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bunker sitiado

Conheça a síndrome do bunker sitiado!

Meus caros, comecemos por alguns esclarecimentos.

Meus caros, comecemos por alguns esclarecimentos.

O que é a Síndrome do Bunker Sitiado?

Para quem não conhece o sentido da expressão, basta um exercício de extrapolação pessoal.

Tente imaginar num contexto onde após vivenciar o apogeu – ou ao menos pretensamente, e apenas na sua cabeça –, tenha de encarar a queda, a casca de banana da qual não consegue escapar, ou a aniquilação humilhante.

Adicione a este cenário, que o seu entorno seja formado por assessores que amam dizer aquilo que você quer (e exige) escutar. Talvez porque você os intimide, e exista um temor de suas reações.

Ou é possível que não tenham nenhum compromisso com o negócio/ operação, mas preocupam-se única e exclusivamente com a própria remuneração – o que inclui remuneração variável não necessariamente atrelada a solidez da empresa, mas com situações pontuais.

E é também provável que embora muito bem remunerados, simplesmente não tenham capacidade para formular soluções reais e concretas.

Há a possibilidade de que estejam desprovidos de imaginação e opiniões próprias, com origem na capacidade profissional. E neste caso sejam abundantes as receitas de bolo – geralmente extraídas do “lugar comum” corporativo, suas revistas, seus eventos tomados de inteligência.

E neste caso, as reações são previsíveis.

Você passa a receber aconselhamento absolutamente incompatível com a realidade.

Pior do que isso, sem ninguém para dizer a verdade, o empreendedor ou líder (detesto a expressão líder. É um típico eufemismo corporativo barato), passa a navegar em voo cego.

Sem parâmetros ancorados ao mundo real, sem noção sobre os obstáculos que virão, e eventualmente orientado apenas pela maluquice da sua própria mente solitária e “magnânima”.

Deste estágio, para acreditar em caminhos e saídas que jamais se concretizarão, há o intervalo de alguns poucos metros.

Pronto, está criado o “set” perfeito para o ‘Bunker Sitiado”.

Em resumo, uma dinâmica retroalimentada de tiros no pé. Sem nenhuma boa alma para interromper o tranco.

O “Bunker Sitiado” e a história

Historiadores investigativos afirmam que Hitler, sitiado em seu esconderijo secreto (bunker), com os soviéticos pintando e bordando nos arredores de Berlim e esmagando a cidade – reunido com seu estado maior mais fiel, entoava frases de efeito e auto motivadoras.

Convocava a todos com o seu feroz bigodinho, para recuperar o ânimo e retomar a ofensiva para tentar vencer a guerra de uma vez por todas.

Dizem que lampião “o rei do cangaço” cercado pelas tropas federais, e quase aniquilado pela fome e pela sede, comparava-se a Antônio Conselheiro e ordenava diretivas para o contra-ataque “rumo a vitória”, que jamais veio.

A realidade sempre se impõe. O segredo é saber reconhecê-la a tempo.

É dos efeitos desta “síndrome” que alguns grandes empresários e líderes políticos (acompanhados por equipes fiéis) provam ao se depararem com a parede sólida e áspera da realidade.

Não seja uma vítima da síndrome.

Não se engane, a síndrome do Bunker Sitiado estará sempre a espreita. Mas qual é a vacina?

O velho “bom senso” pode ajudar muito.

Contudo, essa resposta pode ser genérica demais.

Convido então para detalharmos algumas atitudes que podem nos manter longe do Bunker.

Desconfie

  • dos aplausos;
  • de resultados fáceis e de processos “blindados de complicações”;
  • de gente que desconsidera os cuidados, ou daqueles que detestam precauções;
  • de qualquer tentativa para impressionar;
  • dos megalomaníacos;
  • de gente que se considera invencível;
  • quando escuta apenas aquilo que gostaria (ou aceita) escutar.

Contrate bem

  • Evite contratar aduladores;
  • Fuja dos performáticos;
  • Não aceite almofadinhas corporativos na sua equipe. Não ofereça espaço pela aparência, ou outras superficialidades;
  • Trabalhe com gente competente e corajosa;
  • Selecione pessoas com personalidade, e que não vão se intimidar pelo seu poder. Eles são sempre a melhor contribuição.

Cuide de suas emoções (elas podem custar caro)

  • Resolva-se. Não desconte suas frustrações pessoais na empresa ou nos seus colaboradores;
  • Não crie um personagem de você mesmo. Se não cuidar disso, quando menos esperar, não estará mais no escritório, mas em um palco repleto de personagens;
  • Gerencie a própria ansiedade. Ela pode ser o seu maior inimigo;
  • Controle a raiva e os ataques de impaciência.

Para encerrar, recomendo que seja sempre permeável ao senso crítico. É justamente ele que vai salvá-lo quando cair no Bunker sem perceber.

Até o próximo.

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial.

práticas para empregar

6 melhores práticas para empregar talentos na sua empresa

Poucas coisas são tão importantes para um negócio quanto uma equipe de colaboradores eficientes e capazes de colocar em prática ideias inovadoras. Achar o profissional certo e mantê-lo em seu time é um desafio, sobretudo no contexto atual do mercado, com jovens ávidos por novas experiências constantemente.

Poucas coisas são tão importantes para um negócio quanto uma equipe de colaboradores eficientes e capazes de colocar em prática ideias inovadoras. Achar o profissional certo e mantê-lo em seu time é um desafio, sobretudo no contexto atual do mercado, com jovens ávidos por novas experiências constantemente.

Neste artigo, separei algumas dicas para que você possa empregar talentos em seu negócio e controle a rotatividade dos colaboradores.

A arte do recrutamento

O processo de contratação nas empresas tem passado por profundas mudanças ao longo das últimas décadas. Se antigamente os recrutadores ficavam restritos a testes e análises que pouco variavam de companhia para companhia, atualmente, novas dinâmicas e análises de perfis cada vez mais minuciosos vem sendo implementados.

Além disso, a tecnologia contribuiu, e muito, para quem deseja construir um time de colaboradores de excelência. Redes como o LinkedIn, permitem que analistas e gestores de recursos humanos façam pesquisas de acordo com filtros cada vez mais detalhados.

Tudo isso colabora para que se encontre o funcionário ideal — aquele que vai executar sua função com qualidade, se identifica com a empresa, é preocupado com o futuro da organização e traz ideias que favorecem o sucesso do negócio.

Práticas para empregar talentos e mantê-los na empresa

Apesar das facilidades atuais, empregar talentos continua sendo um desafio imenso no mercado nacional. Para citar um exemplo simples, de acordo com pesquisa recente divulgada pela Conference Board, a produtividade do brasileiro é a mais baixa desde os anos 50.

Considerando esse cenário, quando selecionamos um verdadeiro talento, é realmente crucial fornecer meios e estímulos para que ele continue na organização. Veja agora quais são as práticas que lhe favoreceram neste processo.

1. Definir de forma clara as funções

Saber definir com clareza o que se espera de um funcionário é um passo consistente rumo a um bom recrutamento, pois a dispersão e falta de foco, além de afetarem os processos internos do negócio, podem desestimular aqueles que, de fato, poderiam contribuir com o crescimento da empresa.

Essa primeira dica é especialmente importante, tendo em vista que muitos chefes e gestores confundem o ato de dar espaço para que um colaborador toque novos projetos ou lance novas ideias com a falta de presença do gestor e de feedbacks regulares e construtivos.

Nesse sentido, saiba exatamente o que você procura e transmita tudo com clareza na hora de gerir um novo colaborador.

2. Buscar candidatos em todos os meios disponíveis

Como eu disse há pouco, em virtude da tecnologia, há uma série de opções interessantes para quem está em busca de um novo colaborador. Dos já tradicionais sites de emprego às redes profissionais como o LinkedIn, existem ferramentas que atuam como verdadeiras aliadas na pesquisa por novos funcionários para um empreendimento — muitas vezes de baixo custo ou gratuitas.

