Renato Mesquita

Growth Manager na Rock Content.
Jornalista apaixonado por Marketing de Conteúdo, futebol americano e paçoca.



pós-venda

Pós-venda e a arte de reter os seus clientes!

Temas e assuntos relacionados à área de vendas de um negócio aparecem com uma boa frequência aqui no Saia do Lugar. Afinal, vender é uma das principais atividades de qualquer empresa.

Temas e assuntos relacionados à área de vendas de um negócio aparecem com uma boa frequência aqui no Saia do Lugar. Afinal, vender é uma das principais atividades de qualquer empresa.

O fato é que todas elas dependem disso para manter seu negócio funcionando e é também a sua base para que possa crescer e atingir seus objetivos futuros. Por isso, naturalmente essa é uma das principais preocupações de qualquer empreendedor, fazendo com que busquem saber cada dia mais sobre o tema.

Porém, empreendedores que tem uma visão à longo prazo sabem que somente vender não basta! É preciso reter os clientes também. Até porque, em muitos modelos de negócio, há um custo e um esforço enorme para adquirir um novo cliente.

Então, é preciso trabalhar em ações para mantê-los por um bom tempo em sua base, além de estimular que eles voltem a fazer negócio com uma certa frequência. Isso irá ajudar a empresa a caminhar cada vez mais rápido em busca de sua sustentabilidade.

É por isso que se preocupar também com o pós-venda é essencial para o futuro de qualquer negócio. Tendo em vista essa necessidade, preparamos esse post para deixá-lo preparado em relação à arte de reter e fidelizar clientes. Se interessou? Então, continue conosco!

O que é retenção de clientes?

Antes de falarmos sobre um dos conceitos mais importantes da atualidade do universo da pós-venda, vamos explorar uma situação real, que com certeza já aconteceu com você ou com algum conhecido:

Lembre-se de quando você quis cancelar um serviço de TV, internet ou telefone e ligou pedindo o seu cancelamento imediato. O atendente procedeu com a solicitação pedida sem pestanejar ou começou a oferecer diversas condições e vantagens para que você continue usando o serviço e mude de ideia? Provavelmente ele adotou a segunda estratégia, não é mesmo?

Saiba que uma ação como essa é um caso típico de retenção de clientes, porém feita de uma maneira que mancha cada vez mais a imagem da empresa e que é muito utilizada nos dias de hoje, infelizmente.

Por isso, acreditamos que esse tipo de ação não vale a pena, até porque essas condições especiais podem ser excessivas e mesmo que retenham o cliente, poderá trazer prejuízos significativos para a empresa, diminuindo consideravelmente seu LTV (Lite Time Value), que é a métrica que mostra o quanto de lucro ele está deixando para o negócio enquanto ainda é cliente.

Agora sim, entrando na definição de retenção de clientes, ela é bem clara e até um pouco óbvia: manter os clientes fiéis ao negócio e fazê-los continuar comprando e usufruindo do seu produto ou serviço. Trabalhar com esse conceito é algo mais comum para negócios que adotam o modelo de assinatura, tal como softwares, serviços de telefonia, academias, revistas, dentre outros.

O mais importante é entender que há maneiras de trabalhar essa retenção de forma positiva e manter uma excelente relação entre o cliente e a marca depois da compra!

Portanto, uma retenção saudável é aquela que é baseada em uma parceria contínua e na confiança em que o cliente se sente valorizado pelo negócio. Dessa maneira, ele poderá reconhecer que a empresa se preocupa com o seu sucesso e está interessada em ajudá-lo de verdade.

Por que fidelizar clientes com pós-venda?

Muitas empresas, principalmente as de software, já entenderam que manter um cliente é muito mais barato do que conquistar um novo. A explicação para isso é até simples, de certa forma. Quando você adquire um cliente há um esforço muito grande para conquistá-lo, tanto financeiramente quanto em relação ao tempo que o negócio gasta nesse processo.

Agora, quando um cliente já conhece o negócio, esse esforço da conquista é praticamente 0. Porém, deve-se tomar cuidado para que ele não perca o encanto com a empresa e, nesse caso, o esforço para conquistá-lo novamente poderá ser muito maior.

Isso mostra que reter clientes é também uma questão de sobrevivência para o negócio. Porém, não quer dizer que seja uma tarefa fácil, apesar de ser mais barata quando comparada com a aquisição. A verdade é que muitos empreendedores se deparam com uma realidade em que essa prática é tão difícil quanto conquistar um cliente.

Nesse sentido, é preciso trabalhar em ações que impeçam que ele saia ou então desenvolver maneiras para incentivá-lo a voltar a comprar ou aderir planos e pacotes maiores. Para facilitar essa missão de desenvolver estratégias e ações de pós-venda para reter cada vez mais e melhor os seus clientes, preparamos algumas dicas. Confira:

1 – Conheça seu cliente

Conhecer o perfil do cliente é o primeiro passo para elaborar ações de pós-venda que sejam efetivas. Até porque, isso pode ser feito desde quando ele ainda não era cliente, ou seja, quando era apenas um lead sob responsabilidade do marketing e da equipe de vendas.

Então, comece pesquisando sobre o que cada cliente respondeu em formulários e landing pages, além de informações alimentadas em seu CRM (Customer Relationship Management) de vendas. A partir disso, será possível dividi-los em grupos para tratá-los de forma diferenciada.

Portanto, tente entender o que o seu cliente realmente está procurando para agir assertivamente. Sabe aquela história de oferecer o produto certo para a pessoa certa e na hora certa? Então, é isso!

2 – Conscientize a equipe de vendas

Geralmente, o primeiro contato que o cliente tem dentro da empresa é com a equipe de vendas e isso faz com que ele projete a imagem da empresa no vendedor que vendeu o serviço para ele, então é normal que ele preze muito por esse primeiro relacionamento.

Justamente por isso que a empresa precisa investir na conscientização da equipe de vendas para que ela também possa ajudar na fidelização. Uma maneira de fazer isso é capacitar os vendedores para identificar padrões de consumo de cada cliente e disponibilizar o máximo de informação para a equipe de pós-venda.

Saiba que bons vendedores entendem que o processo de vendas não acaba no fechamento do negócio!

3 – Facilite o contato

Para que o cliente se sinta bem, ele precisará entender que entrar em contato com o negócio não é algo difícil. Por isso, é preciso encontrar maneiras eficazes de manter contato com a sua base de clientes e mostrar que tem um interesse genuíno em seu sucesso!

Portanto, não adianta ter uma boa venda, com um contato próximo, se isso irá se perder no futuro. Então, é preciso cuidar para que ele não perca o encanto pela empresa. Imagina só que desagradável se o cliente perceber que a empresa só se preocupa com ele em épocas de renovação do contrato ou da assinatura do serviço?

4 – Seja rápido

Rapidez é uma das palavras-chave no mundo pós-venda. Nesse sentido é importante pensar em ações com um foco mais a curto prazo para fidelizar os clientes (Sem extinguir as ações a longo prazo, ok?). Até porque, o cliente só se manterá fiel se conseguir ver um primeiro valor no seu serviço e sentir-se realizado com esse benefício.

Se isso não acontecer, há um sério risco deles sentirem-se desestimulados e procurar a concorrência. Por isso, procurar maneiras de gerar esse valor o mais rápido possível e com a qualidade necessária deverá ser uma de suas prioridades.

Outra coisa que é muito levada em consideração pelos clientes é a capacidade da empresa em resolver rapidamente suas solicitações, principalmente as suas reclamações. O fato é que ninguém é perfeito, então falhas vão acontecer, porém a grande maioria dos clientes voltam a fazer negócio com empresas que resolvem-as rapidamente!

5 – Ouça seus clientes

Os clientes se sentem muito importantes quando são ouvidos. Naturalmente isso acontece quando há reclamações, porém se você for além disso, tenha certeza que poderá conquistá-lo facilmente. Estamos falando de elaborar ações que sejam proativas para ouvir seus clientes.

Então, faça pesquisas para que eles possam sugerir melhorias e até reclamar de coisas específicas que os incomodam, chame-os também para demonstrações de novas versões ou novos produtos e mostre que a sua opinião é muito importante! Claro que isso deve ser feito, mas os meios tradicionais de contato não podem ser esquecidos, tais como o SAC.

O segredo é criar o máximo de possibilidades de comunicação que sejam possíveis!

6 – Utilize o marketing de conteúdo como estratégia

Produzir conteúdo não se limita a atender somente os leads. Conteúdo para cliente também deve ser uma das práticas do negócio e ajuda a fidelizá-los dia após dia. Então, adote essa estratégia e procure elaborar materiais que realmente irão agregar valor para toda a base.

Adotar essa estratégia ajudará na educação dos próprios clientes em relação às boas práticas do mercado, além de poder estimular que ele compartilhe isso com conhecidos. Simples ações como essa podem trazer mais clientes de uma maneira muito mais fácil e menos custosa!

7 – Disponibilize treinamentos

Disponibilizar treinamentos e capacitações é uma excelente maneira de manter os clientes conectados o tempo todo com a empresa. Afinal, ele entenderá que a empresa está oferecendo diferenciais que vão além do serviço ou produto vendido.

Além disso, é uma ótima maneira de mantê-lo sempre fazendo uso do serviço ou produto que foi vendido para ele, tornando-o cada dia mais essencial em sua rotina!

8 – Atualize-se

Por fim, a última dica de pós-venda é relacionada a manter-se atualizado e acompanhar o mercado. Saiba que é até um pouco egocêntrico olhar somente para a própria empresa, então estude os outros concorrentes e as boas práticas do setor para extrair os pontos positivos que se adequem ao seu negócio!

Saiba que a arte de reter clientes não para por aí! Além dessas dicas, há muitos outros conceitos e princípios para você estudar, então aproveite essa última dica de se atualizar constantemente e siga ela a risca para você se dar bem!

E aí? Agora que você já aprendeu um pouco mais sobre pós-venda, que tal aprender a tomar decisões assertivas?

como ganhar dinheiro com blog

Como ganhar dinheiro com um blog? 4 maneiras de ganhar uma renda extra

Os tempos estão mudando. E, com essas mudanças, muita gente quer aproveitar para ganhar melhor, ter mais qualidade de vida e evitar depender da rotina de escritório para viver. Mas como ganhar dinheiro com um trabalho extra?

Os tempos estão mudando. E, com essas mudanças, muita gente quer aproveitar para ganhar melhor, ter mais qualidade de vida e evitar depender da rotina de escritório para viver. Mas como ganhar dinheiro com um trabalho extra?

Sabendo que essa demanda existe, vários “especialistas” em marketing e vendas digitais apareceram e sumiram nos últimos anos. Eles passam o tempo todo gritando para quem quiser escutar que é possível ficar rico trabalhando em casa, com um blog, por apenas algumas horas por dia.

