Os maiores riscos do empreendedorismo

4 dicas sobre como reduzir os maiores riscos da sua empresa

Dicas muito bacanas sobre como evitar os riscos mais comuns que assombram os empreendedores iniciantes. A conclusão é excelente

Ao pensar em “empreendedorismo”, uma das primeiras coisas que vem na cabeça é a palavra “risco”. Hoje falaremos sobre o famoso risco e seu impacto no dia-a-dia da sua empresa.

De um lado, temos pessoas que sofrem da SCA (Síndrome do Corneteiro do Apocalipse) e começam a se desesperar com coisas que tem 0.000000000172% de chance acontecer, como por exemplo “O que faremos se um búfalo de 3 chifres, pintado de azul e branco invadir nossa empresa e destruir nosso sistema de ar condicionado no auge do verão?”.

Do outro, existe a turma do “Manda ver!” que simplesmente está disposta a lidar com o que der e vier, não se importando com as consequências.

Na prática, risco é igual à probabilidade do problema acontecer multiplicada pelo estrago que ele pode causar. Como existem alguns problemas com probabilidade considerável de acontecer com qualquer empresa, seguem algumas dicas sobre como diminuir seu impacto e, consequentemente, o risco.

Os maiores riscos do empreendedorismo

Mamãe já dizia: é melhor prevenir do que remediar

Risco 1 – Ninguém querer o seu produto/serviço
Quando falamos de produtos inovadores, muitos empreendedores acham que tiveram uma ideia genial e assim que o produto estiver pronto, uma horda de clientes sedentos disputará a tapas aquele produto maravilhoso.

Infelizmente, a não ser que sua empresa tenha uma maçã mordida no logotipo, conseguir clientes ao lançar um novo produto não é tão fácil assim. Criar algo novo é sempre arriscado.

Para reduzir o risco de construir algo que ninguém queira, a melhor solução é tentar vender esse produto mesmo antes dele estar pronto. Veja mais no artigo Arranje clientes antes de escrever seu plano de negócios.

Risco 2 – Problemas contábeis e jurídicos
Apesar do sentimento de que no Brasil a lei não funciona direito, vai por mim, você não quer ter problemas nessa área. No mínimo, a dor de cabeça e tempo investidos para resolver esses pepinos são coisas que  podem atrapalhar bastante o dia-a-dia na sua empresa.

Para reduzir esse risco, vale MUITO a pena ter um contador e um advogado de confiança. Confira mais nessa entrevista com dicas sobre direito empresarial.

Risco 3 – Ficar na mão de fornecedores
Principalmente nas empresas que vendem produtos, ter problemas com fornecedores pode fazer um baita estrago nas suas vendas.

Uma das melhores formas de reduzir esse risco é ter o contato de outros fornecedores que podem servir como plano B. É aquela velha história de não colocar os ovos em uma cesta só.

Outra dica é: não esprema seu fornecedor até a última gota. Além de deixá-lo insatisfeito e com vontade de pular fora na primeira oportunidade, um fornecedor em apuros corre o risco de quebrar, o que não é muito divertido para ninguém.

Risco 4 – Depender muito de poucos clientes
Como empresas de serviços normalmente tem menos clientes do que empresas de produtos, ficar dependente de poucos clientes é um risco que vale a pena ser avaliado com cuidado.

Assim como no caso dos fornecedores, criar uma relação de confiança com seu cliente é essencial para mantê-lo no longo prazo. Porém, cuidado para não se acomodar. Buscar novos clientes é um processo contínuo.

Outra coisa a se considerar é que, como boa parte dos serviços tem um custo considerável, dificilmente o cliente vai conseguir pagar tudo à vista. Querendo ou não, aceitar pagamento a prazo pode fazer uma grande diferença na hora de fechar o negócio.

Conclusão: Assuma riscos, mas avalie muito bem suas características
Como já falamos diversas vezes aqui no Saia do Lugar, coragem não é a ausência de medo. Coragem é você agir apesar do medo. Ou seja, o risco é algo normal no dia-a-dia do empreendedor. Porém, isso não quer dizer que você vai sair arriscando por aí sem saber onde está se metendo.

Por isso, avaliar a probabilidade de um problema acontecer e o seu impacto é fundamental. Se você acha que existe alguma área que tem risco de dar problema, sempre vale a pena fazer uma análise fria sobre esse risco.

Outro ponto fundamental da análise é ver o quanto um seguro pode ser útil. Se a probabilidade for razoável e o impacto alto, investir em uma boa cobertura pode ser uma excelente opção.

Nessa área, recomendamos muito os serviços da Porto Seguro.

Por exemplo, será que não vale a pena fazer um seguro para o seu escritório para se proteger de danos a equipamentos eletrônicos?

Para saber mais sobre como as coberturas da Porto Seguro podem ajudar a sua empresa, clique aqui.

Abraços,
Millor Machado (sempre arriscando, mas de forma calculada)

Obs.: Créditos da imagem para Andreas Ebling