Além disso, as redes sociais são meios válidos para pesquisar perfis e hábitos de candidatos, observando quem tem maiores ou menores chances de se adequar a cultura organizacional de seu negócio.

Entretanto, nunca abra mão da visão de especialistas em recrutamento para ter sucesso em uma contratação. Tais profissionais são capazes de identificar nuances de personalidade que poderão afetar positiva ou negativamente a realidade de sua empresa e que não podem ser captados com base somente em uma plataforma de empregos.

3. Transmitir efetivamente a cultura organizacional

Do mesmo modo que um funcionário precisa estar ciente do que se espera dele quanto a processos internos e metas, é fundamental que os valores e a visão sejam transmitidos de modo objetivo.

Dessa forma, contratempos serão evitados e você não correrá o risco de perder alguém que realmente esteja colaborando com o andamento da empresa porque ele não compreendeu a cultura organizacional de seu empreendimento.

Não adianta, por exemplo, você vender uma imagem de companhia despojada, quando, na verdade, internamente os processos são rígidos, há normas de etiqueta, vestimenta e até regras implícitas de comunicação. Aliás, quanto menos implícitas as relações de trabalho, mais fáceis de serem geridas.

4. Estabelecer novos desafios e estímulos

Você já deve ter lido por aí o quanto a geração Y — indivíduos que compõem boa parte da mão de obra disponível no mercado — busca novas experiências constantemente e não está tão preocupada em construir uma carreira longa em uma única empresa.

Dito isso, como é possível manter talentos da geração Y em sua companhia? A resposta para essa pergunta, certamente, passa pela ideia de se criar um ambiente estimulante, em que a rotina do trabalho seja permeada por novos desafios sempre que possível.

E como fazer isso? Você pode desafiar seus funcionários a criar um produto, serviço ou processo e oferecer alguma bonificação para as melhores ideias.

Pode dar liberdade para que seus colaboradores dialoguem abertamente e exponham ideias que poderiam aprimorar a realidade do negócio também é uma medida eficaz. Afinal de contas, se estamos tratando de talentos que você almeja que continuem na empresa, eles merecem ser ouvidos.

5. Estipular uma remuneração justa

Muitas vezes deixamos de citar a questão monetária que envolve a contratação de um colaborador, mas esteja certo: um funcionário capacitado só permanecerá na sua empresa se o salário oferecido a ele faça jus ao que o mercado oferece e ao seu desempenho.

Do contrário, quando surgirem novas oportunidades, você precisará sempre considerar a possibilidade de perder esse colaborador. O dinheiro é a única coisa que conta em uma relação trabalhista? Não. Por outro lado, é ilusório ignorar a importância do fator monetário.

6. Gerar paixão pelo negócio

Sabe aquela história de que os colaboradores precisam vestir a camisa da empresa? Para que isso ocorra, todos os aspectos que listamos até aqui precisam ser observados. Motivação, remuneração justa, cultura empresarial e definição de tarefas claras, desafios constantes e incentivo por parte dos gestores.

Entretanto, além de todos esses aspectos, há algo a importante a ser citado: a paixão por uma empresa só vai existir, de fato, quando você empregar talentos que se identifiquem tanto com a função que eles estão exercendo quanto com aquilo que a empresa oferece para o mercado.

Por isso que eu disse, no início, que recrutar é uma arte. Não adianta, simplesmente, você contratar alguém com boa capacitação ou porque têm determinadas virtudes que podem ser positivas para o seu negócio.

É preciso ser perspicaz o suficiente para empregar talentos que tenham paixão pelo que fazem, que sejam capazes de se engajar ao ambiente organizacional da empresa, e, além disso, acreditam no que a empresa provê aos consumidores. Seguindo estas dicas, é muito mais fácil encontrar boas oportunidades de contratação. E você, quanto talentos já empregou esta semana?

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Artigo produzido pelo Diego Carmona, CVO e Co-Fundador do leadlovers.

dropshipping

Dropshipping: Revender produtos é mais barato que produzir

Se está pensando em montar uma virtual, é provável que já tenha se informado de todas as alternativas possíveis e, entre elas, sobre o que é o melhor no seu caso.

Se está pensando em montar uma virtual, é provável que já tenha se informado de todas as alternativas possíveis e, entre elas, sobre o que é o melhor no seu caso.

É por isso que hoje eu vamos te ajudar a entender um dos mais crescentes e práticos conceitos de e-commerce – o dropshipping, em termos mais simples: revender em vez de produzir. Assim, será possível decidir a melhor escolha para sua loja virtual.

Entendendo o conceito de dropshipping

Dropshipping é um sistema de logística que oferece produtos que você não tem em estoque.

Em outras palavras, você administra sua loja virtual vendendo produtos que não fabrica. Você dispõe aquilo que oferece, sejam produtos ou serviços on-line a partir de um atacadista.

E esse atacadista será responsável por enviar os produtos e serviços ao cliente final. Portanto, se você tem uma loja online que comercializa produtos fabricados por terceiros, você é um praticante de dropshipping.

Revender produtos é mais assertivo do que produzir

Quando se pratica o conceito de dropshipping, o tempo e a energia envolvidos podem ser melhor aplicados à sua política de relacionamento com o cliente.

Portanto, sua loja virtual precisa ter um site atraente e fácil de usar. Você pode otimizar sua plataforma de e-commerce para realizar ações mais assertivas de marketing online, garantindo assim mais tráfego de qualidade para ele.

Poderá também otimizar a relação entre sua loja virtual e os clientes, garantindo fidelidade e mais vendas!

Acompanhar mais de perto a compra, o pagamento, o faturamento e o processo de entrega do produto ou serviço alavancará, e muito, sua loja virtual!

O serviço de atendimento ao cliente durante o processo de compra e depois dele poderá tornar seu e-commerce bastante atrativo aos olhos do público-alvo!

Além disso, revender em vez de produzir permite maior contato pessoal com cada cliente, garantindo a eles que você sempre estará disposto a ajudá-lo, o que se torna muito mais difícil se decidir ter um processo de produção.

Vantagens revender em vez de produzir

Alguns benefícios do dropshipping são inegáveis. Veja quais sãos alguns deles:

  • Menor investimento de capital na criação da sua loja virtual. Essa é uma das vantagens mais importantes, porque se você cria uma empresa online que produz além de revender, é preciso fazer um alto investimento inicial para produzir um bom capital.
  • Revender em vez de produzir elimina a necessidade de que sua loja virtual mantenha um estoque. Isso exigiria um alto investimento, que a princípio pode ser muito difícil de gerar e manter.
  • O dropshipping permite comercializar uma grande variedade de produtos, pois sua loja virtual pode trabalhar com mais de um fornecedor e sempre expandir o seu alcance.
  • Revender possibilita um enorme “crescimento escalável”, porque sua loja virtual apenas inicia e conclui o processo de venda, deixando a produção para quem já tem estrutura pronta para isso.

Dicas para revender produtos

Uma vez que você já viu os prós e contras de dropshipping, vamos dar algumas dicas para evitar erros comuns que surgem ao criar este modelo de negócio.

Algo que deve ser claro em todos os momentos é que uma loja virtual que será aberta com pouco investimento não significa que você deixar de lado o planejamento e ir em frente. Métodos descuidados muitas vezes levam ao fracasso garantido.

Então, estas são as principais recomendações para revender produtos sem precisar produzi-los:

Como em qualquer negócio, você deve realizar uma análise preliminar do mercado, conhecer a sua concorrência, saber quais os serviços oferecidos e o tipo de clientes a quem está se dirigindo em sua loja virtual.

Faça um plano de ação e trace uma estratégia assertiva. Conheça bem o seu produto ou serviço, entenda os objetivos que ele atinge e torne-se ainda mais ciente do público que você quer alcançar.

Considere o que realmente está sendo vendido em sua loja virtual e quais são as melhores ferramentas para dar visibilidade ao produto ou serviço.