Seria ótimo se fosse tão fácil assim, mas a verdade é que, embora tenha vantagens e liberdades que outras profissões não oferecem, criar um blog de sucesso envolve muito, mas muito trabalho. E, para quem faz o que gosta, também uma boa dose de satisfação.

Quer entrar para esse empreendimento cansativo mas recompensador que é o de criar um blog? Então, entenda as melhores formas de começar no ramo e gerar uma renda extra!

Maneiras de ganhar dinheiro com um blog

Vamos começar indo direto ao ponto, afinal, se não tiver bem claro desde o início como seu blog vai te trazer rendimentos, o trabalho todo pode ser perdido.

Antes de qualquer outra coisa, é preciso entender que há formas muito diferentes de ganhar dinheiro com um blog. Algumas são rápidas, porém limitadas. Outras, só geram renda em médio e longo prazo, mas são mais seguras e perenes. Veja as principais:

Anúncios

Você provavelmente já conhece essa estratégia. Para falar a verdade, ela é muito simples… de entender, o que não significa que seja uma fórmula mágica para ter uma renda extra.

Desde que a internet se popularizou, os anunciantes — que antes investiam enormes quantias para aparecerem em páginas de jornal e intervalos de programas de tevê e rádio — viram nela uma oportunidade.

Mas aconteceu uma coisa curiosa. Esses anunciantes e os sites que recebiam seus anúncios queriam reproduzir o mesmo comportamento das velhas mídias na nova, e não perceberam todo o potencial que essas mudanças trariam.

Eles pagavam — e ainda pagam — para que o nome da sua marca seja inserido em vídeos, postagens, webinars, podcasts e o que mais atrair o interesse de milhares e milhares de pessoas.

Certo. Mas você gosta de anúncios quando navega pela internet? Não? Nem a gente. Nem ninguém. Mas, ainda que sejam inconvenientes, eles trazem receita para a empresa anunciante e para o blog que exibe esse tipo de publicidade.

Como todo mundo é interrompido por eles o tempo todo, mais tarde, esse processo passou a ser chamado de “marketing interruptivo”.

Marketing de afiliados

Você pode, também, ganhar comissão sobre a venda dos produtos que são anunciados no seu site.

Embora isso pareça mais arriscado — na opção anterior, dos anúncios, você ganhava por clique, independentemente de se o produto era vendido ou não — mas pode ser bem mais rentável. Afinal, a comissão é maior.

Agora, para que uma estratégia como essa dê certo, você precisa gerar confiança. E, principalmente, se identificar com o produto que vai recomendar e anunciar no seu blog.

Afinal, quem vai dar ouvidos a alguém que recomenda vários produtos diferentes, de cremes para o cabelo até pneus de caminhão?

Se a imagem do blog for gerida da forma correta, ele se torna uma boa aposta para o marketing de afiliados.

Se as pessoas lerem seus textos, acharem que são informativos e reconhecerem em você uma autoridade no assunto, digamos, de jogos de videogame, elas vão levar a sério quando você fizer uma análise de um jogo e recomendá-lo por meio de um anúncio ou diretamente no texto do seu artigo.

O marketing de afiliados pode ser uma ótima maneira de ganhar dinheiro com um blog, mas significa horas de dedicação diária. Antes de qualquer empresa apostar no seu site, ele vai precisar atingir milhares e milhares de visitas por mês.

Infoproduto

À medida que os blogs foram se desenvolvendo, também o marketing digital se fortaleceu. Os clientes do  marketing disruptivo, de que falamos, começaram a dar sinais de saturação.

Só para se ter uma ideia, há alguns aplicativos que bloqueiam anúncios em navegadores como o Google Chrome e o Microsoft Edge. Esses apps ganharam tantos adeptos que, em 2015, eram aproximadamente 198 milhões de usuários no mundo.

Isso é quase a população do Brasil.

É claro que a indústria da publicidade reagiu e reage ao uso deles, mas, enquanto isso, o marketing já tinha uma resposta pronta para essa nova realidade.

O infoproduto é um conceito fácil de entender: informação online, seja ela vendida ou não. Foi ele que possibilitou que nascessem dois novos conceitos importantíssimos nos dias de hoje: o Inbound Marketing e o marketing de conteúdo.

Inbound Marketing e marketing de conteúdo

O Inbound é o processo contrário ao dos anúncios e do marketing de afiliados. Em vez de interromper a leitura das pessoas com publicidade, ele começa com um cuidadoso trabalho de selecionar as pessoas por palavras-chave no Google e levá-las para o seu site.

Lá, esse visitante curioso terá suas dúvidas satisfeitas com o marketing de conteúdo (Inbound e conteúdo são uma espécie de Batman e Robin do marketing moderno).

Assim, se o seu negócio é um cabeleireiro, você pode atrair gente interessada em novos pentados e produtos de cabelo e tirar todas as dúvidas delas.

Em seguida, ela já sabe que você é especialista em cabelos e pode pagar pelo seu infoproduto, isto é, um webinar “Aprenda a fazer sozinha 7 penteados de arrasar”. Além, claro, de ir até o seu salão para acertar os detalhes que não consegue fazer sozinha, em casa.

Como descrevemos o desenvolvimento linear das principais formas de se ganhar dinheiro com um blog, pode ficar parecendo que as últimas soluções são melhores que as primeiras. Isso não é necessariamente verdade.

Com todas elas é possível fazer uma renda extra, mas nenhuma é fácil e rápida como alguns “gurus da internet” gostam de dizer por aí.

Como ganhar dinheiro com seu blog introduzindo algumas melhorias

Mas tirar um projeto desse da sua cabeça e começar a transformá-lo em realidade é algo que pode te deixar confuso.

Para evitar que você se perca entre tantas possibilidades — e também para que não faça escolhas agora de que vai se arrepender no futuro — vamos te dar mais algumas dicas de melhorias e otimizações para começar.

Escolha o CMS mais adequado às suas necessidades

Aliás, antes de escolher, fique sabendo que um CMS é um Content Management System, ou Sistema de Gerenciamento de Conteúdo, em bom português.

Sendo direto, é a plataforma onde o seu blog vai ser construído e operacionalizado.

Se você já ouviu falar a respeito, deve ter pensado logo no WordPress. Sim, ele é o CMS mais famoso e utilizado da atualidade. Embora não seja difícil de utilizar, ele também não é a opção mais fácil disponível.

O Wix é a opção mais prática. O WordPress, porém, é onde quase todos os blogs corporativos rodam e é, de longe, a plataforma mais estudada e com mais artigos, guias, plugins e dicas Google afora. Como é a opção que utilizamos para manter o blog do Saia do Lugar, é também a que recomendamos.

Além desses dois, há outras opções, como o Joomla e o Blogger, da Google.

Estude o básico sobre SEO

A vida de blogueiro só começa de verdade quando decoramos algumas siglas, não mesmo? Pois aqui está mais uma para você: SEO é Search Engine Optimization ou Otimização para Motores de Busca.

Basicamente, são as boas práticas para que o seu conteúdo apareça nas primeiras páginas do Google. E acredite, você só vai criar uma renda extra com o seu blog se as suas publicações estiverem nelas.

O SEO é um estudo constante, até porque o Google muda as regras do jogo de vez em quando. Por isso, comece a ler a respeito e otimizar o seu site.

Entenda um pouco de design

Não, definitivamente não é necessário que você domine esse assunto em todos os seus detalhes. Até porque a ideia é que os elementos de design sejam usados para melhorar o desempenho do seu blog, e não apenas para torná-lo mais bonito.

Agora, se você conseguir tornar tudo mais prático para quem lê com elementos visuais e ainda construir um site com aparência profissional e esteticamente impecável, perfeito!

Os blogs e websites são construídos dentro de templates, uma espécie de moldura pronta, que você preenche com o seu conteúdo e as funcionalidades. Eles vão deixar essa tarefa incrivelmente mais fácil.

Faça testes

Esta aqui talvez seja a dica mais importante deste artigo. Afinal, como você vai saber o que funciona e o que não funciona?

Como vai determinar que uma mudança de design ou uma imagem que trocou aumentou o desempenho do seu artigo, gerou mais visualizações e, por isso, deve ser mantida?

Simples: você realiza os famosos testes A/B, onde tudo é duplicado e criado com um detalhe diferente de cada vez. Se uma das “cópias” tem performance melhor que a outra, você já sabe o motivo. Afinal, se um único detalhe ficou diferente, só pode ser ele.

A internet é um meio em constante evolução. Nessa atmosfera de mudança permanente, o estudo diário e o bom-senso são os segredos do sucesso.

A cada dia, o meio virtual se torna mais atraente e receptivo à experiência do usuário. E, fazendo parte dele e buscando agradar seus visitantes e tornar a internet mais “confortável”, com certeza dá pra fazer uma renda extra e ainda melhorar a qualidade de vida e trabalho.

Quem sabe essa não vai ser a sua única fonte de renda daqui a um ano ou dois?

Ah, e já que falamos sobre como ganhar dinheiro com um blog, pode ser que a sua curiosidade sobre o marketing de conteúdo tenha sido aguçada. Saiba como atrair mais tráfego e vendas com o marketing de conteúdo!

ideias inovadoras

Ideias inovadoras e o impacto que elas causam no seu negócio

Você se considera uma pessoa criativa? Enquanto as respostas a essa pergunta, com certeza, variam bastante, é importante saber que é possível sim aprender a pensar de forma mais inovadora.

Você se considera uma pessoa criativa? Enquanto as respostas a essa pergunta, com certeza, variam bastante, é importante saber que é possível sim aprender a pensar de forma mais inovadora.

Isso derruba por terra alguns conceitos errados, como o de que ser criativo é um dom que não se aprende nem aperfeiçoa.

Por outro lado, há quem ache que a inovação é superestimada, e não há nada de errado em seguir apenas o que já está bem estabelecido no mercado.

O que você acha disso? Caso também pense assim, não vá embora ainda!

Vamos te mostrar como ideias inovadoras podem impactar o seu negócio e o que você pode fazer para tirar proveito disso. Vamos lá!

Por que ideias inovadoras transformam o seu negócio

Antes de mais nada, é preciso entender exatamente o que significa ter ideias inovadoras de negócio, pois ainda há muitas pessoas que têm um conceito errado sobre o assunto.

O que se passa na mente de alguns ao falar em inovação é que isso envolve depender exclusivamente da criatividade e desenvolver ideias geniais o tempo todo.

Mas pensar assim cria pelo menos dois problemas. De um lado, há quem passe a achar que inovar é algo praticamente impossível.

De outro, existe aquele empreendedor que busca um milagre para salvar seu negócio mal administrado, e pensa que a resposta está nesse conceito distorcido.

