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6 dicas para não se transformar em um Workaholic

Este artigo foi escrito por Alexandre Borin, empreendedor à frente da Prestus.

Este artigo foi escrito por Alexandre Borin, empreendedor à frente da Prestus.

Vivemos numa cultura onde ser viciado no trabalho –  o chamado Workaholic – é tido como sinônimo de dedicação à empresa e até uma premissa, muitas vezes, para o sucesso profissional.

Porém, está mais do que comprovado que trabalhar demais reduz, na verdade, a produtividade de qualquer profissional, além de trazer consequencias muitas vezes irreparáveis à nossa vida pessoal ou até à nossa saúde.

Por isso deixamos aqui seis dicas para que você se tranforme de uma simples vítima dessa “doença” dos tempos modernos, em um profissional que consegue equilibrar melhor seu tempo e produtividade.

1- Durma bem, alimente-se melhor!
São, na verdade, duas dicas numa só, que podem se resumir num maior cuidado com a sua saúde. Garanta uma boa noite de sono, e evite sobreviver à base de junk food. O seu corpo só agradece – e você consegue escutá-lo, não consegue?

2- Estabeleça limites
Sim, é complicado, mas é ao mesmo tempo fundamental que a sua jornada de trabalho seja respeitada, principalmente por você. Cumpra o horário, e leve o mínimo de trabalho para casa. Pode parecer impossível, mas você verá como é muito mais uma questão de disciplina e produtividade do que uma questão de tempo.

3- Fuja da tentação de estar on-line o tempo todo
A internet é maravilhosa, com todas as suas possibilidades – mas também é uma tremenda distração. Procure fazer o máximo de trabalho off-line, desconecte-se um pouco do seu email e dos comunicadores instantâneos, e tenha mais tempo para você se focar e pensar em mais coisas importantes e em menos coisas urgentes.

4- Tenha contato com a natureza
Poucas coisas são tão revigorantes quanto um passeio por uma trilha, ou uma caminhada por um parque. Isto reduz o estresse, e muitas das vezes até serve como inspiração para, na volta, resolver aquele problema que parecia impossível.

5- Relacione-se mais
Um dos sinais mais evidentes de que você se tornou um Workhaholic é não ter tempo para os amigos, nem poder passear com a família, ou fazer aquelas coisas que, em última instância, são a razão para você estar a trabalhar: uma melhor Qualidade de Vida.

6- Questione os seus objetivos
O que o leva a trabalhar tanto? Porque não lhe sobra tempo para nada? Onde você vai estar daqui a 2, 5, 10 anos, nesse ritmo? Tudo deve ser questionado, antes de ser repetido tantas vezes assim, não é? Basta começar a refletir sobre isso para que as coisas comecem a assumir uma dimensão diferente.

Na prática, trabalhar nada mais é do que um meio para se atingir algum objetivo. Claro que muitos de nós adoram o seu trabalho, e até nem se incomodam em trabalhar mais do que deveriam. Mas lembre-se que, independentemente se é para ganhar respeito enquanto profissional, para poder oferecer uma qualidade de vida melhor à sua família ou simplesmente para ganhar dinheiro, tudo isso tem um preço.

E esse preço é pago com o seu Tempo e sua Dedicação.

Alexandre Borin
CEO da Prestus®

Nota do editor: Através da parceria com a Prestus (empresa do Alexandre), conseguimos um pacote de degustação do produto Número Mágico, exclusivo para leitores do Saia do Lugar. Dessa forma você consegue experimentar o serviço sem custo e ver o impacto gerado na sua empresa.

Com o Número Mágico, toda vez que você não puder atender uma ligação, ela é direcionada para a equipe da Prestus, que faz o atendimento em nome da sua empresa.

Ou seja, você não precisa receber absolutamente todas as ligações da sua empresa. Uma forma de fugir do ritmo workaholic é justamente delegar algumas funções e o atender o telefone pode ser uma delas.

A degustação inclui 10 atendimentos gratuitos sem compromisso. Se gostar, você pode adquirir um Número Mágico por apenas R$250 mensais. Já pensou ter uma secretária por esse preço?

Se você quer que seu cliente nunca mais caia na caixa postal, veja mais informações aqui.

  • Ana

    Sensacional.
    Parabéns por essa visão.
    Conheço muita gente que se mata de trabalhar com a desculpa de ter uma qualidade de vida melhor no futuro, o que não percebem é que o futuro é agora, e só percebem isso depois que a família e amigos acabam se afastando.