Não apenas estruture o e-commerce, mas pense exaustivamente (1) nos produtos que irá vender, (2) em como sua empresa vai atrair clientes à loja virtual, (3) nos passos que esses clientes darão para acessar a plataforma, decidir comprar e repetir a compra.

Execute as ações de SEO existentes naquele momento específico, sincronizando o conteúdo que o usuário deseja obter com uma boa classificação nos resultados do Google.

Crie constantemente conteúdo de interesse para o seu público-alvo, utilizando redes sociais e seu blog. Fazer isso atrai novos clientes e gera mais tráfego para sua loja virtual.

Envie de forma apurada e generosa conteúdos via email marketing e impulsione os posts das redes sociais de seu e-commerce.

Aprenda com a concorrência

Buscar fornecedores de alta qualidade na prática do dropshipping para seu e-commerce. Esse é um processo que pode levar bastante tempo.

Sobre isso, uma palavra de cautela: quando começar a pesquisa sobre seu nicho de mercado, busque aprender em lojas virtuais dos seus concorrentes.

Os maiores cases de sucesso brotam de parcerias, não da rivalidade fria, típica no mundo virtual. Em outras palavras, quem busca ajuda, um dia dará essa ajuda.

Os grandes nomes do mercado virtual ajudaram e foram ajudados.

Entre nesse ciclo de ajuda, e aprenda com quem sofreu. Assim, as lições deles podem ser contornadas e você vai converter mais clientes do que se precisasse aprender por erro e acerto!

Revender produtos é mais barato que produzir

Como você pode ver, o dropshipping é um modelo de negócio muito atraente para aqueles que querem criar uma loja virtual.

Então, você não precisa de um grande investimento inicial. Mas, assim como em qualquer outro modelo de negócio, invista seu tempo sem medo de ser feliz.

Isso irá impulsionar seu negócio a patamares de altíssima qualidade. Essa concepção de ideias vai gerar ações de marketing diferentes e memoráveis. Agora é a sua vez!

Artigo produzido por Marcio Eugênio do blog D Loja Virtual.

saúde vs produtividade

Saúde vs produtividade: como essa equação deve estar equilibrada no trabalho?

Ter trabalhadores produtivos é o objetivo da maioria das empresas, porém, não basta apenas contratar funcionários capacitados e achar que tudo estará resolvido.

Ter trabalhadores produtivos é o objetivo da maioria das empresas, porém, não basta apenas contratar funcionários capacitados e achar que tudo estará resolvido.

A produtividade está diretamente relacionada à saúde e bem-estar dos colaboradores e quando esses não possuem boas condições de trabalho ou preocupações, os resultados não são satisfatórios.

Sabendo dessas informações, a qualidade de vida no trabalho tem se tornado uma preocupação frequente na empresas, mas ainda está longe de atingir um patamar ideal.

Em uma palestra, o presidente da FIESC, Glauco José Côrte, apresentou alguns dados que chamam a atenção. Para ele, por ano, se perdem 35 milhões de dias de trabalho devido a problemas de saúde.

Dos 150 mil trabalhadores afastados por problemas de saúde em 2015, somente cerca de 15 mil estariam reabilitados em pouco tempo para voltar a exercer as suas funções.

Quando se consideram os valores, os números chamam a atenção. Entre os anos de 2010 e 2014, foram gastos US$ 23,7 bilhões com problemas de saúde dos trabalhadores.

Esses dados alarmantes, aos poucos estão tentando ser revertidos pelas empresas, tanto que os investimentos em saúde têm aumentado.

Investir em saúde para aumentar a produtividade

Percebendo que para conseguir bons resultados produtivos, as empresas e indústrias notaram que não basta apenas investir em equipamentos modernos, é preciso cuidar de seus funcionários.

Devido a isso, os investimentos vêm aumentando e proporcionando bons resultados, como com a contratação do plano de saúde empresarial.

Um levantamento feito pelo Serviço Social da Indústria (SESI), entre outubro de 2015 e fevereiro de 2017, com 500 empresas de médio e grande porte, permitiu se ter uma boa noção desse cenário.

Entenda alguns dados que foram coletados durante o estudo.

  • 71,6% das empresas entrevistadas afirmam que se preocupam com a saúde dos trabalhadores;
  • Para 76,4%, a atenção à saúde deve aumentar nos próximos 5 anos, sendo que 13,2% acreditam que ela deve aumentar muito;
  • 48% possuem ações que visam promover a saúde no trabalho e assim reduzir as faltas por esse motivo;
  • 43,6% delas notaram que essas ações conseguem proporcionar maior produtividade no chão de fábrica;
  • 34,8% veem essas ações como parte importante na redução de custos;
  • 87,8% das indústrias realizam a gestão do afastamento por doença;
  • 84% das empresas monitoram os aspectos ergonômicos;
  • As grandes empresas são as que mais dão atenção à saúde dos trabalhadores, sendo que 36% delas possuem uma preocupação muito alta. Entre as médias empresas, 20,4% possuem o mesmo grau de preocupação.

Problemas que afetam a produtividade

Não basta apenas entender que o problema existe é preciso saber quais são as causas para que ele seja combatido.

Analisando as principais causas de problemas de saúde no trabalho e como afetam a produtividade, a Willis Towers Watson realizou a pesquisa [email protected] – Health & Productivity com 56 empresas brasileiras.

Também foram analisados outros lugares do mundo para se fazer uma comparação, sendo 1.700 empresas em 34 países.

No Brasil, os principais problemas citados pelos empregadores são:

  • Estresse (62%);
  • Falta de atividade física (44%);
  • Presenteísmo (42%);
  • Excesso de peso/obesidade (40%);
  • Maus hábitos alimentares (36%).

O estresse também aparece em primeiro lugar da lista em lugares como Estados Unidos, oriente Médio, Europa, África e América Latina.

Quando os gestores foram questionados sobre o comprometimento da empresa em relação à saúde dos trabalhadores, em 2018, 80% deles informaram que irão aumentar ou aumentar significativamente esse comprometimento.

Hoje, a visão ainda está um pouco diferente, com 48% delas entendendo que é essencial ter uma estratégia relacionada à saúde. Já 34% delas dizem que a saúde tem uma importância moderada.

Entretanto, com as empresas cada vez mais preocupadas e investindo em seus trabalhadores, a adesão continua baixa. Apenas 57% dos empregados brasileiros participaram de alguma ação ou programa no último ano.

Os motivos para essa baixa adesão foram:

  • 51% preferem gerenciar sozinhos a sua saúde;
  • 40% acham que as iniciativas oferecidas por suas empresas não atendem as suas necessidade;
  • 22% não querem que os empregadores tenham acesso as suas informações de saúde.

O que fazer para aumentar a qualidade no trabalho?

A segurança precisa ser verificada, pois ela pode diminuir consideravelmente os acidentes no trabalho e também contribuir para a preservação da saúde do trabalhador.

A utilização dos equipamentos de proteção individuais são essenciais, e esses devem ser fornecidos pela empresa.

Eles devem estar em boas condições e garantir que os trabalhadores possam executar as suas atividades em segurança, sem que corram grandes riscos.

Os colaboradores também devem passar por treinamento antes de executarem as suas tarefas. É preciso que eles não apenas conheçam como realizar as atividades, mas o risco envolvido em cada uma delas.

O cumprimento da legislação é normas técnicas é outro ponto fundamental. Elas existem para preservar a segurança do trabalhador e diminuir os riscos envolvidos.

A ergonomia deve ser acompanhada, os funcionários devem ser orientados sobre a postura correta em cada etapa produtiva.

Os equipamentos devem estar ajustados a cada tipo físico para que não prejudiquem a coluna ou outros membros.

A saúde psicológica é outro fator que pode fazer com que surjam doenças do trabalho e preservar a integridade mental se faz fundamental.

Para isso é preciso proporcionar um ambiente de trabalho adequado, sem que haja pressão psicológica ou ameaças.

O investimento em ginastica laboral ou outras ações que visem beneficiar os trabalhadores física ou psicologicamente, devem ser constante e transmitirem a sensação de proporcionam benefícios.