Longe disso, inovar é simplesmente encontrar uma forma diferente  —  e normalmente mais eficaz  —  de resolver problemas ou gerar valor para alguém.

E como isso pode transformar seu negócio? De muitas formas! Por exemplo, é possível aplicar esse pensamento na melhoria de processos internos, salvando tempo e recursos da empresa.

Além disso, você também pode encontrar novas formas de atrair e fidelizar clientes, aumentar as margens de lucro, transportar seus produtos com maior agilidade e assim por diante.

Sempre há algo a ser melhorado, e ter ideias inovadoras está entre as melhores formas de fazer isso.

9 dicas para te ajudar a ter mais ideias inovadoras

Está convencido de que ter ideias inovadoras é realmente um caminho interessante a seguir para ter mais sucesso com o seu empreendimento?

Agora chegou o momento de aprender algumas técnicas que te ajudarão a pensar de forma criativa com mais frequência e formar uma verdadeira cultura inovadora na empresa.

Veja 9 maneiras práticas de estimular o fluxo de ideias e fomentar a transformação no cotidiano da empresa:

Busque soluções em lugares diferentes

Fuja da ideia de que basta olhar para o mundo dos negócios ou para o seu próprio nicho de mercado a fim de encontrar as melhores soluções.

Esse pode ser um fator limitador na sua criatividade e poder de inovação. Antes, busque lugares bem diferentes do que está acostumado.

Pode ser desde um nicho totalmente diferente de mercado, a natureza, o mundo dos esportes, a cultura de outro país ou continente, qualquer coisa que te ajude a “sair para bem longe da caixa”.

Quer um exemplo de como isso funciona tão bem? Alguns dos produtos mais incríveis que existem hoje foram criados com base em criações e obras da natureza.

Esse é o caso do helicóptero, que imita as características de um Beija-flor.

O fato é que observar diferentes áreas de interesse expande os horizontes e é um dos melhores estimulantes para a criatividade.

Pratique o brainstorming

O brainstorming é uma das práticas mais conhecidas e utilizadas por quem deseja usar o pensamento criativo nas decisões de negócios.

Sua popularidade é tão grande também por se tratar de uma prática já antiga, e que tem se mostrado muito eficiente em empresas de todos os portes e segmentos ao longo do tempo.

Nós até recomendamos que você se aprofunde melhor nas técnicas mais indicadas de brainstorming, a fim de tirar o máximo possível dessa estratégia.

Há diversas técnicas diferentes de brainstorming, assim como alguns hábitos que devem ser evitados, mas o principal é entender o problema em questão e discutir soluções possíveis.

Mesmo sugestões que parecem completamente descartáveis podem servir como ponto de partida para a solução ideal e definitiva.

Abra sua mente para novas experiências

Além de realizar atividades profissionais que te permitam desenvolver um fluxo criativo maior, é importante também investir em experiências pessoais que contribuam para isso.

Como isso é possível? Por exemplo, ao sair para se divertir, por que não deixar os programas de sempre e buscar algo novo, diferente?

Que tal trocar de restaurante para variar? Tentar aquele hobby que você sempre teve curiosidade, mas nunca tinha tempo?

Tudo isso faz contribui para o processo de criação e servirá de base para que novas ideias lhe venham à mente quando menos estiver esperando.

Saiba até onde é possível arriscar

Ser arrojado também significa correr riscos de vez em quando, isso é inevitável.

Afinal de contas, inovar envolve percorrer territórios inexplorados ou escolher caminhos inusitados para sair na frente da concorrência.

Porém, causar impacto está longe de ser aventureiro e colocar tudo em risco só em nome da intuição. É preciso aliar a experiência e o conhecimento que você já tem com dados e análises precisas.

À partir daí será possível tomar boas decisões e saber até onde vale a pena arriscar em nome de uma ideia diferente.

Por outro lado, é preciso ter paciência até que as ações realizadas deem resultado, o que torna essencial ter um pensamento coerente e equilibrado, a fim de estabelecer esse limite.

Como resultado disso, você conseguirá criar como que um filtro ao longo do tempo, identificando com mais facilidade o que tem mais ou menos chances de dar certo.

Se cerque de pessoas inovadoras

Já falamos aqui sobre como é importante cultivar uma cultura inovadora no dia a dia do negócio, e isso passa diretamente pelas pessoas que você terá a sua volta.

Afinal, são as pessoas que fazem a empresa, certo? São elas que definem como atacar os problemas e gerar valor para os clientes todos os dias.

Logo, é impossível ter uma cultura de inovação sem pessoas que tenham essa mentalidade e estejam preocupadas em criar algo diferente, que possa mudar as regras do jogo.

Só assim é possível realmente explorar as possibilidades do pensamento inovador, quando ele está integrado em cada processo e há espaço para que as ideias provem seu valor por meio de resultados.

Mas e se o seu time já está formado, e não tem por hábito ser inovador?

Busque outras fontes de inspiração e aprendizado, consumindo conteúdo que estimule a criatividade e sirva de inspiração para que você continue.

E, por fim, coloque em prática o que está aprendendo, por fazer de si mesmo a figura que vai contagiar a todos na equipe a pensar diferente.

Simplifique o seu trabalho diário

Pode não parecer, mas complicação gera complicação, e essa é a última coisa que você precisa para ser inovador. Como assim?

Quanto mais complexa e bagunçada for a sua rotina, mais difícil será ter ideias que simplifiquem e facilitem a vida e o trabalho de outros.

Por isso, comece eliminando algumas das complicações diárias mais comuns: organize melhor sua agenda, deixe seu ambiente de trabalho em ordem, etc.

Você vai notar como será mais fácil pensar em soluções práticas e interessantes quando o ambiente em volta estiver melhor arrumado.

Se aprofunde nos problemas que pretende resolver

Podemos dizer que é impossível ter ideias inovadoras e que realmente funcionem sem conhecer a fundo os problemas que elas devem solucionar.

Não basta entender a situação de modo superficial, é necessário se aprofundar bastante e coletar o máximo de informações possíveis. Por quê?

Em certos momentos, os detalhes que parecem mais irrelevantes são os que carregam a chave para o problema.

Dessa forma, não deixe de procurar informações e entender bem o problema antes de tentar encontrar uma saída para ele.

Aprenda com a história

A história tem muito a nos ensinar a respeito de como um pensamento inovador pode resultar em grandes benefícios para a humanidade.

Isso pode ser usado nos negócios, desde que você encontre alguns exemplos disso e aprenda com eles. Novamente, não se prenda só a histórias de negócios.

Nem é preciso buscar apenas histórias que mudaram a história da humanidade.

Se você buscar saber mais sobre as experiências passadas de outros empreendedores que conhece, já estará aprendendo com a história deles.

Enxergue além do óbvio

Por último, um empreendedor inovador e criativo age como um jogador de xadrez. Como assim?

Um xadrezista tenta sempre prever as jogadas de seu adversário e planejar suas jogadas com algumas rodadas de antecedência.

Da mesma forma, busque prever como o mercado em que você está vai se comportar nos próximos meses e anos.

Quais problemas vão surgir? O que os concorrentes podem tentar para resolvê-los?

Esse pequeno exercício vai te ajudar a desenvolver uma visão mais completa e pensar em soluções mais inteligentes.

Sem dúvida, ter ideias inovadoras pode fazer toda a diferença no desempenho de um negócio. E cada uma dessas dicas vai ajudar você a se sair bem nesse respeito, traçando estratégias certeiras, encontrando soluções e respostas onde outros só veem problemas e dúvidas.

Agora que já sabe o poder da inovação, que tal começar a ver alguns exemplos práticos disso? Veja 5 ideias originais de negócio que deram muito certo!

eventos de negócio

7 motivos para você comparecer aos eventos de negócio

Você sabia que muitos dos desafios do empreendedorismo podem ser superados através do conhecimento e absorção do relato da experiência de outros empreendedores?

Você sabia que muitos dos desafios do empreendedorismo podem ser superados através do conhecimento e absorção do relato da experiência de outros empreendedores?

Pois bem, é sim! E uma das maneiras de poder ter acesso a informações e vivências como essa é participando de eventos de negócio.

Seja através de palestras, da feiras de negócio e até mesmo fortalecendo a rede de contatos, através da interação com outros participantes, tornando possível fomentar um relacionamento de trocas de experiência no futuro.

Além disso, estar em um evento é uma ótima maneira de mostrar para o mercado que sua empresa existe, ou seja, ela se tornará cada vez mais conhecida!

Por isso, vamos destacar 7 motivos que mostram que você não pode perder por nada eventos de negócio. Acompanhe!

1 – Fazer networking e ampliar a rede de contatos

Naturalmente, participar de eventos de negócio, faz com que você esteja em contato com outros participantes, seja durante as palestras, após elas ou então nos momentos de pausa para um café.

São nesses momentos que há a real possibilidade de conhecer gente nova, trocar informações com os demais participantes e também ter a chance de conhecer e absorver um pouco da experiência com os principais nomes do mercado.

Saiba que estar em um ambiente como esse é muito rico no sentido das oportunidades que podem aparecer, de repente uma troca de cartão pode virar uma parceria no futuro ou então na aquisição de um novo cliente!

2 – Atualizar-se perante as tendências de mercado

Independente do setor, estar atualizado em relação à suas tendências é um dos caminhos para o sucesso. Até porque, todos os mercados encontram-se cada vez mais competitivos, e estar preparado tecnicamente é um diferencial para fazer o seu negócio se destacar perante os demais.

Por isso, preze por fazer boas escolhas de eventos, de preferência os que contam com nomes que são referências na área. Afinal, ouvir o que eles têm a dizer é a melhor forma de garantir que você esteja aprendendo com os melhores.

Dessa forma, será possível para captar suas ideias e ensinamentos para aplicar no dia a dia da sua empresa.

3 – Ter um aprendizado rápido

É muito mais eficiente assistir palestras e aprender de forma prática com quem já vivenciou situações reais na sua área de conhecimento do que ficar pesquisando e estudando de forma fragmentada através de blogs, sites e outras fontes de pesquisa.

É claro que essas fontes não podem ser ignoradas, mas elas são mais úteis para ocasiões de consulta e a necessidade de sanar dúvidas do dia a dia.

Agora, para aprender de forma rápida, ambientes de troca de conhecimento como os eventos de negócios são muito mais assertivos!

Se o evento oferecer palestras de diferentes temas, melhor ainda! Pois assim será possível adquirir conhecimento de diversas especialidades e também ter a chance de compartilhar a sua própria experiência com outros participantes.

Saiba que na maioria dos casos o investimento em um evento pode ser mais efetivo se comparado a fazer vários cursos de áreas específicas, tanto em questão de tempo quanto para o lado financeiro.

