdução, o crescimento, a maturidade e o declínio daquela oferta. Compreendendo como isso funciona, é possível pensar em estratégias.

Por exemplo: até uns 15 anos atrás, a Havaianas era considerado um chinelo usado por pessoas de baixa renda.

O chinelo emborrachado em cores branca e azul ou branca e preto não trazia nenhum status. Pelo contrário, era considerado de mau gosto.

No entanto, em 1994 a empresa verificou que havia uma demanda de mercado para chinelos mais bonitos e coloridos e, por isso, resolveu renovar o produto.

Colocando cores mais fortes e desenhos e inserindo o nome de Havaianas Top para essa linha, o produto caiu no gosto do público.

Outro exemplo é o serviço Easy Taxi. Inovando na área e permitindo chamar um táxi sem precisar ligar para uma central ou para um motorista específico, o app também tem a facilidade de encontrar o taxista mais perto de onde você está e permitir que você acompanhe o trajeto dele, para saber quando está chegando.

Outra facilidade do Easy Taxi é que você pode indicar se precisa de um taxista que aceite cartão de crédito, por exemplo. Assim, evita-se chegar um motorista que não está adequado às suas necessidades naquele momento.

Agora, se você está pensando em como aplicar essas ideias à variável produto, é interessante responder a algumas questões, como:

  • Quais produtos podem atender à demanda existente?
  • Há opções novas que podem ser consideradas?
  • O que pode ser encarado como valor pelo consumidor?
  • Quais são as características necessárias ao produto?
  • Como a empresa pode se diferenciar da concorrência?

    Preço

    Essa é uma das variáveis mais importantes dependendo do perfil de consumidor que se trabalha. Saber quanto e como cobrar por um produto ou serviço é fundamental para ter sucesso.

    O problema é que o preço não está relacionado somente aos custos de produção ou fornecimento do serviço. Essa variável também tem a ver com o valor percebido pelo cliente.

    Por exemplo: você não pagaria R$ 50,00 em uma Havaianas branca e azul, aquele modelo antigo, certo? Mas paga até mais do que isso por um chinelo da marca colorido e assinado por algum estilista.

    É nisso que reside a grande dificuldade de precificar produtos – e é por isso também que esse “P” faz parte da estratégia. Além disso, o preço é o único elemento que gera receitas para a empresa.

    Então, como definir o preço? É preciso considerar alguns fatores, já que o preço deve ser elevado o suficiente para poder gerar lucro, mas não deve desestimular a compra.

    Portanto, o objetivo é que o preço seja atrativo para o público-alvo, considerando suas necessidades, exigências e renda.

    Além disso, existem algumas perguntas que, quando respondidas, ajudam a precificar o produto ou serviço. São elas:

  • Quais são os preços da concorrência?
  • A margem de lucro pode ser reduzida para oferecer descontos?
  • Qual o valor agregado do produto ou serviço?

Praça

Essa variável relaciona-se aos pontos de venda dos produtos. No entanto, quando falamos em e-commerce, a praça é o próprio site.

Assim, a praça está relacionada à logística e a distribuição, já que são esses fatores que disponibilizam os produtos aos consumidores. A partir disso, podemos entender a real importância da praça.

Por exemplo: imagine que você tem uma empresa que vende cestas com produtos personalizados.

A maioria das cestas é de café da manhã, mas uma delas é para ser usada nos jantares, porque contém vinho, chocolates, queijos e frutas.

A ideia é que o cliente faça um foundue romântico com um vinho gostoso.

No entanto, devido a um problema com o fornecedor de queijos, você não tem essa cesta em estoque e um cliente novo queria justamente essa cesta para experimentar o seu produto.

Como você não tem disponível a pronta entrega, ele desiste da compra e adquire do concorrente.

Esse é um claro problema de logística, que não somente encaminha o consumidor para a concorrência como também faz com que ele não queira mais experimentar o seu produto. Ou seja, você perdeu um cliente em potencial.

Portanto, escolher o melhor canal de distribuição e saber instalar os pontos de venda físicos (quando for o caso) em locais adequados são decisões fundamentais para trabalhar essa variável.

Assim, se você pretende abrir uma joalheira, não irá instalá-la em um bairro considerado de baixa renda, porque não há muita demanda. Da mesma forma, uma loja de 1,99 não terá aceitação em um bairro de luxo.

Por isso, na hora de pensar na variável praça, considere as seguintes questões:

  • Qual ponto gera mais visualização e valorização dos produtos ou serviços?
  • Qual o melhor meio de comercialização (loja física, online etc.)?
  • Será necessário ter uma equipe de vendedores?
  • Quais são as práticas da concorrência?
  • É interessante participar de feiras, workshops ou apresentações online?

    Promoção

    O que se deve considerar nesse caso são as estratégias de divulgação que devem ser utilizadas.

    Algumas das ferramentas que podem ser adotadas são marketing direto, marketing digital, ações promocionais de vendas etc.

    Para entender melhor, vamos voltar ao exemplo da Havaianas. Você viu que a empresa reformulou o produto e, por isso, ele passou a ser aceito.

    Mas é claro que a variável promoção também foi fundamental nesse processo. Sem isso, o chinelo não estaria sendo exportado para outros países.

    Então, qual foi a ação promocional da Havaianas? Na época, em 1994, a marca optou por criar uma propaganda engraçada e bem humorada, chamando a atenção do público-alvo. A estratégia deu tão certo que é utilizada até hoje.

    Já no caso da Easy Taxi, se formos voltar a esse segundo exemplo, não houve grande campanha offline, mas sim online.

    O app aproveitou para investir no marketing digital e criou campanhas e links patrocinados para que os usuários baixassem o app e experimentassem o serviço.

    A partir disso, virou um boca a boca offline e online que fez com que o Easy Taxi ficasse conhecido no mundo todo.

    E assim como nas outras variáveis, também existem algumas questões que ajudam a pensar melhor a respeito das ações promocionais. Nesse caso, as perguntas a responder são:

  • Qual é o melhor meio para divulgar o produto ou serviço (redes sociais, jornais, rádio, links patrocinados etc.)?
  • Qual o momento ideal para promover o produto ou serviço?
  • Há períodos de sazonalidade no mercado?
  • Quais são as estratégias de promoção utilizadas pela concorrência?

Como os 4 Ps evoluíram?

Os conceitos de produto, preço, praça e promoção continuam sendo válidos, mas são utilizados de maneira diferente.

Com o advento da tecnologia, alguns conceitos foram parcialmente modificados.

Por exemplo: praça refere-se a ponto de venda, mas também pode indicar o site do e-commerce, como foi mencionado.

Nesse cenário, vale a pena lembrar do inbound marketing e marketing de conteúdo, novas formas de atração de clientes, ou seja, de promoção do produto.

Dessa forma, é evidente que, antes, o marketing tinha o produto como centro de sua estratégia.

No entanto, agora o foco é o cliente e seus desejos e necessidades.

Portanto, considerar o público-alvo é fundamental antes de traçar uma estratégia de marketing e de posicionamento da marca ou do produto.

O composto de marketing, então, continua sendo utilizado, mas deve se basear no cliente, que hoje é o principal elemento de qualquer estratégia de marketing.

Assim, apesar de serem muito relevantes para o marketing, as variáveis produto, preço, praça e promoção acabaram evoluindo e, atualmente, existem os 8 Ps.

Isso não significa que o marketing tradicional tenha morrido e sido substituído. Na verdade, ele foi apenas ajustado conforme a demanda do mercado nos dias de hoje.

É claro que os elementos já vistos são os principais, mas você também pode considerar essas outras 4 variáveis.

8 ps do marketing

Veja quais são elas:

Processo

São os procedimentos adotados pela empresa para que o produto seja fabricado ou o serviço, prestado.