O investimento na área de saúde, pode ser complementando com a disponibilização de planos de saúde para os funcionários, 10assim pode garantir maiores cuidados.

Esse fato é tão importante que a maior parte dos planos de saúde comercializados no país são coletivos ou empresariais.

Por Jeniffer Elaina, redatora do PlanodeSaude.net.

inovações no mercado financeiromercado financeiro vem surgindo em resposta a uma base de consumidores cada vez mais exigentes — e que dependem da tecnologia para simplificar e agilizar suas tarefas diárias.

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Como inovações no mercado financeiro podem impulsionar seu negócio?

Uma nova onda de inovações no mercado financeiro vem surgindo em resposta a uma base de consumidores cada vez mais exigentes — e que dependem da tecnologia para simplificar e agilizar suas tarefas diárias.

Uma nova onda de inovações no mercado financeiro vem surgindo em resposta a uma base de consumidores cada vez mais exigentes — e que dependem da tecnologia para simplificar e agilizar suas tarefas diárias.

O sinal mais visível desse movimento é a hiper-conectividade à rede de computadores, que alimenta a evolução das fintechs.

Essa é uma nova modalidade de empresas do mercado financeiro que se apoderam da tecnologia, desenvolvendo sistemas inspirados em bitcoin, APIs — como uma nova forma de atendimento ao consumidor pela internet —, compartilhamento de recursos, hardwares e aplicativos de código aberto.

Essas startups financeiras são chamadas de fintechs e prestam serviços como empréstimos e financiamentos coletivos com taxas mais baixas, investimentos, pagamentos e muitos outros que podem ajudar a impulsionar as empresas.

Quer saber como essas inovações tecnológicas que vêm movimentando milhões podem impulsionar seu negócio? Confira neste post!

Oferecendo melhores formas de empréstimos para sua empresa

Uma das áreas do mercado financeiro em que houve mais revolução devido à tecnologia foi a financeira. Tradicionalmente, bancos e outras instituições financeiras possuíam o monopólio dos empréstimos.

Eles pegavam depósitos e ampliavam o crédito. No processo, ganham dinheiro cobrando juros sobre os serviços que oferecem aos poupadores.

Porém, recentemente, a cultura de startups encontrou uma maneira de oferecer um negócio mais vantajoso para empresas e pessoas físicas.

Adaptaram um modelo on-line — primeiramente popularizado pela pirataria musical — e criaram o empréstimo coletivo — também chamado de empréstimo de ponta-a-ponta ou peer-to-peer lending (P2P).

No Brasil já existem plataformas como a Biva que fazem empréstimos coletivos para MEIs e PMEs, com taxas muito mais baixas, ajudando a impulsionar os negócios.

Além disso, o serviço dessas startups é mais fácil e mais rápido de usar. Enquanto os bancos podem levar semanas para aprovar um empréstimo empresarial, os credores P2P demoram tão pouco quanto 24 horas. E tudo é feito on-line pelo próprio usuário!

Inovando com novas formas de recebimento e pagamento

As fintechs também vêm mudando o modo das empresas receberem — e do consumidor pagar — por produtos e serviços.

Do lado dos negócios, empresas como a sueca iZettle, a Square, nos Estados Unidos, e a PagCom, no Brasil, vêm facilitando o acesso das pequenas empresas a pagamentos com cartão por meio de terminais mais baratas.

Do lado do consumidor, serviços como o PagSeguro e Mercado Bitcoin estão oferecendo novas opções de pagamento. Ao mesmo tempo, o serviço de algumas fintechs como a Moip tornam possível que as lojas — tanto físicas como virtuais — recebam pagamentos on-line e off-line.

Estabelecimentos que inovam no modo como recebem por seus produtos e serviços, oferecendo mais de uma forma de pagamento, se tornam mais apreciados pelo consumidor.

Assim, a propaganda boca a boca espalha a novidade de que aquela empresa é tecnológica e inovadora, o que pode dar um “up” nos negócios.

Melhorando a organização das finanças de sua empresa

A organização das finanças de uma empresa é um dos fatores que mais pode contribuir para o sucesso dos negócios. Com o auxílio da tecnologia, muitas startups vêm inovando na criação de aplicativos e softwares de gestão financeira.

Existem muitas ferramentas de relatórios financeiros diferentes disponíveis que podem ajudar as empresas a ver de onde vem e pra onde vai seu dinheiro. Veja alguns exemplos:

ContaAzul

Permite que uma empresa interligue todas as suas transações eletrônicas de uma forma que faça sentido. Essa ferramenta de software publica relatórios mensais que mostram ao empresário em que ele gasta mais dinheiro, o que pode permitir que ele identifique tendências no longo prazo.

ZeroPaper

É outra ótima ferramenta para gerenciar e controlar despesas e receitas, ajudando o empresário a planejar melhor os seus negócios.

Contabilizei

É um sistema de contabilidade baseado em nuvem com várias aplicações como emissão, organização e armazenagem de NF-e, organização de estoque, lista de cliente e outros serviços.

Qualquer empreendedor que deseja levar sua perspicácia financeira em negócios para o próximo nível deve gastar um pouco de tempo pesquisando essas ferramentas.

Oferecendo conselhos de empreendedorismo on-line

Muitas pessoas não percebem que atualmente há um monte de criatividade e inovação no setor de consultoria de finanças.

Em vez de ter que conhecer alguém pessoalmente, um empresário pode acessar a internet e receber conselhos sobre o assunto vindos de startups com a experiência de quem já alcançou um lugar ao sol.

Essas startups podem oferecer uma série de vantagens aos empresários já castigados pelo tempo.

Esses serviços podem ser encontrados gratuitamente pela internet, na forma de conteúdos como posts e e-books, que podem ajudar o empresário na tarefa de impulsionar seus negócios.

Ajudando a investir parte do lucro dos seus negócios

A ascensão de robôs conselheiros faz com que investir seja cada vez mais fácil. Há fintechs que dispõem de aplicativos que vão ajudar você a começar esse tipo de investimento e ter a possibilidade de multiplicar parte do que você lucra com sua empresa.

Se você ainda não começou a investir, pode ser o momento de ponderar sobre isso e procurar no mercado pelas fintechs que ofereçam o melhor serviço nessa modalidade.

O caminho que deu origem às fintechs

Como você já deve imaginar, a internet foi o chute inicial que proporcionou a mudança nos padrões de consumo mundial. Ela tem permitido que um salto inovador ocorra em muitas indústrias.

Os clientes agora têm muito mais facilidade para obter livros de forma mais acessível, séries de TV e filmes, educação, mídia — a exemplo disso, podemos citar Amazon, Netflix, Coursera.org e YouTube, respectivamente — e muitos outros serviços.

Até o início dos anos 2000, ser um consumidor custava muito caro, era demorado e às vezes impossível. O preço da educação era proibitivo, o acesso a muitos livros não era nada fácil e assistir a filmes e séries era um passatempo caro.

Mas a internet mudou o paradigma dos padrões de consumo: comprar livros raros ou estrangeiros se tornou mais fácil. É possível obter acesso ao conteúdo publicado pelas melhores universidades gratuitamente e assistir a séries mundialmente famosas hoje pode custar apenas R$ 19,90 por mês.

Inevitavelmente as coisas mudaram também para os serviços financeiros, pois o setor está no meio da mesma revolução.

Fintechs e grandes inovações no mercado financeiro

Por muitos anos os bancos permaneceram como as principais instituições em que as pessoas — físicas e jurídicas — podiam confiar, investir e fazer outras operações que envolviam dinheiro.

Porém, os moldes em que os bancos trabalham já não satisfazem mais o mundo tecnológico no qual vivemos. Eles continuam sendo instituições financeiras muito burocráticas e engessadas.

Diante disso, a combinação de alguns nerds vestindo camiseta com o capital de risco — que tem perturbado outras indústrias — colocou os serviços financeiros na mira das startups tecnológicas: as chamadas fintechs.