4 – Possibilidade de fechar novas parcerias e realizar vendas

Geralmente, eventos de negócios atraem muitos empreendedores do mercado, além de outros colaboradores que são potenciais influenciadores nas empresas que trabalham. Por isso, muitos deles estão buscando coisas novas para trazer para o seu ambiente de trabalho.

Ou seja, é o lugar ideal para encontrar os mais variados tipos de negócios, de diferentes tamanhos e até segmentos. Sendo assim, essa é uma excelente chance para que novas parcerias sejam iniciadas e até realizar novas vendas!

Afinal, através de uma boa interação será possível apresentar o seu negócio para diversas pessoas que não o conhecem e isso gerar frutos maiores no futuro ou quem sabe no próprio presente!

5 – Encontrar soluções para a sua empresa

É muito comum encontrar em eventos, profissionais que possuem o mesmo desafio que o seu negócio enfrenta todos os dias. Isso faz com que a troca de experiência seja mais genuína e também seja mais propícia a encontrar boas soluções de forma rápida e inovadora para ambas as partes.

Além de trocar aprendizados com os participantes do evento, é muito provável que soluções que possam ser parceiras também sejam descobertas no próprio evento.

Ou seja, muitas empresas estão oferecendo serviços ou produtos com um bom custo-benefício, e que pode ser aquilo que você estava procurando.

Portanto, se você não tivesse comparecido ao evento, provavelmente não iria conhecer essas soluções e nem aproveitar qualquer condição especial para adquirir naquele momento.

6 – Conhecer o setor

Independente da área de atuação do negócio, é de extrema importância conhecer o máximo possível do seu setor. Para isso, as feiras e os eventos de negócios são uma excelente opção.

Através deles será possível conhecer várias empresas e profissionais do mercado, independente se estão há mais tempo trabalhando no segmento ou se estão começando agora.

Ou seja, é um ambiente bem diversificado e propício a trocas infinitas de conhecimento.

Então, se você sente que está um pouco desatualizado em relação ao seu mercado de atuação, basta começar a frequentar esses eventos que esse problema será resolvido.

7 – Conhecer a concorrência

Por fim, frequentar eventos de negócios, além de ser uma oportunidade de conhecer o setor é também uma das maneiras mais fáceis de tomar conhecimento de quem são os seus concorrentes.

Especificamente em feiras de negócios, é possível utilizar o ambiente como um laboratório de estudo e pesquisa. Afinal, será possível acessar informações sobre os concorrentes diretos e também os que são indiretos.

Isso pode ser um processo enriquecedor para o empreendedor, pois ele poderá avaliar o seu nicho de mercado e refletir se o seu produto é competitivo ou não.

Além disso, é uma ótima oportunidade para entender como esses concorrentes se comportam durante a feira, sendo possível avaliar se faz sentido ou não levar a sua empresa para ser expositora nas próximas edições.

Entendeu a importância de comparecer em eventos de negócio? Então leia sobre nosso post que vai te ensinar tudo que você precisa sobre Direito empresarial para evitar problemas futuros

direito empresarial

Tudo que você precisa sobre Direito empresarial para evitar problemas futuros

O direito empresarial é uma matéria cuja importância vai além do mundo de advogados, promotores e juízes. Mesmo não sendo dessa área, quem decide abrir o próprio negócio precisa conhecer alguns pontos indispensáveis, de modo a tornar a sua atuação muito mais adequada.

O direito empresarial é uma matéria cuja importância vai além do mundo de advogados, promotores e juízes. Mesmo não sendo dessa área, quem decide abrir o próprio negócio precisa conhecer alguns pontos indispensáveis, de modo a tornar a sua atuação muito mais adequada.

Ao mesmo tempo, a matéria pode ser bastante complexa e nem tudo pode se encaixar na sua realidade. Por isso, focar-se nos pontos mais importantes faz a diferença para que você entenda do assunto da maneira adequada.

Você tem dúvidas sobre direito empresarial e não sabe por que todo empreendedor precisa estar por dentro desse assunto?

O que é direito empresarial?

O direito empresarial também é conhecido como direito comercial e trata de uma área do direito privado, instituindo pontos importantes sobre as atividades empresariais.

A disciplina traz informações sobre como as sociedades devem existir, quais são as regras para relações de mercado, de concorrência, de contratos e assim por diante. É, portanto, a matéria que orienta os empresários em diversos sentidos, de modo a garantir uma atuação completamente regular.

Além de tudo, é responsável por garantir a proteção da propriedade privada e intelectual de quem tem o próprio negócio.

Por que um empreendedor precisa estar por dentro do assunto?

Ao estar por dentro desse assunto, um empreendedor reconhece seus direitos e suas obrigações principais. Isso faz com que a sua atuação seja mais informada, mais assertiva e, principalmente, muito mais segura.

Há menos chances de o empreendedor cometer alguma infração que possa colocar a sua empresa em risco. Além de tudo, ele consegue compreender melhor todo o potencial que possui para explorar em contratos e sociedades, por exemplo.

De quebra, ele conhece exatamente quais são as suas responsabilidades a respeito do negócio e quais são os pontos que mais exigem a sua atenção, de modo que consegue se preparar de maneira adequada para exercer essa função.

Isso faz com que a atuação da empresa seja mais consistente, evitando falhas e mesmo multas. Traz uma visão mais profissional para o negócio, a fim de contribuir, também, para a satisfação dos consumidores e dos parceiros de negócio em geral.

Conhecer essa abordagem é indispensável para qualquer empreendedor que deseja atuar dentro do que determina a legislação em vigor.

Quais são as coisas principais que um empreendedor precisa entender?

O direito empresarial é uma matéria complexa, cheia de vertentes e com muito conteúdo a ser estudado. Para um empreendedor, entretanto, não é necessário conhecer todos esses pontos.

Em vez disso, vale mais a pena focar-se em alguns aspectos principais, de modo a usar esse conhecimento de maneira estratégica.

Dentre as coisas principais que devem ser conhecidas sobre esse tema estão:

Regularização do negócio

Em primeiro lugar, é necessário compreender que sua empresa precisa estar devidamente registrada e totalmente regularizada para que sua atuação seja permitida. Dessa forma, é importante conhecer o que trata o direito empresarial sobre o registro de um novo empreendimento.

É necessário, por exemplo, fazer o registro na Junta Comercial da cidade de atuação, assim como o cadastro na Secretaria de Fazenda e na Previdência Social.

Tudo isso vai garantir que o empresário atue de maneira regular e que a empresa esteja dentro das regras que são especificadas.

Tipos de sociedade

Quanto ao direito societário, é necessário compreender os tipos de sociedade existentes. Para que ela seja firmada, é exigido, em primeiro lugar, o estabelecimento de um contrato social.

Ele vai definir as responsabilidades e direitos de cada sócio, de modo a manter o registro para que não haja quaisquer dúvidas durante a atuação do negócio em si.

Os sócios, por sua vez, são solidários às obrigações da empresa, mas a extensão desse tipo de obrigação depende do tipo de sociedade. Dentre os principais, estão:

Sociedade limitada

Cada sócio tem responsabilidades condizentes com o valor do capital social, de modo a não interferir no patrimônio pessoal de cada um. É mais comum entre novos empreendedores e entre negócios mais simples.

Sociedade ilimitada

É estabelecida quando todos os sócios respondem de maneira ilimitada pelas responsabilidades do negócio, incluindo no caso de dívidas e obrigações que ultrapassem o valor do capital social.

Sociedade mista

Constitui-se a sociedade mista quando parte dos sócios tem responsabilidade limitada e parte, responsabilidade ilimitada.

Esse tipo também é conhecido por sociedades em comandita, que pode ser simples ou por ações. Nesse último caso, os sócios acionistas têm responsabilidade limitada.

Sociedade anônima

É um tipo de sociedade limitada, mas que é dividida em ações. Há ações que podem ser negociadas (de capital aberto) e ações que não podem ser vendidas ou compradas (as de capital fechado).

Os sócios não estão necessariamente ligados por contrato e, geralmente, aparecem em um número maior.

Sociedade em nome coletivo

Trata-se de uma sociedade formada exclusivamente por pessoas físicas, as quais são solidárias e respondem de maneira ilimitada pelo negócio.

A divisão de responsabilidades pode ser definida em contrato, mas nenhuma outra pessoa, que não os sócios, pode administrar o empreendimento.

Pagamento de tributos

O direito tributário é outra vertente e uma das mais importantes que devem ser conhecidas.

Ele traz uma abordagem sobre o que deve ser levado em consideração para que os tributos da empresa sejam devidamente aferidos e pagos.

Entre as principais questões que devem ser conhecidas neste ramo jurídico, os regimes de tributação se destacam. Dentre as possibilidades para a empresa, estão:

Simples Nacional

Regime de tributação simplificado em que oito impostos (IRPJ, CSLL, IPI, PIS, COFINS, ICMS, ISS e CPP) são pagos em uma só guia. Alguns negócios não podem adotar esse tipo de tributação, mas, no geral, é o mais indicado para empresas menores.

Empresas que faturam até R$ 3,6 milhões por ano podem adotar esse regime, desde que dentro das demais regras.

Lucro presumido

No regime de lucro presumido, é utilizado um percentual do faturamento bruto do negócio para que seja feito o cálculo dos impostos. Em geral, esse percentual é de 32%, mas há negócios cuja taxa é menor.

É limitado para empresas que faturem até R$ 78 milhões anualmente e é um dos regimes mais procurados, inclusive por ser bastante simplificado.

Lucro real

Nesse caso, a base de cálculo corresponde a todo o lucro devidamente apurado no período. Por isso, há uma necessidade maior de controle.

É obrigatório para empresas com faturamento anual acima de R$ 78 milhões, mas pode ser adotado por qualquer empresa voluntariamente, sem exceções.

Além dos regimes de tributação, também é relevante conhecer algumas questões como a necessidade de livros de registro e de controle para os lançamentos de movimentações.

É necessário ainda usar as ferramentas adequadas, como realizar a emissão de nota fiscal e utilizar balanços de controle.

Obrigações trabalhistas

O direito trabalhista não pode ser ignorado e, com isso, é um dos pontos que devem ser também explorados pelo empreendedor. É necessário compreender, por exemplo, que é obrigatório realizar o pagamento de um salário compatível com o mercado e com a função desempenhada.

Dentro do regime de horas da CLT, o valor do salário mínimo é tomado como base e é necessário pagar horas extras, assim como adicionais noturnos ou de periculosidade.

O registro de horas deve ser feito com a ajuda de um relógio de ponto, que não pode ser alterado.

Além disso, o empregador precisa fazer o pagamento da Previdência Social e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), além de fazer o pagamento de férias e 13° salário.

Quanto à terceirização, ela só é permitida se não for em relação à atividade-fim do negócio e, também, se não houver o que for caracterizado como vínculo empregatício.

