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erros comuns de marketing digital

5 erros comuns de marketing digital que sua startup pode evitar

O Marketing Digital é muito utilizado por startups, principalmente por ser uma alternativa mais barata, eficiente e mensurável — quando comparada com estratégias de marketing tradicionais.

O Marketing Digital é muito utilizado por startups, principalmente por ser uma alternativa mais barata, eficiente e mensurável — quando comparada com estratégias de marketing tradicionais.

No entanto, para sua startup ter sucesso com os resultados de uma estratégia de Marketing Digital, é preciso estar atento e não cometer erros.

Neste post, vamos falar sobre alguns dos erros mais comuns de Marketing Digital cometidos pelas startups. Confira!

1. Não investir em Inbound Marketing

Antes de começar a colocar qualquer planejamento de Marketing Digital, é preciso entender a relevância do Inbound Marketing nos dias de hoje — inclusive de modo a definir a persona ideal para o negócio.

De maneira simplificada, definir uma persona consiste em construir um perfil com as principais características do cliente ideal de um produto ou serviço.

Nesse sentido, deve-se obter informações relevantes sobre os hábitos de consumo, as preferências pessoais, as dores e os problemas específicos que o seu público-alvo possui.

O investimento em Inbound Marketing é uma estratégia muito interessante para startups pelo seu baixo custo e alta capacidade de segmentação, que faz com que sua startup possa atingir o público certo.

O Inbound é uma estratégia que consiste em atrair uma audiência para o seu site, normalmente através de conteúdo, e manter um relacionamento (por Email Marketing, mídias sociais etc.), fazendo-o passar por vários estágios, desde Lead até cliente.

Ao focar na persona e sabendo em qual estágio cada um dos seus Leads estão é possível criar campanhas segmentadas e que agregam mais valor para quem você deseja atingir.

2. Não usar o Email Marketing da maneira adequada

O Email Marketing é uma ferramenta poderosa para o Marketing Digital. Contudo, é preciso usar a ferramenta da maneira correta. O contato por email deve ser feito somente com o aval dos potenciais clientes. Isso significa que não adianta comprar listas de email.

Essa prática pode parecer menos trabalhosa para quem está começando a implementar ações de Inbound Marketing, no entanto, trata-se de uma péssima conduta — que pode ser muito crítica para a imagem da startup.

Um email não autorizado tem grandes chances de ser marcado como spam. Ou seja, ao comprar listas de emails, você irá gastar todo o seu tempo construindo campanhas de marketing que não serão recebidas pelas pessoas. Além disso, seu domínio sofrerá com uma má reputação, e no futuro pode ser que até mesmo uma lista “limpa” de email não receba suas mensagens.

É por essas e outras razões que criar Landing Pages para a captura de email ou oferecer assinatura de newsletters são opções mais interessantes e eficientes para aumentar a base de contatos.

Quando uma pessoa dá permissão para que você entre em contato com ela por email, isso indica que está disposta a ouvir sua mensagem. Então faça Email Marketing corretamente e não perca tempo com quem não está realmente interessado no conteúdo oferecido por sua empresa.

3. Não ter um planejamento de Marketing Digital

Para ter bons resultados, além de produzir conteúdo relevante para a persona, deve-se saber quais são os melhores canais para fazer a divulgação das mensagens.

É preciso, inclusive, diversificar os meios onde os conteúdos podem ser postados. Investir esforços na nutrição de Leads apenas no blog, por exemplo, pode não ser suficiente para alcançar as metas definidas pela empresa.

Assim, planeje realizar a distribuição de mensagens em diferentes mídias sociais (como Facebook, Twitter, Instagram etc.) além do Email Marketing e do blog da sua startup.

Outra dica é elaborar um calendário editorial para as campanhas de marketing e produção de conteúdo. Essa técnica facilita bastante a conquista dos resultados almejados.

Além de possibilitar que os conteúdos sejam produzidos com antecedência e garantir uma otimização no cumprimento de prazos, ter um calendário editorial também oportuniza um bom fluxo de publicações. Manter a frequência da produção de conteúdos é essencial para o sucesso em sua estratégia de Marketing Digital.

4. Não mensurar os resultados

Para saber se as estratégias de marketing que sua startup está usando são realmente eficientes, é necessário mensurar, acompanhar e analisar os resultados obtidos.

Métricas como taxa de cliques, taxa de conversão, número de Leads gerados, retorno sobre investimento (ROI), entre outras, são indicadores de performance que podem ser usados para acompanhar e analisar as ações de Marketing Digital para sua startup.

No entanto, esses e outros indicadores de desempenho não devem ser utilizados de forma aleatória. É fundamental saber o que medir em cada etapa, além das finalidades de cada métrica.

Dessa forma, os indicadores de desempenho que serão escolhidos para mensurar os resultados de marketing devem ser aqueles que melhor se adequem aos objetivos previamente definidos pela sua empresa.

Tenha cuidado com as chamadas “métricas da vaidade”, que não indicam realmente se as ações de marketing estão contribuindo para o crescimento do negócio. De que adianta saber o número de curtidas que a startup tem no Facebook. Isso não expressa, efetivamente, o número de novos clientes que serão conquistados.

5. Não investir em SEO

Para que o público-alvo possa achar o blog da sua startup nos mecanismos de busca do Google, é preciso otimizar o ranqueamento do site.

Para isso, deve-se identificar quais as palavras-chave relacionadas ao negócio que estão sendo muito pesquisadas pelo público. A partir da seleção e do acompanhamento do ranking das palavras-chave, utilize-as para otimizar o conteúdo que será produzido.

Além disso, faça uso de links internos, link building e outras práticas. Ao linkar um post a outros conteúdos já produzidos sobre assuntos similares, por exemplo, você pode gerar mais tráfego dentro do próprio site.

Quanto mais tempo os visitantes ficarem na sua plataforma, maiores são as chances deles se tornarem, posteriormente, novos clientes.

Investir em técnicas de SEO, portanto, é de grande importância para que as pessoas que se interessam por seus produtos e serviços acessem o conteúdo produzido.

Identificou-se com algum dos erros descritos acima? Já cometeu algum e aprendeu na prática? Saiba que isso é só uma introdução e há muitas outras ações que sua startup pode fazer para conquistar mercado e novos clientes.

Quer saber mais e ver exemplos práticos? Então assista ao webinar Marketing Digital para startups e entenda melhor como o Marketing Digital pode ajudar na busca e construção de um modelo de negócio.

Artigo produzido pela equipe do Resultados Digitais.

11 tendências de marketing para 2017 que sua empresa precisa conhecer

11 tendências de marketing para 2017 que sua empresa precisa conhecer

O marketing sempre ajudou na divulgação das empresas e, com a chegada da era digital, apenas mudou a sua forma de atuação.

O marketing sempre ajudou na divulgação das empresas e, com a chegada da era digital, apenas mudou a sua forma de atuação.

Mesmo assim, continua proporcionando resultados bastante efetivos, ajudando o cliente a formar uma imagem sobre o negócio.

Chegar até os clientes tem sido um grande desafio porque, quanto maior o negócio, maior também a base de clientes e as suas características.

Por isso, quanto mais informações se tem sobre o consumidor, a possibilidade de atração é maior, tornando a geração de leads e as vendas mais fáceis.

Mas as técnicas adotadas até agora estão corretas? Veja quais são as tendências de marketing para o próximo ano e alinhe as suas estratégias.

1. Focar a experiência do cliente

Toda a estratégia de marketing deve ser voltada para atender uma necessidade do cliente, melhorar a sua experiência no momento da compra e na relação com a empresa. Tudo o que for feito deve levar em consideração como o cliente se sente e de que forma pode ser benéfico.

2. Medir o engajamento do cliente

As redes sociais, como o Facebook, têm uma grande valia no momento de medir o engajamento do cliente. O quanto ele acompanha a marca, compartilha informações e comenta, ajuda a analisar o quanto está envolvido.

Os comentários publicados servem de base para identificar qual é o nível de engajamento e de que forma ele pode ser aprimorado.

O histórico também ajuda a traçar melhor o perfil e fazer um acompanhamento, de aproximação ou distanciamento da marca.

3. Aprender sobre novos lugares para fazer marketing

Cientistas de dados e tecnólogos de marketing são cada vez mais necessários para ajudar a identificar quais são os melhores canais de divulgação. Escolher o canal em qual será publicada a ação, como email, redes sociais, blogs, entre outros, é o primeiro passo.

Mas somente isso não basta, é preciso saber como trabalhar com cada um deles e estar sempre atento às novidades.

Em pouco tempo surgem ferramentas mais eficazes e novos canais de comunicação, sendo preciso contar com a expertise para trabalhar com eles.

4. Investir na personalização

Atuar com a massa já não garante os mesmos resultados. Os clientes estão em busca de produtos e serviços quem sejam únicos.

A personalização deve estar presente em todos os momentos, desde a divulgação direcionada com itens de acordo com o perfil de cada consumidor, até nos produtos.

Fazer uma embalagem com o nome da pessoa, permitir que se tenha uma lista com os itens preferidos e personalizar menus são algumas dessas estratégias.

5. Apostar no conteúdo

O conteúdo é um grande atrativo, e ele pode aparecer na forma de post blogs, artigos, ebooks, imagens e vídeos. Principalmente esses dois últimos, vêm ganhando grande projeção por proporcionar uma nova experiência.

Investir em vídeos, além de ajudar a divulgar o conteúdo e atrair a atenção para a marca, acaba sendo de grande utilidade para a geração de leads.

6. Fazer uso da internet das coisas

A internet das coisas ainda está dando os primeiros passos, mas, mesmo assim, já é possível conhecer mais sobre os hábitos dos consumidores.

Entretanto, quanto mais dispositivos estiverem conectados – como celulares, relógios, roupas, TVs e outros –, mais dados serão produzidos.