Elas são ágeis e dinâmicas, permitindo que aplicações desenvolvam continuamente novos serviços que impulsionem as expectativas dos consumidores.

Participantes de mercados independentes podem tirar proveito das novas tecnologias, oferecendo serviços-chave que as empresas financeiras tradicionais não conseguiram fornecer aos seus clientes de forma rápida ou conveniente.

Muitos estudiosos financeiros previam que as fintechs impactariam de forma direta os serviços ao consumidor em um primeiro momento.

Em seguida, esse impacto atingiria as instituições bancárias e outras instituições financeiras. Isso já vem acontecendo desde meados de 2005, quando as fintechs começaram a surgir.

O que são essas fintechs

Fintech, ou tecnologia financeira, é definida pela Wharton School of Business, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, como “uma indústria econômica composta por empresas que usam tecnologia para tornar os sistemas financeiros mais eficientes”. A chave para esse termo é que a maioria dessas empresas possui a tecnologia como o centro dos seus produtos ou serviços.

É assim que elas diferem das tradicionais instituições financeiras. O único problema com essa definição é a sua formulação ampla. O resultado é um setor com dezenas de subcategorias que vão desde pagamentos até coleta de dados e empréstimos coletivos.

O sucesso nessa arena vem sob a forma de soluções de baixo custo, como o Splitwise, um aplicativo móvel agonístico que ajuda grupos que dividem despesas a rastrear e reconciliar os custos compartilhados, bem como soluções de substituição da banca de varejo, como Venmo, PayPal e Apple Pay.

De pagamentos à gestão de riqueza, do P2P (empréstimos de ponta-a-ponta) a financiamentos coletivos, essa nova geração de startups vem mirando no coração do mercado financeiro e possui rendimentos que podem chegar a US$4,7 trilhões conforme é estimado pela instituição bancária norte-americana Goldman Sachs.

Assim como outros disruptores do Vale do Silício, nos Estados Unidos, as empresas fintechs estão crescendo rapidamente pelo mundo e também impulsionando os negócios de outras empresas. No Brasil, já existem 130 dessas startups, que somam investimentos multimilionários.

Com a ascensão das fintech e suas inovações no mercado financeiro, os bancos são pressionados a trabalhar constantemente para mudar e melhorar a experiência dos seus clientes.

No entanto, seus métodos de operar no mercado financeiro são muito antigos e difíceis de serem convertidos aos padrões dessas startups.

Conseguiu entender como as inovações no mercado financeiro podem impulsionar seu negócio? Agora, que tal aprender como usar os 4 Ps do marketing a favor do seu negócio?

Artigo produzido pela equipe Biva.

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filmes sobre negócios

6 filmes sobre negócios que você não pode deixar de assistir

Assistir um bom filme é uma ótima ideia para quem quer relaxar um pouco. A experiência se torna ainda melhor quando é possível aprender coisas boas com a trama.

Assistir um bom filme é uma ótima ideia para quem quer relaxar um pouco. A experiência se torna ainda melhor quando é possível aprender coisas boas com a trama.

Hoje em dia, muitos filmes são voltados para o mundo dos negócios. São histórias de sucesso, ideias transformadoras, formas de vencer uma crise, entre outras tantas inspirações que encontramos por aí.

Que tal aprender boas lições sobre negócios do sofá da sua casa? Separamos aqui 6 filmes sobre o tema que você não pode deixar de assistir. Prepare sua pipoca e divirta-se!

1. Joy: O nome do sucesso

Jennifer Lawrence interpreta Joy Mangano, uma mãe solteira de três filhos que criou um produto revolucionário.

Após sofrer com as dificuldades dos utensílios de limpeza tradicionais, Joy criou o “Miracle Mop”, o Esfregão Mágico em português, que culmina em uma explosão de vendas.

Joy é a representação da mulher empreendedora e bem-sucedida que se divide entre a vida pessoal e a profissional.

JoyO filme foi sucesso de bilheteria. Afinal, trata-se de um sonho americano. Quem não quer alcançar sucesso em seu empreendimento? É o que Joy conseguiu fazer. Potencializar uma brilhante ideia que nasceu de uma necessidade real.

Além de Jennifer Lawrence, também fazem parte do elenco grandes nomes como Robert De Niro e Bradley Cooper. O trio não é novidade. Eles também atuaram juntos nos filmes “O lado bom da vida” e “Trapaça”.

O filme promete um case de sucesso aliado a dificuldades reais que uma mulher de negócios pode viver. Além de ressaltar verdades que não te contam sobre o empreendedorismo.

Vale a pena assistir!

2. O Lobo de wall street

Baseado no livro de memórias de Jordan Belfort, “O Lobo de Wall Street” foi um tremendo sucesso.

O filme tem como protagonista o astro Leonardo Di Caprio que interpreta Belfort, um corretor da Bolsa de Valores de Nova York, localizada em Wall Street.

O Lobo de wall streetApós a Black Monday, a corretora que Belfort trabalhava vai à falência. Desempregado, ele encontra uma empresa que o inspira a criar seu negócio, a Stratton Oakmont.

A Stratton se torna uma potência, seus funcionários enriquecem rapidamente e vivem uma vida dedicada ao prazer. Ou seja, tudo regado a muita droga, mulheres e festas.

O filme traz um panorama da Bolsa de Valores que já ficou para trás. Hoje, saber como comprar ações e investir de fato é bem mais fácil. Mesmo assim, vale conhecer a história de Belfort e da sua vida de prazer e ostentação.

3. Coco Antes de Chanel

O filme conta a história de Gabrielle Chanel (Audrey Tautou), uma grande estilista que foi da extrema pobreza à alta sociedade, após criar um império no mundo da moda.

Deixada em um orfanato quando criança, Gabrielle cresceu e se tornou costureira durante o dia e cantora em um cabaré durante a noite.

Coco Antes de ChanelViveu assim até quebrar todos os paradigmas da sua época, abandonando as saias e os espartilhos para criar e usar roupas que eram consideradas masculinas no tempo em que ela viveu. A partir de então, Chanel cria o novo conceito da mulher moderna.

“Coco Antes de Chanel” apresenta uma incrível história de superação que você não pode deixar de assistir. Mesmo em meio a um cenário pouco favorável, a estilista conseguiu virar o jogo e deixar seu nome marcado na história da moda.

4. Margin Call – O Dia Antes do Fim

Peter (Zachary Quinto), Seth (Penn Badgley) e Will (Paul Bettany) trabalham no setor de riscos de uma corretora, que é a instituição que faz a ponte para que as pessoas possam investir na Bolsa de Valores.

A história começa em meio a um cenário turbulento, em que 80% do setor em que o trio trabalha foi demitido, inclusive o chefe deles, Eric Dale (Stanley Tucci).

Antes de sair definitivamente, Eric entrega a Peter um pen drive que contém uma informação bombástica: a empresa está prestes a falir.

Margin Call - O Dia Antes do FimJá pensou o que você faria no lugar de Peter?

Saber lidar com um cenário de crise é uma habilidade indispensável a todo empreendedor. É preciso saber reagir quando tudo parece dar errado.

Por isso, Margin Call, é uma ótima opção para quem quer aproveitar o tempo para assistir a um filme enquanto descobre o plano de ação de quem está frente a um cenário de alto risco.

5. Steve Jobs

Controverso e alvo de muitas críticas, o filme retrata a trajetória do cofundador da Apple, uma potência do mercado atual.
A história gira em torno do lançamento de três produtos icônicos que marcaram a vida do empresário: Macintosh em 1984, NeXT em 1988 e iMac G3 em 1998.

Steve JobsPara as mentes empreendedoras é um longa-metragem indispensável. Conhecer a trajetória de grandes nomes é um ponto importante para abrir sua mente para os negócios.

A despeito dos comentários e críticas de todas as naturezas, vale a pena separar um tempinho para assistir ao filme. Afinal, dá para aprender boas lições com o ícone que foi Jobs e suas habilidades empreendedoras.