Direito do consumidor

Já em relação ao consumidor, ele também tem direitos que precisam ser respeitados pelo empreendedor. Não é permitido, por exemplo, negar-se a vender um produto para um cliente, baseando-se em qualquer critério.

A propaganda enganosa também é vedada, assim como a realização de compras casadas — em que o cliente é obrigado a adquirir um item para levar o outro.

Em caso de compras feitas à distância — como em um e-commerce — o cliente tem o direito de desistir até 7 dias após a compra, mesmo sem que haja defeitos ou erros.

Caso um mesmo produto apresente dois preços diferentes, o cliente tem direito de pagar o mais baixo.

Se houver defeito ou falha, o consumidor tem o direito de realizar a troca, desde que apresente a nota fiscal. Não menos importante, é garantida ao consumidor a liberdade de escolha, assim como a orientação adequada para fazer a melhor compra possível.

Compreender todos esses pontos de antemão evita, inclusive, disputas judiciais e prejuízos para a imagem da marca.

Conclusão

O direito empresarial é um tema bastante amplo e que é indispensável para qualquer empreendedor.

Por meio de seus pontos principais, é possível compreender quais são os pontos que merecem mais atenção por parte de quem é dono do próprio negócio.

Assim, dá para garantir que a empresa esteja em conformidade com a lei em todos os sentidos, aumentando a segurança.

Agora que você já conhece todos esses conceitos de direito empresarial, aproveite para entender mais sobre o funcionamento de uma microempresa.

business intelligence

Business Intelligence não é uma estratégia só de gente grande!

Business intelligence tem a ver, basicamente, com a forma com que os empreendedores lidam com dados. Pequenos empresários, em sua maioria, ainda estão vinculados ao cotidiano operacional da empresa. Seus dias são muito atarefados e não há tempo para pensar na estratégia dos negócios.

Business intelligence tem a ver, basicamente, com a forma com que os empreendedores lidam com dados. Pequenos empresários, em sua maioria, ainda estão vinculados ao cotidiano operacional da empresa. Seus dias são muito atarefados e não há tempo para pensar na estratégia dos negócios.

Há também quem vá para o extremo oposto, tornando-se obsessivo com a coleta e análise de números e ficando perdido entre tantas informações. Isso atrapalha a dinâmica das decisões e não é raro que também deixe o empreendedor sobrecarregado.

Para que você não incorra em um erro e nem no outro, criamos este artigo. Continue a leitura e saiba o que é business intelligence, o “caminho do meio” para situações como essa!

O que é business intelligence

Quando uma pequena ou média empresa se torna sólida — isto é, consolida o seu lugar no mercado, desenvolvendo produtos que atendem a demandas específicas, fazendo isso com consciência e confiança — seu próximo passo é em relação ao desconhecido.

Ou seja, para dar mais um salto adiante, ela precisa mudar algumas práticas, o que gera insegurança e instabilidade.

Por exemplo, ela deve fazer sólidas análises de mercado para os próximos anos, investir nas maiores tendências desse mercado e abolir o hábito de tomar decisões baseadas apenas na intuição do proprietário.

Coleta e, principalmente, análise de dados

Se identificou com esse cenário? Pois é, ele acaba acontecendo para quem conquista o sucesso no seu segmento.

Mas como fazer análises, projeções e identificar tendências sem usar a intuição? Simples: por meio de dados. E é na coleta e, principalmente, na análise dessas informações que entra o Business Intelligence ou BI.

As famosas dashboards são telas de computador que exibem gráficos, dados e planilhas, cruzam informações as mais variadas e orientam a análise e o poder de decisão do gestor.

A tecnologia da informação atual, pra falar a verdade, permite levantar muito mais dados em um dia do que qualquer um de nós é capaz de analisar ou utilizar pela vida inteira. Por isso, outra etapa importante é saber “minerar” esses dados.

Minerar é exatamente o que a palavra indica: descartar aqueles dados que não servem para nada e concentrar-se nos principais, que vão ser as pedras preciosas do seu dia a dia estratégico.

A mudança de toda uma cultura organizacional

Mas é bom deixar claro desde já: business intelligence não consiste apenas em adquirir um software. Também não é instalar esse software e esperar que ele vá resolver todos os problemas da sua empresa de uma vez por todas. É preciso mais do que isso.

Toda a cultura e organização da sua empresa começam a mudar quando você lança mão dessa ferramenta. Afinal, gerando números e analisando, você não precisa ficar preso apenas a decisões futuras.

Toda a parte operacional da sua empresa pode mudar agora mesmo, não é verdade?

Quais as vantagens dessa estratégia

Certo. Pode ser que você tenha se assustado um pouco com o avançado nível técnico do assunto. Mas não há motivo para isso, afinal, o business intelligence tem inúmeras vantagens para o seu negócio. Veja as duas principais:

Ele te diz se o seu negócio está evoluindo

Todo mundo tem aqueles dias mais amargos, em que parece que a vida requer muito esforço da gente e não dá nada em troca. Nesses dias, o seu melhor motivador será o seu dashboard, com seus números e gráficos.

Você não vai mais precisar se perguntar se tem sido pessimista, otimista ou realista ao fazer projeções sobre o seu trabalho.

Para quem empreende e é apaixonado pelo seu negócio, é muito fácil fazer interpretações emocionais de cada uma das etapas de um projeto, sejam elas otimistas ou pessimistas.

Permite tomar decisões em tempo real ou engendrar estratégias

A maior parte dos empreendedores conta demais com a sorte em seus processos de decisão. Eles costumam ser intuitivos, proativos, impulsivos e enérgicos.

Mas há também um outro tipo bem diferente de gestor, aquele que é metódico e organizado. Esse tipo acredita no poder do planejamento, controla o seu orçamento com mão de ferro, gosta que tudo seja feito dentro das regras estabelecidas e fica muito chateado com improvisos.

Se você pertence a qualquer uma dessas categorias, pode se valer das vantagens do business intelligence. Ele serve para interpretar dados complexos rapidamente e tomar decisões imediatas, mas também participa ativamente de um planejamento estratégico para daqui a 5 ou 10 anos!

Quais as desvantagens

A atitude de medir tudo que acontece na sua empresa, separar os dados mais importantes e usá-los para as suas decisões quase não tem desvantagens. O que pode acontecer, no máximo, é você aderir a essa ferramenta sem estar pronto para ela.

A natureza do negócio deve compensar o investimento em BI

Como dissemos, a característica mais marcante desse tipo de ferramenta é que ela mede tudo com precisão e te ajuda muito a tomar decisões com esses números.

Mas, se a sua empresa produz uma quantidade de dados modesta, você simplesmente não precisa de business intelligence.

Lembre-se de que a quantidade de números que você produz não está necessariamente ligada ao tamanho do seu negócio. Muitas vezes, é a natureza do empreendimento que conta.

Quer um exemplo? Um pequeno produtor de peças eletrônicas para celulares pode produzir milhões de unidades por mês e precisar de uma análise de dados muito apurada.

Mas, se essa peça que ele produz tiver um valor de venda muito baixo, o faturamento da empresa dele também será baixo e ele vai se enquadrar no segmento das microempresas ou PMEs.

Claro, se a tecnologia desse empreendedor for muito sutil, ainda assim ele pode usar o BI para controlar a sua produção. Mas o exemplo serve para você entender que a necessidade dessa ferramenta é relativa e que vale a pena analisar mais a fundo suas vantagens para o seu empreendimento.

Talvez o software seja complexo demais

Além disso, a utilização do business intelligence pode ser complexa demais para o seu dia a dia.

Se você sente falta de levantar dados básicos apenas sobre uma ou outra área específica do seu empreendimento, pode ser uma boa apostar em outro tipo de tecnologia.

O BI é a solução ideal para “minerar” dados em larga escala. Se esse não é o seu caso, talvez você deva conversar com um desenvolvedor e criar um software menos robusto, mas que vá se adaptar melhor às suas necessidades.

Tentar uma solução de enormes proporções para um problema pequeno pode te fazer perder tempo em vez de ganhar, não é mesmo?

Business intelligence para pequenos empreendedores

Pelo que leu até aqui, você já deve imaginar que o BI foi algo criado para as grandes corporações. Se chegou a essa conclusão, acertou.

Porém, assim como acontece com tudo, ultimamente, a evolução tecnológica vem tornando essa ferramenta bem mais barata e as PMEs também começam a se beneficiar dela.

Comece pelo presente, para chegar no passado e no futuro

Podemos até dizer que o business intelligence tem algumas características que o tornam muito bem- vindo no dia a dia das pequenas e médias empresas.

Muita gente costuma dizer por aí que o empresário “vive o presente, aprende com o passado e planeja o futuro”. Isso não deixa de ser verdade, mas o fato é que, quanto menor a sua capacidade de investimento, mais preso no presente você estará.

Pare um minuto e tente se lembrar: quantas vezes você tomou uma decisão pela segunda vez — mesmo sabendo que ela já tinha dado errado antes — pelo simples fato de que, dada a sua capacidade financeira e o seu tempo disponível, era a única coisa que podia fazer?

Da mesma forma, muitas vezes é difícil fazer um planejamento de longo prazo quando você está ocupado pensando nas decisões que vai tomar ainda este mês, concorda?

São situações como essa que fazem do BI uma ferramenta tão necessária ao pequeno e médio empreendedor quanto às grandes empresas e megacorporações.

Com ele, você pode conseguir uma forma de analisar dados em tempo real e ser mais ágil nas decisões diárias. Isso te desobriga de muita coisa, nem que seja fazendo com que as atitudes que tem que tomar causem menos angústia, não te desgastem e nem tomem tanto tempo.

A partir daí, aquelas horas preciosas vão começar a sobrar, e é nesse momento que o seu planejamento estratégico vai começar a ser realizado.

E tudo isso profissionalizando e melhorando a sua gestão, diminuindo o desperdício de itens do estoque e materiais em geral e fazendo um controle impecável da sua situação financeira.

E ainda: acabando com a necessidade de gente para fiscalizar certas atividades (e direcionando esse pessoal para a parte mais importante, que é o atendimento ao cliente), tomando decisões mais acertadas e personalizando o atendimento.

Já imaginou o salto que todas essas vantagens podem significar para a sua empresa?

Conclusão

De uma coisa você pode ter certeza. O BI é uma ferramenta muito poderosa para dar o passo em direção ao desconhecido de que falamos no início deste artigo.

Se o momento de incorporar essa ferramenta no dia a dia da sua empresa for agora, prepare-se para um salto de qualidade, quantidade, melhorias na rotina operacional e economia de tempo e dinheiro.

Se ainda não for a hora, guarde as informações que demos neste texto com carinho. Mais cedo ou mais tarde, esse dia pode chegar e você vai precisar delas.