Estão envolvidos nessa variável os procedimentos, os fluxos e as metodologias de trabalho realizados.

Seguindo boas práticas, o empreendedor pode aumenta sua produtividade e tem mais assertividade, elevando a qualidade do produto final.

Palpabilidade

Comumente chamada de evidência física, essa é a percepção que o cliente tem do ambiente que está fornecendo o serviço ou oferecendo o produto.

É a história daquele ditado: “a primeira impressão é a que fica”.

Portanto, a palpabilidade é relativa à apresentação dos funcionários, aos cartões de visita, às instalações, à fachada do estabelecimento, aos equipamentos utilizados etc.

No caso do e-commerce, podemos entender a palpabilidade como sendo o site nos quesitos usabilidade, layout, organização, entre outros elementos.

Pessoas

Nesse contexto, refere-se aos colaboradores e não aos clientes.

Estão abrangidos aqui desde os funcionários internos até colaboradores externos, terceirizados e parceiros.

Ou seja, é qualquer mão de obra que esteja envolvida com o processo de produção ou fornecimento do produto ou serviço.

Nesse caso, a empresa deve fornecer a capacitação e o treinamento necessários, além de motivar os funcionários e incentivá-los a fornecer as orientações necessárias ao cliente.

Assim, o cliente estará satisfeito e poderá ser fidelizado.

Produtividade e qualidade

Esse último “P” referem-se, obviamente, à produtividade da equipe a à qualidade do produto.

Essas variáveis são fundamentais para qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento de atuação.

No caso da prestação de serviços é ainda mais relevante, porque ser a chave que determina o fracasso ou o sucesso do empreendedor.

Assim, podemos entender que o composto de marketing continua sendo muito importante para traçar as estratégias da empresa.

Partindo das 4 variáveis básicas, o empreendedor pode definir uma série de ações e delimitar caminhos que podem ser percorridos.

Estes são os 4 conceitos essenciais cunhados por Phillip Kotler. Quer conhecer ainda mais o trabalho de Kotler? Recomendamos o livro Marketing 3.0 (resumo aqui).

Agora que você já sabe sobre os 4 Ps, que tal conhecer melhor sobre o marketing de conteúdo? Essa estratégia pode aumentar as vendas da sua empresa e fidelizar clientes.

Para saber mais, leia o post Saiba como alavancar o sucesso da sua empresa com o marketing de conteúdo!

mídia paga para e-commerce

7 verdades que você precisa saber antes de investir em Mídia paga para e-commerce

Já falamos por aqui o quanto a internet mudou a jornada de compra do cliente.

Já falamos por aqui o quanto a internet mudou a jornada de compra do cliente.

A grande verdade é que ela se tornou um excelente canal para quem quer expandir suas vendas, saindo de uma abrangência local para a nacional e até global.

Ou seja, o e-commerce vem se consolidando como uma das principais ferramentas de aquisição de clientes para negócios que vendem algum tipo de produto, desde os que estavam presente somente no mundo offline até os que nasceram com o DNA no mundo online.

Fazendo uma analogia com os mercados locais, a internet funciona basicamente da mesma forma, ou seja, não basta simplesmente colocar os produtos na vitrine e esperar que os clientes venham voluntariamente.

É preciso construir uma reputação para que a loja tenha movimento e realize suas vendas. Isso pode ser feito de diversas maneiras, uma delas é fazer anúncios através da mídia paga.

E é sobre isso que iremos falar nesse post: Como funciona a mídia paga para e-commerce, que é um dos melhores investimentos a serem feitos para esse tipo de negócio.

Mas antes…

Você conhece o Google Adwords?

O Google Adwords nada mais é do que a plataforma de anúncios e publicidade do Google. A sua influência no ambiente web é muito relevante, pois hoje em dia, a primeira ação quando queremos pesquisar algo é procurar no Google.

Os anúncios feitos através dessa ferramenta podem aparecer de duas maneiras: Na Rede de Display ou na Rede de Pesquisa.

A Rede de Pesquisa é um espaço para anúncios que é disponibilizado nas páginas de pesquisa do Google – são os links patrocinados.

A Rede de Display são os anúncios que aparecem em forma de textos, vídeos e imagens nos diversos sites que são visitados.

As campanhas funcionam no sistema de lance – como se fosse um leilão – ou seja, elas são configuradas de acordo com um orçamento diário pré-definido. Caso esse orçamento seja ultrapassado, as campanhas serão pausadas naquele dia.

Adwords para e-commerce

Agora que você entendeu os conceitos básicos sobre o funcionamento do Google Adwords, vamos mostrar como você pode utilizar o seu orçamento de mídia paga para e-commerce, detalhando um pouco mais as Redes de Display e Pesquisa.

Rede de Display

Ela possui a maior rede de sites parceiros do Brasil e do mundo. Através dela é possível segmentar os anúncios de acordo com o contexto desses sites, sendo possível direcioná-los para os que tenham afinidade com seu público-alvo.

Como na Rede de Display há a possibilidade de fazer anúncios em vários formatos (texto, imagens, vídeos, etc) é possível dar um toque de criatividade para eles, deixando-os mais interativos, que é algo bem útil para o mercado de e-commerce.

Uma dica legal é fazer testes A/B com todos os elementos do anúncio.

Ela também oferece um recurso extremamente poderoso, que pode ser muito bem utilizado pelos e-commerces: A possibilidade de segmentar anúncios.

Sendo possível escolher o seu direcionamento baseado em atributos como localização geográfica, idade, gênero, contexto (relacionado a uma palavra-chave) e até por interesse do negócio.

Rede de Pesquisa

Assim como falamos anteriormente, a Rede de Pesquisa engloba os anúncios patrocinados nas pesquisas feitas no Google.

Aqui também é possível direcionar os anúncios conforme uma localização, idade, gênero e palavra-chave.

Além disso, há o recurso da pesquisa dinâmica que também pode ser muito útil para os e-commerces.

Com ela será possível criar anúncios os quais o título é gerado automaticamente com o nome do produto e a URL de destino. Isso faz com que o produto seja ofertado assim que a pesquisa por palavras-chave relacionadas forem feitas, tornando o resultado da sua empresa mais relevante.

As verdades sobre o uso de Adwords em um e-commerce

Para te ajudar a utilizar a mídia paga para e-commerce, vamos listar aqui 7 verdades que você precisa conhecer antes de começar a investir nesse tipo de mídia. Confira:

1 – Escolha de palavras-chave

Você está no controle de todas as suas campanhas, ou seja, poderá definir quantas palavras-chave quiser para ela.

Mas tome cuidado com isso, pois o objetivo nessa etapa é conseguir atingir o seu público-alvo. Caso o número de palavras seja exagerado, a sua campanha será muito abrangente e dificilmente você conseguirá cumprir com esse objetivo.

No geral, um número ideal é de 5 a 10 palavras por campanha.

2 – Qualidade da palavra-chave

Aproveitando que estamos falando das palavras-chave, não deixe de analisar a sua relevância e a sua concorrência.

Verifique se a palavra-chave possui uma quantidade de pesquisas relevante para você investir e também verifique o seu custo (quanto mais concorrida, mais caro ela será).

A saída para palavras que são muito concorridas é usar a alternativa das palavras-chave de cauda longa, que são termos que não são tão genéricos – por exemplo, se você possui uma loja de roupas para idosas, ao invés de investir na palavra “roupas” invista em “roupas femininas para idosas”.

3 – Segmentações

Também já falamos como as campanhas podem ser segmentadas. A utilização desse recurso é um grande diferencial, principalmente para quem trabalha com e-commerce.

Prosseguindo dessa maneira, suas campanhas sairão na frente das demais e dependendo da forma como os anúncios serão direcionados, é possível evitar competições com empresas que têm um alto poder de compra nos leilões ou já são mais experientes.