 6. O poderoso chefão

Dividido em três partes, a série “O poderoso Chefão” chegou na década de 70 para ocupar as listas de melhores filmes até o próximo século.

A série de filmes baseada no livro “The Godfather”, de Mario Puzo, conta a história de uma mafiosa família italiana de Nova York pós Segunda Guerra Mundial.O poderoso chefão

O patriarca Don Corleone, vivido por Marlon Brando, costuma conceder favores em troca de outros futuros. A trama se desenrola em volta da disputa do mercado de narcóticos na cidade.

A família de Corleone começa a sofrer atentados, até que Michael (Al Pacino), filho de Corleone, resolve intervir. O rapaz, que nunca havia se envolvido nos negócios da família, age para proteger seu pai e tudo que foi construído até ali.

A história de um jovem que não quer participar dos negócios do pai é um drama vivido por muitas famílias até a atualidade. E isso pode explicar o grande sucesso do filme até os dias atuais.

Além disso, a obra traz consigo atuações brilhantes de Marlon Brando e Al Pacino. Vencedor do Oscar em 1973, O Poderoso Chefão é uma daquelas películas que está em todas as listas de “Filmes que você precisa ver antes de morrer”.

Comece agora a sua maratona de filmes sobre negócios e aprenda a ser um ótimo empreendedor. Apague as luzes e bom filme!

Artigo produzido pela equipe do Toro Radar.

como atrair mais clientes

Como atrair mais clientes com o marketing de conteúdo?

Se você está procurando meios de atrair novos clientes por meio do marketing de conteúdo, você veio ao lugar certo. Ter conteúdo de qualidade faz toda a diferença eu seu negócio, ainda mais em um mercado tão acirrado e competitivo como o online.

Se você está procurando meios de atrair novos clientes por meio do marketing de conteúdo, você veio ao lugar certo. Ter conteúdo de qualidade faz toda a diferença eu seu negócio, ainda mais em um mercado tão acirrado e competitivo como o online.

Uma ação de marketing de conteúdo bem executada pode alavancar sua empresa, pois em um cenário como o online a briga por novos clientes é constante.

O mercado virtual é extremamente dinâmico e movimentado. Com isso, atrair clientes com o marketing digital é fundamental para obter sucesso, pois se você não conseguir conquistar determinado cliente, algum de seus concorrentes irá. Por isso, você deve apresentar ao seu público estratégias consistentes e eficazes a fim de atraí-los para o seu produto ou serviço.

E quando falamos em atrair novos clientes, o marketing de conteúdo é a ferramenta ideal, pois é guiado para atingir um determinado público em específico.

Como atrair mais clientes com essa estratégia?

Acompanhe agora as melhores dicas para você usar o Marketing de conteúdo a seu favor:

1 – Crie ideias virais antes de pensar em como atrair clientes

Antes de tudo, você deve se fazer a seguinte pergunta: O que faz com que certas ideias se tornem virais, enquanto outras passam despercebidos?

A resposta para esta pergunta está no quão impactante seu conteúdo é, ou também, quantas emoções ele evoca em seus leitores. É fato que conteúdos que fazem as pessoas rirem ou se sentirem entretidas são mais compartilhadas entre seu público.

2- Escreva artigos detalhados, com conteúdo de muito valor

É inegável que o Google e alguns outros motores de busca preferem os artigos detalhados. E quando falamos em detalhado, queremos dizer que você tem que dar uma consideração cuidadosa a diversas características de determinado tema.

Ou seja, você deve adquirir um bom conhecimento sobre o que você irá escrever, e após isso, você irá redigir um artigo sobre o mesmo, detalhando bastante o que foi estudado.

Estudos apontam que textos com mais de 2.000 palavras ficam mais bem posicionados nos mecanismos de busca. Detalhar seus textos é uma das melhores formas para atrair clientes com o marketing de conteúdo.

Logo, se você fazer posts com uma boa frequência, e que os seus textos sejam de qualidade e bem detalhados, você não só irá melhorar seu tráfego e subir posições nos mecanismos de busca.

Outra vantagem é o fato de que você terá mais compartilhamentos nas redes sociais, o que fará com que mais gente conheça seu negócio.

3- Crie títulos criativos e atrativos

Muitos especialistas apontam o título como boa parte do caminho até o sucesso de determinado conteúdo.

O título é o primeiro contato que o leitor tem com seu conteúdo, e através dele, o leitor vai decidir se irá dar uma olhada em seu texto ou não. Por isso, é de extrema importância que seus títulos sejam criativos e magnéticos.

Tenha sempre em mente o pensamento de que você tem apenas cerca de 8 segundos para atrair seu cliente, caso contrário, sua concorrência irá o fazer. Isso vale tanto para os conteúdos de seu blog, como para a gestão de redes sociais!

4- Teste botões call to action

Um anúncio de algum produto sem uma call to action pode ser considerada quase que inútil, pois o retorno que ela trará sem a mesma provavelmente será muito pequeno.

Logo, uma call to action é algo essencial para qualquer conteúdo, seja ele em um artigo, um post em redes sociais ou até mesmo em vídeos. Por isso, é extremamente importante você testar diversos botões de call to action, e analisar os resultados deles.

Os que mais converterem devem ser usados em seus conteúdos. Com toda certeza isso irá te ajudar muito e resolver parte do seu problema de como atrair clientes.

5- Aumente a audiência através de diferentes mídias

Quando falamos em multimídia, estamos nos referindo aos mais variados meios de comunicação de marketing para atingir seu público-alvo. Ou seja, não basta você apenas escrever textos, você precisa procurar novos métodos para atingir seu público.

Atualmente, um dos recursos multimídia que mais traz retornos são os vídeos, e são um ótimo meio de conseguir novos clientes com marketing de conteúdo.

Outro ponto a ser ressaltado é o Mobile Marketing, pois hoje em dia, a grande maioria das pessoas está conectada em seus smartphones, e diversas transações são efetuadas diariamente.

6- Disponibilize materiais valiosos na sua página de recursos

Para começar, você deve compreender o que é uma página de recursos.

A página de recursos é uma página especial onde você exibe todas os recursos e materiais que você utiliza para rodar seu negócio online. Em grande parte dos casos, ela faz com que o dono da loja online ganhe dinheiro.

É de extrema importância que você tenha uma página de recursos em seu site, onde nela você liste o que foi citado acima.

A página de ferramentas pode te ajudar muito a atrair novos clientes com o marketing digital. É importante ressaltar que a página de ferramentas pode ter muitos outros nomes, como Ferramentas para blog, ou apenas ferramentas.

Tudo isso vai aumentar consideravelmente a qualidade de seu marketing de conteúdo e trazer mais clientes para sua empresa!

Em alguns casos, isso tudo pode ser feito internamente. Em outros casos, o ideal é contratar uma boa agência de conteúdo, pois isso irá melhorar consideravelmente a qualidade do trabalho!

Artigo produzido pela Leads, uma agência de marketing de conteúdo.

como divulgar um blogInbound Marketing ou de Marketing de Conteúdo sabe que os principais objetivos são educar o mercado, gerar autoridade para a sua marca e conquistar clientes e divulgadores da empresa por um custo de aquisição menor.

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Como divulgar um blog? 9 formas de você divulgar o blog de sua empresa

Quem planeja e executa uma estratégia de Inbound Marketing ou de Marketing de Conteúdo sabe que os principais objetivos são educar o mercado, gerar autoridade para a sua marca e conquistar clientes e divulgadores da empresa por um custo de aquisição menor.

Quem planeja e executa uma estratégia de Inbound Marketing ou de Marketing de Conteúdo sabe que os principais objetivos são educar o mercado, gerar autoridade para a sua marca e conquistar clientes e divulgadores da empresa por um custo de aquisição menor.

Mas o que isso tem a ver com a divulgação de um blog? É que, para chegar lá na frente – nas vendas –, é preciso, primeiramente, tornar seus canais de relacionamento mais conhecidos. Você deve ter uma boa audiência, envolver seus visitantes e converter seus primeiros Leads.