E já que falamos um pouco sobre business intelligence e softwares no texto de hoje, que tal ficar por dentro das 5 principais métricas para empresas SaaS que você precisa conhecer? A tecnologia está se desenvolvendo rápido, e é bom ficar por dentro!

prospectar clientes

Prospectar clientes: Decole suas vendas com as nossas dicas!

Prospectar clientes é o primeiro passo de uma venda, mas a pessoa que faz esse serviço tem um perfil bem diferente de um vendedor. Também por causa da prospecção, é costume dizer que “vender é uma arte”.

Prospectar clientes é o primeiro passo de uma venda, mas a pessoa que faz esse serviço tem um perfil bem diferente de um vendedor. Também por causa da prospecção, é costume dizer que “vender é uma arte”.

Isso tem lá o seu fundo de verdade, mas para se aprofundar na “arte” de prospectar clientes, você vai ter que repensar o seu conceito de artista: assim como eles, vai precisar de uma boa dose de compreensão, prática e dedicação.

No artigo de hoje, vamos te mostrar como a prospecção é fundamental para que o aproveitamento do vendedor aumente. Vamos, também, demonstrar as melhores práticas para prospectar de maneira correta e porque essa tarefa exige a sua atenção. Confira!

O que seria de fato prospectar clientes?

Um vendedor talentoso raramente deixa escapar uma oportunidade de venda. Mas, por outro lado, ele também não é nenhum mágico.

Para que ele tenha um dia produtivo, consiga bater suas metas e fechar novos contratos para a empresa, há uma etapa anterior ao contato do vendedor com o consumidor que deve ser muito bem-feita: a prospecção de clientes.

Essa etapa faz parte do processo de venda, mas nem sempre é o vendedor que a executa. Na verdade, é recomendável que não seja ele a desempenhar essa tarefa.

Isto porque a prospecção de clientes é um trabalho bastante analítico: consiste, basicamente, em criar filtros seletivos o suficiente para que eles levem até pessoas — ou empresas, se o seu ramo for o B2B — com problemas e características tais que eles se adaptem à solução que você oferece.

E, em alguns casos, consiste também em entrar em contato com essas pessoas ou empresas para uma primeira conversa, na qual se evita ao máximo entrar em qualquer tipo de “atitude de venda”.

Afinal, esse primeiro contato é uma forma de as duas partes se conhecerem e estabelecerem um vínculo comercial que não necessariamente se transforma numa venda.

Por exemplo, no caso de empresas que vendem para outras empresas — o B2B de que falamos acima — ele pode ser o início de uma grande parceria, que pode se tornar até mais vantajosa que comercializar um produto ou serviço.

Mais uma vez: nas pequenas empresas, principalmente, é quase inevitável que o próprio vendedor desempenhe essa tarefa. Porém, isso não é muito recomendado, já que o perfil de vendas é muito dinâmico, espontâneo e expansivo, e a prospecção é uma tarefa analítica, introspectiva e paciente.

Além do mais, quase todo vendedor trabalha com metas diárias de novos contratos, o que vai fazer com que ele naturalmente se concentre muito mais nas vendas propriamente ditas do que na etapa de prospecção.

Por que prospectar clientes exige uma atenção especial do empreendedor?

Embora fidelizar clientes seja mais fácil e barato do que conseguir novos consumidores, alguma rotatividade sempre vai existir na sua empresa. Isto é, não importa quão alta seja a sua taxa de retenção: a prospecção sempre vai ser necessária para você.

Entenda porque essa atividade é tão essencial e os motivos pelos quais ela deve começar a ter a sua atenção imediatamente:

Quanto mais prospecção, mais vendas

Nem toda oportunidade que for prospectada vai se transformar em vendas reais para a sua empresa. Porém, isso não muda a proporção direta que existe entre possíveis clientes prospectados e vendas.

Embora a qualidade da prospecção também influencia nessa proporção, se você prospecta pouco, vai vender pouco. Simples assim. Agora, se conseguir um bom número delas e, com a prática, for otimizando a atividade de prospecção, as vendas vão aumentar muito!

Mais adiante vamos te dar algumas dicas para melhorar o aproveitamento das suas prospecções. Mas, por enquanto, tenha como regra que você deve conseguir chegar na maior quantidade possível, desde que a qualidade no processo não seja perdida.

Prospecção também traz reconhecimento de marca

O outro grande motivo para você nunca abrir mão dessa atividade é um benefício indireto que ela traz: enquanto vai atrás de um primeiro contato com possíveis novos clientes, você divulga a sua marca.

Este aqui, aliás, é o maior motivo para que a prospecção seja feita de forma cuidadosa e não haja ansiedade para vender, da sua parte. Se esse primeiro contato for delicado e causar boa impressão, ele funciona como uma forte propaganda para você.

Afinal, você não quer apenas vendas imediatas. Também quer ficar na cabeça dos seus possíveis consumidores para que eles se lembrem de você quando for a hora certa de fechar um negócio, não é mesmo?

Dicas e boas práticas para prospectar clientes

Chegou a hora de colocar a mão na massa e partir para a etapa mais prática do nosso artigo de hoje.

Se você ainda não faz uso da prospecção antes das vendas — ou se ainda não faz isso de forma organizada — vai achar útil as dicas abaixo. Mãos à obra:

1. Crie uma buyer persona

Essa dica é o primeiro passo não apenas para a prospecção, mas para qualquer atitude efetiva da sua empresa no que diz respeito a marketing e vendas. Em muitos casos, isso é importante até para outros setores.

Se você não sabe o que é uma buyer persona, é recomendável que aprenda agora mesmo. Essas representações fictícias do seu cliente ideal são cruciais na sua relação com o seu consumidor, independentemente de quem ele seja.

E como a persona é o seu cliente ideal — aquele que tem necessidade pelo seu produto, de preferência uma necessidade permanente dele — ela é uma das coisas que vai garantir uma alta taxa de conversão da prospecção em vendas.

Afinal de contas, um dos objetivos da prospecção é garantir que a sua equipe de vendas não vá perder tempo nem dinheiro da empresa entrando em contato com pessoas que não têm interesse pela solução que você oferece, não é mesmo?

2. Busque indicações de clientes

A forma mais fácil de começar a prospecção é dentro da sua própria rede de relacionamentos. Os clientes mais satisfeitos da sua empresa estão sempre muito inclinados a indicá-la para conhecidos, amigos e familiares que precisem da mesma solução.

Um pequeno “empurrãozinho” ajuda nisso. Já pensou em dar descontos ou criar campanhas promocionais que favoreçam o consumidor que te indicar alguém?

Essa estratégia é duplamente interessante para você, já que ela ajuda na busca de novos clientes e ainda deixa seus atuais consumidores mais satisfeitos. Esse agrado a mais permite trabalhar suas duas fontes de faturamento ao mesmo tempo: prospecção e relacionamento pós-venda.

3. Tenha um script

Se definiu a sua buyer persona e buscou indicações entre seus clientes ideais, você já está pronto para começar a prospecção.

Certo, mas qual estratégia vai utilizar nessa conversa? Que tipo de abordagem? Você está preparado para as respostas de quem estiver do outro lado? Ou, mais importante ainda, está preparado para responder às perguntas dele?

Não cometa o erro de agendar uma reunião e ir até lá confiando em improviso. Tenha um script com os pontos principais a serem abordados. Certamente ele vai mudar na hora da conversa, mas chegar até lá despreparado pode ser desastroso!

Além do mais, com o tempo você ou o encarregado das suas prospecções terá a oportunidade de aprimorar esse script, chegando cada vez mais perto da abordagem perfeita!

4. Organize e compareça a eventos, feiras e convenções

Você já deve ter notado, pelo que dissemos até aqui, que a prospecção não é apenas uma primeira etapa das vendas. Ela é também uma forma de networking.

Logo, essa atividade pode e deve ser praticada em encontros, eventos e outros acontecimentos corporativos. É muito comum que a sua persona, o seu cliente ideal, esteja presente nessas ocasiões, o que as torna ideais para prospectar.

Isso para não mencionar como são ótimas oportunidades de gerar leads.

Você pode, até mesmo, organizar eventos como esse, caso esteja em condições de fazer esse investimento financeiro. Afinal, quem não quer interação, networking, reconhecimento de marca, leads e prospecção de clientes em um só lugar?

5. Mescle emails e telefonemas

Hoje em dia, a forma mais eficiente de se relacionar com clientes reais e potenciais é o Inbound Marketing. Mas se você ainda não sabe ou não utiliza essa metodologia, ainda assim é possível criar formas eficazes de ter um primeiro contato com eles.

Uma boa dica nesse sentido é evitar que o telefonema seja o seu primeiro contato com o cliente. Antes disso, envie um email onde você explica sua solução e solicita uma reunião ou pede permissão para telefonar.

Caso não haja resposta, ainda assim, telefone. Por mais que pareça que essa primeira etapa foi infrutífera, a verdade é que as pessoas que abriram seu email e não responderam vão estar com a sua marca gravada no subconsciente.

O que já faz com que você não seja mais um completo desconhecido e seu telefonema seja recebido com um pouco mais de boa vontade.

Conclusão

Se seguir à risca essas dicas e boas práticas, a “arte” das vendas será algo muito mais próximo para você. Afinal, o objetivo deste artigo foi te mostrar que, da mesma forma que os artistas, o vendedor não pode confiar só no próprio talento.

Ele precisa, primeiro, confiar na experiência, rigor e metodologia da pessoa encarregada de prospectar clientes. Se esses dois trabalharem em harmonia, cada peça do setor de vendas vai funcionar junto com as outras e a sua empresa estará tão ensaiada quanto uma orquestra!

Prospectar clientes, como boa arte que é, é um assunto que deve ser aprofundado. Que tal saber um pouco mais sobre isso no nosso artigo Prospecção de clientes: 6 formas de aumentar suas vendas?

métricas para empresas SaaSempresas que trabalham no modelo SaaS — Software as a Service — que em português significa software como serviço.

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As 5 principais métricas para empresas SaaS que você precisa conhecer

Uma das principais mudanças que a internet e a tecnologia trouxeram consigo foi o surgimento e a ascensão de empresas que trabalham no modelo SaaS — Software as a Service — que em português significa software como serviço.

Uma das principais mudanças que a internet e a tecnologia trouxeram consigo foi o surgimento e a ascensão de empresas que trabalham no modelo SaaS — Software as a Service — que em português significa software como serviço.

Esse modelo é conhecido também como o setor de softwares por assinatura. Ele já está bem difundido nos EUA e também possui uma boa presença no Brasil.

O principal exemplo de serviço que trabalha dessa maneira é o Netflix, o qual todo assinante paga uma mensalidade para ter acesso ao seu catálogo de filmes e séries para assistir quando quiser.

Pois bem, essa maneira de fazer negócio e oferecer serviços parece ser inovadora, não é mesmo?