4 – Leilão

Conforme também já explicado, o funcionamento das campanhas é baseado em forma de leilão, o qual será preciso definir um lance do valor (em R$) mínimo que está disposto a pagar por palavra-chave.

Porém, os lances podem ser feito em 3 modalidades:

  • Custo por Clique (CPC), ou seja, será cobrado quando alguém clica no anúncio;
  • Custo por Aquisição (CPA), que será cobrado somente quando você realizar uma venda;
  • Custo por Mil Impressões (CPM), a qual é cobrado um valor quando 1000 anúncios são visualizados.

Então, tente entender qual dessas modalidades se adequa melhor ao contexto de cada anúncio.

5 – Gasto mínimo

Não há a obrigação de gastar um valor mínimo por dia. Aliás, dependendo do dia e do quão bem aquela campanha estará otimizada o gasto pode ser quase nulo.

Para e-commerces, a sugestão é não começar com valores pequenos demais, então tenha em mente que será preciso elaborar um orçamento mensal para tirar o maior proveito com esses anúncios.

6 – Relatórios

O Adwords irá fornecer os mais diversos detalhes das campanhas em forma de relatório, por isso é importante que a análise deles seja feita periodicamente a fim de otimizá-las sempre.

A partir desse acompanhamento e das otimizações será possível aumentar o tráfego do site e suas conversões. As principais informações que você precisará ficar de olho são o CPC, taxa de cliques, conversões e receita.

É possível também criar filtros com esses indicadores a partir das palavras-chave, localização, dias e horários.

7 – Remarketing

Além de todos esses recursos que foram apresentados acima, você pode optar por fazer ações de remarketing, que nada mais é do que continuar mostrando suas ofertas para as pessoas que acessaram-a recentemente, mesmo que elas não estejam mais em sua loja virtual.

Essa é uma ferramenta muito poderosa, mas deve ser utilizada com cuidado. Ela irá funcionar com uma maior eficiência para e-commerces que possuem uma boa variedade de produtos e uma reputação já construída.

Tenha em mente que entender como funciona a mídia paga para e-commerce e aplicar todas as dicas e conceitos é apenas o primeiro passo para o sucesso. Os outros aparecerão com a sua dedicação e aprofundamento, estudando mais sobre o tema.
Gostou desse post? Então conheça As 15 ferramentas de marketing mais indicadas para as pequenas empresas

SEO para e-commerce

SEO para e-commerce: Saia na frente dos seus concorrentes com esta estratégia!

Uma grande rede de varejo investe milhões em publicidade para atrair seus clientes, sempre com campanhas criativas, contando com a ajuda dos mais brilhantes publicitários disponíveis. Tudo isso para que suas ofertas sejam vistas por milhares de pessoas.

Uma grande rede de varejo investe milhões em publicidade para atrair seus clientes, sempre com campanhas criativas, contando com a ajuda dos mais brilhantes publicitários disponíveis. Tudo isso para que suas ofertas sejam vistas por milhares de pessoas.

Você sabia que sua loja online também pode ficar conhecida por milhares de clientes sem que você gaste uma fortuna? Tudo graças às técnicas de SEO para e-commerce.

O que é SEO?

Leitores um pouco distraídos podem achar que este artigo falará sobre o trabalho dos líderes nas grandes empresas, mas cuidado, essas lideranças são chamadas de CEO’s.

O SEO é uma abreviação do inglês para Search Engine Optimization, que em português significa: otimização para mecanismo de busca.

Como algumas tarefas do dia a dia são feitas no modo automático, nem sempre nos damos conta de suas características mais importantes. Pare por um minuto e pense: como foi que você conheceu este site?

Provavelmente foi fazendo uma pesquisa no Google, não é mesmo? Usar a internet consiste, basicamente, em fazer pesquisas. Qual filme está em cartaz hoje? Quais são as academias de musculação no meu bairro? Enfim, independente da dúvida, o Google tem as respostas – e sua empresa pode ser uma delas.

Sem dúvidas a melhor ferramenta para fazer pesquisas é o Google – ainda que não seja a única.

Isso porque esse site especializou-se em conhecer as necessidades do usuário de internet, assim como seus hábitos de pesquisa.

Dicas básicas para SEO para e-commerce

Quem empreende sabe a importância da localização de seu negócio, não é mesmo?

Com relação às técnicas de SEO para e-commerce a preocupação com a localização também se faz válida, mas dessa vez é a localização da palavra-chave.

Vamos supor que você tem uma loja de instrumentos musicais na cidade de Curitiba. Tratando-se de um e-commerce, a localização da sua loja não é muito importante para o cliente, portanto, a palavra “Curitiba” não é uma de suas palavras-chave.

No entanto, o produto que você vende é algo que pode interessar as pessoas do Brasil inteiro, afinal, não são todas as cidades que têm lojas que vendem instrumentos musicais, não é mesmo? As palavras “instrumentos musicais” podem ser um exemplo de palavras-chave relevantes para sua loja online.

Como escolher a palavra-chave?

A escolha da palavra-chave tem como objetivo atrair tráfego orgânico, ou seja: fazer com que o usuário descubra seu site em uma pesquisa, sem que você tenha que pagar por isso.

No exemplo da loja de instrumentos musicais, chegamos à conclusão que a palavra “Curitiba” não era a palavra-chave, e que “instrumentos musicais” se tornava mais relevante nas pesquisas, mas ainda é cedo para bater o martelo sobre esse tema. É preciso conhecer melhor o público-alvo.

O objetivo das técnicas de SEO para e-commerce é converter a visita no site em uma venda, por isso é necessário que o lojista saiba bem quem é seu freguês.

Quem visita o site em busca de instrumentos musicais? São pais preocupados com a educação dos filhos? Jovens interessados por música? Adultos que trabalham como músicos?

Sabe quando você visita uma loja física, e não encontra o que procura e diz ao vendedor que “só está dando uma olhadinha”? Para evitar que o visitante deixe seu site sem comprar nada, você deve conhecê-lo melhor.

Uma pesquisa de público-alvo pode ser muito eficiente nesses casos, ou o lojista pode analisar as informações da venda e perceber que segmento de público tem demonstrado interesse por seus produtos.

SEO para e-commerce: funil de vendas

É muito importante que você tenha uma noção sobre o que é funil de vendas antes de escolher suas palavras-chave.

O funil de vendas é um forte aliado nas estratégias de marketing dos negócios online, sobretudo no marketing de conteúdo.

Basicamente, o funil de vendas tem como objetivo ajudar na conversão de suas visitas em vendas. Essa estratégia pode ser dividida em: topo, meio ou fundo do funil.

No topo do funil a meta é aumentar o tráfego de visitas no site da loja, desse modo, atraindo cada vez mais pessoas, sem que, necessariamente elas comprem algo.

O internauta ainda não demonstra ter certeza de que quer comprar, ele está atrás de informações para sanar suas dúvidas sobre a possível compra.

No meio do funil de vendas o objetivo do e-commerce normalmente é captar meios de contato com o cliente, como seu endereço de email. Essa estratégia é importante porque muitas vezes temos interesse em determinado produto, mas sem as devidas informações e estímulos a compra pode ser desencorajada.

No fundo do funil o objetivo é um só: vender. O cliente já tem certeza que quer comprar, nesse caso ele precisa ser convencido que sua loja é o melhor fornecedor para isso. Por isso todas as informações sobre o produto, assim como formas de pagamento estão disponíveis para leitura, pois dúvidas podem espantar o cliente para outro lojista.

A palavra (chave) tem poder!

Para que as ferramentas de buscas, como o Google, localizem seu site – assim como seus produtos –  é necessário que seu conteúdo seja relevante.