Todas essas informações devem ser usadas para gerar uma aproximação com o cliente, adequando-se a sua rotina e hábitos de consumo.

7. Utilizar chatbots e inteligência artificial

Cada vez mais será possível encontrar soluções para os problemas com o uso de chats boats. Eles coletarão o máximo de informações possíveis sobre um cliente, com o uso da internet das coisas, e fornecerão informações personalizadas.

Assim, ao consultar um restaurante próximo, serão apresentadas apenas informações que atendam ao seu paladar, como, por exemplo, comida italiana.

Na hora de comprar, ele também ajusta as suas necessidades, como gostos, tamanhos e até mesmo os valores. Esses recursos serão de grande valia para que as empresas sejam encontradas por potenciais clientes.

8. Conectar-se com o cliente no momento certo

O marketing precisa encontrar o momento certo de se conectar com o cliente.

Investir em uma ação no momento errado pode resultar na perda do consumidor. De acordo com os seus hábitos e preferências, deve-se analisar quando um determinado produto é necessário.

Por exemplo, na geração de leads, por mais que se tenha uma forma de fazer contato com o cliente, se a oferta de venda for feita no momento errado, será perdida.

É preciso primeiro ajudar o consumidor a entender as suas necessidades, conhecer mais sobre o produto, e somente vender quando ele estiver pronto para comprar.

9. Comercializar mais nas mídias sociais

As mídias sociais devem funcionar como um canal para vendas, fazendo menos propagandas genéricas e focando no resultado final.

Elas devem ser usadas para se envolver com os consumidores, trabalhando com conteúdo personalizado e não assuntos genéricos, nos quais ninguém tem interesse.

10. Apostar na automação do marketing

Atuar com a automação vai facilitar na hora de gerir todas as estratégias, como envio de email, gerenciamento de conteúdo, publicações nas redes sociais, etc. Tanto que as empresas têm investido boa parte do tempo em soluções que facilitem essa automação.

Quanto mais automatizado um processo, mais fácil encontrar gargalos e criar estratégias eficazes, que resultam em conversão e aumento das vendas.

11. Fazer marketing usando a interatividade

Saber mais detalhes de um produto e como ele pode atender a uma necessidade será mais fácil quando a experiência se torna interativa.

Em uma loja, por exemplo, será possível obter todos os detalhes sobre um produto, aproximando a etiqueta de um painel. Nesse, poderá não apenas ser apresentadas as características, como também de que forma ele pode ajudar no dia a dia.

Essas informações poderão ser integradas com as redes sociais, permitindo uma atualização em tempo real e dando uma continuidade a interação.

Vale lembrar que não se pode deixar de lado o planejamento financeiro e você pode usar ferramentas que ajudam no controle das finanças da empresa.

Sabendo dessas tendências, não se pode esperar que o ano mude e as suas ações fiquem ultrapassadas para investir em novas. Quanto antes buscar conhecer as novas formas de fazer marketing, mais positivos serão os resultados para a empresa.

Sobre o autor:

Guilherme da Luz

Guilherme da Luz é especialista em Organic Search pela Quinstreet Brasil (Nasdaq: QNST). Com 15 anos de experiência de mercado, já trabalhou com algumas das maiores marcas que atuam online e offline, incluindo Google, Microsoft, Benetton, BBC, Avon, Heineken, Mars, Jaguar, Sotheby’s, entre outras. Tem contribuído na adaptação de campanhas publicitárias internacionais para o Brasil (Transcreation), além de estar sempre encontrando oportunidades para atrair, envolver e converter público-alvos através da busca orgânica.  Seguroauto.org, Planodesaude.net e Emprestimo.org são alguns de seus trabalhos que se destacam no topo das pesquisas no Google, em mercados extremamente competitivos.

 

otimização de tempoorganização financeira, depende da forma como você gerencia seu tempo.

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Otimização de tempo: saiba como gerenciar melhor o seu negócio!

Tudo que você faz para cuidar do seu negócio diariamente, desde ler emails de rotina até trabalhar na organização financeira, depende da forma como você gerencia seu tempo.

Tudo que você faz para cuidar do seu negócio diariamente, desde ler emails de rotina até trabalhar na organização financeira, depende da forma como você gerencia seu tempo.

Podemos dizer, inclusive, que para ser um empreendedor bem-sucedido é preciso fazer da otimização de tempo uma prioridade.

Por conta disso, novas técnicas e novos métodos de gestão do tempo surgem frequentemente, visando gerar resultados mais satisfatórios, mesmo para as pessoas mais ocupadas.

Quer saber como usar bem o tempo de trabalho para produzir mais e se cansar menos? Então fique atento a algumas dicas infalíveis que nós preparamos para te ajudar!

7 dicas infalíveis para usar melhor o seu tempo

Há uma variedade enorme de técnicas e métodos disponíveis para te ajudar a controlar bem seu tempo — alguns mais restritivos que outros.

Porém, nosso objetivo aqui é um pouco mais simples: em vez de mostrar técnicas ou fórmulas conhecidas, queremos apresentar alguns princípios básicos de otimização de tempo.

Separe tempo para se organizar financeiramente

Fazer a organização financeira, tanto do seu negócio quanto da sua casa, é uma daquelas tarefas que você não pode deixar acumular — caso contrário, você vai perder o dobro do tempo e ter muitas dores de cabeça para acertar tudo mais tarde.

Então, nada melhor do que separar um tempo todos os dias para ver como estão as finanças, se planejar para pagar contas, fazer investimentos e assim por diante.

Porém, lembre-se que as contas pessoais jamais devem se misturar com o balanço do empreendimento.

Uma boa forma de equilibrar isso é usar a seguinte regra: durante o expediente só vale focar nas atividades relacionadas ao negócio.

Ganhe tempo “enxugando” as reuniões

Reuniões sempre foram encaradas como ótimos recursos, seja para resolver problemas, para buscar novas ideias ou para decidir as melhores estratégias para atingir os mais variados objetivos.

Porém, quando são usadas em excesso ou conduzidas de um modo pouco eficiente, as reuniões podem acabar atrapalhando mais do que ajudando. Por quê?

Imagine uma reunião de 1 hora, com a participação de 10 pessoas. Se não for um assunto muito importante — ou se a questão não for resolvida definitivamente — o prejuízo é enorme.

Calculando friamente, essa não é uma reunião de 1 hora, e sim uma reunião de 10 horas! Afinal, diz respeito ao tempo que cada colaborador poderia usar em outras atividades.

Mas como “enxugar” essas reuniões? Da seguinte forma:

  • Só faça reuniões para discutir assuntos realmente importantes.
  • Convoque o mínimo de pessoas possível.
  • Torne as reuniões rápidas, de preferência por realizá-las de pé.

Elimine as distrações na hora do trabalho

Esse conselho é bastante óbvio, mas a maioria das falhas de produtividade ainda acontece porque ele é sempre ignorado.

Nossa tendência é sempre pensar que apenas uma pequena distração de alguns minutos não vai interferir no fim do dia, mas esse engano acaba nos fazendo perder mais tempo do que parece.

Em primeiro lugar, porque uma distração leva a outra, então o que era para ser uma distração de minutos pode facilmente se estender por horas.

Em segundo lugar, porque até voltarmos ao nível de concentração necessário para realizar a maioria das atividades que precisamos fazer no dia a dia, levamos tempo.

Monte uma programação detalhada

Seja por meio de listas de tarefas, de um calendário com todos os seus compromissos anotados ou de outros métodos de controle, é fundamental se programar bem.

Pense em todas as tarefas que você já tem a cumprir e separe-as em curto, médio e longo prazo. Além disso, divida as que são mais importantes entre todas, bem como as que são mais complicadas de executar.

No caso das atividades de curto prazo, avalie também quais delas são urgentes e precisam de atenção imediata.

Fazendo isso, você estará sempre à frente dos compromissos, nunca será surpreendido por uma tarefa que se esqueceu e nem agitado demais por não saber o que fazer primeiro.

Aprenda a lidar com imprevistos

Imprevistos acontecem o tempo todo, e com você não será diferente. Por isso, é importante tomar algumas medidas para lidar bem com as situações quando elas acontecerem.

Uma delas é não planejar cada segundo do seu dia. Fazer isso, além de não ser realista, não deixa espaço para se adaptar em caso de um imprevisto, mesmo simples.

Outra forma de lidar com eles é por pensar no famoso plano B, ou seja, definir o que pode ser deixado para depois no caso de uma emergência que tome parte do seu tempo.

Delegue tarefas sempre que possível

Outra questão essencial no uso do seu tempo é saber que, por mais eficiente que você consiga ser durante o dia, é impossível cuidar de um negócio sozinho.

Por isso, o melhor que você pode fazer é aprender o quanto antes a delegar parte das suas tarefas para pessoas de confiança.

Mesmo que você escolha delegar apenas as atividades mais simples, tenha em mente que muitas vezes são elas que atrapalham mais a rotina.

Faça breves pausas

Trabalhar de modo produtivo e otimizar o tempo não significa trabalhar sem parar. Muito pelo contrário: além de fazer mal para a saúde, esse hábito faz mal também para a sua produtividade!

Em vez de passar muitas horas seguidas empenhado no negócio, tire breves pausas de 5 a 15 minutos durante o dia. Ao fazer isso, movimente o corpo e beba água.

Isso vai te ajudar a manter o ânimo durante todo o dia, continuar alerta, espantar o tédio e a vontade de ceder às distrações.

5 vantagens que a otimização de tempo gera para a sua vida

Depois de ver tantas tarefas que podem te ajudar a usar melhor o tempo, talvez você ainda se pergunte: “será que vale mesmo a pena fazer tudo isso?”

Com toda a certeza, sim! A velha máxima que diz que “tempo é dinheiro” nunca foi tão verdadeira. Quem hoje pode se dar ao luxo de jogar dinheiro fora?

Na prática, é exatamente isso que o mau uso do tempo significa para um empreendedor.