Por mais que o blog seja considerado o quartel-general das estratégias de produção de conteúdo, ele não se promove por si só. É preciso fazer um esforço a mais para trazer visibilidade e tráfego qualificado a esse canal.

E para simplificar um pouco a sua vida, selecionamos 9 maneiras de promover o blog da sua empresa. Acompanhe!

1. Divulgue em seu site e em suas páginas nas redes sociais

Um erro que muitas empresas ainda cometem é de não anexarem seus blogs aos seus sites. Um deveria ser o complemento do outro e, mais do que isso, um deveria promover o outro.

Outro problema bastante comum é quando os dois até estão ligados, mas não há um link do blog posicionado claramente no site. Para resolver isso, o ideal é destacar um caminho para blog no menu principal, na sidebar ou no rodapé da página. O importante é ter uma posição de referência visual para o público.

Além do site da sua empresa, promova seu blog também nas redes sociais. Você pode fazer isso de duas maneiras:

  1. Colocar um link para o blog nas descrições dos seus perfis.
  2. Compartilhar artigos e outros conteúdos do blog nas timelines.

2. Inclua um link na assinatura de email

Sabe aqueles emails de atendimento em que, ao final do corpo da mensagem, a pessoa que enviou deixa sua assinatura junto com a da empresa?

Então, aquele espaço pode ser aproveitado para inserir um link que leve o destinatário da mensagem ao seu blog. O mesmo pode ser feito com outros tipos de email, como os transacionais, por exemplo.

Essa é uma estratégia de divulgação indireta, afinal, o objetivo primário desses emails não é divulgar o blog, mas pode ajudar a gerar tráfego.

3. Peça para seus colaboradores compartilharem os conteúdos do blog

Antes de contar com a participação voluntária de seus seguidores, que tal engajar o seu público interno? Você pode incentivar seu time a compartilhar, a indicar para pessoas próximas e a interagir de outras formas com as publicações da sua empresa, tanto no blog quanto nas redes sociais.

Trata-se de um ganho de alcance inicial, porém muito valioso. Por meio dos seus colaboradores, sua audiência começa a tomar forma e seu blog terá sempre divulgadores que garantam visibilidade.

4. Adote boas práticas de SEO

O SEO abraça um conjunto de ações de otimização de sites e páginas para obterem um melhor ranqueamento nos mecanismos de busca.

Aplicar essas práticas ajuda a melhorar o seu posicionamento orgânico, além de torná-lo mais relevante para os buscadores e com uma experiência de navegação favorável aos visitantes.

Alguns exemplos de tarefas são:

  • Diminuir o tamanho do arquivo das imagens, reduzir o carregamento de códigos HTML e CSS e tudo que puder contribuir com a diminuição do tempo de abertura do site;
  • Pesquisar as palavras-chave mais buscadas pelo público e menos concorridas entre os sites;
  • Inserir essas palavras-chave no título, em intertítulos e no corpo de seus textos;
  • Não copiar conteúdos de outros sites;
  • Descrever as imagens, em poucas palavras, em sua tag alt;
  • Ter o seu site adaptado aos dispositivos móveis.

5. Invista em campanhas de links patrocinados

Ao mesmo tempo em que você tenta se promover organicamente, é bom construir uma reserva de recursos para investir em anúncios. Anunciar no Instagram, no Google AdWords ou no Facebook pode gerar ótimos resultados para seu blog e negócio.

Por meio dessas mídias, você pode pagar para anunciar conteúdos específicos ou até mesmo materiais ricos para gerar Leads para sua empresa. O importante é segmentar seus anúncios de acordo com as características da sua persona e controlar seu orçamento.

Sem precisar gastar rios de dinheiro, você tem acesso a sistemas com um alto poder de direcionamento. Você pode segmentar seus links e posts patrocinados por meio de palavras-chave, interesses e informações pessoais, comportamentos de navegação etc.

6. Publique frequentemente e varie os temas

Um blog que publica pouco ou demora muito para atualizar seus posts tende a cair no esquecimento. Se sua empresa não aparece, dificilmente será lembrada.

Entretanto, isso não quer dizer que você tenha que postar algo novo todos os dias e a todo momento. O que interessa mesmo é priorizar a qualidade dos conteúdos e manter uma certa frequência.O importante é ser constante.

Variedade no tema também é importante, pois o que não agrada a um grupo de visitantes uma vez, pode agradar a outro grupo em uma próxima oportunidade.

7. Participe de fóruns e grupos de discussão

Essas comunidades, tanto as independentes quanto as de redes sociais, são bons canais de divulgação porque são muito segmentados. Só faz parte desses grupos quem se interessa por aquele assunto, seja com interesse comercial ou educacional.

No entanto, é bom ficar de olho nas regras desses fóruns e comunidades, pois muitos deles podem não aceitar posts de divulgação.

Além disso, evite fazer spam e só participe se for para contribuir de forma relevante com a discussão do tópico. Assim, você conquistará o respeito e a credibilidade dos membros.

Se você preferir, pode criar o seu próprio grupo. Ele pode ser voltado tanto para os clientes, e tratar dos assuntos do seu produto ou serviço, quanto para o público em geral, e falar de assuntos mais abertos de sua área de atuação.

8. Forme parcerias com outros blogs e sites

Você já deve ter visto que algumas empresas publicam em outros blogs, certo?

Essa prática, chamada de guest post, é bem interessante para sua empresa alcançar uma audiência nova.

Para explicar na prática, nada melhor do que usar este próprio post. Este artigo que você está lendo é um guest post da Resultados Digitais para o Saia do Lugar. Fizemos isso porque somos parceiros e publicamos alguns conteúdos que interessam à audiência do SDL.

O contrário também acontece. E, falando nisso, convidamos você a ler os guest posts do Saia do Lugar no blog da Resultados Digitais.

Outras variações de parcerias de marketing são a produção conjunta de eBooks, participação em podcasts de outros sites e entrevistas etc.

9. Promova o blog em canais offline

Por último, mas não menos importante, está a divulgação nos meios tradicionais. Não é porque o blog é um canal digital que os canais offline devem ser esquecidos.

Para integrá-los, você pode promover seu blog por meio de cartões de visita, folders, flyers, crachás, camisetas, catálogos etc.

Se quiser facilitar mais a vida do público, pode transformar a URL do seu site em QR Code. Assim, as pessoas com smartphones podem acessar diretamente o seu site pela câmera do aparelho.

Coloque em prática

O mais legal de sair divulgando o blog é a variedade de formas para fazer isso. É uma atividade extremamente dinâmica, que envolve desde simples compartilhamentos nas redes sociais até o fechamento de parcerias estratégicas com outras empresas para a criação de conteúdos como convidado.

De todo modo, ao colocar essas dicas em prática constantemente, seu blog terá a visibilidade necessária para gerar Leads e futuros clientes.

Contudo, o mais importante é sempre criar um conteúdo de qualidade e que faça sentido para sua estratégia de Marketing de Conteúdo.

Como dica final, sugerimos a leitura do eBook 31 tipos de conteúdo que você pode produzir para seu blog, um material cheio de sugestões para você diversificar sua estratégia.

Artigo produzido pela equipe do blog Resultados Digitais. 

lidar com emoçõesgestão de pessoas e de um negócio exige muitas habilidades e organização.

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Aprenda a lidar com emoções de forma estratégica!

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial.

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial.

Caro leitor, tocar um negócio, erguer uma operação, ou mesmo assumir responsabilidades pesadas no mundo empresarial (que muitos pagariam para não ter de assumir) não são, e jamais serão, tarefas para qualquer cidadão.

Ser relevante pode sair caro.

Stress, desgaste emocional e eventuais desequilíbrios biológicos, são rotineiramente enfrentados por aqueles que decidiram se destacar na multidão e construir algo com o mínimo de relevo.

Mas já que você não quer a insignificância, terá que domar o seu emocional.