Depois de tantos anos atuando no mercado o Google percebeu que alguns sites colocavam as palavras-chave repetidamente no texto, apenas para serem localizados.

Esses sites começaram a ser punidos pelo Google, alguns, inclusive sendo banidos da ferramenta.  Imagine o prejuízo de um e-commerce que nunca aparecerá como resultado de pesquisa no Google.

Por isso, após decidir qual será sua palavra-chave e entender qual o estágio de seu funil de vendas, o empreendedor deve pensar em uma maneira de fazer com que a palavra escolhida apareça de forma natural em seu conteúdo.

Por exemplo: uma loja de eletrônicos pode fazer reviews de seus produtos. Assim, o internauta pode sanar suas dúvidas sobre os aparelhos e compra-lo no mesmo site.

Título

O título é a primeira coisa que lemos em um texto, por isso, é muito importante para o SEO para e-commerce que sua palavra chave apareça nele.

O tamanho do título também é importante, não devendo ultrapassar 63 caracteres, de acordo com especialistas em marketing digital.

Intertítulos

Na internet a leitura sofre algumas alterações. Geralmente quem está realizando uma pesquisa deseja uma resposta eficiente e curta, para poupar tempo. Por isso é recomendável que você divida seu texto com intertítulos, assim a leitura torna-se mais fácil.

Por exemplo, uma parte do texto dedicada ao produto, outra falando sobre a marca e uma terceira concluindo o custo-benefício da compra.

É importante aproveitar os intertítulos para incluir sua palavra-chave, mas sempre de forma natural.

Imagens

Ao passar o cursor em cima de uma imagem em qualquer site um pequeno texto aparecerá. O Google lê as informações como códigos, por isso as imagens devem receber uma descrição que será visível ao leitor caso sua imagem não carregue para ele.

Uma excelente oportunidade para usar sua palavra-chave, além ser fundamental para mostrar ao consumidor o produto você deseja que ele compre.

URLs inteligentes

Imagine que você deseja compartilhar o link de um site, mas a url é enorme, cheia de caracteres, de modo que quem a lê não consegue ter uma ideia do que se trata.

É importante que esses endereços identifiquem o tema do texto para qual o leitor será direcionado, também é muito importante para melhorar o SEO para e-commerce que a palavra-chave seja usada nas URLs.

Exemplo: lojasaiadolugar/promoçãodelivros. Qualquer pessoa que ler essa url entenderá que o site direciona para uma promoção de livros.

Conteúdo relevante

Logicamente que a palavra-chave deve aparecer no conteúdo principal da página do produto, mas sempre de maneira interessante, afinal, mesmo que o Google tenha direcionado o internauta para lá, ele só lerá o conteúdo e fará uma compra se achar seu site interessante e confiável.

Uma dica simples: coloque-se no lugar do leitor.

Linkagem interna

O site de sua loja não é feito por apenas uma página, não é verdade? Sempre que possível coloque links no texto que direcionem o leitor para outros artigos, dentro do mesmo site, afinal, se ele está visitando sua página é porque tem interesse nos produtos que você vende.

Se ele visitou uma página sobre camisetas porque não sugerir a ele calças que combinem com os produtos que ele viu?

Descrição dos produtos

É possível que o usuário chegue ao site de sua loja pesquisando por um produto específico. Vamos supor que esse produto seja um celular da marca LG.

Nesse caso, a palavra-chave que terá que ser trabalhada na página do produto é “celular LG”. Mas, o que escrever sobre esse produto?

Alguns lojistas cometem um erro grave nessa hora, que prejudica o SEO para e-commerce: copiar a descrição dos produtos.

Como já vimos neste artigo, o Google penaliza plágio de conteúdo, inclusive pequenos textos, como a descrição de uma mercadoria.

Então, oriente os redatores de seu site a jamais copiarem a descrição dos produtos de outras lojas, pois isso coloca a perder todas as outras estratégias de SEO para e-commerce.

Utilizando o Google Trends

Ainda sobre a descrição dos produtos, uma ferramenta do próprio Google pode ajudar na otimização do SEO para e-commerce: o Google Trends.

Basta digitar uma palavra no campo de buscas e o site dará informações relevantes sobre o termo, como o país que mais pesquisa sobre ele, além das pesquisas relacionadas.

Se você digitar “celular LG” no Google Trends a ferramenta listará 25 tópicos relacionados. Nesse caso, modelos de celulares.

Essa informação, além de ajudar o empreendedor a perceber uma mudança repentina no comportamento de pesquisa do consumidor, o ajuda a decidir que termos podem ser trabalhados como palavra-chave de um conteúdo.

SEO para e-commerce: dispositivos móveis

Ferramentas de buscas levam em consideração muitos fatores para recomendarem um site ao usuário, entre esses fatores está a estabilidade do site.

O mundo mudou e novas exigências no que diz a respeito à navegação e design surgiram. Você compraria em um site cuja aparência remete ao começo dos anos 2000?

Por isso, levando em consideração as novas formas de se navegar – e comprar – pela internet, o Google recomenda aos usuários sites que sejam responsivos, ou seja, que se adaptem aos diferentes dispositivos que existem (desktop, tablet, Ipad, smartphone e etc.)

Muitos lojistas investem muito para desenvolverem aplicativos para smartphones, sendo que um site responsivo pode atender a essas plataformas, facilitando a compra e garantindo uma boa experiência do cliente.

Arquitetura da informação

A palavra arquitetura nos remete a prédios, não é mesmo? Essa analogia está correta, pois os prédios são construídos obedecendo à regras, que garantem sua segurança e usabilidade.

Arquitetura de informação para e-commerce significa pensar como será o site, a fim de que ele atenda às demandas do lojista e do cliente.

Quantas abas ele terá? Que abas serão essas? Que informações aparecerão na primeira página? Esses são alguns aspectos que devem ser levados em conta na hora de aplicar essa técnica de SEO para e-commerce.

Se você entrar em um e-commerce de vestuário, verá que as informações são divididas em categorias como: “roupas masculinas”, por exemplo.

Da mesma maneira que o lojista de uma loja física se preocupa com a distribuição das mercadorias em seu estabelecimento – desejando que o cliente consiga encontrar o que procura – o empreendedor virtual deve levar em consideração a distribuição da informação em sua página, para que o internauta não tenha dificuldade em ler as informações, encontrar a mercadoria que quer comprar e efetuar o pagamento.

Otimize a compra

Imagine que você viu o produto que deseja, clicou na foto, conferiu o preço, mas não consegue encontrar uma forma de colocá-lo em seu carrinho. Um simples botão “comprar” poderia resolver o problema.

O site de um e-commerce deve estimular a compra. Parece óbvio, mas muitas lojas esquecem-se disso e, mesmo atraindo visitas não conseguem convertê-las em vendas porque dificultam a navegabilidade.

Redes Sociais

Você já deve ter notado que o Google apresenta nos resultados de pesquisa artigos do Linkedin e posts do Facebook e Twitter, não é mesmo?

Por isso uma dica importante para quem deseja dominar as técnicas de SEO para e-commerce é pensar nas estratégias de comunicação das redes sociais como algo maior do que uma forma de distribuir conteúdo, ou seja: em alguns casos ofereça ao leitor a informação relevante em suas redes sociais, assim ele se engajará com o conteúdo.

Se muitos internautas estão falando sobre o mesmo produto, o Google entende que aquele site deve ser visto por mais pessoas.

Entender como o SEO para e-commerce funciona é fundamental para melhorar a imagem da sua empresa, contribuindo para que o internauta encontre seus produtos com facilidade.

Agora que tal saber mais sobre o outro CEO? Torne-se o líder que sua empresa precisa!

prosperidade nos negóciosMuitas pequenas empresas lutam em decidir que tipo de marketing farão, porque o seu orçamento só suprirá um ou outro, não ambos.