Mas para te convencer de vez, vamos mostrar 5 benefícios que a boa gestão do tempo gera, tanto para você quanto para o seu negócio.

Produtividade maior

A partir do momento em que você usa melhor o tempo que tem disponível, é natural que a sua produtividade aumente. Em outras palavras, você vai fazer mais em menos tempo.

E se já dissemos que usar mal o tempo significa jogar dinheiro fora, usá-lo bem tem o efeito contrário.

Isso quer dizer que a sua produtividade está diretamente ligada à capacidade do negócio de ganhar dinheiro.

Por fim, aplicar uma boa gestão do tempo na empresa vai afetar outros colaboradores, que vão passar a agir da mesma forma e também a contribuir para o aumento dos lucros.

Menos desgaste

Quando se trabalha sempre com pressa, agitado com os prazos a cumprir e novas demandas a atender, não é incomum que a qualidade do trabalho sofra as consequências.

Mais comum ainda é ter a saúde prejudicada pelo estresse que envolve lidar com mais do que você é capaz de fazer.

Por isso, investir na otimização de tempo é uma forma de diminuir o desgaste decorrente do ritmo acelerado com que muitos negócios são conduzidos hoje em dia.

Ambiente mais organizado

Uma característica de quem não consegue usar bem o tempo é a falta de organização, que só contribui para que a dificuldade em realizar todas as tarefas seja maior.

Conforme você se programa para executar as atividades diárias, terá facilidade em criar um ambiente organizado, essencial para o desenvolvimento do negócio.

E não se engane: a organização interna é percebida também por clientes e parceiros, o que faz toda a diferença para criar uma marca realmente forte no mercado.

Melhor distribuição das tarefas

Delegar bem as tarefas não é só uma boa opção para aliviar a carga que fica sobre você, mas também serve para equilibrar as funções de cada colaborador na empresa.

Mesmo que seja um negócio pequeno e familiar, é importante que as tarefas sejam bem distribuídas, pois dessa forma o empreendimento vai crescer de maneira saudável.

Se as responsabilidades fossem divididas de qualquer jeito, logo surgiriam problemas de comunicação, relacionamento e desempenho que atrapalhariam o progresso da empresa.

Mais tempo para outras atividades

O equilíbrio entre vida pessoal e profissional nunca esteve tão em alta na mente dos empreendedores como hoje — e com razão!

A vida não é feita só de trabalho. É preciso também tirar tempo para passar com a família, com os amigos, se divertir e aproveitar, não é mesmo?

Mas esse conceito equilibrado só existe em um cenário em que o tempo é bem usado. Só assim você terá tempo para outras atividades e não será consumido pelo trabalho 100% do seu dia.

Sem dúvida, vale a pena levar a otimização de tempo a sério e seguir as dicas que elencamos aqui. Você vai trabalhar de modo mais inteligente e produtivo, além de contar com benefícios que vão muito além do aumento nos lucros.

Gostou de aprender mais sobre como gerenciar seu tempo de maneira eficiente? Então ajude seus amigos a fazer o mesmo compartilhando este post nas redes sociais!

Artigo produzido pela equipe Biva.

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Alta produtividade: o papel do líder no sucesso da sua equipe!

Como uma empresa aumenta a produtividade? Entre as muitas respostas, podemos destacar a contratação dos melhores profissionais, o aperfeiçoamento dos processos e o investimento na capacitação dos colaboradores.

Como uma empresa aumenta a produtividade? Entre as muitas respostas, podemos destacar a contratação dos melhores profissionais, o aperfeiçoamento dos processos e o investimento na capacitação dos colaboradores.

Embora todas essas respostas sejam verdadeiras, um fator chave pode conduzir uma equipe ao sucesso máximo ou à ruína: sua liderança. E você, sabe qual é o papel do líder para garantir a alta performance do time?

Para entender como o líder pode transformar um grupo de funcionários em um time vencedor, continue a leitura deste post! Nele, vamos mostrar a você as atitudes que transformam o gestor em um promotor da vitória de uma equipe. Preparado?

Como manter a alta produtividade?

Acompanhe a seguir 9 maneiras de você conseguir manter a sua alta produtividade e a do seu time.

1. Focar em um propósito maior

Quando as atividades rotineiras não são direcionadas por uma visão, logo elas se tornam uma lista interminável de obrigações entediantes, pelo menos para a maioria das pessoas.

É uma visão maior, um senso de propósito que faz as companhias direcionarem seus esforços para atingir os objetivos traçados. É ela que une colaboradores em torno de um projeto comum que leva à alta performance.

Dependendo da hierarquia da empresa, o líder de uma determinada equipe não é o responsável por criar essa visão. Ela pode ser instituída por níveis superiores da organização.

No entanto, cabe ao líder o papel de articulá-la, alinhar os membros do time às estratégias operacionais e fazer o que for necessário para alcançar as metas da companhia de acordo com essa visão.

2. Compartilhar a liderança

Quer engajamento de sua equipe? Envolva as pessoas em seu processo decisório. Quando todas as resoluções partem de um chefe e são impostas verticalmente, os funcionários farão o mínimo necessário para garantir seus empregos.

Contudo, quando os colaboradores percebem que suas percepções e ideias foram levadas em conta ao tomar uma decisão, isso cria um senso de compromisso e responsabilidade que gera engajamento.

Nesse caso, você pode esperar uma verdadeira lição de superação do seu time: disposição para horas extras de trabalho, atuação além das expectativas, cooperação total e busca incessante de resultados.

3. Utilizar as habilidades individuais

Existe um caminho certo para a ineficiência: atribuir tarefas incompatíveis com as melhores habilidades das pessoas. Por incrível que pareça, isso acontece com muita frequência.

É mais comum do que se imagina ver pessoas trabalhando em funções nas quais elas não são boas, e até mesmo que odeiam.

Além do impacto na qualidade do trabalho realizado, isso produz um grande desgaste emocional. Esses funcionários se tornam grandes candidatos a deixarem sua empresa e a utilizarem seus verdadeiros talentos em outras companhias.

Para obter resultados grandiosos, a lógica é justamente o contrário: em que tarefas este colaborador pode realizar um trabalho realmente excelente? Isso permite que ele utilize seu tempo praticando suas habilidades e tendo a oportunidade de desempenhar algo significativo, digno de valor e reconhecimento.

Ao delegar responsabilidades, pense nisso. Estabeleça funções nas quais as pessoas tenham a oportunidade de fazer o que elas amam, fazer mais aquilo em que elas são excepcionais.

4. Estimular a produtividade, e não a ocupação

É possível que um funcionário passe seu expediente inteiro ocupado, sem sequer conseguir concluir todas as atividades que tinha para o dia, e mesmo assim não ter produzido absolutamente nada.

Alguns líderes infelizmente incentivam isso! Seu foco está em manter os profissionais extremamente atarefados, sem observar se as atividades que ele lhes atribui realmente contribuem para atingir as metas da empresa.

Por isso, é importante sempre perguntar qual é o objetivo e o resultado da atividade realizada. Caso não consiga enxergá-los claramente, é possível que ela seja inútil.

Nesse caso, a melhor alternativa é começar a pensar em formas para simplificar o processo, ganhar tempo e garantir aumento de produtividade.

5. Realizar as perguntas certas

Aproveitando o gancho do foco em resultados, não poderíamos deixar de falar das perguntas feitas por um líder que promove o sucesso. São justamente elas que vão ajudar a definir prioridades e evitar atividades sem impacto na produtividade.

Atualmente, o gestor precisa entender que atua na era da informação. Portanto, seu papel não é mais dar ordens e controlar pessoas.

Muito acima disso está a necessidade de enxergar oportunidades, e espera-se que ele tenha a capacidade de planejar e criar estratégias, de modo a aproveitar as oportunidades, para alcançar as metas da empresa.

Para isso, ele precisa saber fazer as perguntas certas, que levam a compreender quais são os reais objetivos da companhia e quais são os esforços essenciais para obter os resultados.

Algumas dessas perguntas são:

  1. Quem é o meu cliente?
  2. Qual é o seu problema?
  3. O que a minha concorrência está fazendo para solucionar os problemas do cliente?
  4. O que a minha companhia pode fazer para atender as necessidades do consumidor e superar a concorrência?
  5. Como podemos simplificar e agilizar esse processo?
  6. O que, de fato, é o sucesso?

Responder a essas perguntas pode ser a chave para encontrar a solução, criar um diferencial para sua empresa e eliminar todas as ações que acarretam desperdício de tempo e de recursos, especialmente os humanos.

6. Concentrar na realização do possível

Um líder sempre quer fazer o melhor. No entanto, esse esforço em prol do aperfeiçoamento não deve ser confundido com um perfeccionismo ilógico, que pode paralisar todo o time enquanto não se acha a “solução perfeita”.

Por isso, em vez de tentar solucionar todos os problemas do mundo de uma vez, procure a solução mais simples e possível para o problema, e comece a trabalhar nela.

Não se trata de estimular a mediocridade, mas de entender que é melhor fazer o possível da maneira certa do que ficar parado aguardando uma saída utópica.

Trabalhar com a realização do que é viável e com o aperfeiçoamento a partir da cultura da melhoria contínua é um caminho que gera avanços e produtividade.

7. Promover a cultura de práticas virtuosas

Alguns gestores se importam tanto com os objetivos da empresa que se esquecem que as pessoas dentro da organização apresentam necessidades.

O atendimento a essas necessidades, além de priorizar a questão das relações interpessoais, garante maior produtividade. Entre essas práticas virtuosas, podemos mencionar

  • Ter cuidado e responsabilidade em relação aos colegas;
  • Promover apoio mútuo, inclusive nos momentos de conflito;
  • Evitar culpar e perdoar erros,
  • Inspirar os outros;
  • Enfatizar o significado do trabalho;
  • Construir um clima de respeito, confiança, gratidão e integridade.

