vacas magras na sua empresa

4 formas de se preparar para futuras épocas de vacas magras na sua empresa

Não deixe que as vacas magras na sua empresa – veja dicas para se preparar.

Todo empreendedor passa por diversos altos e baixos durante sua jornada empresarial. Um dos principais é ter épocas de vacas magras na sua empresa, não só porque é algo garantido na vida de todo empreendedor, mas também porque é uma das vivências que mais traz experiência.

Apesar desse tipo de experiência engrossar a casca de qualquer pessoa, ela também pode significar o fim daquele projeto específico – ou seja, se preparar para épocas com pouco dinheiro é essencial, já que com certeza você, como empreendedor, passará por isso e não irá querer que um primeiro obstáculo interrompa tudo.

Por isso, selecionamos aqui algumas ações para que, quando as vacas ficarem magras, isso não signifique o fim da sua empresa:

1- Controlar a aquisição de custos fixos

As primeiras vendas estão saindo, o cenário está otimista. E assim vêm pensamentos como “Ah, agora podemos alugar um escritório mais bonito” ou “Vamos aumentar bastante nossos salários e contratar novos funcionários”.

Cuidado!

A ideia não é podar ninguém, mas sim garantir que gastos como os mencionados não sejam um peso tão grande que a empresa não consiga sustentar, já que são custos fixos relevantes que acompanham compromissos de longo prazo (aluguel, funcionários etc.).

Por isso, nada melhor do que ir aos poucos. Contratos fechados? Espere o dinheiro entrar e aí sim pense em como melhor alocar os investimentos. Faturamento aumentou consistentemente por 3 ou 6 meses seguidos? Pense em um aumento de 20% nos custos fixos.

2- Cultura de capital de giro positivo

O real problema de cheque especial é quando você precisa utilizá-lo por descuido de planejamento. Mesmo com os custo fixos controlados, é possível ficar no negativo alguns (ou vários) dias no mês.

Ter a postura de sempre adiantar ao máximo os seus recebimentos e negociar seus pagamentos para frente, te ajudará a criar (e aumentar) um capital de giro suficiente para que esses pequenos períodos no negativo não ocorram.

3- Controle frenético do fluxo de caixa

Como forma de complementar a postura anterior, é imprescindível um controle acima do normal do fluxo de caixa: cada centavo, cada novo pagamento e recebimento acordado devem estar lá.

Isso não só garante que você não gaste dinheiro por causa de juros não planejados, mas principalmente te dá uma visão da saúde financeira da sua empresa, que é essencial para tomar qualquer tipo de decisão.

4- Saber a qual dinheiro recorrer quando precisar

Um empréstimo pode ser aquele combustível a mais que sua empresa precisa até regularizar sua saúde financeira.

O que pode atrapalhar, porém, é a falta de planejamento e a falta de conhecimento das opções que você pode ter. Quais são as taxas de juros? Prazos de pagamento? Número de parcelas possível? Tempo para ter acesso ao dinheiro?

Por exemplo, se você precisa do dinheiro na conta em 10 dias, de nada adianta uma ótima taxa se demorar 3 meses para que ele caia na conta.

Exatamente por isso que o Banco do Brasil oferece um portfólio completo de soluções em crédito para sua empresa ficar cada vez mais competitiva. Para você ampliar, reformar ou modernizar sua empresa, as linhas mais atrativas são as de financiamento de investimento. Já para garantir o fluxo de caixa positivo, as melhores linhas são de capital de giro ou de antecipação de recebíveis.

Conclusão

Caixa negativo não é um assunto leve, muito menos que deva ser levado sem seriedade. Por isso, nossa recomendação não é que você escolha uma das dicas acima e a siga, mas sim que faça todos esses esforços como forma de garantir que o seu sonho empreendedor não será interrompido por negligência.

Outras ações que você toma internamente para se preparar para as épocas das vacas magras?

Abraços,
Luiz Piovesana (calejado por épocas de vacas querendo ser modelos)

Obs.: Esse artigo foi patrocinado pelo Banco do Brasil. Isso significa que os recomendamos como referência, mas não há influência em nossa linha editorial nem nossa opinião.

p.S.: imagem da Shutterstock.