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Prosperidade nos negócios: O que esperar de 2017?

Um ano novo começa e 2017 vem com expectativas de grandes oportunidades. Esse é o momento perfeito para você ter prosperidade nos negócios!

Um ano novo começa e 2017 vem com expectativas de grandes oportunidades. Esse é o momento perfeito para você ter prosperidade nos negócios!

Não importa se você tem um negócio pequeno em um bairro da sua cidade ou se já conseguiu expandir, entender como está a economia brasileira, quais são as perspectivas para o mercado e quais são as tendências para 2017 é fundamental.

É por isso que nós criamos este post. Nosso objetivo é que você tenha uma visão mais ampla do mercado e comece 2017 com o pé direito! Afinal de contas, quem não arrisca, não petisca! Mas é bom correr riscos moderados.

Vamos ver, então, como ficou o mercado em 2016 e o que esperar de 2017?

Balanço do mercado em 2016

Não dá para negar que 2016 foi o ano que atingiu a todos. Aumento da inflação, elevação do dólar, impeachment… foram tantos fatos políticos e econômicos que ficar listando aqui seria muito complicado.

Mas vamos deixar a retrospectiva para quem é especialista nisso. Nosso foco é entender como ficou o mercado em 2016. Para isso, precisamos analisar alguns elementos separadamente.

Vejamos o que considerar:

PIB

O Produto Interno Bruto é o somatório dos valores de bens e serviços finais produzidos no país. Esse índice é muito importante porque mede a atividade econômica da nação e seu nível de riqueza, já que quanto mais se produz, mais se consome, investe e vende.

Em 2016, o PIB contraiu. Esse foi o segundo ano consecutivo de retração desse indicador. Até setembro, a queda era de 4% se comparado aos nove primeiros meses de 2015. Em dezembro, a previsão do índice foi revista para – 3,43% em relação a 2015.

Contas públicas

Logo no começo do ano, o então ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, indicou que o déficit das contas públicas chegava a R$ 60,2 bilhões. Esse cenário era bem diferente do que tinha sido aprovado em 2015, quando havia um superávit de R$ 30,5 bilhões.

Ou seja, havia um saldo negativo quando o governo comparou todas as receitas e as despesas. Em bom português, estava se gastando muito mais do que se arrecadava.

Devido ao número negativo, Barbosa previu que o déficit orçamentário do país fecharia em R$ 96,7 bilhões. Com o impeachment da presidente Dilma Roussef, o vice Michel Temer assumiu o posto e colocou Henrique Meirelles como ministro da Fazenda.

Meirelles reviu novamente os dados e decretou: o déficit deve ficar em R$ 170,5 bilhões, número que foi aprovado pelo Congresso.

Dólar

Esse foi um ponto que melhorou desde o início de 2016. Se o ano começou com uma grande desvalorização do real, essa tendência reduziu nos meses seguintes. Em valores absolutos, o dólar passou de R$ 4,16 para R$ 3,10.

Inflação

A inflação oficial é medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e o resultado não foi muito bom ao longo de 2016. Quem sentiu foi o seu bolso, como consumidor e empresário.

Esse indicador chegou a 10,71%, mas o Banco Central conseguiu controlar e reduzir. Nos 12 meses que encerraram em outubro, o resultado foi de 6,99%. Já no início de dezembro, a expectativa do boletim Focus do Banco Central (Bacen) reviu a inflação para 6,52%.

Taxa de juros

Esse índice é regulado pelo Bacen por meio da Selic, considerada a taxa básica e juros. Sempre que é necessário intervir na economia, o governo aumenta ou diminui a Selic para conter os juros e, consequentemente, a inflação.

Em 2016, houve quedas na Selic, situação que não ocorria desde julho de 2015. A taxa fechou o ano em 13,75% e há previsão de mais reduções em 2017.

E 2017?

Bom, se o cenário não foi tão otimista em 2016, a verdade é que a economia deve recomeçar a crescer em 2017. A previsão é que a economia cresça 1%, segundo o Portal Brasil, o que já é bom considerando que ocorreram duas quedas seguidas.

A recuperação vai ser um pouco lenta, mas deve se intensificar nos últimos 3 meses do ano, quando deverá haver uma alta de 2,8%. Isso deve trazer uma expectativa ainda melhor para 2018.

Mas o que isso significa na prática para você? Pode continuar apostando, porque haverá grandes oportunidades para quem souber se atentar às tendências e apostar naquilo que é certo.

Tendências de 2017 para você ter prosperidade nos negócios

Vamos ver, então, quais são as possibilidades de investimentos para o ano que se aproxima:

E-commerce

O aumento das vendas do comércio eletrônico vai se intensificar e a demanda tende a crescer. Se você ainda não está investindo no e-commerce, mude já!

De acordo com o relatório Webshoppers, do E-bit, o primeiro semestre de 2016 indicou um aumento de 5,2% no faturamento das vendas online, alcançando o total de R$ 19,6 bilhões.

Dois motivos importantes que colaboraram para esse aumento foram a elevação dos consumidores virtuais ativos, que chegou a 31%, e o aumento das vendas por dispositivos móveis, cuja alta foi de 18,8% no semestre.

A dica é: se você já tem um negócio físico, aproveite e venda também pela plataforma digital. Isso vai expandir suas vendas e a possibilidade de alcançar novos públicos. Sem contar que é uma forma comparativamente mais barata de atingir o sucesso.

Startups

Esse modelo de empresa começou a ser implantado há alguns anos e ganhou muita força ultimamente. A sacada desses negócios foi trabalhar com tecnologia da informação e dados em massa, que impactam diretamente a experiência do usuário.

O cenário de 2017 para as startups passa principalmente por 4 áreas:

Ferramentas que melhoram o conceito de escala de produção

Alguns exemplos são o tratamento de efluentes de forma local e a geração de energia limpa. Essas soluções devem ser financeiramente viáveis e trazer contribuições para a sociedade, como redução da poluição;

Serviços financeiros

Cada vez mais o mercado trabalhará com os meios de pagamentos digitais, as bitcoins e os robôs de investimentos;

Serviços de saúde que requerem tecnologia

Especialmente o mapeamento de DNA e os prontuários atualizados em tempo real;

Ferramentas que melhoram o transporte e a mobilidade

Temos como exemplos os drones, os carros sem motorista, entre outros. A ideia é facilitar o transporte nas grandes cidades.

Negócios locais

Apesar do mundo digital estar cada vez mais forte, os negócios locais também estão crescendo. Se você tem um, aproveite essa onda!

A dica aqui é se diferenciar da concorrência e chamar a atenção dos consumidores por meio da valorização dos itens de origem, que demonstram quais são suas raízes.

Essa tendência não exclui o e-commerce. O varejo agora tem o lema: “pense localmente, aja globalmente”. Ou seja, invista nos produtos locais, mas os ofereça pela internet.

Dessa forma, você consegue atender um público bem específico, mas expandir seus horizontes e o seu negócio.

Franquias

Enquanto muitos negócios passaram dificuldades em 2016, as franquias continuaram crescendo. Em 2015, o aumento foi de 8,3% e a expectativa é que a alta de 2016 seja de aproximadamente esse percentual, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Se você não quer investir muito, a dica é trabalhar com quiosques ou serviços. Os quiosques são modelos de franquias mais baratas, mas que permitem a você trabalhar com grandes marcas.

Há opções nas áreas de artigos esportivos, beleza, bebidas, alimentação, realidade virtual etc. O benefício é contar com o suporte da franqueadora e fazer um investimento bem mais baixo que uma franquia tradicional.

Já as franquias de serviços são outras boas opções para atuar nos ramos de TI, medicina, gestão financeira, entre outros.