O resultado dessas práticas é o surgimento de emoções positivas que ampliam a criatividade e o compromisso das pessoas. Além disso, elas se tornam mais resilientes diante de eventos negativos.

Diante de uma cultura organizacional tão humana, qual é o talento que não vai desejar fazer parte desse time? Esse é o segredo para a captação e retenção dos profissionais mais promissores do mercado.

8. Encorajar o desenvolvimento das pessoas

Líderes bem-sucedidos alcançam altos níveis de performance e produtividade? Logicamente! Apesar disso, esse resultado é praticamente um efeito colateral do que eles realmente fazem: desenvolver pessoas.

Líderes que conseguem motivar seus colaboradores atuam, na verdade, como mentores que conduzem as pessoas à revelação de seu potencial pleno.

Desenvolvimento de habilidades, liderança compartilhada, avaliação das tarefas realizadas com feedbacks que promovem o aprendizado — todas essas ações contribuem para o aperfeiçoamento dos colaboradores.

Dessa forma, eles aprendem a explorar seu potencial nas áreas em que são mais habilidosos e a procurar adquirir novas competências, se tornando profissionais completos e aptos a contribuir para a estratégia da companhia.

Quando o profissional se depara com esse tipo de líder, ele compreende que cada tarefa delegada não é uma mera obrigação, e sim o preparo para desafios e oportunidades melhores. Diante disso, como não ser produtivo?

9. Inovar

Foi-se o tempo em que a máxima “Em time que está ganhando não se mexe” tinha algum valor no mundo dos negócios. Na sociedade e no mercado atual, as regras do jogo mudam a cada dia.

Por isso, para uma organização sobreviver, ela precisa estar antenada a essas mudanças e precisa ter a capacidade de antever necessidades e desenvolver soluções para elas.

Fazer da companhia um local onde os colaboradores podem contribuir com ideias pode criar um ambiente de trabalho livre de burocracias que limitam a produtividade e a inovação.

Estimule sua equipe a desbloquear a própria criatividade. Mostre a eles que a empresa está disposta a apostar em ideias que solucionem os problemas do negócio.

Você vai se surpreender ao encontrar saídas inusitadas e simples para desafios que podem ter prejudicado o desempenho da equipe por anos. Além disso, o profissional, ao contribuir, se sente valorizado pela companhia, o que ajuda a conseguir o engajamento do time na implantação da ideia.

Essa também é uma ótima oportunidade para que os colaboradores tenham a possibilidade de gerenciar e desenvolver projetos, adquirindo experiência para outras funções dentro da organização.

Obviamente, sempre que se fala em novidades, existe o risco de que algo não dê certo. Afinal, se fosse uma alternativa testada, não poderia ser chamada de inovação. Ainda assim, não deixe de buscar inovar!

Nesse contexto, o papel do líder é analisar as propostas, promovendo uma cultura de apoio a iniciativas que apresentem um nível de risco calculado e aceitável para os padrões da companhia, porém fazendo o possível para estimular o progresso.

E então, viu como o líder pode promover o sucesso e a produtividade de sua equipe? Já buscou implementar algumas dessas dicas em sua empresa? Conhece outras formas de incentivar a excelência? Compartilhe sua experiência nos comentários!

Artigo produzido pela equipe Neotriad.

 

habilidades empreendedoras

8 habilidades empreendedoras que devem ser desenvolvidas para ter sucesso

Você sonha em ter um negócio só seu. Já ouviu falar do assunto do momento, o empreendedorismo, e se informou sobre como construir sua própria empresa. Você sabe que com força de vontade e determinação é possível tirar seus sonhos do papel.

Você sonha em ter um negócio só seu. Já ouviu falar do assunto do momento, o empreendedorismo, e se informou sobre como construir sua própria empresa. Você sabe que com força de vontade e determinação é possível tirar seus sonhos do papel.

Mas é bom não se deslumbrar: empreender não é tarefa fácil e não é tão simples como muitos sugerem por aí. Além de trabalhar muito para chegar lá, você vai precisar ter disciplina, coragem, persistência, controle financeiro, entre outras coisas. Ou seja, você vai precisar dominar várias habilidades empreendedoras fundamentais para levar seu negócio para o caminho do sucesso.

Quer conhecer mais algumas dessas qualidades? Veja agora 8 importantes características que todo empreendedor deve possuir para construir uma empresa bem-sucedida.

Lidar com pessoas

Não importa qual o ramo de atuação do seu negócio, saber lidar bem com pessoas é primordial. Mesmo quem não tem contato direto com os clientes, precisa saber como tratá-los da melhor forma possível.

O empreendedor também deve ter a sensibilidade para conviver com seus colegas de trabalho. Não é preciso nem falar que mau humor e cara feia desmotiva a equipe, não é?

Sem contar que, se precisar gerenciar uma crise de imagem, por exemplo, ser educado e ter a postura adequada pode fazer a diferença.

Pensar estrategicamente

Agir sem pensar não é uma boa ideia. Especialmente se estamos falando de seu negócio. Por isso mesmo é bom colocar todas as ideias no papel e a partir daí traçar um planejamento focado em estratégia.

Neste sentido, é bom ter uma noção de marketing. Já ouviu falar na jornada do cliente? Pois devia! Ela é um ótimo indicador para guiar sua estratégia de negócio.

Em um mundo cada vez mais tecnológico, em que seus clientes têm acesso a uma infinidade de informação todos os dias, saber como a mente deles funciona na hora de adquirir determinado produto ou serviço é um diferencial que vai te colocar à frente no mercado.

Cuidar das contas

Muitos acreditam que essa é a parte chata quando se fala em empreender. De fato, ela requer uma boa noção sobre legislação e tributos. Com isso, muitos entregam essa obrigação a contadores e empresas especializadas no assunto.

Não há nada errado nisso. O problema maior é que, ao terceirizar o serviço burocrático, grande parte das pessoas abre mão de ficar de olho nas finanças da empresa. E aí abre-se uma brecha para perder o controle sobre os gastos.

Saber cuidar das finanças do seu empreendimento pode evitar muita dor de cabeça e, caso haja algum imprevisto, você vai saber resolver sem se sentir desnorteado. Vale lançar mão de uma planilha de planejamento financeiro para não se perder entre as cifras.

Planejar o futuro

Quantas vezes você ouviu a máxima: “melhor prevenir do que remediar”. Isso significa que pensar sempre à frente é a chave de um futuro bem-sucedido. Melhor do que ficar apagando incêndios é traçar um plano bem-feito para evitar que eles aconteçam, concorda?

Portanto, defina metas para o curto, o médio e o longo prazo. Converse com cada equipe e veja quais são as perspectivas de crescimento. Estabeleça junto com seus colaboradores objetivos desafiadores — mas realistas. Viva sempre o presente do olho no futuro.

Lidar com risco

Apostar sempre no que é mais seguro pode te fazer perder grandes oportunidades. Quem se arrisca tem mais chances de crescer. Contudo, não é para sair tomando decisões precipitadas. É preciso reconhecer e estudar o risco.

Acreditar numa proposta inovadora, adotar uma tecnologia nova ou mudar a forma de vender seu negócio podem ser alguns caminhos para se arriscar em busca de crescimento.

O risco também está ligado à capacidade de lidar com imprevistos. É o famoso plano B. Deste modo, mais uma vez fica clara a importância de ter seus passos descritos em um planejamento detalhado.

Analisar dados

Examine os números do seu negócio constantemente. Quantidade de clientes, vendas mensais e visitas diárias ao seu site são algumas das métricas que você deve prestar bastante atenção.

Esse acompanhamento frequente pode te ajudar a promover melhorias na promoção do seu produto ou descobrir um entrave que está impedindo sua equipe de desenvolver um bom trabalho, por exemplo.

Mesmo que lidar com números não seja o seu forte, é importante ter estes parâmetros alinhados. Afinal, é a partir deles que você vai conseguir verificar se seus esforços estão dando certo e seu negócio está evoluindo.

Inovar sempre

Parece meio óbvio falar disso. Mas muita gente se perde pelo caminho e acaba se acomodando em fazer somente o “arroz com feijão”. Sabe aquela frase “em time que está vencendo não se mexe”? Não é bem assim.

Você não precisa ficar sempre buscando formas superinovadoras para aplicar ao seu modelo de negócio. Mas é importante estar atento às mudanças e se adaptar a elas.

Imagina o que seria dos jornais impressos se não tivessem acompanhado o avanço da internet? Existem mudanças que são muito benéficas e é preciso considerar as oportunidades que surgem para crescer.

Saber como investir

Você controla muito bem seu fluxo de caixa, tem uma visão estratégica bem definida e consegue ter uma equipe muito engajada, ou seja, seu negócio está caminhando a todo vapor.

Com o capital fluindo bem, nada mais lógico do que saber onde investi-lo na empresa para manter o negócio no pique de crescimento. Saber como investir dinheiro é essencial para o empreendedor que quer ver seu sonho prosperar.

E para definir onde e qual o valor do investimento, você precisa ter conhecimento de todas as outras dicas citadas acima. Sua visão estratégica, a análise de risco, seu planejamento e os dados coletados devem ser examinados em conjunto para permitir que você tome a decisão mais acertada na hora de investir.

Este não é um guia que você é obrigado a seguir à risca e sim um norte para te ajudar a empreender de maneira mais fluida. Mas uma coisa é certa: com essas habilidades bem desenvolvidas você estará mais próximo de ter êxito como empreendedor!

Gostou das dicas? Agora que já sabe quais as habilidades empreendedoras fundamentais que um bom empreendedor deve ter, que tal se inspirar em grandes nomes de sucesso?
Autoria: Ana Cláudia Inez, graduada em Relações Públicas, mestre em Processos Comunicacionais e estudiosa do mercado de ações. Integrante da equipe Toro Radar, é responsável pela comunicação e relacionamento da empresa com parceiros em todo o país.

maiores empreendedores do mundo

9 lições que os maiores empreendedores do mundo nos ensinaram

Não faltam exemplos de pessoas inspiradoras que alcançaram o topo. Mais do que analisar o legado financeiro e de poder que elas construíram, podemos aprender lições práticas, que foram praticadas de maneira obstinada e colaboraram diretamente para a visão de suas corporações e a forma com que reinventaram seus mercados e até mesmo o mundo onde vivemos.

