6 dicas para mitigar riscos em contratações estratégicasAlexandre Borin é fundador e CEO da Prestus, primeira empresa de assistentes virtuais do Brasil, fundada em 2009 e que tem como carro chefe o Número Mágico, que é um número de telefone exclusivo, para você direcionar as chamadas que não pode atender do seu celular ou fixo

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6 dicas para mitigar riscos em contratações estratégicas

Pessoas são a essência da sua empresa. Para ter as pessoas certas, seguem 6 dicas na hora da contratação

Este texto faz parte da coluna da Plataforma Brasil feito especialmente para os leitores do Saia do Lugar.
Por: Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial.

Caros leitores, por mais tecnologia que se aplique, por melhores métodos que se empenhe, não há empreendimentos sem pessoas. Não há gestão sem uma direção qualificada, não existe estratégia empregada sem bons pensadores e executores.

Em resumo, sem pessoas a sua empresa não existe. Ao menos por enquanto, mesmo nos casos nos quais equipes muito, muito enxutas conduzem as operações (negócios pequenos na web, por exemplo), ainda assim o peso destes poucos e bons é extremamente relevante. Você conhece algum aplicativo modelado e concebido sem empenho de algum ser humano no processo? A resposta é não.

Sendo isto uma verdade, que nos traz uma realidade abrangente interna e externamente (fornecedores), efetivar contratações de qualidade, sejam elas de funcionários, parceiros ou até associados (ou sócios) torna-se uma das atividades de maior risco para a solidez e o bom desempenho do seu negócio.

Neste contexto, alguns cuidados são essenciais. Vamos lá:

1. Faça uma análise de aderência cruzando perfis profissionais e de comportamento com as atividades que serão desempenhadas. Um profissional desprovido de senso de organização não pode cuidar das suas finanças;

2. Procure sempre trazer pessoas com o máximo de qualificação, entendendo que este conceito é amplo e não pode se resumir à formação acadêmica. De nada valem dezenas de títulos sem uma real capacidade de execução;

3. Conte com um contrato detalhado, claro, transparente em sua expressão e que aborde o máximo de situações previsíveis, estabelecendo com precisão direitos, vínculos e responsabilidades;

4. Você pode até se permitir trabalhar com difíceis, mas evite os volúveis. Os extremos da bipolaridade profissional nestes casos podem ser desastrosos. Com os difíceis, alguma calibragem, ajustes e algumas boas e francas conversas podem resolver (desde que em troca a toda essa paciência e dedicação venham alto desempenho e soluções brilhantes);

5. Descarte: “espertinhos”, extremamente vaidosos, imaturos. Quanto aos desonestos, encerre a conversa de cara.

Por fim é importante que saiba lidar com as imperfeições. É a única garantia moral para que as nossas próprias sejam toleradas com o mesmo empenho.

Boa sorte, e até o próximo

Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.

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