Saúde e nutrição

Como sempre, a alimentação é um negócio promissor. Mas dessa vez vem acompanhada dos cuidados com saúde. O aumento de pessoas preocupadas com esses dois quesitos é notável e vale a pena apostar nesses segmentos.

Em 2017, uma tendência que deve se fortalecer é a da alimentação saudável. Projetos de salada no pote, delivery de comida saudável, combos voltados para o emagrecimento ou para pessoas intolerantes a glúten e lactose são um diferencial.

Na esteira disso, os food trucks continuam no páreo. A proposta é entregar produtos de qualidade artesanal, frescos e que sejam gostosos.

Mas não podemos nos esquecer dos aplicativos para medir calorias, anotar registros nutricionais, verificar hábitos esportivos etc.

Ou seja, aposte em alimentação e saúde e se conseguir aliar esses dois elementos, melhor!

Gestão de pessoas

A gestão de pessoas é uma tendência forte, porque os empreendedores já chegaram à conclusão de que colaboradores felizes são mais produtivos e ajudam a empresa a se destacar da concorrência.

Para se adequar a essa nova realidade, o treinamento é crucial. Em 2017, a ideia não será mais ensinar as mesmas capacidades e habilidades para todo mundo, mas sim focar nos pontos positivos do empregado e investir em seu talento natural.

Outra possibilidade será oferecer o treinamento para funcionários remotos, ou seja, que trabalham em casa. Nem sempre existe essa possibilidade, mas o home office vem crescendo devido ao nível de estresse dos colaboradores e ao trânsito das grandes cidades.

Essa é uma forma de conseguir aliar produtividade, satisfação da empresa e do colaborador e qualidade de vida no trabalho. Como não gostar?

Assim, fica evidente que 2017 será um ano de grandes oportunidades para qualquer empreendedor. Esperamos que você tenha muita prosperidade nos negócios e que possa aplicar nossas dicas no seu dia a dia! E para continuar aprendendo, aproveite e leia o post 7 formas de manter seus funcionários motivados sem gastar muito.

lideranca e motivacaoler e compreender melhor sua empresa e o mercado, crescer ainda é um desafio diário. E todo ano as mudanças na economia e política do Brasil e do mundo — dentre diversos outros fatores de mercado que mudam da noite para o dia — vão colocar à prova sua liderança e motivação.

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O que aprendemos sobre Liderança e Motivação em 2016?

Não existe fórmula mágica para quem empreende. Por mais que você possa modificar suas práticas, ler e compreender melhor sua empresa e o mercado, crescer ainda é um desafio diário. E todo ano as mudanças na economia e política do Brasil e do mundo — dentre diversos outros fatores de mercado que mudam da noite para o dia — vão colocar à prova sua liderança e motivação.

Não existe fórmula mágica para quem empreende. Por mais que você possa modificar suas práticas, ler e compreender melhor sua empresa e o mercado, crescer ainda é um desafio diário. E todo ano as mudanças na economia e política do Brasil e do mundo — dentre diversos outros fatores de mercado que mudam da noite para o dia — vão colocar à prova sua liderança e motivação.

O ano de 2016 foi especialmente importante nesse sentido, já que as reviravoltas políticas e econômicas foram tão constantes que desafiaram algumas das qualidades mais importantes dos empreendedores: a criatividade, o foco e a resiliência.

Que tal agora relembrar alguns acontecimentos desse período tão conturbado, em que todos fomos obrigados a colocar à prova nossa inventividade e capacidade de adaptação?

Foram lições aprendidas com dificuldade, mas que vão fazer muito bem se permanecerem na sua memória por um bom tempo. Acompanhe:

Cuba e EUA: um concorrente pode ser parceiro comercial

Tem muita gente que leva a concorrência para o lado pessoal.

Se você começa a colocar como objetivo da sua empresa ultrapassar um concorrente — em vez de focar nas melhorias que vão fazê-la crescer — o resultado pode ser fatal.

Agir de forma tão emotiva costuma deixar o empreendedor muito focado em questões que não têm a menor importância. O ego é colocado à frente da razão e ele perde muito tempo e oportunidades tentando provar alguma coisa para quem está ao redor.

Em 2016, Cuba e EUA reataram seus laços comerciais depois de 50 anos de declarada hostilidade. A ilha caribenha pôde, assim, melhorar economicamente, o que suavizou a crise que atravessa há vários anos.

E os americanos expandiram seu mercado, melhoraram sua balança comercial e ainda retomaram as relações diplomáticas com o país vizinho, o que, além de tudo, se transformou numa oportunidade de exportação com logística bem simples.

A lição aqui é bem objetiva: não encare seus concorrentes como inimigos. E nem gaste seu tempo cultivando uma disputa desnecessária.

Como líder, você deve sempre ter em mente o valor de uma decisão comercial pacífica e arrazoada.

Ações assim cultivam um sentimento cooperativo na sua empresa e mostram aos colaboradores que fazer negócios é conciliar interesses, concorda?

Einstein e as ondas gravitacionais: enxergue à frente

Parece absurdo encontrar lições de empreendedorismo numa descoberta científica? Saiba que o comportamento dos cientistas vai te ajudar muito ao longo da sua vida de empreendedor.

Este ano foram finalmente comprovadas as afirmações de Albert Einstein sobre as ondas gravitacionais no espaço sideral.

Essas comprovações são um grande passo para a Física e a Astronomia.

E sabe o que é mais interessante nessa história toda? Só depois de mais de cem anos é que a ciência conseguiu reunir os recursos tecnológicos e financeiros necessários para provar a teoria do físico alemão.

Você deve estar se perguntando como Einstein criou algo tão inovador há tantos tempo. Bem, ele precisou apenas de um papel, uma caneta, seu incrível conhecimento de Física e Cálculo e uma criatividade sem limites.

Como é bom ser alguém que enxerga à frente do próprio tempo, não é mesmo?

Eis aí a sua grande lição de liderança e motivação aprendida com a Ciência, em janeiro de 2016: olhar para o mesmo lugar que todo mundo e ver algo diferente.

Ou olhar para um lugar diferente e ver algo novo. Ou, ainda, olhar para dentro da sua própria empresa e enxergar o que ninguém vê. A novidade está em todo lugar, mas não são todos que estão dispostos a encontrá-la!

Acordo de Paris: a sustentabilidade é o caminho para o crescimento

Em novembro, 195 países assinaram o Acordo de Paris. Por meio desse documento, todas essas nações concordaram em reduzir drasticamente a emissão de gás carbônico na produção industrial, com o objetivo de reverter o processo de aquecimento global.

Ações como essa dão uma pista preciosa sobre o futuro do empreendedorismo no Brasil e no mundo: nos próximos anos, só vai ser possível crescer com sustentabilidade.

Como líder e empreendedor, você deve incluir essa ideia no seu modelo de negócio e começar a pensar o crescimento junto de práticas saudáveis para o meio ambiente e com propostas que envolvam um bem maior, como é o caso da inovação social.

As pessoas estão cada vez mais engajadas com a sobrevivência do planeta, e identificar a sua marca com políticas desse tipo é um dos segredos para criar uma boa imagem e se destacar da concorrência.

Lidere e motive mostrando uma reputação limpa e bons exemplos!

Turbulência econômica e política: como crescer em tempos de crise

O ano de 2016 foi muito complicado para muitas empresas. Se não foi ruim para todas elas, com certeza deu bons sustos na maior parte dos empreendedores.

O país atravessou diversos escândalos de corrupção envolvendo empresários e políticos, complexas tramas de bastidores que deixaram o brasileiro confuso e agravaram os efeitos da crise econômica mundial, que já tinha se instalado há um bom tempo por aqui.