Não faltam exemplos de pessoas inspiradoras que alcançaram o topo. Mais do que analisar o legado financeiro e de poder que elas construíram, podemos aprender lições práticas, que foram praticadas de maneira obstinada e colaboraram diretamente para a visão de suas corporações e a forma com que reinventaram seus mercados e até mesmo o mundo onde vivemos.

Como em toda lista, aqui serão cometidas injustiças, já que centenas e até mesmo, milhares de empresários trazem lições empreendedoras de grande valor para todos que iniciam uma empresa ou lutam para fazê-la crescer.

Estée Lauder: Qualidade do produto, do atendimento ao consumidor e uso de amostras grátis

maiores empreendedores do mundo: Estee Lauder

Muitas listas de empreendedores de destaque esquecem das mulheres entre seus representantes. Para quebrar esse retrospecto, vamos começar lembrando de uma das mulheres não herdeiras mais ricas do mundo.

Entre as marcas do grupo dessa “rainha da beleza”, potências que se destacam até hoje como a marca que recebe seu nome, a Clinique e a MAC Cosmetics.

Sem trocadilhos, a fórmula de sucesso da cosmetologista americana pode ser utilizada em qualquer segmento de negócio que comercialize algum item de consumo: tenha um produto muito bom, treine sua equipe para atender com excelência e distribua amostras grátis para que os clientes percebam toda sua qualidade.

Jorge Paulo Lemann e seus sócios: Faça empresas crescerem gastando o mínimo possível

maiores empreendedores do mundo: Jorge Paulo Lemann

Quem na história foi capaz de ser surfista, jogar tênis em alto nível disputando até o Grand Slam de Wimbledon e a Copa Davis, estudar em Harvard, ter sido banqueiro e muito provavelmente o maior protagonista brasileiro em negócios globais? Jorge Paulo Lemann é a improvável resposta.

O carioca descendente de suíços, na companhia de seus sócios, foi dono do Banco Garantia, responsável pela criação da Ambev e posteriormente AB Inbev, onde colecionou algumas das maiores marcas de cervejas do mundo, assumiu o controle de ícones americanos e canadenses como o Burger King, Heinz, Kraft Foods e Tim Hortons.

Em todos esses casos, repetiu a mesma estratégia: um choque de gestão orientado aos resultados e a meritocracia, a sinergia máxima entre as empresas que fundiu e a baixíssima tolerância ao desperdício.

Ray Kroc: Nunca é tarde para se reinventar

maiores empreendedores do mundo: Ray Kroc

Ame-o ou odeio-o, o McDonald´s é muito mais do que um negócio de sucesso. Tem uma grande influência cultural e é um dos maiores símbolos americanos espalhados pelo mundo.

Ray Kroc, não foi o seu fundador, já que adquiriu a então pequena lanchonete de San Bernardino (California) dos irmãos McDonald. Kroc na época era um vendedor de máquinas de milk shake e reinventou sua história aos 52 anos, transformando o negócio local em um sucesso mundial.

Outro legado importante na sua trajetória é o foco total no cliente, já que sempre acreditou que “se você cuidar do seu cliente, o seu negócio irá se cuidar sozinho”.

Andrew Carnegie: Tenha uma equipe extremamente competente

maiores empreendedores do mundo: Andrew Carnegie

Um dos maiores industriais de todos os tempos, o controverso filantropo e rei do aço, no distante século XIX, já percebia a importância da educação. Inclusive, alguns atribuem a ele, a célebre frase: “cerque-se de pessoas que são mais espertas que você.”

Carnegie além de consagrar seu nome no mundo dos negócios, foi o responsável por fundar ou financiar grandes templos da educação e da cultura, como o embrião da Universidade Carnegie Mellon e a sala de espetáculos Carnegie Hall em Nova Iorque.

Steve Jobs: Transforme consumidores em evangelistas

maiores empreendedores do mundo: Steve Jobs

A Apple provavelmente é a empresa que mais conseguiu tirar vantagens no fato de ter consumidores satisfeitos e que se encarregam de divulgar os produtos que adoram.

Muito disso pode ser creditado à Jobs, que por mais de uma vez reinventou seu negócio. Seu foco no design, na facilidade de uso e em prever o que as pessoas precisam ou querem foi fundamental para a empresa sair do papel de um fabricante de computadores com dificuldades financeiras e se tornar um gigante dominante em mercados que reinventaram a forma que as pessoas se comunicam, consomem música e vídeos.

Brownie Wise: Encontrando as circunstâncias certas para vender

maiores empreendedores do mundo: Brownie Wise

Wise foi a responsável por difundir o sistema de vendas “party plan” e revolucionar a cultura corporativa que consagrou a Tupperware, onde ocupou o cargo de Vice-Presidente.

O método “party plan” consiste em promover eventos sociais, onde também são ofertados produtos. O formato é muito utilizado principalmente para itens de apelo feminino e em geral utilizam marketing multinível, o que garante que sempre existam novas anfitriãs.

Brownie Wise foi ainda a primeira mulher a figurar na capa da revista americana Business Week.

Jeff Bezos: Visão de longo prazo

maiores empreendedores do mundo: Jeff Bezos

Bezos e sua Amazon são exemplos de foco e visão de longo prazo. Desde o início da companhia, o objetivo do executivo foi o crescimento e lançamento de novos produtos e serviços, mesmo que isso significasse abrir mão de lucros no curto prazo.

A estratégia vem se mostrando acertada, com a empresa que nasceu como uma livraria online se transformando no maior representante do e-commerce global e atingindo novas áreas como o entretenimento, a hospedagem em nuvem e o constante teste de novos serviços.

Sam Walton: Venda pelo menor preço possível

maiores empreendedores do mundo: Sam Walton

Sam Walton é o fundador do Walmart, o maior varejista do mundo. Sua obsessão por conquistar o consumidor oferecendo o menor preço é uma parte consolidada na cultura organizacional da empresa, mesmo após mais de 20 anos de sua morte.

Para chegar ao menor preço, o Walmart além de passar por polêmicas, precisa ser extremamente eficiente em cortar custos, muito produtivo em todas as atividades logísticas e não parar de escalar. Se a margem de preço foi afetada, a solução será ter um volume cada vez maior.

Bill Gates: Encontre o negócio certo

maiores empreendedores do mundo: Bill Gates

Gates expandiu rapidamente a sua representatividade de mercado, quando em 1981 comprou o software de uma empresa de Seattle por US$ 75,000 para solucionar uma necessidade da IBM de um sistema operacional de 16 bits.

A solução era mais rápida e mais barata do que desenvolver um novo produto do zero na própria Microsoft. Esse produto viria a se tornar o MS DOS e seu autor se juntou à companhia.

Você lembra de outras lições valiosas de pessoas que fizeram história? Compartilhe com a gente.

Escrito por Rafael Urbach, co-fundador da Mundo dos Exames, startup que ajuda pacientes a entenderem seus exames diagnósticos e encontrar os melhores lugares para realizá-los, utilizando ou não um plano de saúde.

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Aprenda como fidelizar clientes em uma pequena empresa em crescimento

Como fidelizar clientes? Todo empreendedor, em um momento ou outro, se depara com essa pergunta desafiadora. E a resposta para a questão determina diretamente como você vai investir em sua empresa.

Como fidelizar clientes? Todo empreendedor, em um momento ou outro, se depara com essa pergunta desafiadora. E a resposta para a questão determina diretamente como você vai investir em sua empresa.

Quem está à frente de um pequeno empreendimento sabe que é mais barato manter um cliente antigo do que conquistar um novo consumidor.

Estudos da CRM Plus Consulting, empresa norte-americana especialista em gestão do relacionamento com o cliente, mostram que conquistar novos compradores chega a custar 5 vezes mais caro do que fidelizar os já existentes.

Além disso, a cada 5% de clientes fidelizados as empresas aumentam sua rentabilidade entre 25% e 125%, dependendo da área de atuação. Empolgante, não é mesmo?

No entanto, isso não quer dizer que a fidelização seja algo extremamente fácil. O cliente só continuará comprando de você caso realmente sinta confiança na marca e enxergue valor no produto ou serviço.

Tendo consciência disso, o empreendedor deve construir a fidelização ao longo de todo o fluxo do negócio, desde o atendimento até o pós-venda. Veja a seguir como você pode trabalhar cada um desses pontos:

Ofereça um atendimento impecável

Quando se trata de atendimento, não é o consumidor que deve se adaptar às vontades da empresa, e sim o contrário.

Por mais que hoje existam possibilidades para prestar suporte de forma automatizada, muitos clientes ainda valorizam um atendimento mais humano.

Uma pesquisa publicada pela Sales Force Desk revelou que 40% dos clientes ainda preferem ser atendidos pelo telefone e 29% preferem o atendimento pessoal. Enquanto isso, 18% colocam o email em primeiro lugar e apenas 13% apontam preferência por chat online ou redes sociais.

Por isso, é muito importante diversificar seus pontos de contato e oferecer diversos canais de atendimento. Isso não impede que você tenha um sistema para centralizar os chamados e evitar que os pedidos se percam. De qualquer maneira, lembre-se que muitos clientes fiéis são conquistados justamente pelo “fator humano”.

Aposte em inovação

Alguns empreendedores podem questionar qual é a relação entre inovação e relacionamento com o cliente. A verdade é que essas duas áreas estão intimamente conectadas.

Uma empresa que não consegue surpreender seus clientes dificilmente será lembrada. Por outro lado, empresas inovadoras entregam experiências de marca mais completas, seja no ponto de venda, nos serviços e produtos ou no atendimento.