Porém, o que muita gente ainda não sabe que por trás de todos eles há indicadores e métricas que mostram o seu desempenho, se estão indo para o caminho do sucesso ou não.

Por isso, nesse post vamos falar um pouco mais sobre a importância das métricas para empresas SaaS, além de explicar quais são as principais delas. Acompanhe!

Importância das métricas para empresas SaaS

A grande verdade é que negócios SaaS são totalmente diferentes dos modelos tradicionais.

Isso faz com que as métricas tradicionais de negócios não atendam esse formato de empresa no que diz respeito a capturar os pontos chave que garantem o seu sucesso.

Portanto, existem algumas variáveis que são consideradas fundamentais para serem levadas em conta no momento de medir os resultados desse modelo. São elas:

  • Adquirir clientes;
  • Monetizar clientes.

Explicando um pouco melhor essas variáveis, as empresas SaaS realizam um esforço grande para adquirir novos clientes.

Sendo assim, elas precisaram desenvolver ações para retê-los pelo tempo que for preciso para todo o investimento feito em sua aquisição possa se pagar o quanto antes.

Por isso, manter o cliente é tão importante quanto adquirir clientes, para que ele possa pelo menos “pagar” o quanto foi gasto em sua aquisição.

Na prática, há essa necessidade pois as empresas precisam fazer um investimento adiantado para conseguir novos clientes, e ao longo do tempo é preciso recuperar os lucros desse investimento.

Ter noção de como essa máquina funciona é essencial para entender o seu fluxo de caixa, pois quanto mais rápido o negócio cresce, mais dinheiro será gasto nessas ações focadas em trazer novos clientes.

Ou seja, ter domínio sobre as métricas que apontam o desempenho dessas variáveis irão ajudá-lo a entender se o negócio é viável financeiramente.

Afinal, quanto mais aumenta o número de clientes adquiridos, maior será o “buraco” no fluxo de caixa, porém pouco a pouco os clientes vão “se pagando” e tampando o tamanho desse buraco.

O final (feliz) da história é que se tudo der certo, no futuro, o fluxo de caixa ficará positivo e crescerá muito!

Deu pra entender a importância de conseguir medir essas variáveis?

Pois bem, vamos dar mais alguns motivos para que isso seja feito…

A das empresas que operam nesse modelo precisam de investimento para conseguir manter sua operação funcionando. Por isso, é necessário mostrar que tudo está sob controle para tranquilizar os investidores do negócio.

Além disso, é de total importância saber utilizar as métricas para projetar resultados futuros em situações de prospecção de novos investimentos e também para aumentar o seu valor de mercado, o que é chamado de valuation.

Por fim, antes de apresentarmos quais são as métricas para compreender uma empresa SaaS, deixamos a mensagem de que saber medir é uma condição básica para ter total controle sobre as ações do negócio, aplicar correções em busca de adequar constantemente o serviço às novas exigências do mercado.

As principais métricas de uma empresa do modelo SaaS

Agora que você tem argumentos o suficiente para considerar que é importante entender e acompanhar algumas métricas para o modelo SaaS, vamos apresentar as que são mais importantes:

1 – CAC

O CAC é a sigla para Custo de aquisição de aquisição de cliente, em português — sua nomenclatura em inglês é Customer Acquisition Cost.

É uma das métricas mais importantes para qualquer empresa SaaS. Afinal, ela indica o quanto a empresa gasta com ações de marketing e vendas para conseguir transformar um lead em um cliente.

Para calcular o CAC, basta aplicar a seguinte fórmula:

CAC = Investimentos realizados para adquirir clientes / Número de clientes

Sendo que os investimentos para adquirir clientes podem ser gastos com publicidade, compra de mídia paga, ações de propaganda, mensalidade de plataformas de apoio, salários e comissões para as equipes de marketing e vendas, etc

Por exemplo, se a empresa gastou R$1.000 durante esse mês para adquirir 2 clientes, o seu CAC será R$1.000 / 2 = R$500. Ou seja, para cada R$500 que foi investido, a empresa conseguiu adquirir um cliente no mês.

Com o CAC é possível entender o quanto cada cliente custou para a empresa. Nesse sentido, é bom se atentar para essa métrica desde o dia 1 da empresa, pois se ela estiver muito alta é possível que possam vir sérios problemas no futuro.

Um CAC alto pode atrapalhar o crescimento da empresa, assim como a precificação do seu produto.

Sugere-se que o CAC seja no mínimo 3 vezes menor que o LTV, que será a próxima métrica que iremos apresentar.

2 – LTV

O LTV ou Lifetime Value representa o valor do tempo de vida do cliente.

Essa métrica diz respeito a quanto cada cliente pode trazer de receita para a empresa, ou seja, o quanto ele tem potencial de investir no negócio em todo o seu tempo de relacionamento.

A fórmula para calculá-lo é:

LTV = Ticket médio X número de transações.

Para facilitar o seu entendimento, vamos fornecer um exemplo: Se o valor da mensalidade da empresa é R$100 e é previsto que o cliente fique pelo menos 10 meses utilizando o seu serviço, o seu LTV será R$100X10 = R$1.000

O tempo previsto para que o cliente fique na sua base é possível obter através do cálculo do tempo médio que os seus atuais clientes permanecem na base.

Você já deve imaginar que essa métrica está muito ligada ao nível de satisfação do cliente com a empresa e está totalmente amarrada com o CAC.

Afinal, se o cliente está satisfeito, provavelmente ele não só irá manter o serviço para cumprir o tempo previsto para equilibrar o seu LTV com o CAC, como poderá permanecer por muito mais tempo e até comprar pacotes adicionais de serviço.

3 – MRR e ARR

Essas duas siglas representam a maneira de medir a receita recorrente que entra no caixa da empresa.

O MRR — monthly recurring revenue em inglês —  representa a receita recorrente mensal, já o ARR — em inglês, annual recurring revenue — diz respeito a receita recorrente anual.

Ambos representam a previsão da entrada de receita das assinaturas mensalmente e anualmente.

Note que o MRR, por exemplo, representa uma das grandes vantagens do modelo SaaS para o cliente. Ao invés dele comprar uma licença de um software de uma vez, ele poderá obter o serviço pagando um valor bem abaixo todo mês.

Mas e para o negócio?

Para a empresa, o interessante é que ela consiga manter o MRR ou ARR maior do que o churn —  métrica que representa o cancelamento de clientes e será explicada logo em seguida — para que haja um cenário favorável para aumentar o seu faturamento e contribuir para o seu crescimento.

Vamos exemplificar da seguinte maneira: Se o negócio tem 2 clientes que pagam uma mensalidade de R$100 e 3 clientes que pagam uma mensalidade de R$200, o MRR da empresa será (2 X R$100) + (3 X R$200) = R$200 + R$600 = R$800

Da mesma forma, o ARR será de R$800 X 12 = R$9.600

Note que quando um cliente faz um upgrade de plano, por exemplo, o seu MRR ou ARR aumenta, bem como se ele faz um downgrade, eles diminuem.

4 – Churn

Geralmente, manter um cliente é muito mais barato para uma empresa do que captar um novo. Por isso, monitorar com atenção o Churn é importante.

O Churn nada mais é do que o índice de cancelamento de clientes. Ou seja, é o quanto a empresa perdeu clientes em % durante um certo período de tempo.

Exemplificando como é o seu cálculo, temos uma base de 100 clientes em que 5 cancelaram durante esse mês, então o churn desse mês será de 5 / 100 = 0,05 = 5%.

Quando calculamos essa métrica levando em consideração o número total de clientes, chamamos ela de Logo Churn.

Porém, você pode também calculá-la com base no MRR.

Por exemplo, se todos os clientes da empresa juntos pagavam R$100.000 durante o mês e você perdeu 2 clientes que pagavam R$1.000 cada um, o churn será de 2 X R$1.000 / R$100.000 = R$2.000 / R$100.000 = 0,02 = 2%

Chamamos esse cálculo de MRR Churn ( É possível calcular o ARR Churn também).

Lembre-se que no início desse post, falamos que uma das variáveis importantes para um negócio SaaS é o quanto ela consegue manter os seus clientes. Pois bem, o churn representa isso: A capacidade da empresa em reter os seus clientes.

Essa é uma das métricas que mais brilham os olhos dos investidores, pois o negócio que tem o churn sob controle, tem mais condições de garantir um crescimento sustentável, previsível e escalável!

5 – Ticket Médio

Por fim e não menos importante, apresentamos o Ticket Médio!

O Ticket Médio indica o quanto, em média, cada cliente gera de receita para o negócio.

Para calculá-lo basta dividir o faturamento com as assinaturas pela quantidade de clientes que estão ativos em sua base.

Por exemplo, se eu possuo um faturamento de R$1.000 e 10 clientes ativos na base, o meu ticket médio será de R$1.000 / 10 = R$100

Ou seja, em média cada cliente gasta R$100 por mês com o meu negócio.

Obviamente que existem outras métricas para empresas SaaS que você pode estudar, porém essas são as principais e que fazem toda a máquina girar!

Agora que você já sabe como funciona um negócio SaaS, conheça os 5 erros comuns de marketing digital que sua startup pode evitar.

perder prazo

Perder prazo: 7 truques para você nunca mais deixar isso acontecer

Perder prazo é algo que acontece com frequência em sua rotina de trabalho?

Perder prazo é algo que acontece com frequência em sua rotina de trabalho?

Podemos dizer que quem nunca perdeu um prazo que atire a primeira pedra! Não é mesmo?

Pois bem, a verdade é que isso está se tornando algo cada dia mais comum na vida de muitos empreendedores e executivos.

E os motivos para acontecer são diversos, sejam eles questões pessoais ou até mesmo por falhas de organização que são recorrentes!

Essas falhas geralmente acontecem devido à adoção de práticas e ações nem um pouco produtivas.

A grande verdade é que a consequência disso pode ser muito séria, tanto para a empresa quanto para a vida profissional da pessoa, assim como a sua saúde.

Afinal, você se lembra quando não precisou trabalhar até mais tarde ou virar a noite para entregar aquele projeto atrasado pois o prazo de entrega já havia se esgotado?

Olhando esse cenário, cumprir o prazo de qualquer entraga parece um desafio, sendo que muitas vezes isso é verdade, mas garantimos que isso pode se tornar algo possível!

Por isso, vamos listar 7 truques para ajudá-lo a não deixar que isso nunca mais aconteça. Confira!

1 – Seja honesto consigo mesmo

Em primeiro lugar, é preciso que você reflita sobre a sua realidade e entenda qual a demanda de trabalho que você conseguirá cumprir em um determinado tempo.

Feito isso, seja honesto consigo mesmo e se comprometa somente com aquilo que você sabe que será possível cumprir.

Negligenciar a realidade e assumir uma carga de entregas maior do que a sua realidade suporta é um dos maiores erros que podem levar para o caminho de perder prazos.