Se, por um lado, esse cenário gerou turbulências e acabou desencadeando movimentos de férias coletivas, demissões, aumento do desemprego e recessão econômica, ele também foi um teste de fogo para alguns líderes.

Muita gente aprendeu na prática que crises fazem parte da vida de uma empresa, e que é possível aprender com elas e tirar proveito de um cenário desfavorável.

Não faltam exemplos de empreendedores resilientes e determinados que se aproveitaram da crise para lançar ideias duradouras e tirar seus negócios do papel, criando ótimas soluções para os problemas das pessoas e lucrando com isso.

O que mais se espera de um líder é que faça como um capitão, isto é, que seja o último a abandonar o navio.

E saiba que nos momentos de maior tempestade é que os seus colaboradores mais vão precisar de você para tocar o barco e motivá-los para que todos sobrevivam, juntos, ao mar bravo de uma recessão.

Pessimismo não é realismo: foque no que realmente importa

A maior parte das pessoas tem uma visão pessimista do ano de 2016. De fato, tivemos muitos desastres, episódios de guerras, escândalos e acontecimentos pouco estimulantes neste ano.

Mas muita coisa boa aconteceu também. Talvez, a maior lição que um líder possa tirar desses 12 meses seja a de que a mídia, os amigos e as redes sociais tendem a dar mais espaço para as notícias ruins do que para as boas.

Cabe a você, empreendedor, selecionar os acontecimentos que vão motivá-lo e inspirar suas próximas decisões, evitando ficar pessimista e achar que a realidade é ruim o tempo todo.

Talvez seja essa a melhor lição para começar com o pé direito em 2017: pessimismo nunca deve ser confundido com realismo.

E já que o texto de hoje fala sobre liderança e motivação, que tal saber um pouco também sobre as 7 formas de manter os seus funcionários motivados sem gastar muito? Uma boa forma de começar 2017 com as energias renovadas, não é mesmo?

gerente de e-commerce

6 fatos para se tornar um excelente gerente de e-commerce

Falar do poder do e-commerce já virou um clichê. Este ano, somente no primeiro semestre, o faturamento das lojas virtuais alcançou R$19,6 bilhões. Um crescimento de 5,2% em relação a 2015.

Falar do poder do e-commerce já virou um clichê. Este ano, somente no primeiro semestre, o faturamento das lojas virtuais alcançou R$19,6 bilhões. Um crescimento de 5,2% em relação a 2015.

Esses dados refletem todo o comportamento do consumidor brasileiro. Hoje, quem busca um produto está dando preferência às facilidades e os preços das compras online, do que à correria do comércio comum.

E se há algum tempo, o e-commerce era uma novidade, agora é quase impossível encontrar uma marca que não atue no mundo virtual.

Por isso, as lojas precisam de um profissional, que não saiba apenas lidar com a parte técnica do negócio, mas traga estratégias que impulsionem o seu crescimento e alcance. E é aí que entra o gerente de e-commerce.

O nome formal pode ser um pouco assustador para um empreendedor que possui uma loja virtual de pequeno porte ou ainda está começando na área.

Mas nós te garantimos que depois desse post você vai entender a relevância desse profissional e a diferença que ele pode fazer no seu negócio. Confira!

O papel de um gerente de e-commerce

O gerente de e-commerce possui habilidades de um administrador de empresas, analista de marketing, tecnólogo da informação e de um líder.

Somente isso seria suficiente para a sua empresa investir nesse profissional, mas ele ainda traz muito mais.

Sua visão inovadora, otimista e criativa sobre o mercado o transformaram no elemento essencial para que uma loja virtual se destaque diante da concorrência, atenda aos clientes com qualidade e utilize a tecnologia com sabedoria.

De uma maneira mais clara: é ele quem faz as coisas acontecerem.

O salário desses profissionais varia entre R$13 mil e R$ 20 mil reais, pela sua raridade no mercado.

Mas para o empreendedor que ainda não possui o capital necessário para cobrir esse valor, o ideal é oferecer a capacitação necessária para os profissionais que já possui – das áreas de tecnologia, recursos humanos, design, marketing ou comunicação.

Uma alternativa é começar a procurar no local onde os futuros gerentes de e-commerce estão se formando: na internet.

Redes sociais, cursos de formação e especialização em marketing digital e LinkedIn são apenas alguns dos espaços para ficar de olho e captar os talentos que impulsionarão o seu negócio no futuro. E acredite, um futuro não tão distante.

Competências de um gerente de e-commerce

Todo profissional que lida com um e-commerce precisa ter uma série de habilidades específicas em tecnologia, mercado e liderança.

Geralmente elas veem isoladas em cada profissional, mas o gerente consegue reunir tudo que uma loja virtual precisa, por meio de competências, como:

1. Boa capacidade analítica e estratégica

Para ser um gerente de e-commerce é essencial ter uma visão analítica sobre o negócio. Relatórios, estatísticas e números não devem assustar esse profissional – mesmo que ele não tenha uma formação em ciências exatas.

Conhecer esses dados é uma maneira de criar estratégias eficientes para evitar o abandono dos carrinhos de compras, descobrir causas das desistências dos clientes, melhorar a eficiência da plataforma, dentre outras incumbências essenciais para a sobrevivência de um e-commerce.

2. Experiência no varejo

Ter experiência no varejo é uma competência diferencial para qualquer profissional que trabalha em um e-commerce.

Mesmo no ambiente virtual, o setor varejista funciona de uma forma muito específica e exige uma noção de distribuição e logística maior do que qualquer segmento.

Imagine oferecer uma cartela de produtos, mas não ter estoque suficiente para cobrir as demandas? Escolher um domínio que não dá conta do número de acessos? Não atender com eficiência às dúvidas e reclamações do público? Ou não ter uma parceria com uma transportadora de confiança?

Lidar com o consumidor é garantir que vai oferecer um serviço de qualidade em troca de fidelidade. E só quem já trabalhou ou entende do varejo sabe como essa área funciona e as implicações que ela traz.

3. Profundo conhecimento em internet

Essa dica soa meio óbvia, é verdade. Mas muitos profissionais ainda acreditam que entender de internet significa apenas saber acessá-la e realizar funções básicas.

Para muitas profissões esse conhecimento pode ser suficiente, mas para um gerente de e-commerce é essencial ir além.

Otimizar o tráfego, gerenciar bancos de dados, transformar leads em clientes, gerar conteúdo de qualidade, investir nas ferramentas de publicidade e anúncio corretas e conhecer as tendências e os assuntos do momento nas redes sociais são apenas algumas das habilidades que esse profissional deve ter.

4. Ter uma visão global

A necessidade de vender é algo básico para um e-commerce. Mas nem sempre é fácil. Uma venda garantida não se resume a parcelamentos, promoções e frete grátis.

Cada compra é uma prova de confiança dada pelo consumidor – que espera um produto diferenciado e de qualidade, dentro das tendências do mercado, principalmente em setores voláteis como o de moda.

Por isso as empresas não devem errar. Em um cenário econômico e social que muda a todo momento, um gerente precisa ter sensibilidade para atender o consumidor e uma visão global para fazer o negócio crescer.

5. Dominar os recursos de marketing

Marketing é a alma de um “e-negócio”. Estratégias orgânicas – como marcar presença em redes sociais – podem atrair atenção para a marca e serem capazes de fidelizar clientes. Mas não são as únicas.

Entender o funil de vendas, conhecer ferramentas de análise, como o Google Analytics, planejar e anunciar campanhas no tempo certo e com o capital ideal, chamar o cliente para a ação (CTA) e saber hierarquizar recursos de marketig de conteúdo com qualidade é essencial para fazer uma marca crescer.