Mas como saber se as inovações estão realmente contribuindo para a fidelização? Simples. Basta se perguntar se as ideias e iniciativas estão solucionando problemas e entregando o que o consumidor procura.

A inovação pode aparecer no programa de fidelidade, no marketing e até na forma como os produtos e serviços são entregues. Quer um exemplo? Às vezes, uma embalagem diferente (que possa ser reaproveitada ou colecionada) já contribui muito para que o cliente queira comprar de você novamente.

Invista energia no pós-venda

Entre os empreendedores, não há dúvidas de que o pós-venda é decisivo para a fidelização. Ainda assim, empresas de todos os tamanhos continuam errando nesse sentido.

É importante ter claro que o pós-venda não se trata apenas de resolver problemas. Pelo contrário, a empresa deve começar antecipando qualquer dúvida ou dificuldade que o cliente possa ter. A palavra-chave aqui é proatividade.

Digamos que você seja dono de um e-commerce. Constantemente, seus clientes enviam emails perguntando sobre a data de entrega do produto. Ao invés de agir reativamente (apenas respondendo às mensagens), é muito mais eficiente enviar atualizações periódicas sobre o status do pedido. Assim, o cliente fica tranquilo e percebe que a empresa está cuidando de cada detalhe.

O mesmo vale para produtos que causem dúvidas em relação ao uso ou montagem. Que tal se antecipar e enviar gratuitamente um guia explicativo?

Ao adotar atitudes como essa, fica muito mais fácil fazer novas ofertas (e fechar novas vendas) no futuro para o mesmo cliente.

Faça uma boa segmentação

Tratar cada cliente de uma forma única é possível, ainda mais em empresas em crescimento. Que tal mais um exemplo?

Em vez de enviar um mesmo email para todos os clientes, classifique seus contatos de acordo com as características e preferências de cada pessoa — e envie mensagens mais focadas.

Por exemplo, não faz sentido enviar uma oferta de um sapato feminino para um homem. Nem uma passagem aérea de classe executiva para alguém que só compra de você quando existe uma grande promoção.

O raciocínio é o seguinte: quanto mais você segmenta, mais sua marca estreita o relacionamento com o cliente.

Essa segmentação pode ser feita por meio dos registros de compras, histórico de atendimento, plataformas de automação de marketing, cadastros em newsletters, entre outros.

Crie um programa de fidelidade

Recompensas continuam sendo uma das melhores estratégias para a fidelização de clientes. E uma das maneiras mais eficazes de recompensar um consumidor é por meio de um programa de fidelidade.

A lógica dos programas de fidelidade é bastante simples. A cada compra, o cliente acumula uma determinada quantidade de pontos. Mais tarde, esses pontos podem ser trocados por produtos ou descontos em uma nova compra.

O ideal é que o programa seja extremamente simples de usar. Além disso, ele precisa estar presente no dia a dia do consumidor, caso contrário corre o risco de ser esquecido.

É por isso que tantos clubes de vantagem e programas de fidelidade contam com cartões (eletrônicos ou analógicos) para marcar os pontos. Dessa maneira o cliente pode carregar o cartão na carteira, facilitando o uso.

Vá além do programa de fidelidade

Programas de fidelidade são extremamente efetivos, mas isso não significa que você deva parar por aí. Clientes fiéis que investem somas significativas na sua empresa merecem um tratamento ainda mais diferenciado.

Em outras palavras, seus melhores clientes devem ter direito a um tratamento VIP. Para esses clientes, você pode oferecer vantagens como frete grátis e cupons de desconto exclusivos.

Outra estratégia interessante é fazer com que os clientes VIP sejam os primeiros a saber das novidades, tendo inclusive acesso às promoções antes dos outros consumidores. Além disso, os VIPs podem ser convidados para eventos exclusivos na empresa.

A ideia central é fazer com que essas pessoas se sintam especiais. E elas realmente são: clientes fiéis podem representar até 65% do faturamento.

Não ignore o remarketing

Como mencionado, o custo de aquisição de um novo cliente é muito mais alto que o custo de vender pela segunda vez para um cliente antigo. Por isso, faz todo sentido investir em remarketing.

Remarketing nada mais é do que anunciar para quem já comprou de você ou já teve contato com uma determinada campanha de marketing da sua empresa. Campanhas de remarketing costumam gerar mais vendas ou leads (prospectos) custando muito menos tempo e dinheiro.

Para incentivar uma segunda compra, você pode oferecer brindes e promoções exclusivas. Assim, aquele consumidor que já conhece sua marca ficará ainda mais propenso a fechar negócio novamente.

Aplique a teoria da pirâmide invertida

Na teoria da pirâmide invertida, o cliente se encontra no topo e ocupa a maior porcentagem do gráfico. Isso significa que os maiores esforços da empresa são destinados a ele.

Em seguida estão os vendedores, o atendimento e todos os que lidam diretamente com o cliente. Por fim, os gestores e líderes, responsáveis por oferecer as ferramentas e o suporte necessário para sustentar o sistema.

A ideologia por trás da teoria da pirâmide invertida fica clara: o cliente é o motivo de todo o trabalho. Nem mesmo o produto ou o serviço são mais importantes do que ele. Afinal de contas, se o cliente tiver novas necessidades e desejos, a empresa pode adaptar suas soluções para atendê-lo.

Na prática, uma empresa que valoriza esse sistema tem um grande foco na excelência do atendimento. A organização reconhece o valor de cada cliente, bem como das ferramentas e estratégias que auxiliem na satisfação de cada consumidor.

Use um software de CRM

Hoje, as empresas que não contam com um sistema de CRM (Customer Relationship Management) acabam perdendo muitas oportunidades de satisfazer seus clientes.

É lógico que nem sempre as pequenas empresas têm condições de contratar um software robusto e extremamente avançado. Entretanto, já existem muitas opções de qualidade a preços acessíveis.

Um software de CRM fornece uma quantidade enorme de dados sobre os clientes. Essas informações dificilmente seriam levantadas pela empresa — e, mesmo que fossem, dificilmente seriam organizadas de maneira rápida e eficaz.

Quando a empresa tem um CRM, é possível automatizar vários processos e o relacionamento com o cliente flui com muito mais naturalidade. Tudo isso sem tomar uma grande quantidade de tempo da equipe.

Fique de olho nos números

É fundamental que cada ação seja monitorada, não importa qual seja a estratégia adotada para a fidelização de clientes. Afinal, só há um jeito de concluir se as mudanças surtiram efeito: medindo os resultados.

Por isso, sempre estabeleça métricas antes de colocar um plano em prática. A partir dessas métricas você poderá otimizar sua estratégia.

Ao longo da execução, a empresa terá cada vez mais informações relevantes sobre o público-alvo, podendo fazer ajustes que levem aos resultados desejados.

O processo de monitoramento sempre será um ciclo. Quando mais você se dedicar às métricas, mais fácil será otimizar os números. Quanto antes os números forem otimizados, antes você poderá cumprir os objetivos e estabelecer metas mais ousadas.

Conclusão

Agora que você já sabe como fidelizar clientes em uma pequena empresa, é hora de colocar as estratégias em prática. Você já sabe por qual delas vai começar? Como dica, você pode seguir justamente a ordem dos tópicos que apresentamos nesse artigo. Até porque um atendimento de excelência é a melhor forma de iniciar um processo de fidelização. Bom trabalho e boas vendas!

Quer aprender ainda mais sobre fidelização? Confira o post Como manter um bom atendimento, a felicidade e a fidelização dos clientes.

Artigo produzido pela equipe Biva.

consultoria jurídica

Consultoria jurídica para pequenas empresas e os motivos para fazer uma

A tomada de decisões está diretamente ligada à gestão de grandes, médias e pequenas empresas.

A tomada de decisões está diretamente ligada à gestão de grandes, médias e pequenas empresas.

Tomar a decisão correta é crucial para a obtenção de um resultado positivo: pode trazer vantagens ou simplesmente evitar prejuízos para sua empresa.

Se torna então imprescindível escolher bem um contador e contar com ajuda especializada de uma consultoria jurídica para pequenas empresas.

De acordo com as estatísticas do IBGE, 48% das empresas fecham antes de completar três anos.

A falta de planejamento e o desconhecimento de aspectos legais estão entre os principais motivos de falência das pequenas empresas. Essa informação só ressalta a necessidade de uma ajuda especializada: a assessoria jurídica.

A consultoria jurídica é também conhecida como advocacia preventiva, pois resguarda o empresário quanto ao cumprimento dos trâmites legais.

Esse tipo de suporte repassa informação eficaz ao cliente e dirime dúvidas sobre a legislação envolvida e possíveis problemas que podem ocorrer no que tange à contratação de serviços, funcionários, demissões e outros aspectos.

6 vantagens da consultoria jurídica para pequenas empresas

A consultoria pode ajudar a empresa a prevenir problemas futuros, seja com funcionários, clientes, concorrentes ou fornecedores.

Ter um amparo legal é a medida mais indicada para resolução de problemas em tempo hábil. Confira as principais vantagens da consultoria jurídica para pequenas empresas:

1. Auxilia no planejamento

Em um mercado altamente competitivo, em que novas empresas surgem a todo momento, o planejamento é o oxigênio de uma empresa de qualquer tipo ou porte.

Planejar antes de abrir o seu negócio é fundamental, mas esse planejamento deve continuar ao longo do ciclo de vida de sua empresa.

Com planejamento, é possível enxergar problemas futuros e antecipar soluções para lidar com eles. Essa postura pode, por exemplo, transformar um pequeno negócio de bairro em uma empresa de sucesso, capaz de se expandir suas atividades por meio de decisões concretas e assertivas.

Nesse sentido, a consultoria jurídica para pequenas empresas é imprescindível, visto que assessora o empresário no que diz respeito à antecipação de riscos, suporte muito importante para o planejamento empresarial.