2 – Se planeje com antecedência

Infelizmente, o hábito de se planejar com antecedência não é algo que está na rotina das pessoas, pois muitas delas ainda não sabem que pode ser uma ótima ferramenta para evitar perder qualquer prazo.

Essa questão é tão crucial, que a falta de planejamento acaba nos levando a postergar tarefas, fazendo com que muitas delas se acumulem e fiquem pendentes perto de seu prazo de entrega. A consequência disso, você já deve imaginar…

Por isso, crie o hábito de se planejar. Sugerimos que faça planejamentos semanais e caso necessário, revise-o diariamente para fazer os ajustes necessários para o dia seguinte.

Eles poderão ser feitos em qualquer lugar, seja em uma agenda, em um calendário ou até mesmo em aplicativos, o importante é que sejam feitos!

3 – Nada de procrastinar

Agora vamos falar de um ponto que a maioria das pessoas são especializadas em fazer: Procrastinar!

O fato é que tarefas que são complicadas ou muito extensas podem desanimar qualquer é um, fazendo com que elas facilmente sejam adiadas para depois, pois acabam assustando e desanimando quem será o responsável pela sua execução.

Nesse sentido, a dica é dividir essas tarefas em pequenas etapas para que seja possível iniciá-las. A partir do momento que o movimento de começar é criado e as entregas são feitas, acaba se criando uma motivação e um comprometimento maior em entregá-la.

Um hábito que pode ajudar nessa caminhada é reservar um momento no final do dia para revisar o que foi feito e levantar o que deverá ser entregue nos dias seguintes, priorizando o que é mais urgente.

4 – Seja realista

Muitas pessoas acreditam que colocar um prazo que seja menor e irreal para a entrega de suas atividades poderá ajudá-las a realizá-las dentro do seu prazo real.

Ledo engano! Esse é um velho truque para “enganar o cérebro: fazê-lo crer que algo deve ser realizado até uma data muito antes do que deveria. Isso não funciona!

Afinal, você saberá qual é o prazo real e se não ser cuidadoso, deixará tudo para a última hora mesmo com essa “margem de erro”.

Nesse sentido, é importante que haja, sim, um planejamento que leve em consideração qualquer imprevisto que possa acontecer, mas separe esse tempo extra somente para essas situações e não para mentir para si mesmo.

5 – Tenha uma vida equilibrada

Para muitos, ter mais produtividade é sinônimo de trabalhar mais! Na verdade acaba sendo ao contrário, as pessoas que são mais produtivas conseguem entregar todos os seus projetos em tempo hábil e sem necessidade de fazer hora extra!

Afinal, elas conseguem equilibrar trabalho com a vida pessoal fazendo com que elas estejam bem para cumprir todos os seus deveres. Saiba que o tempo de lazer é essencial para a energizar a mente e a criatividade.

Ter uma vida equilibrada pode trazer outros benefícios, tal como o auxílio nos momentos de indecisão, em que se deve fazer uma escolha importante o quanto antes e não procrastiná-la por muito tempo.

6 – Aplique a regra dos 2 minutos

Muitas vezes surgem atividades pequenas no meio do caminho que atrapalham a execução de outras mais importantes, fazendo com que o seu prazo seja estourado.

Elas atrapalham pois são justamente elas que provocam uma certa preguiça nas pessoas em executá-las. Sendo assim, vão sendo procrastinadas até o fim e que atrapalham outras entregas.

Por isso, uma dica para lidar com essas tarefas que vão aparecendo é aplicar a regra dos 2 minutos. Basicamente, ela diz que aquela atividade que surgiu inesperadamente e pode ser realizada em menos de dois minutos, deverá ser feita imediatamente.

Faça isso e nunca mais suas atividades principais vão ser atrapalhadas por outras que são secundárias ou pontuais.

7 – Divida as atividades por contexto

Muitas vezes, o prazo é perdido simplesmente pela falha na organização das atividades a serem realizadas.

A verdade é que lidar com a rotina em que todos têm muitas coisas para fazer não é fácil e normalmente esses afazeres são reunidos em uma única lista, tornando-a grande e complexa.

Por isso, sugerimos uma maneira bem melhor de resolver isso: dividir as atividades por contexto e colocá-las em listas separadas.

O contexto pode ser qualquer característica da atividade que seja relevante. Então,fica a critério de cada um fazer essa divisão conforme à sua realidade.

Listar as tarefas dessa maneira é a chave para conseguir realizá-las de maneira otimizada, pois desse jeito será possível cumprir mais de uma tarefa que estão correlacionadas entre si. Afinal, elas estão no mesmo contexto!

Agora que você já sabe o caminho para não atrasar mais suas entregas e perder prazo, que tal conhecer os 7 hábitos de pessoas altamente produtivas

como desenvolver sua marca

Como desenvolver sua marca de maneira adequada usando nossas 5 dicas!

Muitos empreendedores acreditam que desenvolver uma marca para o seu negócio é um ato que envolve muito e que seja uma prática que compete somente para grandes corporações.

Muitos empreendedores acreditam que desenvolver uma marca para o seu negócio é um ato que envolve muito e que seja uma prática que compete somente para grandes corporações.

Ledo engano, pois a marca é muito mais do que apenas um nome ou um símbolo de uma empresa. Ela representa a percepção que os seus clientes e a sociedade tem sobre ela e o seu produto ou serviço.

Portanto, ela pode ser construída através de pequenas ações e não necessariamente é preciso de um orçamento alto para isso.

Então, nesse post, vamos falar um pouco mais sobre como desenvolver sua marca, um dos maiores ativos de qualquer negócio! Confira:

Como desenvolver sua marca de maneira adequada

O primeiro passo, para que a sua marca seja construída da melhor maneira possível, é definir todos os elementos que ela deve ter.

Por isso, sugerimos a utilização de uma ferramenta chamada Briefing. Mais do que definir os elementos da marca, ele irá traçar um caminho para que ela seja autêntica e atinja seus objetivos.

Somente dessa maneira será possível evitar a visão de que a marca da empresa será apenas um conjunto de letras e símbolos, mas sim a sua própria imagem e como ela se posiciona perante a sociedade.

Sendo assim, um bom briefing deverá conter as seguintes definições:

Missão, visão e valores

O primeiro direcionamento para a criação da marca da empresa deverá ser a sua missão, visão e seus valores.

A missão representa o motivo pela qual ela existe, a visão é o cenário futuro que ela quer atingir e os valores são um conjunto de características que representam o comportamento da empresa e seus colaboradores.

Público-alvo

A melhor maneira de representar os clientes que a empresa almeja ter, é definindo o seu público-alvo.

Portanto, é importante definir desde as características mais básicas – sexo, faixa etária, classe social, preferências – até as mais específicas – hábitos de compra, rotina e desafios que enfrentam no dia a dia – desse público.

Cores

Outro item que deve ser especificado no briefing são as cores que a empresa quer adotar. Portanto, deverá ser definido quais delas representarão o negócio.

Esse item é extremamente relevante pois mostrará a personalidade que o negócio gostaria de agarrar para si, além de dar identidade para a marca.

Referências

Toda grande criação precisa de referências. No processo de confecção de uma marca isso não é diferente!

Então, o ideal é que seja escolhido bons exemplos de marca para assumir essa função, tente limitar a no máximo 3.

Lembre-se que elas deverão servir apenas como inspiração e não devem ser copiadas.

Conceito

Definir o conceito da empresa é um item importante, pois ele ditará não somente a criação da marca, mas também como ela pretende seguir seu caminho estando no mercado.

Por isso, criar uma marca seguindo esse conceito mostrará que ela estará alinhada com ele desde o dia 1 de sua existência.

Obviamente que o briefing pode ter outros itens, isso vai depender também do que você julga importante estar nesse direcionamento. Mas o importante é não economizar na descrição de cada ponto. Afinal, ele será o principal guia para o desenvolvimento da sua marca.

Dicas para desenvolver uma marca de relevância

Agora que você já sabe da importância de criar um bom briefing para a sua marca, iremos fornecer 5 dicas para auxiliar nesse processo de construção de uma marca que tenha relevância. Veja:

1 – Defina seus diferenciais

É preciso entender quais são os motivos que vão fazer da empresa melhor que os seus concorrentes, ou seja, quais são seus diferenciais.

Caso você tenha dificuldades em elaborar isso, que tal envolver as pessoas que são próximas? Pergunte aos seus clientes, fornecedores, colaboradores e qualquer outra parte envolvida como elas enxergam isso no negócio.

Aproveite e peça a opinião do que pode ser melhorado também!

2 –  Escolha bem o nome

Apesar da confecção uma marca ir muito além da criação do nome da empresa, é preciso se preocupar com essa questão, pois ela não deixa de ser um elemento importante.

O segredo é colocar o cliente em primeiro lugar, ou seja, facilite para que ele entenda o que a sua empresa faz através de seu nome. Portanto, seja objetivo e defina um nome que consiga passar a mensagem que o negócio deseja transmitir.

Dê preferência para a escolha de nomes em que a sua pronúncia seja fácil e que também seja passível de uma futura globalização.

A ferramenta Guru PME pode te ajudar nisso!

3 – Padronize tudo

É preciso que clientes, fornecedores e quaisquer outras pessoas que se relacionem com a sua empresa associam ela a uma mesma imagem. Por isso, busque padronizar tudo para que ela não saia da memória dessas pessoas.

Essa padronização pode acontecer em ações mais visuais, tais como suas propagandas e apresentações ou até em relação à maneira como os próprios colaboradores apresentam a empresa para outras pessoas.

4 – Utilize a criatividade

Dificilmente será possível criar uma grande marca sem um pingo de criatividade. Então, tente utilizá-la como principal ferramenta nesse processo.

O mais legal é que não há regra ou receita para esse item, ou seja, ela pode ser utilizada de diversas maneiras e em qualquer parte do processo.

Portanto, estimule a inclusão da criatividade nos momentos de construção do briefing, seja através de um brainstorming ou outra técnica mais avançada.

No fim, ela será o grande diferencial que determinará o sucesso da marca.

5 – Crie uma experiência para o seu cliente

A melhor maneira de criar uma ligação entre a empresa com seus clientes é fomentando uma experiência que seja marcante para ele.

Por isso, é preciso associar a marca não somente a um produto ou serviço e sim a experiência em si que ele proporciona. Isso é chamado de brand experience, que faz com que o cliente interaja com a marca e que isso gere sentimentos e boas memórias.

Lembre-se que os clientes são a principal razão do negócio existir e por isso precisam ter uma experiência inesquecível.

Agora que você entendeu os primeiros passos de como desenvolver sua marca de maneira adequada, confira 5 coisas para observar antes de contratar uma Plataforma de Marketing de Conteúdo.