Prever as necessidades do consumidor e melhorar a experiência oferecida ao usuário são focos do marketing, que possuem influência decisiva nos resultados. Por isso é essencial que o gerente de e-commerce domine essa área.

6. Ter capacidade de liderança

O gerente de e-commerce não se concentra apenas em questões técnicas. Todo negócio, mesmo voltado para a tecnologia, precisa do capital humano para se sustentar.

Por isso esse profissional deve saber lidar com equipes multidisciplinares, trazer o seu conhecimento para o grupo, delegar as tarefas certas para as pessoas certas, e influenciá-las.

Conclusão

A internet, o marketing e o e-commerce trouxeram a oportunidade para que os profissionais que trabalham em cargos gerenciais se desvinculem de uma rotina de planilhas, relatórios e números para explorar um ambiente criativo, que traz novas tendências a cada dia.

As empresas precisam de alguém capaz de entrar no olho do furacão do mundo digital e “sair vivo”: de novas ideias e vontade de fazer a diferença. E se tem alguém indicado para fazer esse trabalho é o gerente de e-commerce.

Conseguimos te convencer de que a sua empresa precisa de um gerente de e-commerce? Não deixe de conferir outras estratégias para melhorar o seu negócio com o nosso artigo “Aprenda como fidelizar clientes em uma pequena empresa em crescimento“!

ciclo de vida de um produto

Ciclo de vida de um produto (CVP): Qual é a hora certa de inovar?

Se fosse recebesse o convite para ser sócio em um empreendimento de moda o que você faria? Difícil tomar uma decisão dessas sem muitas informações, não é mesmo? E se o principal produto dessa empresa de moda fosse a confecção de pochetes? Parece ser um bom negócio?

Se fosse recebesse o convite para ser sócio em um empreendimento de moda o que você faria? Difícil tomar uma decisão dessas sem muitas informações, não é mesmo? E se o principal produto dessa empresa de moda fosse a confecção de pochetes? Parece ser um bom negócio?

ciclo de vida de um produto

Se você respondeu não, isso significa que você já tem uma ideia sobre o tema deste artigo: ciclo de vida de um produto.

O que é ciclo de vida de um produto?

Bem, os produtos também têm um ciclo de vida, o que significa que, dependendo do produto, sua produção deixa de ser vantajosa – como se o interesse do consumidor para com ele morresse.

Esse tipo de situação costuma ser bastante prejudicial para empresas que oferecem apenas um tipo de produto – ou serviço – por isso é muito importante que empreendedor esteja atendo não só aos números relacionados à sua empresa, mas, também, ao mercado como um todo.

O avanço tecnológico traz ao consumidor novas formas de se expressar e lidar com suas necessidades de consumo, algumas, inclusive, nem eram conhecidas.

Por isso o empreendedor deve estar atendo às novidades, mesmo que não deseje incorporá-las imediatamente, pois elas podem indicar o futuro do seu mercado de atuação.

Vamos pegar como exemplo o segmento fonográfico, afinal, ele passou por imensas transformações nos últimos anos.

As fábricas de discos de vinil tinham contratos com as gravadoras, pois essa tecnologia era a mais popular para o consumo de músicas. No entanto, esse mercado foi rapidamente engolido pelo consumo de músicas por CD’s – que o dominou por boa parte dos anos 90 e começo dos anos 2000 – que, por sua vez, perdeu relevância para as plataformas de consumo on-line, como o Itunes e o Spotify.

Olhando para o passado podemos ficar surpresos ao perceber que muitos empresários não previram essas mudanças no comportamento do consumidor. Imagine se a mesma empresa tivesse investido nas novidades de mercado?

A questão é que, muitas vezes, o empresário não consegue entender o ciclo de vida do seu produto.

As diferentes fases da vida do produto

Introdução

É chamada de introdução a primeira fase do ciclo de vida do produto. Nessa fase o produto é uma novidade, por isso, apesar de grandes investimentos realizados para torná-lo conhecido pelo cliente, não existe uma pressão para que traga retorno imediato.

O objetivo é fazer com que o público-alvo tome conhecimento de sua existência.

Crescimento

São identificados produtos semelhantes, de empresas concorrentes. Agora existe uma disputa por mercado, por isso, o investimento em publicidade pode crescer, assim como empresas concorrentes se fundirem ou comprarem umas às outras.

O objetivo é garantir uma fatia do mercado.

Maturidade

O consumidor já conhece as principais marcas que atuam nesse segmento, possivelmente já tem uma predileta, o que faz com que produtos com baixa margem de venda deixem as prateleiras.

O mercado encontra-se saturado, não havendo espaço para que novas empresas arrisquem-se lançando produtos nesse segmento.

Pode existir uma competição pautada por preços mais competitivos, a fim de conquistar uma fatia ainda maior de vendas, mas isso, apenas, entre as marcas que já estão consolidadas no segmento.

Declínio

Algo mudou no mercado. O produto pode ter ficado obsoleto devido a avanços tecnológicos, ou uma empresa concorrente pode ter crescido de forma exponencial, tornando-se líder absoluta de vendas – o que fez que com que a margem de venda dos produtos concorrentes, ainda que com mais tempo de mercado, caísse muito.

Nesse caso a empresa tomará medidas para reverter essa situação, por exemplo descontinuar o produto e investir em algo novo, ou tentar renovar o produto antigo.

O ciclo de vida de um produto é um aliado

Os empresários não devem ver o ciclo de vida do produto como um inimigo que conta no relógio por quanto tempo sua empresa será relevante, mas como um alerta de que as coisas estão mudando, e que novas oportunidades estão surgindo.

Vamos pegar o exemplo das lojas de varejo, que tinham nas vendas físicas a maior parte de suas receitas. Grande parte das empresas que atuam nesse segmento percebeu que o e-commerce era uma realidade, e que ignorá-lo significaria perder vendas, o que poderia desvalorizar suas marcas.

Hoje as grandes redes investem pesado no comércio online, possuindo aplicativos para smartphone, além de canais de comunicação adaptados para o ambiente digital.

Um outro exemplo foi o setor de Táxis que enfrenta o maior desafio de sua história: o Uber.

O Uber demonstrou que o consumidor queria usar um serviço de transporte alternativo ao transporte coletivo, mas que o preço praticado pelos taxistas era muito alto.

Além disso, uma parcela do público-alvo do Uber não tinha o hábito de telefonar para centrais de rádio táxi, pois faz parte de uma geração que interage pelo ambiente digital, e telefonar é um comportamento mais analógico.

Quanta informação as empresas de táxi conseguiram graças à inovação trazida pelo Uber. Algumas já possuem aplicativos para celular e já estão cientes que alguns hábitos de consumo mudaram – como a preferência do cliente em pagar as corridas com cartões de crédito/débito.

Em resumo

O ciclo de vida de um produto é um fenômeno natural, que ocorrerá com qualquer produto, independentemente do segmento, conforme os avanços tecnológicos aperfeiçoam os produtos existentes e alteram o comportamento de compra do consumidor.

Em alguns segmentos ele pode ocorrer com maior – ou menor – velocidade, no entanto, todo empreendedor deve acompanhar as mudanças mercadológicas para saber em que estágio do ciclo seu produto está.

Ter acesso a essa informação ajudará a empresa a tomar melhores decisões de marketing, por exemplo.

Indicadores de venda não devem ser usados como únicos parâmetros para determinar o ciclo de vida de um produto, afinal, retrações em determinados mercados podem ocorrer por diversos motivos, como a sazonalidade, por exemplo – é natural que uma fábrica de picolés experimente queda em suas vendas no inverno, não é mesmo? Isso significa que as pessoas acham o picolé um alimento ultrapassado?

Outra dica valiosa é conhecer a Matriz BCG, uma avaliação que pode ajudar o empresário a tomar decisões estratégicas com relação a um produto.