Além disso, o consultor vai suportar o gestor na tomada de decisões que implicam no crescimento da empresa como as decisões sobre compras ou sobre novos mercados.

Só através de um planejamento estratégico e bem estruturado, elaborado com o auxílio de um advogado, o pequeno empresário poderá antever problemas, celebrar contratos com mais segurança e, dessa forma, economizar tempo e dinheiro. Fatores primordiais para o crescimento da pequena empresa, não acha?

2. Provê segurança jurídica e prevenção

Nunca é demais advertir que a prevenção é sempre a melhor opção, principalmente no que diz respeito à sobrevivência da pequena empresa.

Uma empresa corre diversos riscos ao longo de seu funcionamento, desde aqueles inerentes ao mercado até os legais. Isso torna indispensável o auxílio jurídico para prevenir danos.

Uma pequena empresa, diferentemente do que pensa o senso comum, deve se amparar com medidas legais para manter o funcionamento.

Até mesmo um pequeno mercado no bairro deve seguir a legislação e necessita de algumas licenças, como a sanitária e o alvará de funcionamento emitido pela prefeitura local. Resumindo: é preciso cumprir a lei sempre.

O advogado consultor atua na observância dessas medidas necessárias para legalizar seu empreendimento e mantê-lo funcionando e também auxilia no que diz respeito à contratação de funcionários, prevenindo o negócio contra causas trabalhistas por contratação indevida e inobservância das leis.

É muito mais econômico e menos estressante recorrer à consultoria preventiva do que ter que contratar, depois, um advogado para dirimir disputas judiciais que poderiam ter sido evitadas.

3. Atua nas defesas judiciais

A consultoria jurídica para pequenas empresas é primordial para evitar disputas judiciais. Mas em alguns casos, esse embate é inevitável, principalmente se o empresário recorrer à consultoria tardiamente.

Para gerar economia, o empresário pode recorrer ao serviço completo de assessoria que vai ampará-lo também em questões de disputas judiciais; é o chamado full service. Assim, quando surgir alguma demanda desse tipo, o empresário já contará com consultoria no que diz respeito às decisões a serem tomadas e à defesa judicial.

Suponhamos que o empresário possua um regime societário que está prestes a se dissolver, ou ainda que um funcionário contratado — sem observância à legislação pertinente — sofreu um acidente ou está causando prejuízos à empresa. A consultoria pode resolver essas e outras demandas antes mesmo que ocorra o embate judicial.

4. Provê também segurança negocial

A tomada de decisões continua sendo peça chave para a sobrevivência e prosperidade de uma empresa.

Isso inclui o fator negociação, que pode acarretar problemas junto aos órgãos públicos, bem como prejuízos por negociações sem medidas prévias de proteção jurídica. É preciso assegurar que os procedimentos estejam amparados pelas leis.

Para garantir a segurança negocial, o advogado tomará medidas de prevenção através de auditoria na empresa e adequação de contratos, inclusive aqueles produzidos por terceiros. São apenas alguns exemplos.

O importante é que a assessoria garantirá que as negociações ocorram dentro do âmbito legal, prevenindo perdas e multas.

A advocacia preventiva impede que o empresário aceite cláusulas abusivas ou obrigações indevidas para sua empresa. Além disso, a presença de um advogado numa negociação, seja com novo fornecedor ou com um funcionário, impõe respeito e demonstra que a empresa está amparada juridicamente.

Um empresário sem assessoria jurídica corre sérios riscos numa negociação, tanto na celebração de contratos com cláusulas duvidosas quanto pela inobservância de leis.

A tomada de uma decisão errada durante uma negociação pode resultar, inclusive, no fechamento de uma empresa.

5. Proporciona economia

Quando há assessoria jurídica desde o planejamento, principalmente porque a empresa passa a considerar aspectos que asseguram a tomada de decisão correta diante de situações desastrosas e até mesmo a previsão delas, o empresário economiza e adquire potencial de crescimento.

A consultoria jurídica é imprescindível também para o crescimento da pequena empresa, pois traz economia no que diz respeito à prevenção de demandas judiciais.

Mesmo que ocorra algum problema não previsto, que exija a atuação mais incisiva de um advogado, o empresário não terá que pagar altos honorários para um desconhecido, pois já conta com o full service.

Dessa forma, o dinheiro gasto com pagamento de multas, indenizações, honorários de advogados, prejuízos com negociações erradas, é direcionado — com o apoio do consultor — para novos investimentos. E a empresa tem mais probabilidade de, com ajuda da assessoria jurídica, migrar para uma empresa de porte médio ou grande.

6. Não implica obrigações trabalhistas

Ter um corpo de advogados integrando diretamente a sua empresa é o ideal, mas não é o necessário e quase sempre é inviável, já que a contratação direta de profissionais para compor o setor jurídico de uma empresa gera obrigações trabalhistas e gastos com salários, férias, plano de saúde e demais benefícios.

Nesse sentido, há uma vantagem muito grande em abrir mão da assessoria interna e recorrer à assessoria externa, pois essas obrigações trabalhistas não existiram. O que ocorre nesse tipo de contratação é um contrato de prestação de serviços, realizado por um escritório de advocacia.

Além disso, segundo reza o Estatuto da OAB, no artigo 20, um advogado que integra o departamento jurídico da empresa não pode ultrapassar 20 horas semanais em sua carga de trabalho.

Ou seja, as horas trabalhadas além desse período devem ser pagas à parte. Já a assessoria jurídica externa não se enquadra na lei e, portanto, possui maior flexibilidade quanto à carga horária.

Convenhamos que, dificilmente, um empresário de pequeno porte poderá bancar os custos de um setor jurídico em sua empresa. De fato, a contratação de serviços de consultoria, tanto contábil quanto jurídica é a melhor solução, em vista do custo-benefício proporcionado.

Contratação de consultoria jurídica para pequenas empresas

A consultoria inclui diversos serviços que vão além da defesa judicial e celebração de contratos como a realização de diagnóstico completo da saúde da empresa — que pode ser realizado juntamente com a assessoria contábil, revisão tributária, emissão de licenças, assessoria full time (com disponibilidade sempre que o empresário necessita), participação nas reuniões internas da empresa, esclarecimento de dúvidas e muito mais

Portanto, a consultoria jurídica para pequenas empresas, além de trazer múltiplas vantagens e gerar economia, também abre caminhos para que a pequena empresa alcance um crescimento rápido no mercado. Se tornando imprescindível para o bom andamento dos negócios de uma empresa, independente do seu porte.

Mostrar capacidade para solucionar situações desafiadoras e prever problemas integra as características de uma empresa vencedora, pois estará sempre à frente das demais empresas de mesmo porte.

Diante de tantas vantagens, o pagamento de uma mensalidade ao escritório de advocacia se revela compensador porque traz tranquilidade e segurança ao pequeno empresário, pois a assessoria jurídica estará apta a defender os interesses da empresa nos diferentes setores jurídicos.

Seja um empresário prevenido e evite recorrer apenas eventualmente aos serviços advocatícios, em momentos de crise e embate judicial. Isso é questão de planejamento e lógica empresarial.

Entretanto, é imprescindível que você procure um escritório idôneo, com profissionais capacitados, para prestar assessoria jurídica para sua empresa.

Gostou do artigo? Então veja 5 serviços de assessoria essenciais para pequenas empresas que você deve contratar o quanto antes. Veja como esses serviços podem ajudá-lo a economizar e evitar dores de cabeça no futuro.

Artigo produzido pela equipe BIVA

modismos

Lidando com o blá, blá, blá corporativo

Vamos lá leitor, você que agora está aí diante deste texto provavelmente é um empreendedor, e se ainda não é, já deve ter entrado com a documentação (sic).

Vamos lá leitor, você que agora está aí diante deste texto provavelmente é um empreendedor, e se ainda não é, já deve ter entrado com a documentação (sic).

Ninguém tem tempo para perder

E talvez você não tenha a menor intenção de se tornar um empresário, mas, mesmo assim, tenta agir com autonomia e iniciativa no seu ambiente de trabalho. Tudo certo, de uma forma ou de outra você é um indivíduo que não tem tempo para perder.

Não deixe o seu tempo ser consumido por conversas cosméticas

Como sabemos, o tempo se configura como um recurso por si só. Caro, cada vez mais escasso e precioso. Sim, aqui vale a velha e surrada afirmação: tempo é dinheiro.

E saiba que ele está em perigo

Diante dessa realidade é bom que saiba, o seu tempo pode estar sob ataque.

Ele é disputado pelo governo e sua burocracia, clientes, vendedores, parceiros de negócios, pela sua família, entes queridos. Mas até ai não há o que fazer. Faz parte do jogo.

Contudo, saiba que existe um rolo compressor que pode drenar a sua energia e sua disponibilidade de agenda como ninguém ousaria. Trata-se dos arautos dos modismos corporativos.

Eles não querem apenas o seu dinheiro arduamente conquistado.

Querem a sua consciência, querem doutrinar os seus valores, e influir na forma como conduz os seus negócios. Eles vão tomar o seu tempo, e nunca mais vão devolver.

Aqui vale uma ressalva, existem sim alguns modismos que são dotados de consistência, e em pouco tempo transformam-se de modinhas de ocasião em sólidos conceitos.

Como separar modismos baratos de novidades interessantes?

Mas a questão é quando saber por antecedência que isso vai acontecer?

Ou então, como identificar numa nova onda, um conceito antigo, que na verdade você já aplica mas que agora vem rebatizada com algum nome bobo qualquer?

Para ajudá-lo a gerir esse mosaico de informações que nos despejam na cabeça, quase todo dia, evento após evento, preparamos uma lista de cuidados:

Vamos lá:

Passo 1: Questione sempre

Antes de tudo, diante de qualquer “novidade”, vale a pergunta: Para que servirá isso?

O mesmo questionamento que os especialistas em educação financeira nos recomendam fazer antes de comprar uma bugiganga qualquer.