Ao longo do caminho, ou aprendemos a lidar com essas consequências ou morremos (sim literalmente) mais cedo, e nessa dinâmica, o nosso perfil emocional oferece impacto direto.

Não seja temperamental!

Neste caso, o impacto vem de dentro. Ou seja, o influenciador é você mesmo. As suas próprias inquietações.

Quer alguns motivos para resistir, e adotar outra atitude?

Vamos lá:

1. O temperamental é imprevisível

O mesmo problema apresentado em um dia e que resultou em ataques de fúria, pode ser tratado com naturalidade uma semana depois;

2. Equipes lideradas por temperamentais não disponibilizam todo o seu potencial

Entre cair de cabeça com comprometimento apaixonado e focar na boa condução do relacionamento com o chefe difícil, certamente a última será a prioridade;

3. O resultado do gerenciamento temperamental é a ineficiência

Cria-se um teatro onde o objetivo central é evitar atritos e brigas desmedidas;

4. Líderes temperamentais não escutam a verdade

E com isso os problemas acabam se acumulando sem solução;

5. Dificuldade na atração e retenção de talentos

Estas pessoas são disputadas e não estão dispostas e aguentar chiliques e ataques passionais;

6. O perfil temperamental turva o julgamento

Esse perfil fatalmente conduzirá o empreendedor a tomar decisões equivocadas.

Mas muitas vezes, o impacto pode vir de fora, provocado por gente que não conseguiu conter os “bichos” internos.

Lidar com gente difícil faz parte do jogo. Então, jogue.

Saiba. Esse ser complicado e de temperamento complexo surgirá na pessoa do seu chefe, do seu colaborador, sócio ou parceiro de negócios.

Não há como escapar.

O importante é compreender que no êxito produtivo destes relacionamentos que tem tudo para serem conturbados, muitas vezes reside o “pulo do gato” (confesso que eventualmente não consigo escapar dessas expressões feitas).

É a sociedade que poderia ser desfeita mas acaba por ser salva. O colaborador eficiente porém, complicado que não se perde. As suas coronárias que ficam preservadas.

Trata-se portanto de um cuidado especialmente dirigido para lidar com características comuns em profissionais que estão, digamos, fora da curva.

Você deseja trabalhar com pessoas inteligentíssimas, muito eficientes ou extremamente criativas?

Pois é, ninguém é perfeito, e esse tipo de gente traz lá o seu ônus.

  1. Antes de tudo saiba distinguir personalidades complexas e temperamentos difíceis de gente chata e impertinente.

O segundo caso merece o mínimo de tolerância (sim, não sou politicamente correto);

  1. Tenha paciência e estabeleça diálogos construtivos.

Com isenção de posicionamento, respeito diante de argumentações discordantes e colocações bem estruturadas. Isso tende a disciplinar relações intelectualmente agudas;

  1. Não se engane, em alguns casos você terá de ceder.

Aprenda a fazer isso com o mínimo de prejuízo;

  1. Não insista em discussões acaloradas, que rodam em círculo.

Caia fora enquanto é tempo, e retome o assunto em nova oportunidade.

Preferencialmente com exemplos concretos e argumentos ainda mais contundentes;

  1. Não aceite provocações infantis.
  1. Saiba apaziguar ânimos em momentos de grande tensão.

Faça cair a temperatura dos debates, para que a razão e o bom senso volte a imperar;

  1. Esteja sempre preparado com uma boa estrutura de argumentos.

Foque em exemplos concretos e tudo aquilo que ajuda a mensurar suas colocações

Por fim, é bom nos conscientizarmos de que o comportamento temperamental traz instabilidade, atingindo em cheio o relacionamento estratégico “negocial” com parceiros e aliados.

Sim, eles não querem se sujeitar a constantes mutações de humor.

E essa última consequência é suficiente para limitar os horizontes de negócios e iniciativas.

Até o próximo!

Quer aprender sobre os 4 Ps do marketing? Acompanhe nosso artigo e o nosso infográfico.

 

reputação da empresaPlataforma Brasil Editorial.

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Motivos para você lutar pela reputação da empresa

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial.

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial.

Os resultados dos seus esforços começam a brotar. É a colheita se aproximando.

Foram anos de trabalho árduo, sacrifícios, noites mal dormidas.

As pessoas duvidaram de você no primeiro momento, talvez você mesmo tenha duvidado (eventualmente não apenas no primeiro momento).

Você encarou riscos, a economia sempre instável e cheia de surpresas, enfrentou a burocracia brasileira.

Reputação dá trabalho! Você lutou. Sim, mas ainda não pode descansar – e possivelmente nunca poderá – caso decida manter a sua reputação em alta.

Não deixe a sua reputação diluir. Não se iluda, tudo vai conspirar para que ela seja diluída ao longo do tempo. Mantê-la dará muito trabalho. Mas vale a pena.

Afinal de contas, reputação, assim como o tempo, é dinheiro.

Seguem algumas dicas.

Fuja do “lugar comum”

Não se iluda, as pedras do caminho surgirão

Muito mais importante do que o batido blá, blá, blá sobre aprendizado e superação, entenda que desejar um lugar ao sol, exigirá preparo, capacidade e astúcia.

A marcha será de muitos quilômetros. Não se trata de uma corrida de cem metros;

Seja original, sem ser iludido

Saiba reproduzir de forma rentável e aplicável aquilo que de alguma forma já funciona.

Mas aos poucos construa o seu espaço próprio, os seus conceitos, o seu produto, a sua distinção;

Cultive a sua personalidade

Saiba fugir do senso comum e não perca o senso crítico.

Contudo, contando com essa calibragem, seja convicto de seus argumentos e conceitos, tendo coragem de pensar por conta própria e defender leoninamente suas crenças.

Não se preocupe tanto em ser aceito ou com “narizes torcidos”;

“Esteja preparado para toda a descrença que originalmente surgirá ao seu redor”

Trabalhe com foco na realização

Significa em termos empresariais, construir algo que se sustente economicamente, mas sem afobação com os legítimos ganhos financeiros que deseja migrar para o seu bolso;

Não perca tempo com modismos de gestão

Desenvolva um estilo próprio, sem se importar com o aval de “especialistas”.

E caso conclua que em determinado momento ou estágio é necessário ser controlador e centralizador, simplesmente aja como tal e ponto final;

Fale menos e realize mais

O mundo está cheio de retóricos. De empreendedores de mesa de bar, de gente empolgada após a segunda dose.

O duro e virtuoso é colocar a mão na massa numa segunda feira chata e chuvosa.

Seja um exemplo inquestionável

1- Torne a qualidade do seu trabalho, serviço ou produto, em algo que ultrapasse a percepção comum.

2- Cumpra compromissos com pontualidade. Quando o atraso for inevitável, atue com antecedência

3- Empenhe e cumpra a sua palavra vigorosamente, mas jamais minimiza a importância de firmar isto em contratos ou outros instrumentos formais. Ninguém é obrigado a confiar em você, portanto compreenda a necessidade da segurança jurídica;

“Falar é fácil. O duro e virtuoso é colocar a mão na massa numa segunda feira chata e chuvosa.”

4- Seja verdadeiro em relação a sua capacidade. Jamais prometa aquilo que não possa cumprir ou entregar. Ao mesmo tempo nunca deixe de expor a totalidade do seu potencial empresarial;

5- Lute para ser sólido não apenas nas atitudes e na postura. Busque solidez financeira, por meio de uma gestão prudente e rigoroso controle;

6- Construa uma cultura que valorize a precisão de informações, fugindo completamente das generalidades;

7- Cobre o preço justo. Nem mais, e nem menos, do que realmente vale o seu serviço ou produto;

8- Comunique-se sempre de forma clara, estruturada e simples;

Boa sorte e até o próximo.

Quer continuar defendendo a reputação da empresa e inovando sempre nas estratégias de marketing? Leia o nosso artigo sobre o composto de marketing e veja o nosso infográfico!