Passo 2: Esteja sempre atento

Desconfie de qualquer conceito cuja descrição não seja clara, objetiva e direta.

A embromação é o recurso mais precioso dos vendedores do “bobajal” corporativo;

Passo 3: Avalie o “interior” do novo conceito

Reflita sobre se isso já não se tratava de algo conhecido, e eventualmente já aplicado e em operação na sua empresa.

Rebatizar conceitos antigos de gestão é uma eficiente forma de enganar e tomar o seu dinheiro ou tempo.

Passo 4: Pense em sua aplicabilidade

Caso esteja diante de uma “novidade” que julgou interessante, pense cuidadosamente em sua aplicabilidade.

Nem todas as melhores práticas de gestão são aplicáveis em todas as empresas.

Passo 5: Avalie os riscos

Ao decidir aplicar uma nova prática ou conceito avalie os riscos de implementação, envolvendo a adesão de sua equipe.

Sem comprometimento com a “novidade” é bem provável que a nova prática acabe por gerar boas piadas nos corredores e quiosques de café.

Passo 6: Estude a viabilidade

Nunca, jamais deixe de fazer um estudo de viabilidade, que possibilite mensurar em números o retorno que uma nova prática pode trazer.

Passo 7: Permita que a sua equipe participe

Depois de implementada a nova prática, jamais impeça que sua equipe participe criticamente da novidade.

Isso traz o risco da não adesão, mas ao mesmo tempo possibilita a aplicação de ajustes e adaptações, além de preservar a inteligência do seu pessoal.

Passo 8: Nunca insista no que não é do senso comum

Não insista em algo que não recebeu adesão real da sua equipe.

Caso isso aconteça, é muito provável que o novo conceito não passe de mais uma inutilidade.

Passo 9: Siga a sua intuição e fuja

Caso venha a sentir a sua “voz interior” dizendo baixinho – pense bem, isso me parece meio bobo, meio idiota demais.

Mas não faltarão motivos, caso decida passar longe dos modismos…

Veja aqui:

Motivo 1

Implantar práticas de gestão tidas como absolutamente coerentes apenas por conta do seu appeal, deixando de lado qualquer estudo de aderência operacional ou de viabilidade podem resultar em uma retumbante perda de tempo e de dinheiro;

Motivo 2

O espírito inovador e criativo de uma empresa nasce e se sustenta na maioria das vezes, diante de adversidades, complicações e desafios.

Quando ele morre ou definha diante da fácil importação de soluções mágicas e aparentemente imbatíveis, padece também a própria empresa e sua fertilidade para a inovação;

Motivo 3

Quando o senso crítico de uma empresa morre, sua equipe infantiliza, e mais e mais modismos podem ser incorporados.

Isso torna o cotidiano corporativo em um inferno chato e cansativo, espantando talentos e gente de alto potencial que não estão dispostos a desperdiçar tempo e habilidades em um ambiente tão sem propósito.

Pense bem. No mundo empresarial, nada pode fugir da lógica econômica.

Boa sorte e até o próximo!

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial.

Tem várias ideias de negócio e não sabe qual você deve levar adiante? Leia este post e tire suas dúvidas sobre como lidar com estas situações.

investir em mídia paga

10 motivos para a sua empresa investir na mídia paga

A mídia paga sempre foi uma referência para as empresas que querem divulgar o seu negócio e impulsionar as vendas.

A mídia paga sempre foi uma referência para as empresas que querem divulgar o seu negócio e impulsionar as vendas.

Com as mudanças tecnológicas ocorridas nos últimos anos, novas maneiras de divulgação surgiram, e o que antes era feito em mídias físicas passou a acontecer no mundo virtual.

Atualmente, investir em conteúdo patrocinado, marketing de conteúdo, links no Facebook, geração de leads e outros passaram a ser uma ótima maneira de atrair os consumidores. Mas a dúvida é se realmente esse tipo de mídia chega ao seu público e se proporciona o efeito desejado.

A mídia paga tem se mostrado bastante eficiente e proporciona, muitas vezes, resultados melhores do que os conseguidos na mídia impressa. Veja como ela pode ajudar a sua empresa e comece agora mesmo a se beneficiar.

Maior visibilidade da marca

As pessoas acabam “esbarrando” na marca enquanto estão realizando as suas atividades rotineiras na internet, como acessar um site, fazer uma pesquisa, etc. Ao mesmo tempo em que a empresa fica mais acessível, conhecê-la também é simples, pois as informações estão a apenas um clique de distância.

Mesmo que a pessoa não esteja procurando por uma determinada empresa, ao perceber que ela pode oferecer soluções para o seu problema, o cliente acaba demonstrando um certo interesse. Sem falar que a exposição faz com que um maior número de pessoas possam saber da existência da empresa.

Geração de tráfego

Ao ver um anúncio, basta clicar sobre ele para ser direcionado ao link de destino. Isso fará com que mais pessoas visitem o site, aumentando o tráfego.

Como benefício, há um maior número de visitantes, o que aumenta a possibilidade de compra ao conhecerem o produto. Um maior tráfego também impulsiona o site nos buscadores, fazendo com que ele apareça entre os primeiros colocados como resultado de uma busca.

Resultados rápidos

Algumas horas após a campanha começar já é possível mensurar os resultados, permitindo elaborar ações de curto prazo. Quando se observa que os resultados não estão dentro do esperado, é possível modificar a campanha, deixando-a mais adequada e evitando a perda de recursos.

Isso é fundamental para quem tem urgência em aumentar o número de vendas em um curto espaço de tempo e permite a criação de uma campanha rápida.

Controle sobre o investimento

É possível decidir quanto investir e por quanto tempo esse anúncio ficará disponível. Assim se adequá a verba e evita desperdícios.

Com investimentos extremamente baixos é possível iniciar uma campanha, sendo bastante flexível. Isso permite que até mesmo as pequenas empresas possam se beneficiar com a mídia paga online. Outra possibilidade é que o investimento seja feito apenas quando há dinheiro no caixa, não gerando nenhuma obrigação fixa.

Por exemplo, ao contratar uma empresa de geração de leads, você pode comprar os leads quando puder e ir trabalhando com eles ao longo do tempo. Tudo dentro do seu orçamento.

Gastos reduzidos com marketing

Por conseguir escolher o valor do investimento, e quando fazê-lo, consegue-se uma redução dos investimentos em marketing. Na mídia impressa é preciso investir um valor mínimo – que não costuma ser pouco – para pode divulgar.

Já com a mídia paga online, com esse mesmo valor se atinge um maior número de pessoas e que são o público de interesse.

Segmentação do público

Fazer uma boa campanha, com o uso de palavras-chaves corretas e direcionado ao seu público de interesse é possível. É possível escolher as características das pessoas que se pretende atingir, selecionando um perfil.

Sem falar que o anúncio pode aparecer em uma determinada etapa do funil de compra, permitindo que, além de segmentada, apareça no momento correto para um potencial cliente.

Mensuração dos resultados

É possível medir os resultados de acordo com cada campanha, permitindo que se façam testes e analisando qual obteve melhor resultado antes de fazer um grande investimento. Consegue-se trabalhar com campanhas simultâneas e analisar os dados de forma individualizada.

Essa análise pode ser realizada diversas vezes por dia e pode-se identificar até que ponto o cliente chegou como, por exemplo, se só clicou no link, se chegou a navegar, inseriu produtos no carrinho, etc.

investir em mídia pagaFidelização do cliente

Marcas que estão presentes no mundo virtual, principalmente em redes sociais — como Facebook, YouTube, Instagram e outras —, geram uma maior fidelização dos clientes. Isso porque eles se sentem mais próximos as marcas e podem interagir com elas o tempo todo.

Essa fidelização resulta em comentários positivos e acaba se tornando uma ótima forma de divulgação, pois os próximos clientes compartilham.

Diferentes formatos de mídia paga

As opções para quem pretende divulgar não são poucas. Na internet é possível encontrar diferentes tipos de formatos, cada um destinado a um fim.

As redes sociais são interessantes e ajudam na fidelização, porém, é preciso escolher com cuidado. É preciso entender o funcionamento de cada uma delas para fazer uma campanha adequada.

Os links patrocinados também são uma opção e colocarão a empresa em uma posição de destaque. Eles podem ser inseridos em buscadores, assim a empresa aparece em destaque nos resultados, assim como em sites com conteúdos específicos.

O Remarketing é indicado para quem quer fazer que um consumidor retorne para o site. Assim o anúncio do site aparecerá para ele durante a navegação, fazendo-o lembrar de uma determinada marca e poder ser direcionado ao site com um clique.

Maior taxa de conversão

A taxa de conversão pode ser bastante alta ao conseguir chegar a um público específico. Isso porque se direciona a propaganda para pessoas de interesse, fazendo com que haja um direcionamento maior na compra.

Sem falar na possibilidade de trabalhar o filtro de vendas e fazer com que o anúncio esteja disponível em um determinado momento, no qual a pessoa está pronta para concluir a compra.

A mídia paga online é bastante flexível e está disponível para qualquer empresa, porém, o seu uso deve ser feito de maneira correta, sempre feita por um profissional.

Trabalhando os recursos disponíveis da melhor forma, consegue-se divulgar a marca e aumentar a conversão em um curto espaço de tempo.

Além disso, a mídia online é bastante democrática, permitindo que com qualquer valor de investimento se possa fazer uma campanha, e sem discriminar nenhum segmento de atuação.

Gostou das dicas? Então veja como a tecnologia pode ajudar na gestão de vendas e até o próximo artigo!

Jeniffer Elaina trabalha como Editora freelancer, tendo mais de cinco anos de experiência em escrita e revisão de artigos para web. É formada em Marketing com pós-graduação em Administração de Empresas na FGV. Sua maior paixão é poder compartilhar conhecimentos e aprender um pouco mais a cada dia.